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Programação da semana de 29 de agosto a 03 de setembro

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31, quarta, 18h: Lançamento do livro Trabalho e utopia na modernidade, de Suzana Albornoz (Editora Movimento).

Na era da indústria, a vida, a ciência e a moral giraram em torno do trabalho. Ao mesmo tempo, foi constante a utopia de uma sociedade que pudesse viver mais do que trabalho. O desenvolvimento da técnica nos tempos modernos, embora feito com sofrimento e exploração, acompanhou-se de rica elaboração de projetos de um mundo melhor, mais organizado, mais feliz, e ao desenvolver-se o maquinismo e a automação, de fato cresceu a possibilidade de dispensar o esforço físico, de tal modo que hoje, com o nível tecnológico alcançado pela humanidade, a jornada de trabalho de seis horas situa-se na vizinhança do real.

No entanto, continua irrealizado o sonho do trabalho prazeroso, como o do artista apaixonado por sua arte; e continua vivo o sonho com aquela realidade onde o esforço pela sobrevivência se conserve dentro de limite digno, quando os homens encontram mais tempo para o repouso, a reflexão, o movimento, o lazer, a criação, o pensamento, a convivência, a descoberta, a liberdade, enfim, tudo o que é humano e transcende a produção material.

Sendo assim, importa não esquecer as sugestões contidas nas obras dos escritores de utopias, tão presentes nos tempos modernos.

Em direção dos sonhos de reforma social, a viagem deste livro começa pela Utopia de Thomas More, na Inglaterra do século XVI; passa pela Cidade do Sol de Tommaso Campanella, na Itália do século XVII; continua pela visita às sugestões encontradas nas Considerações sobre o governo da Polônia, de Jean-Jacques Rousseau, na Europa iluminista do século XVIII; detém-se, a seguir, em O novo mundo industrial e societário de Charles Fourier, e vai terminar com o manifesto O direito à preguiça, de Paul Lafargue – esses dois últimos, na França do século XIX. Escolhidos entre os clássicos das utopias modernas, More, Campanella, Rousseau, Fourier, Lafargue, cada um em seu contexto e com suas características especiais – estes, mais políticos, aqueles, mais filosóficos, todos alvos de controvérsia –, esses cinco autores são alguns poucos nomes escolhidos como exemplos, mas são autores exemplares, entre os melhores sonhadores de novas realidades. Espera-se que a leitura de suas páginas polêmicas reavive a capacidade de imaginação, necessária para a inovação e o aperfeiçoamento das sociedades concretas.

 

01, quinta, 18h30: Lançamento do livro Fotojornalismo e Legalidade, de Cláudio Fachel.

O livro ‘Fotojornalismo e Legalidade (1961): Última Hora’, de Claudio Fachel, trata da importância da fotografia na cobertura da Campanha da Legalidade. O autor situa os fotógrafos rio-grandenses responsáveis pelo registro da Legalidade, especialmente os profissionais que atuam no jornal Última Hora e na assessoria de Imprensa do Palácio Piratini. Os fatos ocorridos entre os dias 25 de agosto e 13 de setembro de 1961 são apresentados no livro por intermédio das capas, fotografias, manchetes e páginas principais de Última Hora.

 

03, sábado, 11h: Lançamento do livro Bric da Redenção – domingos, arte, cultura e chimarrão, de Taís Gomes

 

 

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03, sábado, 19h: Pocket musical com o duo Alexandre Starosta (violino) e Davi Moreira (violão) – música instrumental clássica e popular.

Alexandre Starosta | Iniciou os estudos de violino aos quatro anos de idade, pelo método Suzuki. Na sequência, participou do Projeto Prelúdio, da UFRGS. Foi aluno de Fredi Gerling e Marcello Guerchfeld, e se graduou como bacharel em Violino, pelo Instituto de Artes da UFRGS, em 2001. Tem se apresentado em recitais em Porto Alegre e no interior do RS, com repertório para violino e piano. Mais recentemente, passou a tocar em duo com o violonista Davi Moreira, com repertório erudito e popular para esta formação. Atua profissionalmente nos primeiros violinos da Orquestra de Câmara Theatro São Pedro, em Porto Alegre, apresentando-se como solista eventualmente. É violinista efetivo também da Orquestra Filarmônica da PUCRS. Desde 2009, é professor de violino no Projeto “TIM Música nas Escolas”, e também leciona na Escola Piá-Piano, na Capital.

Davi Moreira| É Bacharel em Violão pela UFRGS, sob orientação de Daniel Wolff. Participou de cursos de Extensão Universitária com Helio Delmiro, Guinga, Abel Carlevaro (Uruguai), entre outros. Fez workshop com Paulo Belinati. Tem se apresentado juntamente com o violinista Alexandre Starosta no restaurante Flor de Maçã, no Santander Cultural, no Theatro São Pedro e no Centro Cultural Norte-Americano, em Porto Alegre. Como solista, se apresentou no Museu Joaquim José Felizardo, na Capital. Tem participado de festivais em várias cidades do Rio Grande do Sul, e de gravações com músicos e grupos, como acompanhador, arranjador e compositor. É professor de violão (erudito e popular) e guitarra elétrica na Escola Tio Zequinha e em aulas particulares.

Uma amostra do som de Alexandre e Davi: Primavera portenha, de Astor Piazzola

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