Arquivo para agosto \10\UTC 2009



10
ago
09

Dica de leitura, por Ronald Augusto

 dicas leitura

 

Dica de Leitura, por Ronald Augusto 
Título: Prosa do mar
Autor: Marlon de Almeida
Editora: 7Letras, 2008

PROSA DO MARA voz lírica se projeta sobre uma voz dramática que se esgarça. A remissão ao lirismo não edulcorado marca a presente recolha de poemas de Marlon de Almeida. A novidade de Prosa do mar repousa sobre uma particularidade: esse lirismo faz alusão em parte à moderna canção brasileira, isto é, se põe em relação com esta. Uma polifonia a Dorival Caymmi, narrativa em ondas de poemas. Vozes que se quebram na praia branca da página. E como muito bem lembrou Ronaldo Machado, em análise ainda não publicada dedicada ao livro, na concha textual de Prosa do mar, ouvimos um eco valeriano, vale dizer, como o mar no Cemitério Marinho do poeta francês, a obra de Marlon de Almeida — esse poema na linha da prosa e de muitas vozes — se propõe como um discurso sempre recomeçado. Marlon compõe precisas cantigas d’amigo.

RONALD AUGUSTO 02Ronald Augusto. Poeta, músico, letrista e crítico de poesia. É autor de, entre outros, Homem ao Rubro (1983), Puya (1987), Kânhamo (1987), Vá de Valha (1992), Confissões Aplicadas (2004) e No assoalho duro (2007). É co-editor, ao lado de Ronaldo Machado, da Editora Éblis e também editor associado da revista virtual Sibila. Tem poemas traduzidos para o inglês e o  alemão. Publicou artigos e/ou ensaios sobre poesia em diversas revistas do Brasil e sites de literatura. Ministra oficinas e cursos de poesia e é integrante do grupo os poETs
www.poesia-pau.blogspot.com
www.poesiacoisanenhuma.blogspot.com
www.ospoets.com.br
www.editoraeblis.blogspot.com
www.sibila.com.br.
 

Um pouquinho mais sobre Marlon de Almeida
MARLON DE ALMEIDAMarlon de Almeida nasceu em Porto Alegre, em 1966. É mestre e doutor em Letras pela UFRGS. Já publicou Histórias de um domingo qualquer (1994); Domingo desde a esquina (1997), finalista do Prêmio Açorianos de Literatura; Domingo de futebol (1997); Domingo de chuva (2000); Malabares ou o clube dos incomparáveis (2003), indicado ao Prêmio Portugal Telecom de Literatura.

Três poemas de Prosa do Mar

[1]
Jogou a tarrafa para apanhar peixes
pegou estrelas.
Jogou a tarrafa para apanhar estrelas
pegou peixes
              pensou:

Por que nada vem quando quer a gente?

Recolheu a tarrafa, o tempo de estar,
ao largo da lua se foi, devagar,
velas ao vento

no mar.

 

[2]
Tinha peixe a dar
com o pau aqui.
Mas peixe bom morreu
e o que ficou não era bom
para gostar.

Sabíamos por andar de mar afora:
Deus não joga no entanto fiscaliza.

A mão do homem tirou tudo:
água, peixe, flor, semente
tem mais nada não.

Entrementes, pescador até que fica
pra paisagem nesta vila.

Natureza morta,
se me entendes.

 

[3]
O marinheiro
pensa
o mar o amor ou nada?

O marinheiro está fora do ar.

Mas em que ar está se está no mar
e o mar é água, ar jamais?

O marinheiro corre à margem
da paisagem de si mesmo.

Andar a esmo é seu vagar.

Ai, o marinheiro se perdeu
e o barco não há mais.

 

 

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07
ago
09

Programação de 10 a 15 de agosto

 

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10 a 15 de agosto

11, terça, das 19 às 21h: Lançamento do livro de poemas Pejuçara, de Escobar Nogueira. (Editora 7 Letras)

PEJUÇARAEm Pejuçara, Escobar Nogueira desenha em versos o mapa íntimo de uma pequena cidade de interior, que da sua pequena varanda, abarca o mundo inteiro. Num diálogo com grandes poetas como Pessoa e Rimbaud, os poemas revelam um olhar estrangeiro sobre a terra natal, e um fascínio de criança, equilibrado com a reflexão madura, sobre a realidade moderna. Uma poesia leve, de ironia sutil, intercalando a ternura com um desassossego poético face à paisagem congelado no tempo, na memória, no coração.

José Eduardo ESCOBAR NOGUEIRA nasceu em 1971 em Fortaleza dos Valos, no Rio Grande do Sul. Atualmente vive em Pejuçara e trabalha em Porto Alegre, no mesmo estado, como professor de Literatura Brasileira em cursinho pré-vestibular. Publicou O meu primeiro milagre (1994), Arame farpado (1998), Milongol (2003) e Curta-metragem (2006).

 

11, terça, duas turmas (ver horários abaixo): Reinício do Curso/Oficina de Criação Poética A precisão do impreciso, com Ronald Augusto. INSCRIÇÕES ABERTAS

Turma 01: das 16 às 18h
Turma 02: das 19 às 21h

Informações & Inscrições: Com Ronald Augusto, pelos telefones 3336 2969 e 9948 0569
ronaldaugustoc@yahoo.com.br 
www.poesia-pau.blogspot.com 

Ronald Augusto dá continuidade à oficina de poesia cujas cinco últimas edições renderam grandes diálogos e poemas surpreendentes a partir dos exercícios propostos.

Aos novos interessados 
A dinâmica da oficina permanece a mesma, ou seja, ao longo de dez encontros semanais, os participantes trocam impressões exercitando a leitura crítica e a fruição estética, num bem-sucedido corpo-a-corpo dialógico acerca da produção individual e das soluções de linguagem dos seus pares.
Na análise dos experimentos dos participantes da oficina, Ronald Augusto aplicará conceitos como: função poética da linguagem, hermenêutica, relação da poesia com as outras artes, versificação tradicional e livre, etc. Em outras palavras, no exercício mesmo da leitura de prazer e da prática textual, os alunos se familiarizarão com noções fundamentais da arte da poesia.

Investimento: R$ 350,00 à vista (dez encontros a Cr$ 35,00 cada um). Ou em duas vezes de R$ 200,00: a primeira parcela no ato da inscrição e a segunda um cheque para 30 dias.  

Sobre o poeta-professor
Ronald Augusto nasceu em Rio Grande (RS) a 04 de agosto de 1961. Poeta, músico, letrista e crítico de poesia. É autor de, entre outros, Homem ao Rubro (1983), Puya (1987), Kânhamo (1987), Vá de Valha (1992), Confissões Aplicadas (2004) e No assoalho duro (2007). É co-editor, ao lado de Ronaldo Machado, da Editora Éblis www.editoraeblis.blogspot.com, e também editor associado do website WWW.sibila.com.br. Traduções de seus poemas apareceram em Callaloo African Brazilian Literature: a special issue, vol. 18, n0 4, Baltimore: The Johns Hopkins University Press (1995; 2007), Dichtungsring – Zeitschrift für Literatur, Bonn (de 1992 a 2008, colaborações em diversos números, poesia verbal e não-verbal) www.dichtungsring-ev.de. Artigos e/ou ensaios sobre poesia publicados em revistas do Brasil e sites de literatura: Babel (SC/SP), Porto & Vírgula (RS), Morcego Cego (SC), Suplemento Cultural do Jornal A Tarde (BA),  Caderno Cultura do Diário Catarinense (SC), Suplemento Cultura do jornal Zero Hora (RS); Revista Dimensão nº 28/29, tradução de poema de e. e. cummings (MG); Revista ATO (MG); Revista RODA – Arte e Cultura do Atlântico Negro (MG); www.sibila.com.br; www.overmundo.com.br; www.revista.criterio.nom.br; www.germinaliteratura.com.brwww.slope.org; entre outros. Despacha nos blogs: www.poesiacoisanenhuma.blogspot.com e www.poesia-pau.blogspot.com. Ministra oficinas e cursos de poesia e é integrante do grupo os poETs: www.ospoets.com.br

 

15, sábado, das 17 às 20h: Lançamento do livro Grupos de sensibilização e criatividade – GSC, de Vanda Spieker de Oliveira. (Redes Editora)

GRUPOS DE SENSIBILIZAÇÃOAtravés de uma escrita muito bem articulada, fluente e embasamento teórico riquíssimo Vanda Spieker de Oliveira nos apresenta, através desta obra, o método que desenvolveu ao longo de quase 30 anos de pesquisa: Grupos de Sensibilização e Criatividade (GSC). O método é potencializador de inúmeras aprendizagens para diferentes indivíduos em diferentes e múltiplos espaços. A pluralidade de possibilidades que os GSC oportunizam é, verdadeiramente, notável! O livro Grupo de Sensibilização e Criatividade – GSC – prevenção em saúde mental e desenvolvimento sociocultural é fundamental para profissionais que lidam com pessoas em escolas, empresas, clínicas, hospitais, centros comunitários, centros de saúde, instituições que trabalham com grupos, ou onde se queira iniciar um trabalho de grupo. Nascido de uma concepção simples, o método Grupo de Sensibilização e Criatividade trata da sensibilidade e criatividade de pessoas que, juntas, expõem-se a um processo de buscas de suas verdades e das verdades do grupo.

 Foto Vanda - PalavrariaVanda Spieker de Oliveira é Mestre em Educação e Especialista em Pesquisa das Ciências Sociais/Educação. É professora em cursos de graduação, extensão e pós-graduação nas áreas da Psicologia, Psicopedagogia e Pedagogia. Exerce a Psicologia Clínica e a Psicopedagogia. Dirige o CPOP – Centro de Pesquisa e Orientação Psicopedagógica. É autora e co-autora de livros e comunicações científicas no Brasil e exterior.

 

 

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05
ago
09

Altair Martins: estréia premiada

 

P1050503Registramos para nossos leitores a boa-nova anunciada na segunda-feira, 03: O romance A parede no escuro deu a seu autor, Altair Martins, escritor gaúcho de Guaíba, o prêmio de Autor Estreante, no 2º Prêmio São Paulo de Literatura – atualmente o maior prêmio da literatura brasileira. Vai daqui ao amigo Altair o abraço de nós todos da Palavraria, que teve o privilégio de sediar, no ano passado, o lançamento deste seu primeiro romance para o público gaúcho.

Parabéns, Altair.

05
ago
09

Aconteceu na Palavraria: qual é a do Ferlinghetti?

Ricardo Silvestrin e Fernando Ramos – respectivamente idealizador e produtor dos encontros literários denominados Qual é? – se superaram novamente e nos proporcionaram, no último sábado, 01, mais um excelente momento literário na Palavraria: o encontro deste mês, que tratava da obra do poeta beat Lawrence Ferlinghetti, foi uma aula de leitura para ninguém botar defeito.

ferlinghetti-city-lights

Silvestrin comandou um barco tripulado por dois exímios leitores: o jovem poeta, músico e agitador cultural Marcelo Noah e o viajado jornalista, escritor e gremista Eduardo Bueno, o Peninha. Usando o entusiasmo, a graça e o conhecimento como instrumentos de navegação, o Ricardo, o Marcelo e o Peninha nos guiaram pelo mar revolto que é a obra de Ferlinghetti.

FERLINGHETTI 03

Depois do Silvestrin traçar os limites da nossa viagem – o amplo contexto histórico e cultural onde os beats constroem e alimentam sua obra, o Peninha, mais como personagem do que como comentarista, nos fez um divertido relato das suas andanças pelos Estados Unidos dos oitenta, meio que refazendo a viagem do personagem Dean Moriarty, de On the road (Kerouac), detalhando sua famosa entrevista ao vivo e a cores com o próprio Ferlinghetti, revelando significados da mítica livraria e editora City Lights, fundada pelo Ferlinghetti. Falou daqueles anos como se os estivesse vivendo aqui e agora, tal a vivacidade e a riqueza de detalhes com que apresenta os cenários e as personalidades que vai encontrando então. Conhecedor experto da retórica beat (conta-se por aí que coleciona, só do On the road, mais de vinte edições em quatro ou cinco diferentes línguas), detalhou os prazeres e os desafios de traduzir o poeta Ferlinghetti.

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Já o Marcelo Noah – depois de confessar sua iniciação na literatura do poeta em foco a partir das traduções do Peninha e do Leminski – nos impressionou pela atenção com que situa e interpreta Ferlinghetti, a geração beat e seus sucedâneos. Dizem por aí que essa rapaziada que milita entre o universo virtual da Internet e a sonzeira das raves não lê mais. Pois o Marcelo mostra que isso não é verdade. Pelo contrário, eis aí uma prova de que há, sim, uma nova geração de leitores que não deve nada a ninguém em sensibilidade, discernimento e competência para interpretar o mundo das letras.

FERLINGHETTI 01

O mais bacana de tudo é que os três nos prenderam nas letras beats em leituras de muito entusiasmo, muita alegria, muita graça. Foi quase um espetáculo. O encontro terminou inclusive com o Peninha e Marcelo encenando um duo de roqueiros cantando Neil Young e Bob Dylan. Imperdível.

PENINHA CANTA

Fernando Ramos – o produtor do Qual é? – nos promete para breve uns clips do áudio-visual que documentou esse encontro. Voltaremos ao assunto, portanto.

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03
ago
09

Mais promoções da Palavraria: 20% de desconto

 

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Promoção do DIA DOS PAIS na PALAVRARIA:  

Descontos de 20% nos livros das editoras 
Civilização Brasileira, José Olympio e Best Seller  

grupo record

A Palavraria promove descontos de 20% na compra de livros das Editoras José Olympio, Civilização Brasileira e Best Seller. Somente para livros em estoque na Palavraria e para pagamentos em dinheiro, cheque, cartão de débito e cartão de crédito em uma vez.

 Promoção válida para o período de 03 a 22 de agosto.

 

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03
ago
09

Dica de leitura, por Ademir Furtado

 

dicas leitura

A recomendação de leitura desta semana – a obra Cidades Mortas, de Monteiro Lobato, vai por conta de Ademir Furtado. 

Título: Cidades Mortas
Autor: Monteiro Lobato
Editora: Globo, 2008

As cidades são mortas, modorrentas, provincianas. O silêncio só é quebrado de quando em quando pelo ranger das rodas enferrujadas de um carro de boi, ou pelo sino da capela em frente à praça central. Os habitantes são matutos oriundos de um mundo rural prestes a se urbanizar. Monteiro Lobato descreve as peripécias desses personagens anônimos, cuja única preocupação é a garantia da sobrevivência. Mas seu olhar não traz mais a crueldade do Naturalismo, muito menos a idealização do Romantismo. O ponto de vista, aqui, é o de um homem culto, que tem os olhos num futuro progressista, mas mantém os pés presos ao arcaísmo crônico de um Brasil pré-industrial. A reação não é de censura nem de rancor. Ao contrário: a cada página, o que verte é um humor condescendente, quase terno, ao observar essa gente caipira, que viria a formar a Nação que temos hoje. O Brasil de Monteiro Lobato é uma criança brincando de ser um país adulto. E nesse sentido, Cidades Mortas é um livro muito atual.
ADEMIR FURTADO 02Ademir Furtado escreve no blog http://prosaredo.blogspot.com 

  

 

 

 

Um pouquinho mais sobre Monteiro Lobato
José Bento Renato Monteiro Lobato (1882-1948) foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX. Foi o “precursor” da literatura infantil brasileira e ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo, bem como divertido, de sua obra de livros infantis, o que seria aproximadamente metade da sua produção literária. A outra metade, consistindo de inúmeros e deliciosos contos (geralmente sobre temas brasileiros), artigos, críticas, prefácios, um livro sobre a importância do petróleo e do ferro e um único romance, O Presidente Negro, que não alcançou a mesma popularidade que suas obras para crianças.

Livros infantis  – Coleção Sítio do Picapau Amarelo
1921 – O Saci
1922 – Fábulas
1927 – As aventuras de Hans Staden
1930 – Peter Pan
1931 – Reinações de Narizinho
1932 – Viagem ao céu
1933 – Caçadas de Pedrinho
1933 – História do mundo para as crianças
1934 – Emília no país da gramática
1935 – Aritmética da Emília
1935 – Geografia de Dona Benta
1935 – História das invenções
1936 – Dom Quixote das crianças
1936 – Memórias da Emília
1937 – Serões de Dona Benta
1937 – O poço do Visconde
1937 – Histórias de Tia Nastácia
1939 – O Picapau Amarelo
1939 – O minotauro
1941 – A reforma da natureza
1942 – A chave do tamanho
1944 – Os doze trabalhos de Hércules (dois volumes)
1947 – Histórias diversas

Outros livros infantis
1920 – A menina do narizinho arrebitado
1921 – Fábulas de Narizinho
1921 – Narizinho arrebitado (incluído em Reinações de Narizinho)
1922 – O marquês de Rabicó (incluído em Reinações de Narizinho)
1924 – A caçada da onça
1924 – Jeca Tatuzinho
1924 – O noivado de Narizinho (incluído em Reinações de Narizinho, com o nome de O casamento de Narizinho)
1928 – Aventuras do príncipe (incluído em Reinações de Narizinho)
1928 – O Gato Félix (incluído em Reinações de Narizinho)
1928 – A cara de coruja (incluído em Reinações de Narizinho)
1929 – O irmão de Pinóquio (incluído em Reinações de Narizinho)
1929 – O circo de escavalinho (incluído em “Reinações de Narizinho, com o nome O circo de cavalinhos)
1930 – A pena de papagaio (incluído em Reinações de Narizinho)
1931 – O pó de pirlimpimpim (incluído em Reinações de Narizinho)
1933 – Novas reinações de Narizinho
1938 – O museu da Emília (peça de teatro, incluída no livro Histórias diversas)

Livros para adultos
1918 O Saci Pererê: resultado de um inquérito
1918 Urupês
1918 Problema vital
1919 Cidades mortas
1919 Idéias de Jeca Tatu
1920 Negrinha
1921 A onda verde  
1923 O macaco que se fez homem
1923 Mundo da lua
1923 Contos escolhidos
1924 O garimpeiro do Rio das Garças
1926 O choque
1927 Mr. Slang e o Brasil
1931 Ferro
1932 América
1933 Na antevéspera
1933 Contos leves
1936 O escândalo do petróleo
1940 Contos pesados
1941 O espanto das gentes
1943 Urupês, outros contos e coisas
1944 A barca de Gleyre
1947 Zé Brasil
1947 Prefácios e entrevistas
1948 Literatura do minarete
1948 Conferências, artigos e crônicas
1948 Cartas escolhidas
1948 Críticas e outras notas
1948 Cartas de amor 

Veja mais sobre Monteiro Lobato em
http://www.projetomemoria.art.br/MonteiroLobato/index2.html

 

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