Arquivo para novembro \30\UTC 2009

30
nov
09

Aconteceu na Palavraria – sarau desamordaçados

Dia 27, sexta, Marcelo Noah coordenou a leitura de contos do livro desAMORdaçados, antologia de contos dos alunos da Oficina de Criação Literária da PUC ministrada pelo escritor Luiz Antonio de Assis Brasil.

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28
nov
09

Aconteceu na palavraria – lançamento do livro Mar da serenidade

Na última quinta-feira, 26, Sérgio Agra autografou na Palavraria seu romance  Mar da Serenidade. Abaixo alguns flagrantes do evento.

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28
nov
09

Programação de 30 de novembro a 5 de dezembro

30 de novembro a 5 de dezembro

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30, segunda, 19h: Lançamento do livro Direitos humanos, saúde sexual e reprodutiva de adolescentes, de Maristela Costa de Oliveira (Editora Scortecci).

O livro Direitos Humanos, Saúde Sexual e Reprodutiva de Adolescentes. Nos (des) encontros da política de saúde enfoca a política pública de saúde e a interconexão com os direitos humanos de crianças e adolescentes. É resultado de uma pesquisa a respeito da organização e concretização da política de atenção à saúde integral de adolescentes, com ênfase na saúde sexual e reprodutiva, especificamente da gravidez na adolescência, como manifestação concreta da vida sexual ativa dessa faixa etária. O ponto de partida é a compreensão de que a prática de uma sexualidade saudável é um direito de adolescentes, e que não necessariamente deva resultar em uma gravidez. Nessa perspectiva, devem-se considerar suas particularidades e sua autonomia de acesso às ações e aos serviços que estejam em condições de proporcionar o atendimento a sua saúde integral, garantindo-lhes as condições que promovam sua saúde e valorize sua vida.
A análise da organização da política de saúde sexual e reprodutiva para a adolescente  está baseada nas contribuições dos documentos internacionais sobre o reconhecimento dos direitos humanos de crianças e adolescentes, direitos esses materializados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que é resultado de uma nova visão da infância e da adolescência. As mudanças processadas nessas normas jurídicas conferiram uma nova importância às políticas sociais, que já não são mais individualizadas e institucionalizadoras, mas estão fundamentadas na Doutrina de Proteção Integral, ou seja, seu objetivo e seu objeto são crianças e adolescentes como sujeitos de direitos. O que se observa, contudo, é que, embora os adolescentes apareçam na legislação como prioridade absoluta para o atendimento e o oferecimento de políticas públicas, há pouca oferta de programas destinados a eles. A concepção de política social aqui adotada implica em entendê-la como manifestação concreta do direito e da cidadania, no marco das relações sociais conflitivas entre classes e grupos sociais, em meio a um contexto político, social, cultural e econômico bem determinado.

Maristela Costa de Oliveira. Assistente Social, graduada em Serviço Social pela Universidade de Caxias do Sul – UCS, Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS, Doutora pela Universidade Pablo de Olavide – Sevilha/Espanha no Programa de Doutorado Direitos Humanos e Desenvolvimento. Experiência profissional com criança e adolescente desde 1986. Especialização em Saúde Comunitária, Investigação Científica e Violência Doméstica contra criança e adolescente. Pesquisa na área de educação, família, adolescência e direitos humanos. Assistente Social da Secretaria Estadual de Saúde – Seção de Saúde da Criança e do Adolescente e docente no Curso de Serviço Social do Centro Universitário Metodista – IPA.

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03, quinta, 18h30: Lançamento de livros de poemas do coletivo Ilustres Desconhecidas.

Há mais de 20 anos reunidas pelo amor à literatura, sete mulheres gaúchas de diferentes profissões, semanalmente encontram-se para ler, produzir, trabalhar, debater ou lapidar textos, que se transformam em poesias, crônicas ou prosas.
Estas reuniões acabaram dando corpo ao grupo “Ilustres Desconhecidas”, modo como estas senhoras, que estão na faixa-etária dos 66 aos 87 anos,  se autodenominam.

Cinco integrantes do grupo durante encontro semanal de trabalho.
Foto: Glênio Paiva

Algumas integrantes do grupo haviam publicado anteriormente os seguintes livros: Um fio de Água Fresca (contos, crônicas e poesias – ….), A Hora do Cão (historinhas de cachorro –  ), vivências (zilda Gay de Castro), Estranha Camaradagem (Arlita Portela) e Bate Coração (Elisabeth Dias Pereira Brito).
Há 11 anos elas publicam, sempre no final do ano, um calendário literário que mescla poesia com artes plásticas.
Neste ano o grupo, com a ausência de uma das participantes,  aprontou uma coleção de sete livros, intitulada “Ilustres Desconhecidas”, recheada de poesias, prosas e crônicas com temáticas e estilos diversos.
As poetisas, cronistas  e prosadoras, apaixonadas pela língua portuguesa desde a infância tematizam com entusiasmo os dilemas, as belezas e as curiosidades do ambiente contemporâneo.

A coleção é composta pelos seguintes títulos:

Cotinha e outras gurias, de Alice da Silva. O livro de estréia de Alice a revela não só como uma excelente cronista galhofeira, mas acima de tudo demonstra como a arte da ironia pode caminhar sem constrangimento ao lado do sentido da beleza.

Ateliê de poemas, de Arlita Portela de Azambuja. Após lançar, Estranha Camaradagem, seu primeiro livro, Arlita retorna à cena com outro excelente conjunto de poemas. Além de aludir à importância da construção poética, mostra sua sensível percepção acerca do amor natural, amor dos cinco sentidos com suas infinitas significações.

Cheiro de pão feito em casa, de Elisabeth Dias Pereira Brito. A poetisa e prosadora pretende com este livro tematizar as coisas modestas e concretas. Com efeito, Elisabeth alcança este propósito, com tal requinte de linguagem que, mesmo o pequeno, capturado em seus poemas, se reveste de uma luminosidade avassaladora, e, felizmente, acaba por cegar as pequenezas do nosso entendimento.

Tempo essencial, de Maria Ivone Leandro Fernandes. O lirismo da poeta não é o da nódoa de lama que Manuel Bandeira faz respingar no fraque de um passante, mas sim o lirismo claro e não menos provocante da razão sensível em busca da melhor representação. Maria Ivone compreende o poema como um elevado ato comunicativo cuja voz lírica se desdobra em muitas falas significantes.

Sem perfume, de Mirta Villas Boas Ferrari. Mirta é grande prosadora,  Neste livro onde estréia e põe em ação sua mirada pertinaz, a autora reúne e concentra uma série de observações instantâneas em que sua prosa, de essências e de medulas, descarna o real até o limite do tolerável.

Tecido retorcido, de Yara Costa Machado.O título do livro de Yara Machado, faz alusão tanto ao retorcimento imagético dos seus textos filiados à estética simbolista, quanto às dobras secretas do corpo e da sensibilidade do feminino, essa outra metáfora por onde tentamos compreender o humano e suas contradições. A autora atinge a prosa pela poesia, e desanuvia esta com a objetividade daquela.

Aconteceu, de Zilda Gay de Castro. Zilda é a matriarca. É uma espécie de haijin (praticante de haikai) quando produz seus poemas com andamento de prosa. Sua poesia celebra a circularidade do tempo e a alegria de se surpreender com o seu eterno retorno. Em Aconteceu, a poetisa nos concede todo o sumo e toda a música de sua vida via linguagem.

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05, sábado, 15h: Lançamento do livro A impermanência da escrita, de José Couto.

José Couto é professor de geografia e escritor. Pós-graduado em Educação Ambiental no Centro Universitário La Salle, cursou como aluno especial os cursos de mestrado em literatura brasileira e o de Educação na área de Estudos Culturais na UFRGS e o mestrado em Educação Ambiental na FURGS. Publicou poesias e contos em antologias e diversos periódicos da imprensa cultural. A impermanência da escrita é seu primeiro livro individual.

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05, sábado, 19h: Sarau poético-musical: leituras de poemas de alunos de Charles Kiefer – Curso de Letras da PUC, com intervenções músicais do Grupo Mosaico.

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27
nov
09

Marisa Rotenberg em boa hora – ingressos antecipados

Ingressos para o show ‘Boa Hora’, com Marisa Rotenberg
à venda na Palavraria

Show que comemora um ano de lançamento do segundo CD da cantora será dia 1o. de dezembro no Teatro do CIEE, com participação de Nei Lisboa e Gelson Oliveira.

“Hora boa é sempre hora de voltar”. É cantando os versos do samba de roda “Boa Hora” que a cantora portoalegrense Marisa Rotenberg sobe ao palco do Teatro do CIEE dia 1o. de dezembro, comemorando um ano do lançamento do seu segundo CD, em show com banda completa e participação especial de Nei Lisboa, Gelson Oliveira e integrantes do Boraimbolá.

Com patrocínio da Caixa,  o show de música brasileira contemporânea traz músicas dos dois CDs da cantora e algumas releituras. Do Boa Hora, além da faixa-título dos irmãos Alvinho e Domenico Lancelotti, figuram também “Morrer de Bem”, samba-jazz de Rodrigo Campello e Suely Mesquita; a toada “Tudo Diferente” de André Carvalho (filho do baixista Dadi) e de Daniel Basílio, a bela marchinha “Guarda-Chuva”, costurada no show por “A Praça”, de Carlos Imperial, popularmente conhecida na voz de Ronnie Von. O show também revela a malemolente “Ai ai, Iaiá”, de Zeca Baleiro, a doce valsa “Ponto e Pronto”, de Luciana Pestano, “Maria”, um surpreendente e delicado fado do estreante Tiago Rosa e de Pierre Aderne (do grupo Doces Cariocas), a bela “Água Tinta”.

O show Boa Hora já foi apresentado no Rio de Janeiro, Porto Alegre e fez turnê pelo interior do RS com patrocínio do SESC, nas cidades de Erechim, Carazinho, Uruguaiana e Pelotas. Por onde passa, deixa o ar da sua graça, e vêm conquistando público a cada show.

O CD Boa Hora, patrocinado pela Petrobras, foi produzido por Gastão Villeroy e Eugenio Dale, e saiu pelo selo Pic Music, de Antonio Villeroy, e estará à venda no dia do show.

Neste show do Teatro do CIEE, Marisa estará acompanhada por Lucas Esvael (violão, guitarra e direção musical), Rafael Ferrari (violão de 7 cordas e bandolim), Gustavo Fetter (baixo e cavaquinho), Giovanni Berti (percussão) e Marquinhos Fê (bateria). Participações especiais de Nei Lisboa, Gelson Oliveira e integrantes da Boraimbolá. Engenharia de som de Tiago Becker e Iluminação e ambientação Cênica de Carol Zimmer.

SERVIÇO

QUANDO: dia 1o. de dezembro de 2009, terça, 21h.
ONDE: Teatro do CIEE – Av. Dom Pedro II, 861Tel. (51) 3363-1111

QUANTO:
Antecipados: R$ 15 (platéia baixa e alta) e R$ 10 (mezanino e camarote).
Ponto de venda: Palavraria ( Rua Vasco da Gama 165)

Na hora R$ 20 (platéia baixa e alta) e R$ 15 (mezanino e camarote).
Na bilheteria do teatro a partir das 18h.

Melhor idade, estudantes e classe artística têm desconto de 50% sobre ingressos comprados na bilheteria do teatro no dia do show.

Produção e divulgação:
Ana Lombardi 51 8110-0526
analom@portoweb.com.br

26
nov
09

Aconteceu na Palavraria – Luís Dill autografa

Ontem, 25, uma seleta platéia prestigiou o lançamento do livro O dia em que Luca não voltou, de Luís Dill. O livro pega uma temática pesada: o desaparecimento de pessoas – no caso, o de um adolescente. Para confrontar a história de ficção com a vida como ela é, Dill convidou o capitão da Brigada Militar e também escritor Oscar Bessi Filho, que – no papel do policial experimentado na questão –  nos apresentou um detalhado testemunho de suas vivências na investigação e no resgate de pessoas desaparecidas, sequestradas e em situações do tipo.

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26
nov
09

Aconteceu na Palavraria: conexão Poa-Bahia

Sábado passado, 21, Laís Chaffe comandou na Palavraria uma conversa com a poeta e professora baiana Eliana Mara Chiossi. Com a participação da professora Márcia Lopes, o papo passou em revista uma ampla variedade de temas envolvendo a leitura e a produção literárias. Ênfase especial para as questões de gênero na literatura e para as relações da literatura com a escola. Tudo regado com muita leitura de poemas de Eliane. Abaixo um registro fotográfico do encontro.

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23
nov
09

Aconteceu na Palavraria: lançamento do livro Segmentaricidades

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Dia 20 de novembro, sexta-feira, estivemos ocupados na Palavraria com o lançamento do belo livro de Danichi Hausen Mizoguchi, Segmentaricidades: Passagens do Leme ao Pontal. Digna de nota foi a presença massiva de atletas e dirigentes do Veludo, famoso time de peladeiros da capital. Abaixo, alguns registros do acontecimento.

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