Arquivo para novembro \23\America/Sao_Paulo 2009



23
nov
09

Programação de 23 a 28 de novembro

23 a 28 de novembro

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25, quarta, 19h: Lançamento do livro O dia em que Luca não voltou (Companhia das Letras), de Luís Dill. Bate-papo do autor com o escritor Oscar Bessi Filho.

Luca deveria chegar do colégio, mas isso não acontece.
Sem uma única pista, a família vai se esfacelando de dor.Um relato ficcional sobre uma história bastante real para muitas pessoas

Luca era filho único em uma família de classe média alta, vivia em um condomínio monitorado e não costumava dar trabalho — era bom aluno, craque de bola e o sonho de muitas meninas. Mas um dia Luca não voltou do colégio. Veio até o condomínio na condução de sempre, sumindo sem deixar rastro. O tempo vai passando, as notícias não chegam e a família se despedaça aos poucos.
Quem narra essa história de dor e aflição é Everaldo, filho da empregada, com doze anos quando tudo acontece, um a menos que Luca. Por meio dele, Dill fala, com muita emoção, de uma realidade terrível de nosso país — estima-se que quatro menores de doze anos desapareçam todos os dias no Brasil. E muitos são os pais que ficam sem resposta, esperando rever o filho sumido, ou pelo menos ter alguma explicação do que aconteceu. Ao final do livro, um apêndice apresenta os dados sobre crianças desaparecidas no Brasil e no mundo, indica os procedimentos a serem tomados — tanto para se evitar que algo aconteça quanto para que a busca seja a mais eficaz possível — e indica sites e números úteis.

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O porto-alegrense Luís Augusto Campello Dill nasceu em 1965. Como jornalista, atuou nos mais variados meios de comunicação (rádio, jornal, tv), e atualmente é produtor executivo da rádio fm Cultura. Já publicou mais de vinte livros — entre eles Todos contra Dante, pela Companhia das Letras —, e participou de inúmeras coletâneas. Também é colaborador de jornais e revistas, e escreve roteiros para curtas e longas metragens. Possui o site www.luisdill.com.br , através do qual troca impressões com os leitores.

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26, quinta, 19h: Lançamento do livro Mar da serenidade, de Sérgio Agra.

A serenidade interior

A saga de uma família de imigrantes italianos contada não com arquivos históricos, mas com a sensibilidade da memória e do olhar de uma menina. A investigação cuidadosa de suas reminiscências, a redescoberta da figura ao mesmo tempo distante e próxima do pai, a alegria, a agitação incessante em contraste com a nostalgia dos lugares e figuras inapagáveis da infância, a praia, o avô, os amigos, os primos.Sérgio Agra, através da sua percuciente personagem feminina reconstrói um cenário bonito, cheio de afetos e lembranças, cheio de pequenas dores e suaves revelações, da intimidade ao espanto, em torno do Chalé Grande, no litoral do Rio Grande do Sul.
Na verdade, ao costurar delicadamente engrenagens sociais já desfeitas pelo tempo, ao buscar incessantemente algo mais nos fatos simples da vida, ao não abrir mão de enxergar um sentido de humanidade em cada gesto, em cada momento, Sérgio Agra, como um navegador que singra as águas do tempo, faz, deste pequeno romance, uma definitiva trajetória de reencontro com seu próprio mar de serenidade interior. (José Fogaça)

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Sérgio Agra é advogado. Nasceu em Porto Alegre, em 28 de agosto de 1948. Foi Colaborador do Suplemento Mulher, do jornal Folha da Tarde – Cia. Jornalística Caldas Jr. Atualmente, colabora para os jornais Gazeta do Sul, de Santa Cruz do Sul, Costa do Mar&Serra, de Capão da Canoa, e Litoralmania, de Osório. Participou de diversas antologias como Prêmio Apesul Revelação Literária – 1978 – Edição do Instituto Estadual do Livro e Cia. Jornalística Caldas Jr; Contos de Oficina 14 – 1995 – Oficina de Criação Literária do Instituto de Letras da PUCRGS – EDIPUCRGS; Crônica & Cidade e Conto & Cidade – Série Autor do Dia – 43ª Feira do Livro – Câmara Rio-grandense do Livro – Associação Gaúcha dos Escritores – 1997. Recebeu várias premiações, dentre estas 1º Lugar em Crônicas – Prêmio Apesul revelação Literária – 1978.

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27, sexta, 19h: Sarau literário – Leitura de contos do livro DesAMORdaçados.

DesAMORdaçados – antologia de contos dos alunos da Oficina de Criação Literária da PUC ministrada pelo escritor e Doutor em Letras Luiz Antonio de Assis Brasil – apresenta o trabalho de treze jovens autores. Editada pela Libretos, a obra tem organização do professor Assis Brasil e prefácio da escritora Cíntia Moscovich. Clô Barcellos assina o design gráfico do livro. A ilustração de capa é de Carlos Filho.
A publicação traz três contos de cada um dos participantes, alguns oriundos do universo das letras, como Gabriela Silva e Viviane Grespan; outros da Comunicação Social – Marinella Peruzzo, Luciane Godinho da Silva, Ana Santos, Ana Kessler e Mauro Paz ou do Direito – Elisa Beylouni, Mariza Baur e Cícero Krupp da Luz. E alguns, ainda, de áreas diversas, como Juliana Eichenberg (biologia), Leonardo Wittmann (cinema) e Stela Rates (farmácia). No exercício da busca de uma dicção narrativa, todos já revelam sua personalidade literária.

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17
nov
09

Juliano Barreto e Sara Sabah: ingressos à venda

Já se encontram à venda na Palavraria ingressos para o show musical de Juliano Barreto e Sara Sabah, dia 04 de dezembro, sexta-feira, às 21h no Teatro CIEE.

Platéia: R$ 20,00
Mezzanino e Camarotes: R$ 15,00

Veja Juliano Barreto cantando Mata minha sede:


Palavraria – Livraria-Café
Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim
90420-111 – Porto Alegre
Telefone 051 32684260
palavraria@palavraria.com.br


15
nov
09

Programação de 16 a 21 de novembro

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16 a 21 de novembro

20, sexta, 19h: Lançamento do livro Segmentaricidades: passagens do Leme ao Pontal, de Danichi Hausen Mizoguchi

 

 

Junichiro Tanizaki, em seu livro “Em louvor da sombra”, afirma que a beleza inexiste na própria matéria; o escritor japonês a localiza no jogo de sombras de claro-escuro criado entre objetos ou coisas. Segundo ele, a beleza surge no entre matérias como efeito de um jogo, de um artifício, inexistindo como atributo de uma substância. O teatro de sombras, o cinema, a pintura, ofertam-nos este entre produzido pelo fazer da arte que derroca, do belo, a perenidade da sua essência.

A cidade, para o pesquisador estrangeiro, apresenta a sua potência no constrangimento a qualquer tentativa de conclusão para as suas histórias. Muros e grades do Leme ao Pontal, neste livro, alertam-nos para a política do medo que esvazia a urbe por meio da barbárie da assepsia, mas também nos convidam a louvar as sombras, o entre, como no cinema, no teatro oriental, na solar e noturna Copacabana.

Danichi Hausen Mizoguchi é psicólogo diplomado péla UFRGS, professor das Faculdades Integradas Maria Tereza, Doutorando na Universidade Federal Fluminense.

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21, sábado, 18h30: Conexão Poa-Bahia: Encontro literário de Laís Chaffe, Eliana Mara Chiossi e Márcia Lopes. Promoção de Cidade Poema (www.cidadepoema.com) e Jornal Vaia (www.jornalvaia.com.br).

Laís Chaffe é escritora, editora,  roteirista e diretora de cinema. Mentora do selo editorial Casa Verde (www.casaverde.art.br) e do projeto Cidade Poema (www.cidadepoema.com.br).

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ELIANA MARA CHIOSSIEliana Mara Chiossi é escritora e professora de literatura.

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Márcia Lopes é professora de literatura na UNISINOS.

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14
nov
09

Lançamento do livro Ramiz Galvão: lambanças e lembranças

Nesta sexta-feira, 13, aconteceu na Palavraria o lançamento do livro Ramiz Galvão: lambanças e lembranças, de Mario Pepo Santarem. Com direito a autógrafos, leituras e brindes com um butiá embarcado diretamente de Ramiz. Abaixo, alguns flagrantes do evento.

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12
nov
09

lançamento do livro Contra o desperdício da experiência

Flagrantes do lançamento do livro Contra o desperdício da experiência, de Ana Lúcia de Souza Freitas e Salete Campos de Moraes (organizadoras), sábado,  7 de novembro de 2009.

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10
nov
09

lançamento do livro Abecedário

Registro fotográfico do lançamento do livro Abecedário: Educação da diferença, de Sandra Corazza e Julio Groppa (organizadores) – sexta-feira, 6 de novembro de 2009.

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07
nov
09

Programação de 9 a 14 de novembro

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12, quinta, 19h: Lançamento dos livros Poemayprosa, Dois nós na noite e Contos Crespos, de Cuti.

Poemaryprosa contempla a linguagem da poesia em verso e aquela do poema em prosa em um só amálgama, realçando a temática do amor e suas nuanças no mundo dos sentimentos. O poeta Cuti, pelo viés da identidade negra, apresenta uma obra densa, na qual a sensualidade se entrelaça com a ternura, buscando a superação dos entraves mais comuns no mundo dos afetos.

Esta segunda edição de Dois Nós na Noite e outras peças de teatro negro-brasileiro apresenta além dos 5 textos da 1ª edição, mais 6 esquetes (cenas curtas de motivação satírica). A presença das relações raciais revela uma variedade de situações do nosso cotidiano, cuja tensão dramática diz muito da necessidade de a arte cênica contemplar o que o silêncio e a hipocrisia social abafam.

Nos Contos Crespos, o escritor Cuti apresenta as várias facetas da vida cotidiana das descendências étnicas, com ênfase para o segmento negro da população brasileira, empregando desde o mini-conto até a narrativa mais densa, por onde perpassam personagens cujas trajetórias ora apelam para o real ora nos trazem o inusitado do mundo metafórico.

CutiCuti (pseudônimo de Luís Silva), nasceu em 1951 na cidade de Ourinhos, SP. Formou-se em Letras pela Universidade de São Paulo. É mestre em Teoria da Literatura pelo Instituto de Estudos da Linguagem – UNICAMP, onde realiza doutoramento em Literatura Brasileira. Sua obra abarca os gêneros conto, poesia, novela juvenil, memórias e teatro. Foi um dos criadores e mantenedores da série Cadernos Negros, de 1978 a 1993 e do Grupo Quilombhoje, de 1980 a 1994. Além dos livros deste lançamento, é autor de Poemas da Carapinha (1978), Batuque de Tocaia (1982), Suspensão (1983), Flash Crioulo sobre o Sangue e o Sonho (1987), Quizila (1987), A Pelada Peluda no Largo da Bola (1988)

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13, sexta, 19h: Lançamento do livro Ramiz Galvão: lambanças e lembranças, de Mario Pepo Santarem.

Fantasia e realidade se misturam na miscelânea de lambanças, lembranças e até algumas verdades neste livro. A ideia é homenagear um lugar, uma gente; brincar com quem se foi e, por que não, com os que ainda estão; resgatar a memória de tempos mágicos e de chumbo vividos num lugar pequeno, falando um pouco (muito pouco) da história do local.

MARIO PEPO1O jornalista Mario Pepo Santarem nasceu em Rio Pardo, no bairro Ramiz Galvão. Reside em Porto Alegre, desde 1978.

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