Arquivo para dezembro \28\America/Sao_Paulo 2009

28
dez
09

Aconteceu na palavraria: lançamento do livro teoria da cultura

Dia 18, sexta, lançamento do livro Teoria da cultura em Darcy Ribeiro, de Neusa Vaz e Silva. Fotos da sessão de autógrafos.

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28
dez
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Aconteceu na palavraria: lançamento do livro reflexões sobre o medievo

Alguns flagrantes do lançamento do livro Reflexões sobre o medievo, dia 17 de dezembro, quinta-feira, na Palavraria.

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28
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09

Aconteceu na palavraria: lançamento da revista teorema/15

Alguns registros do lançamento da Revista Teorema/15, dia 14 de dezembro, na Palavraria.

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27
dez
09

Aconteceu na palavraria: sarau das oficinas Ronald Augusto

Dia 9 de dezembro o pessoal das Oficinas de Poesia Ronald Augusto apresentou ao público o sarau Sem outro sentido que não a beleza, leitura de poemas produzidos. Canções de Ronald ao violão deram o tom musical do encontro. Participaram erika almeida, paulo prates, loiva serafini, jaime medeiros jr, deisi beier e liana sinara marques.

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27
dez
09

Dica de leitura, por Jaime Medeiros Jr.

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O poeta e médico pediatra Jaime Medeiros Jr. comenta O menino do dedo verde, de Maurice Druon, e O pequeno príncipe, de Antoyne de Saint Exupery.

Ontem terminei de ler O Menino do Dedo Verde, havia escutado muitas pessoas elogiar o livro. É indiscutivelmente um belo livro. Também havia escutado muitas vezes repetirem uma comparação comPequeno Príncipe, no Brasil acho que ainda mais reforçada; pois D. Marcos Barbosa fez a tradução de ambos. Ambos falam de um menino. De sua descoberta do mundo. E de flores. Ambos são profundamente metafóricos. Mas me parece que devemos aprofundar um pouco mais a nossa comparação. Descobrindo não somente semelhanças, mas também suas diferenças.

De um lado temos o principezinho que deixa a sua casa (asteróide), na qual cuida de uma rosa frágil, que necessita de seus cuidados para continuar a viver. A flor aqui se revela como símbolo de fragilidade. De outro lado Tistu não está preocupado em não ferir quem o cerca, mas sim em mudar o mundo, fazendo vingar flores e plantas de qualquer substrato que se lhe apresente. Pois qualquer coisa carrega em si sementes de flores. Aqui, portanto, as flores não significam o frágil, mas sim a força e o vigor de quem é capaz de mudar tudo. As flores aqui mais contestam do que testemunham as coisas do mundo.

Acho que como toda boa história, ambos nos levam a confrontar a morte. Mas o que nos diz um e outro sobre este mesmo tema. O principezinho morre, pois se entrega a picada de uma serpente que é capaz de lhe levar de novo a sua casa. Onde encontrará a rosa que ele deixou, e a quem ama. Já Tistu constrói uma escada que o leva ao céu. Para um a morte é um remédio, que nos leva a origem. Para outro, como nos diz Ginástico, a morte é o único mal contra o qual as flores nada podem.

O que nos leva o concluir de certa forma que ambos são diametralmente opostos. E neste caso, complementares. Um é o que poderíamos rotular como um livro de sabedoria. O outro como um livro de esperança (ilusão). Ambos infinitamente belos.

Jaime Medeiros Jr. é poeta portoalegrense (1964), pediatra. Autor do livro de poemas  Na ante-sala. Um dos produtores do Portopoesia.
filhosdeorfeu@blogspot.com

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Um pouco mais sobre Maurice Druon

Escritor e político francês de origem russa (Paris, 1918-2009), Maurice Druon tinha também ascendência brasileira – seu bisavô era o jornalista e político maranhense Odorico Mendes, famoso pelas traduções das obras literárias clássicas de Homero e Virgílio.
Druon combateu no início da Segunda Guerra Mundial. Em 1942, deixou a França para trabalhar em Londres, ao lado do general Charles de Gaulle nos serviços de informação da “França Livre”. Foi nesse período que ele compôs, junto com Joseph Kessel, o “Canto dos Partidários”, que se tornou o hino-símbolo do movimento de resistência francesa.
No âmbito literário, em 1948, Druon recebeu Prêmio Goncourt por seu romance “As Grandes Famílias”. Entre 1955 e 1960, ele criou a série “Os Reis Malditos”, traduzida para vários idiomas. Mas o escritor tornou-se mundialmente célebre por sua única obra infanto-juvenil “O menino do dedo verde”, publicada em 1957. Vários prêmios para o conjunto de sua obra e ainda outras condecorações também já foram concedidos ao escritor.
Maurice Druon foi eleito em 1966 titular da Academia Francesa de Letras e ocupou o cargo de secretário perpétuo dessa instituição de 1985 a 1999. Foi também Ministro da Cultura durante o governo do presidente Georges Pompidou, de 1973 a 1974.  (Fonte: Radio France Internationale – http://www.rfi.fr/actubr/articles/112/article_13916.asp)

Um pouco mais sobre Antoine de Saint Exupéry

Apaixonado desde a infância pela mecânica, estudou a princípio no colégio jesuíta de Notre-Dame de Saint-Croix, em Mans, de 1909 a 1914. Neste ano da Primeira Guerra Mundial, juntamente com seu irmão François, transfere-se para o colégio dos Maristas, em Friburgo, na Suíça, onde permanece até 1917. Quatro anos mais tarde, em abril de 1921, Antoine inicia o serviço militar no 2º Regimento de Aviação deEstrasburgo, depois de reprovado nos exames para admissão da Escola Naval.

A 17 de junho, obtém em Rabat, para onde fora mandado, o brevê de piloto civil. No ano seguinte, 1922, já é piloto militar brevetado, com o posto de subtenente da reserva. Em 1926, recomendado por amigo, o Abade Sudour, é admitido na Sociedade Latécoère de Aviação, onde começa então sua carreira como piloto de linha, voando entre ToulouseCasablancaDacar, na mesma equipe dos pioneirosVacherMermozGuillaumet e outros. Foi por essa época, quando chefiou o posto de Cap Juby, que os mouros lhe deram o cognome de senhor das areias[carece de fontes].

Faleceu durante uma missão de reconhecimento sobre GrenobleAnnecy. Recentemente, o alemão Horst Rippert assumiu ser o autor dos tiros responsáveis pela queda do avião e disse ter lamentado a morte de Saint-Exupéry[1]. Em 3 de novembro, em homenagem póstuma, recebeu as maiores honras do exército. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilômetros da costa de Marselha. Seu corpo jamais foi encontrado.

(Fonte: Wikipédia – http://pt.wikipedia.org/wiki/Antoine_de_Saint-Exupéry)

Obras

L’Aviateur (O aviador) – 1926
Courrier sud (Correio do Sul) – 1929
Vol de nuit (Vôo Noturno) – 1931
Terre des hommes (Terra dos Homens) – 1939
Pilote de guerre (Piloto de Guerra) – 1942
Le Petit Prince (O Pequeno Príncipe ou O Principezinho) – 1943
Lettre à un otage
– 1943/1944

Póstumos

Citadelle – 1948
Lettres de jeunesse – 1953
Carnets
– 1953
Lettres à sa mère – 1955
Écrits de guerre – 1982
Manon, danseuse
– 2007
(Fonte: Wikipédia – http://pt.wikipedia.org/wiki/Antoine_de_Saint-Exupéry)

23
dez
09

Boas festas

23
dez
09

Oficina de verão com Ronald Augusto

Estão abertas as inscrições para a oficina Linguagem: o lugar da poesia, com Ronald Augusto. Serão 5 encontros: 06, 13, 20 e 27 de janeiro e 03 de fevereiro de 2010, sempre às quartas, das 19 às 21h, na Palavraria.

 

Informações & Inscrições com Ronald Augusto, pelos telefones 3336 2969 e 9948 0569.

ronaldaugustoc@yahoo.com.br
www.poesia-pau.blogspot.com

 

Trata-se de uma oficina composta por experimentos práticos, onde os participantes escrevem e lêem seus textos o tempo todo, estabelecendo um ambiente de interlocução entre lúcido e lúdico, um jogo de interpretações e de trocas constantes, sem formalidades ou hierarquizações. Nos encontros serão feitas leituras recíprocas entremeadas por conceitos da função poética da linguagem. O objetivo é despertar o olhar crítico-criativo do escritor para a ideia de que existe uma arte da palavra que envolve tanto a poesia como formas menos comerciais de prosa. As referências são variadas, de Manuel Bandeira a Clarice Lispector, passando pela poesia concreta e Ferreira Gullar, chegando até os escritores contemporâneos.

Investimento R$ 250,00 à vista ou duas parcelas de R$ 150,00, total R$ 300,00

Sobre o poeta-professor

Ronald Augusto nasceu em Rio Grande (RS) a 04 de agosto de 1961. Poeta, músico, letrista e crítico de poesia. É autor de, entre outros, Homem ao Rubro (1983), Puya (1987), Kânhamo (1987), Vá de Valha (1992), Confissões Aplicadas (2004) e No assoalho durowww.editoraeblis.blogspot.com, e também editor associado do website WWW.sibila.com.br. Traduções de seus poemas apareceram em Callaloo African Brazilian Literature: a special issue, vol. 18, n0 4, Baltimore: The Johns Hopkins University Press (1995; 2007), Dichtungsring – Zeitschrift für Literatur, Bonn (de 1992 a 2008, colaborações em diversos números, poesia verbal e não-verbal) www.dichtungsring-ev.de. Artigos e/ou ensaios sobre poesia publicados em revistas do Brasil e sites de literatura: Babel (SC/SP), Porto & Vírgula (RS), Morcego Cego (SC), Suplemento Cultural do Jornal A Tarde (BA),  Caderno Cultura do Diário Catarinense (SC), Suplemento Cultura do jornal Zero Hora (RS); Revista Dimensão nº 28/29, tradução de poema de e. e. cummings (MG); Revista ATO (MG); Revista RODA – Arte e Cultura do Atlântico Negro (MG); www.sibila.com.br; www.overmundo.com.br; www.revista.criterio.nom.br; www.germinaliteratura.com.brwww.slope.org; entre outros. Despacha nos blogs: www.poesiacoisanenhuma.blogspot.com e www.poesia-pau.blogspot.com. Ministra oficinas e cursos de poesia e é integrante do grupo os poETs: www.ospoets.com.br (2007). É co-editor, ao lado de Ronaldo Machado, da Editora Éblis.

12
dez
09

Aconteceu na palavraria: lançamento do livro água passante

Dia 8, terça-feira, houve o lançamento do sexto livro de poemas de Liana Timm, Água passante. Entremeando a sessão de autógrafos, a autora apresentou um belo áudio-visual com leituras de poemas por Lenira Fleck. Abaixo fotos do evento.

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12
dez
09

Programação de 14 a 19 de dezembro

14 a 19 de dezembro

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14, segunda, 19h: Lançamento da revista Teorema 15.

Publicação dedicada exclusivamente à crítica cinematográfica, a revista Teorema chega a sua 15ª edição, que tem lançamento oficial no dia 14 de dezembro, às 19h, na Livraria Palavraria.
Editada em Porto Alegre por Enéas de Souza, Fabiano de Souza, Flávio Guirland, Ivonete Pinto e Marcus Mello, a revista conquistou reconhecimento nacional pelo trabalho que vem realizando ao longo de sua trajetória, iniciada em 2002.
A Teorema 15 abre espaço para o bom momento vivido pelo cinema americano, representado na edição pelos novos filmes de Quentin Tarantino, Michael Mann e James Gray. Bastardos Inglórios, a obra-prima de Tarantino, é dissecada por Mauro Baptista, especialista na filmografia do diretor de Cães de Aluguel e Pulp Fiction.  Enéas de Souza dedica-se ao universo violento dos gângsters, recriado com o virtuosismo habitual por Mann em Inimigos Públicos. Já Milton do Prado ressalta as qualidades de Amantes, mais um título a comprovar o talento do jovem diretor James Gray.
O entrevistado da edição é o japonês Takeshi Kitano, graças à colaboração de Rodrigo Fonseca, do jornal O Globo. O momento de crise criativa vivido pelo diretor de Hana-bi – Fogos de Artifício merece uma análise cuidadosa do crítico argentino Diego Brodersen. Ainda no âmbito do cinema internacional, o português Aquele Querido Mês de Agosto tem sua festejada unanimidade crítica abalada através de um duro ataque promovido por Ivonete Pinto. E o vigoroso cinema romeno, atual sensação no circuito internacional de festivais, é comentado por Fabiano de Souza, em texto que descreve as qualidades do novo longa de Corneliu Porumboiu, Polícia, Adjetivo.
O cinema brasileiro comparece com À Deriva e Moscou. O filme de Heitor Dhalia é analisado por Hélio Nascimento, crítico gaúcho de larga trajetória, em sua primeira colaboração para a revista. Já Eduardo Coutinho e seu salto no escuro no mundo do teatro com Moscou ganham uma leitura atenta de Suzi Weber, professora do Departamento de Artes Dramáticas da UFRGS.
A edição se encerra com um pequeno bloco dedicado ao cinema fantástico, gênero que proporcionou alguns dos maiores prazeres cinematográficos da atual temporada. O polêmico Anticristo, de Lars von Trier, alvo de inúmeros comentários negativos desde sua première no Festival de Cannes deste ano, é defendido por Marcus Mello. Marcelo Miranda analisa o último filme de Dario Argento, Giallo, lançado no Brasil diretamente em DVD. Cristian Verardi encerra a seção debruçando-se sobre o surpreendente Distrito 9, filme de  estreia do sul africano Neill Blomkamp que usa as convenções do cinema de ficção científica para tratar de questões contemporâneas.

Teorema 15
60 páginas
R$ 10,00

17, quinta, 19h: Lançamento do livro Reflexões sobre o medievo, de Nilton Mullet Pereira, Cybele Crossetti de Almeida e Igor Salomão Teixeira (orgs). Sessão de autógrafos com os organizadores

Estas reflexões sobre o medievo têm o objetivo de estabelecer uma ponte sobre o Atlântico. Esta foi a melhor forma encontrada para definir e sintetizar a proposta e as expectativas, ou seja, de ampliar, de forma mais sistemática, os olhares sobre a Idade Média, que se cruzaram a partir de pesquisas e pesquisadores de instituições de ensino superior do Rio Grande do Sul e alguns de seus interlocutores no Brasil e no exterior.
Há alguns anos a troca acadêmica e os trabalhos em conjunto entre pesquisadores brasileiros e europeus ocorrem cada vez mais frequentemente. Neste sentido, a obra apresenta traduções inéditas de trabalhos de pesquisadores que estiveram no Brasil ministrando cursos, palestras e atuam em parceria em outras atividades de pesquisa, ou, ainda, pesquisadores que na condição de co-orientadores de teses de doutorado, desenvolveram atividades em conjunto com orientandos e orientadores do Programa de Pós-Graduação (PPG) em História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Além disso, a obra insere-se em uma série de iniciativas que o GT Estudos Medievais da ANPUH/RS (Associação Nacional de História – seção Rio Grande do Sul) promove desde 1999, como o I EEEM/RS (Encontro Estadual de Estudos Medievais), realizado em junho de 2009. Pensamos, então, que Reflexos sobre o medievo seja um livro que provoque mais questões e menos respostas. Os textos aqui reunidos têm essa característica e a certeza de que novos debates suscitarão novas iniciativas. Sendo assim, como trabalho coletivo e em constante transformação, convidamos a todos para a leitura das reflexões propostas.

Organizadores:
Nilton Mullet Pereira
– Professor da área de ensino de História (UFGRS). Possui estudos de Pós-doutorado em História Medieval, na UFRGS. È coordenador do GT de Estudos Medievais da ANPUH/RS.
Cybele Crossetti de Almeida – Professora do PPG em História/IFCH/UFGRS, da área de História Medieval. Possui doutorado em História Medieval na Universität Bielefeld, Alemanha.
Igor Salomão Teixeira – Doutorando em história na UFRGS e bolsista CAPES/PDEE na École dês Hautes Études em Sciences Sociales.

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18, sexta: Lançamento do livro Teoria da cultura de Darcy Ribeiro e a Filosofia Intercultural (Editora Nova Harmonia),  de Neusa Vaz e Silva. Sessão de autógrafos com a autora e pocket show com Josué Krug

Este livro resulta da convicção da necessidade de transformar, interculturalmente,a filosofia brasileira,diante da heterogeneidade de seus povos. Parte do pressuposto de que o estudo e o ensino da filosofia têm como objetivo colaborar para  que o ser humano amplie o conhecimento de si mesmo, na convivência com o outro, mediante o confronto  prático-reflexivo com os contextos da vida e em interação como o ambiente natural que o acolhe.
No pocket Josue Krug cantará musicas latinoamericanas e brasileiras que abordam a temática intercultural.

Neusa Vaz e Silva é Natural de Piratini/RS. Sócia fundadora da Associação Sul Americana de Filosofia e Teologia Interculturais/ ASAFTI. Doutora em Filosofia Ibero-americana  pela Universidad Centroamericana”José Simeón Cañas”/UCA, El Salvador. C.A.

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19, sábado, 19h: Lançamento do livro Os limites do impossível – contos gardelianos, de Aldyr Schlee.(Editora ARdoTEmpo). Sessão de autógrafos com o autor

ADIADO S/D

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09
dez
09

Aconteceu na palavraria – bate-papo de Scott, Carpinejar, Carlos André e Pellizzari

Uma boa parte da novíssima geração de escritores do Rio Grande do Sul esteve representada num festivo encontro realizado segunda, 07, na Palavraria. Utilizando-se como pretexto a visita de Paulo Scott à cidade – que agora mora no Rio de Janeiro – Fernando Ramos, do Vaia, conseguiu reunir na livraria um timaço de escritores. Além dos escalados para conduzir o papo – Scott, Carpinejar, Carlos André e Pellizzari, marcaram presença na platéia Cardoso, Antônio Xerxeneski, Rodrigo Rosp, Bernardo Moraes, Marcelo Noah, Everton Behenk, Samir Machado de Machado, Alexandre Rodrigues… Para além do tema – irreverentemente discutido pelos presentes, o encontro caracterizou uma grande confraternização. As fotos registram o evento.

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