Arquivo para 1 de agosto de 2010

01
ago
10

Aconteceu na Palavraria: lançamento do livro o quase-nada, de Valmor Bordin

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30, sexta-feira, aconteceu na Palavraria o lançamento do livro de contos O quase-nada, de Valmor Bordin. Fotos do evento.

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Programação de 2 a 7 de agosto

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02 a 07

04, quarta, 19h: Lançamento da revista Teorema Crítica de Cinema 16. Editores: Enéas de Souza, Fabiano de Souza, Flávio Guirland, Ivonete Pinto, Marcus Mello.

A edição número 16 de Teorema Crítica de Cinema chega às bancas mais encorpada (84 páginas) e prestando vários tributos. O primeiro deles ao cineasta francês Éric Rohmer, gigante do cinema que nos deixou em 2010 e tem seu legado analisado num emocionante artigo de Leonardo Bomfim, jovem talento recém descoberto, em sua primeira contribuição à revista.  Também rendemos homenagem a Dennis Hopper, ator genial e cineasta bissexto, que viveu seu ato final há pouco mais de um mês, reservando-lhe uma de nossas capas internas. Retornando ao mundo dos vivos, temos enorme satisfação em celebrar o excelente momento vivido pela cineasta gaúcha Ana Luiza Azevedo, que finalmente nos entrega seu primeiro longa, Antes que o Mundo Acabe, a quem dedicamos uma extensa entrevista, complementada por um artigo de Roger Lerina sobre sua incursão ao universo adolescente.

A presente edição traz mais duas entrevistas. Uma com o decano da crítica carioca Ely Azeredo, cujo livro recentemente lançado é o tema do artigo de Ivonete Pinto. A outra com o sempre polêmico Sérgio Bianchi, no momento em que chega aos cinemas seu novo filme, o excelente Os Inquilinos (objeto de minuciosa interpretação por Nezi Heverton de Oliveira).

Marcelo Miranda, nosso colaborador mineiro, faz sua primeira cobertura no Festival de Cannes e entrega aos leitores da revista uma arguta análise da obra do diretor tailandês Apichatpong Weerasethakul, grande vencedor da Palma de Ouro deste ano. Flávio Guirland, por sua vez, debruça-se sobre A Fita Branca, o perturbador filme de Michael Haneke, Palma de Ouro em Cannes 2009.  Enéas de Souza dedica-se ao oscarizado Guerra ao Terror, de Kathryn Bigelow. Fabiano de Souza e Milton do Prado dissecam a quatro mãos o novo Roman Polanski, o maravilhoso thriller de espionagem O Escritor Fantasma (e com alegria os editores também festejam a libertação de Polanski, após meses de cárcere privado na Suíça). Para seguirmos falando de grandes diretores, Tatiana Monassa discorre sobre o último Martin Scorsese, Ilha do Medo, e Denise Lopes encara o Woody Allen de Tudo Pode Dar Certo.

Encerrando a edição, dois dos melhores filmes brasileiros lançados em 2010: As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodanzky (em texto de Luiz Carlos Merten) e Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo, de Marcelo Gomes e Karim Aïnouz (abordado por Marcus Mello).

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05, quinta, 19h: Poesia à viva voz – sarau das oficinas de poesia de Ronald Augusto. Leituras de poemas com a participação de Maria da Graça, Loiva Serafini, Jaime Medeiros jr, Deisi Beier, Liana Sinara Marques, Antonio Lamberti e Jackeline Brum Gay.

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06, sexta, 19h: Molha eu! Deixa que eu seja o céu… –  Neurobiologia & humanidades na paixão, no sexo e no prazer, palestra e debate sob a coordenação de Betina Mariante Cardoso. Primeiro encontro do ciclo Amor e biologia: Prosa e poesia – Ciclo de palestras em Neurobiologia & Humanidades nas relações amorosas. Promoção do  Centro de Estudos de Literatura e Psicanálise Cyro Martins (CELPCYRO) e da Casa Editorial Luminara.

A pesquisa científica tem como objetivo fornecer novos intrumentos de conhecimento do mundo e de nós mesmos, e foi com este objetivo que os estudiosos da neurobiologia das relações amorosas, nos últimos vinte anos e de forma crescente, começaram a buscar as raízes de nossas vivências afetivas. Conforme referem os pesquisadores na área, a Neurobiologia torna-nos mais conscientes do fato de que a origem dos sentimentos está dentro de nós, sendo produto de nossa evolução humana e, portanto, também de nosso cérebro. Aproximarmo-nos do amor por uma perspectiva científica, aprendendo a conhecer e a reconhecer dinâmicas biológicas nele implicadas, não atenuará a intensiade com que o vivenciamos, não apagará a surpresa que nos toma quando nos apaixonamos; ao contrário: reconhecer que o amor é uma força potencialmente intrínseca em cada um de nós, gerada por nossa essência humana,  pelos mesmos componentes que regulam cada aspecto do nosso ser, é reconhecer de forma mais plena nossa natureza. Partindo deste olhar, o ciclo “Amor e Biologia: prosa e poesia”  traz tópicos atuais da pesquisa em Neurobiologia das relações amorosas. Ainda,  aliando-a à aplicação das Humanidades, como Literatura, Artes, Filosofia,  busca-se  explorar a interface entre áreas que compõem nosso modo de sentir e de viver nossa individualidade e nossas relações amorosas.

O ciclo contará com discussões sobre a neurobiologia dos afetos e, em alguns dos encontros, com convidados que enriqueçam de Humanidades a perspectiva neurocientífica.

Entrada franca

Betina Mariante Cardoso é psiquiatra, psicoterapeuta e tradutora. É fundadora e diretora científica da Casa Editorial Luminara, para a qual traduziu em 2009 o livro “…E Viveram Ciumentos & Felizes para Sempre”, da psiquiatra e neurobióloga italiana Donatella Marazziti. Da mesma autora, traduziu o livro A Natureza do Amor, publicado pela  Editora Atheneu, em 2007. É membro dos setores de Psiquiatria Transcultural e de Literatura e Psiquiatria da Associação Psiquiátrica Mundial (WPA) e Coordenadora do Setor de Humanismo Médico  do Centro de Estudos de Literatura e Psicanálise Cyro Martins.

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07, sábado, 17h: Lançamento do livro Trajetórias: Histórias de vida em educação popular, organizado por Jussara Margareth de Paula Loch. (Redes Editora).

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Esta obra, publicado pela Redes Editora, nasceu de anseios pessoais e coletivos de doze alunos do curso de Pedagogia com ênfase em Educação Popular, habilitação em Anos Iniciais/EJA, da Pucrs. Organizados no Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Popular (GEPEP), coordenado pela profa. Jussara Loch, as autoras acreditaram na possibilidade de transformar suas histórias de vida em instrumento de pesquisa e de aprofundamento, com vistas à permanente reflexão sobre a ação docente. Mais que teóricos, os relatos se revestem de uma característica pragmática, na medida em que seus protagonistas se inserem e são inseridos nos ambientes em que investigam, estudam e observam.

Essa obra nos dá a certeza de que é preciso sonhar, acreditar e lutar para tornarmos as utopias reais. Nela as autoras contam suas histórias de vida, demonstrando que é possível andar por estradas ou caminhos – inéditos e viáveis –, ao mesmo tempo em que nos inspiram a fazer um exercício de profunda reflexão acerca dos conceitos de possível, sonho e utopia.

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