Arquivo para março \31\UTC 2011

31
mar
11

Aconteceu na Palavraria: lançamento do livro Aventuras de Tomé Pires, de Norma Ramos

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29, terça, rolou na Palavraria o lançamento do livro Aventuras de Tomé Pires, de Norma Ramos.

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31
mar
11

Palavraria indica: Assim falou Bataclan, CD do grupo Bataclan FC

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Assim falou Bataclan, CD da banda Bataclã FC.

À venda na Palavraria – R$ 15,00

Reserve seu exemplar – palavraria@palavraria.com.br, 3268 4260
ou venha até a loja: Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim

Assim Falou Bataclan é um CD que conta histórias de Porto Alegre como o fazia o velho negro Bataclan na Rua da Praia. Palavras em forma de batuque; violões que choram e guitarras que gritam; batucada em feitio de oração; toca-discos com levadas brasileiras, futebol, alegria, gaita, couro de cavalo, peso e poesia: isso é o “BATACLÃ Faz de Conta”.  O grupo investe numa proposta de música essencialmente brasileira, universal, mestiça, como a gente desse lugar, meio índia, açoriana, européia e africana.

Construído entre janeiro de 2004 e julho de 2006, o novo CD inova na linguagem estética e na tecnologia de produção. O conteúdo das músicas dá continuidade à mestiçagem musical urbana inaugurada no primeiro CD “Armazém de Mantimentos” em 2002. Trata-se de um encontro entre a sonoridade urbana, poesia e a música regionalista gaúcha.

Criação, arranjos, gravação, mixagem, masterização, programação visual, registro da propriedade intelectual e planejamento da distribuição foram processos realizados a partir do conceito de autogestão, princípios de organização de redes solidárias e a pedagogia da autonomia do educador Paulo Freire.

O grupo e sua produção independente constituíram o Coletivo TARRAFA (Trabalhadores ARticulados em Redes Alternativas Fazendo Arte)

Bataclã FC:  Richard Serraria, Duke Jay da Monte Cristo, Sandro Gravador do Morro Santa Tereza, Marcelo da Redenção, Guilherme do Espírito Santo, Brinco da Cavalhada, Bódi do Belomé e Gustavo da Santana.

Ficha Técnica
Participações especiais: Zé da Terreira, Frank Jorge, Ticiano Paludo, Neto Fagundes, Loma, Lica, Muni, Marisa Rotenberg, Renato Produto Nacional, Rodrigo Lucena, Paulo Inchauspe, Luca, Zé Evandro Serrote Preto, Angelo Primon, Charles Cholly, André Studizinski, Messias González, Pedro Marques e Beto Bolo.
Design Gráfico: Euler Silva BHZ Design
Produção Executiva: Serraria, Redenção e Bódi
Gravado ao longo de 2004 na Casa da Glória e Backstage; 2005 nos Estúdios Soma, Wilasco, Brothers e na Casa dos Cachorros Altos da Vila Nova
Masterização: Glauco Minossi

O grupo Bataclan FC nasceu há mais de dez anos nos corredores da UFRGS. Faz o rock, o samba, o funk, a música regionalista, ritmos e folguedos da cultura popular brasileira se misturarem a letras que traduzem a vida e a linguagem das ruas de Porto Alegre. As letras do grupo falam da vida e do coração do trabalhador urbano e o som é tirado de instrumentos diversos como o sopapo, um tambor genuinamente gaúcho, toca-discos, baixo, teclado, bateria, guitarra, gaita e bombo legüero. Este seu trabalho mais recente, o CD “Assim Falou Bataclan”, inspira-se no popular cidadão Cândido dos Santos, o negro “Bataclan”, contador de “causos” na Rua dos Andradas nos anos 70.

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31
mar
11

Vai rolar na Palavraria, 01/04: Lançamento do livro Conversas apócrifas com Enrique Vila-Matas, de Kelvin Falcão Klein

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01, sexta, 19h: Lançamento dos livros Conversas apócrifas com Enrique Vila-Matas, de Kelvin Falcão Klein. Editora Modelo de Nuvem. Pocket show com Felipe Azevedo e Projeto CCOMA.



Enrique Vila-Matas é uma esfinge, um enigma do tempo presente: sua figura de autor é constantemente requisitada, mas, em seus livros, o autor está sempre escondido por trás de uma profusão de nomes e de vidas, famosas ou não. Neste livro, Kelvin Falcão Klein interroga Vila-Matas através de alguns tópicos que terminam por se mesclar: amigos, leituras etc. Tanto o autor quanto a esfinge respondem com generosidade, frisando, contudo, que a conversa é sempre uma atividade policialesca e que o criminoso e o detetive estão continuamente trocando de lugares, como uma dança de cadeiras.

Como costuma acontecer com os livros difíceis de classificar, este também funciona para leitores muito distintos. Aqueles que conhecem Vila-Matas encontrarão familiaridade nos comentários sobre livros como Bartleby e companhia e O mal de Montano, e serão bem providos de detalhes acerca do processo criativo, da técnica e das concepções do escritor.

Aqueles que, por outro lado, não conhecem Vila-Matas, ficarão impressionados com a leveza de seus voos pelas literaturas mais diversas e com seu contato íntimo e criativo com os textos.

E, no fim de tudo isso, como uma conversa se torna apócrifa? Essa é uma das perguntas que só a visita às páginas deste livro pode responder.

 

Kelvin Falcão Klein nasceu em 1984, em Ladário/MS. É Mestre em Literatura Comparada pela UFRGS e Doutorando em Teoria Literária pela UFSC. Mora em Florianópolis. Tem textos sobre literatura contemporânea publicados em jornais e revistas acadêmicas. Escreve regularmente em http://www.falcaoklein.blogspot.com



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Enrique Vila-Matas é uma esfinge, um enigma do tempo presente: sua figura de autor é constantemente requisitada, mas, em seus livros, o autor está sempre escondido por trás de uma profusão de nomes e de vidas, famosas ou não. Neste livro, Kelvin Falcão Klein interroga Vila-Matas através de alguns tópicos que terminam por se mesclar: amigos, leituras etc. Tanto o autor quanto a esfinge respondem com generosidade, frisando, contudo, que a conversa é sempre uma atividade policialesca e que o criminoso e o detetive estão continuamente trocando de lugares, como uma dança de cadeiras. Como costuma acontecer com os livros difíceis de classificar, este também funciona para leitores muito distintos. Aqueles que conhecem Vila-Matas encontrarão familiaridade nos comentários sobre livros como Bartleby e companhia e O mal de Montano, e serão bem providos de detalhes acerca do processo criativo, da técnica e das concepções do escritor.  Aqueles que, por outro lado, não conhecem Vila-Matas, ficarão impressionados com a leveza de seus voos pelas literaturas mais diversas e com seu contato íntimo e criativo com os textos. E, no fim de tudo isso, como uma conversa se torna apócrifa? Essa é uma das perguntas que só a visita às páginas deste livro pode responder.

Kelvin Falcão Klein nasceu em 1984, em Ladário/MS. É Mestre em Literatura Comparada pela UFRGS e Doutorando em Teoria Literária pela UFSC. Mora em Florianópolis. Tem textos sobre literatura contemporânea publicados em jornais e revistas acadêmicas. Escreve regularmente em http://www.falcaoklein.blogspot.com

30
mar
11

Aconteceu na Palavraria: lançamento do livro Segredo das vidas, de Marcelo Allgayer Canto

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Sábado passado, 26, rolou na Palavraria o lançamento do livro Segredo das  vidas, de Marcelo Allgayer Canto.

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30
mar
11

Aconteceu na Palavraria: lançamento do livro Recordações de um encenador de província

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Sexta passada, 25, escritor e encenador gaúcho Claudio Cruz recebeu convidados  no lançamento do seu  livro Recordações de um encenador da província quando jovem.

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30
mar
11

Aconteceu na Palavraria: Design e conhecimento, palestra com Mauro Sarmento

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Quinta passada, 24,  a Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento promoveu na Palavraria um debate com o professor Mauro Sarmento: Design e Conhecimento, dando início à série 2011 de encontros Café do Conhecimento. Fotos do evento.

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30
mar
11

Toques da Palavraria: O fazendeiro do ar, documentário sobre Carlos Drummond de Andrade, por Fernando Sabino e David Neves

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.Toques da Palavraria 11/03

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O Fazendeiro do Ar. Carlos Drummond de Andrade em documentário de Fernando Sabino e David Neves. 1972.


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Carlos Drummond de Andrade (Itabira – Minas Gerais, 1902 – Rio de Janeiro, 1987), foi poeta, contista e cronista. Autor de mais de 50 livros e alvo de inumeráveis estudos no Brasil e no exterior, é considerado um dos maiores poetas brasileiros de todos os tempos. Muitos de seus versos estão incorporados ao vocabulário popular, como a expressão e agora josé?, título de um de seus mais famosos poemas.

Fernando Tavares Sabino (Belo Horizonte, 1923 – Rio de Janeiro, 2004) foi jornalista, escritor, editor e cineasta. Escreveu mais de 40 obras (romances, contos, crônicas, poemas, muitas adaptadas para o teatro e o cinema. Dentre elas destacam-se O encontro marcado, O homem nu, A mulher do vizinho, O grande mentecapto. Em 1960, fundou, com Rubem Braga e Walter Acosta, a Editora do Autor e, 1967, com Braga, a Editora Sabiá, responsável pelo publicação de livros de Vinicius de Moraes, Paulo Mendes Campos, Otto Lara Resende, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Clarice Lispector, entre outros.

Admirador da nouvelle vague e de Humberto Mauro, David Neves foi um dos idealizadores e uma espécie de “líder afetivo” do Cinema Novo. Foi crítico de cinema no jornal O Metropolitano, ajudando a concretizar o Cinema Novo como um movimento cinematográfico forte. Teve obra marcada pela abordagem lírica de personagens femininas: Memória de Helena (1969), Lúcia MacCartney, uma garota de programa (1970), Luz del Fuego (1981) e Fulaninha (1985). A este último somou-se Muito prazer (1979) e Jardim de Alah (1988), sua trilogia de crônicas sobre a zona sul do Rio de Janeiro. Em documentários focalizou personalidades da cultura brasileira e o futebol, como Flamengo paixão, de 1980. Lançou o livro Cinema novo no Brasil em 1966, e a coletânea de digressões e poemas Cartas do meu bar em 1993, onde diz que se esforçava por “atingir a essência da rotina”.

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