Arquivo para julho \31\America/Sao_Paulo 2011

31
jul
11

Programação da semana de 01 a 06 de agosto

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04, quinta, 19h: Debate promovido pelo Instituto de Desenvolvimento Cultural – IDC.

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06, sábado, 19h: Acústico com a banda Rocartê.

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29
jul
11

Aconteceu na Palavraria, nesta quinta, 28/07

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Nesta quinta, 28, aconteceu na Palavraria palestra sobre Filosofia Clínica, com Lúcio Packter. Fotos do evento.

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27
jul
11

Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 26/07

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Nesta terça, 26, aconteceu na Palavraria o lançamento do livro Chegaram os americanos, de Paulo Ribeiro. Fotos do evento.

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26
jul
11

Um pouco mais do mesmo: a crônica de Roberto Medina

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Deus está de férias, por Roberto Medina

O que eu gostaria que acontecesse:

Que em todas as manhãs de domingo chovesse… para eu dormir melhor,

Que os celulares ficassem mudos… Apenas chegassem as necessárias chamadas… (ah, que aprendessem a desligar o aparelho nas sessões de cinema e teatro!!!)

Que todos conseguissem amigos reais… para rir e chorar,

As guerras… Que as guerras continuassem – aquelas que fazíamos com os travesseiros na infância,

Que todos passassem mal se não lessem poemas, romances ou novelas a cada seis horas,

Que nossos trabalhos fossem prazerosos e recompensadores,

Que fôssemos como o menino de um conto de Eduardo Galeano, quando faz toda uma travessia de trem e a pé com o pai dele para conhecer o mar; atravessando as dunas, sente espanto e medo da grandiosidade do que faz barulho atrás das areias, da imensidão das águas que conhecerá. Então pede que o pai lhe dê a mão para que o ajude a “ver” melhor,

Que nossos mortos queridos viessem nos abraçar e contar algo engraçado do “lado de lá”,

Que pudéssemos ficar em silêncio sem fazer absolutamente nada… (não quero!)

Que todas as pessoas frustradas e maldosamente invejosas fossem levadas para bem longe por um tornado… (essas  não precisam mandar notícias, mesmo!)

Que todos soubessem sorrir, sorrir, sorrir… enfim, gargalhar!

Que houvesse explicação para aquilo que não sabemos compreender,

Que o ato mais violento a existir fosse o de uma mãe parindo,

Que cada pessoa apreciasse o talento que, de fato, tem…

Que os outros percebessem que fazemos bobagens, e não maldades,

Que todos aprendessem a dizer “bom dia”, “boa tarde”, “com licença”, “desculpe-me”, “por favor”, “venha cá e me dê um abraço”…

Que sempre houvesse um pé de café florindo,

Que a lua, não raro, testemunhasse o beijo dos amantes,

Que houvesse sexo apenas entre os que sentem o verdadeiro e profundo desejo… E que o gozo não fosse a morte desse desejo,

Todos aqueles que ainda não se apaixonaram pudessem sentir isso de forma grandiosa… (haveria menos recalcados!)

Que só interpretássemos aquilo que conhecemos, já que só conhecemos aquilo que vivemos,

Obviamente não negando a morte, mas que a doença que maltrata a tantos tivesse cura… E todos, então, falassem, jocosamente, com o convalescente que fora apenas um susto… já passou!

Que a velhice tivesse menos “ose” e “ite”: esclerose, trombose, artrite…

E que, quando morrêssemos, fôssemos transformados em pássaros ou em estrelas – para cantar nas manhãs de domingo com chuva ou para brilhar junto com Deus… lá de cima, assim que Ele voltasse das férias.

Roberto Medina é professor de Língua Portuguesa, Línguas Estrangeiras (Inglês e Francês), escritor e tradutor.

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25
jul
11

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 26/07

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26, terça, 19h: Lançamento do livro Chegaram os americanos, de Paulo Ribeiro (Editora Modelo de Nuvem)

Em 1944, portanto em plena Segunda Guerra Mundial, dentro da Política da Boa Vizinhança, esteve em Porto Alegre o americano Gregg Toland, diretor de fotografia de No tempo das Diligências e A Longa Viagem de Volta. Mas, principalmente, Toland é o cinegrafista de Cidadão Kane, quando inventou a “profundidade de campo” no cinema.

Toland chegava ao estado para filmar o desenvolvimento industrial, monumentos e pontos importantes, além de realizar entrevistas com autoridades. Segundo periódicos da época, além da capital, sua equipe esteve mesmo na fronteira, no pampa gaúcho, em Caxias do Sul para registrar os parreirais.

Paulo Ribeiro no seu novo livro, um romance-reportagem, leva Gregg Toland para Bom Jesus, ciceroneado pelo jornalista Justino Martins, então editor da Revista do Globo e cunhado de Erico Veríssimo. Lá, irão conviver com o efervescente caldo de cultura formado pelo nazismo, o fascismo, o integralismo e, principalmente, pela oposição entre Espíritas e Católicos.

Com essa obra, Paulo Ribeiro fecha a sua pentalogia (são 5 obras) tendo Bom Jesus como pano de fundo – com a qual pretendeu inserir os Campos de Cima da Serra no mapa da Literatura Gaúcha.

Paulo Ribeiro. Doutor em Letras pela PUC-RS, jornalista, leciona na Universidade de Caxias do Sul. Estreou em 1989 com o romance Glaucha. Recebeu o Prêmio Henrique Bertaso por Vitrola dos Ausentes, melhor narrativa longa, em 1994, ano em que a mesma novela foi indicada para o Prêmio Açorianos de Literatura. De lá para cá, além manter coluna de crônicas no jornal Pioneiro de Caxias do Sul, vem consolidando sua obra em publicações individuais e coletivas com novelas, contos, crônicas e ensaios.

Obras publicadas
1989 — Glaucha – romance – Porto Alegre: Editora Sulina.
1993 — Vitrola dos Ausentes – novela – Porto Alegre: Artes e Ofícios.
1996 — Iberê – romance biográfico – Porto Alegre: Artes e Ofícios
2000 — Valsa dos Aparados – contos – Porto Alegre: Artes e Ofícios
2002 — Missa para Kardec – novela – Porto Alegre: Artes e Ofícios.
2004 — Quando cai a neve no Brasil – crônicas – Porto Alegre: Artes e Ofícios.
2004 — Os cem menores contos brasileiros do século – Antologia Microcontos – São Paulo: Ateliê Editorial;
2005 — Conto Até dez — Antologia de contos — São Paulo: Ateliê Editorial.
2005 — Vitrola dos Ausentes – reedição – São Paulo: Ateliê Editorial.
2006 — Contos do novo milênio – Antologia de Contos (Org. Charles Kiefer). Porto Alegre: IEL, Instituto Estadual do Livro.
2006 — Cozinha Gorda – novela – Caxias do Sul: Editora do Maneco.
2006 — Que forças derrubaram o ciclista? A relação entre a expressão pictórica e a expressão literária em Iberê Camargo — Coletânea de ensaios: São Paulo — Cosac & Naify.
2007 — As luas que fisgam o peixe – prosa-poética ilustrada – Caxias do Sul: Belas Letras.
2009 — O tal Eros só – Osso do relato – Caxias do Sul: Belas Letras.

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24
jul
11

Programação de 25 a 30 de julho

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26, terça, 19h: Lançamento do livro Chegaram os americanos, de Paulo Ribeiro (Editora Modelo de Nuvem)

Em 1944, portanto em plena Segunda Guerra Mundial, dentro da Política da Boa Vizinhança, esteve em Porto Alegre o americano Gregg Toland, diretor de fotografia de No tempo das Diligências e A Longa Viagem de Volta. Mas, principalmente, Toland é o cinegrafista de Cidadão Kane, quando inventou a “profundidade de campo” no cinema.

Toland chegava ao estado para filmar o desenvolvimento industrial, monumentos e pontos importantes, além de realizar entrevistas com autoridades. Segundo periódicos da época, além da capital, sua equipe esteve mesmo na fronteira, no pampa gaúcho, em Caxias do Sul para registrar os parreirais.

Paulo Ribeiro no seu novo livro, um romance-reportagem, leva Gregg Toland para Bom Jesus, ciceroneado pelo jornalista Justino Martins, então editor da Revista do Globo e cunhado de Erico Veríssimo. Lá, irão conviver com o efervescente caldo de cultura formado pelo nazismo, o fascismo, o integralismo e, principalmente, pela oposição entre Espíritas e Católicos.

Com essa obra, Paulo Ribeiro fecha a sua pentalogia (são 5 obras) tendo Bom Jesus como pano de fundo – com a qual pretendeu inserir os Campos de Cima da Serra no mapa da Literatura Gaúcha.

Paulo Ribeiro. Doutor em Letras pela PUC-RS, jornalista, leciona na Universidade de Caxias do Sul. Estreou em 1989 com o romance Glaucha. Recebeu o Prêmio Henrique Bertaso por Vitrola dos Ausentes, melhor narrativa longa, em 1994, ano em que a mesma novela foi indicada para o Prêmio Açorianos de Literatura. De lá para cá, além manter coluna de crônicas no jornal Pioneiro de Caxias do Sul, vem consolidando sua obra em publicações individuais e coletivas com novelas, contos, crônicas e ensaios.

Obras publicadas
1989 — Glaucha – romance – Porto Alegre: Editora Sulina.
1993 — Vitrola dos Ausentes – novela – Porto Alegre: Artes e Ofícios.
1996 — Iberê – romance biográfico – Porto Alegre: Artes e Ofícios
2000 — Valsa dos Aparados – contos – Porto Alegre: Artes e Ofícios
2002 — Missa para Kardec – novela – Porto Alegre: Artes e Ofícios.
2004 — Quando cai a neve no Brasil – crônicas – Porto Alegre: Artes e Ofícios.
2004 — Os cem menores contos brasileiros do século – Antologia Microcontos – São Paulo: Ateliê Editorial;
2005 — Conto Até dez — Antologia de contos — São Paulo: Ateliê Editorial.
2005 — Vitrola dos Ausentes – reedição – São Paulo: Ateliê Editorial.
2006 — Contos do novo milênio – Antologia de Contos (Org. Charles Kiefer). Porto Alegre: IEL, Instituto Estadual do Livro.
2006 — Cozinha Gorda – novela – Caxias do Sul: Editora do Maneco.
2006 — Que forças derrubaram o ciclista? A relação entre a expressão pictórica e a expressão literária em Iberê Camargo — Coletânea de ensaios: São Paulo — Cosac & Naify.
2007 — As luas que fisgam o peixe – prosa-poética ilustrada – Caxias do Sul: Belas Letras.
2009 — O tal Eros só – Osso do relato – Caxias do Sul: Belas Letras.

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28, quinta, 19h: Palestra sobre Filosofia Clínica, com Lúcio Packter.

A Filosofia Clínica inicia com o estudo da historicidade da pessoa. Onde andou, com quem esteve, o que fez ao longo da vida? A partir deste ponto, Lúcio Packter ilustrará vários aspectos como os eventos reflexos, a apropriação de dados da memória, as áreas de passagem, os pontos imagéticos criados, os elementos de lógica existencial.


Lúcio Packter,
conferencista e professor, é pensador da Filosofia Clínica, uma nova abordagem terapêutica com base na filosofia. Fundador e presidente do Instituto Packter, publicou os livros Filosofia clínica: propedêutica, Armadilhas conceituais, Semiose e Ana e o professor Finkestein, entre outros. É coordenador da Filosofia Clínica na Universidade Católica de Anápolis/GO e na Universidade Moura Lacerda em Ribeirão Preto/SP.

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22
jul
11

Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 22

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Nesta sexta, 22, rolou na Palavraria o recital Música para violoncelo, com Pedro Huff. Fotos do evento.

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22
jul
11

Aconteceu na Palavraria, nesta quinta, 21

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Ontem, 21, aconteceu na Palavraria o lançamento do livro A página assombrada por fantasmas, de Antônio Xerxenesky. Fotos do evento.

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21
jul
11

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 22

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22, sexta, 19h: Recital, apresentando músicas do CD Música Para Violoncelo, com Pedro Huff.

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Música Para Violoncelo é o álbum autoral de Pedro Huff com peças escritas para violoncelo solo que tem a intenção de mostrar o lado mais despretensioso deste instrumento. As músicas mostram influências do samba (“despretensioso”, “beliscado” e “valente”), do baião e do roque (“em sete”), do tango (“astoriana”) e também da música gaúcha (“milonga”). O
álbum foi gravado no Estúdio Soma em Porto Alegre em junho de 2011, e o cd é o resultado de peças já tocadas em público em apresentações anteriores, sendo assim sem cortes ou edições!

Pedro Huff é formado em violoncelo pela Escola de Música de Belas Artes do Paraná (EMBAP), e atualmente reside nos Estados Unidos, mas sempre passa pelo menos uma boa parte do ano no Brasil, do qual sente saudades todos os dias quando não está. Terminou seu mestrado em violoncelo na Universidade do Tennessee (UT), e atualmente cursa o doutorado na Universidade de Louisiana (LSU). Pedro já participou de diversas orquestras no Brasil, entre elas a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e a Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP); e nos Estados Unidos, na Orquestra Sinfônica de Baton Rouge (BRSO). Pedro também tem se apresentado frequentemente em recitais solo e também de música de câmara.

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21
jul
11

A crônica de Ademir Furtado: Longe do temor servil

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Longe do temor servil, por Ademir Furtado

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Estive ausente deste espaço por um motivo justificado: dedicação exclusiva a um projeto que virá a público ainda este ano. Mas não parei de ler. Pelo contrário. Só que me envolvi apenas com livros relacionados ao meu interesse do momento. E uma dessas leituras foi Brava Gente Brasileira, de Márcio Moreira Alves. Para começar, é bom esclarecer que a obra não tem nada a ver com a série homônima da Globo, levada ao ar alguns anos atrás. Trata-se de uma coleção de crônicas publicadas no jornal O Globo nos anos 2000-2001, e que poderia ter como subtítulo o nome de um dos capítulos: o Brasil que funciona.  Mas o autor passa longe da ingenuidade ufanista que ainda sobrevive em algumas mentalidades.

Para quem não sabe, Márcio Moreira Alves foi o pivô de uma das maiores atrocidades da História do Brasil dos últimos tempos: o AI-5. Na verdade, o famigerado dispositivo já estava pronto, e os generais só aguardavam um pretexto para tirá-lo da gaveta.  E a alegação que faltava surgiu com um discurso do então jovem deputado, onde os militares eram apontados como responsáveis por atos de abuso de poder e corrupção, que, aliás, todos conheciam, mas ninguém possuía a coragem necessária para denunciar. Jovem mas não ingênuo, o parlamentar encerrou o pronunciamento e saiu da tribuna direto para o exílio no exterior, pois sabia o futuro que lhe aguardava, caso permanecesse no país.

Voltou dozes anos mais tarde e decidiu conhecer o Brasil. Então, embrenhou-se Brasil adentro a procurar programas sociais destinados a melhorias das condições de vida dos brasileiros. Era o momento propício para essa busca, pois a nação começava a despertar do sono a que foi submetida por mais de vinte anos, e a reconstrução da cidadania tornou-se o primeiro item da pauta de reivindicações sociais. E em cada canto dessa imensidão territorial, e em cada aspecto da diversidade cultural, um problema particular e um desejo comum: sobreviver da maneira mais digna possível.

E nessa radiografia cultural do território brasileiro detectou alguns sintomas importantes. A maioria das iniciativas que apresentaram resultados elogiáveis no âmbito microssocial é de empresas privadas, organizações não governamentais, ou algum idealista que dedica tempo e experiência em benefício da comunidade. Nesses casos, o trabalho é resultado de uma dedicação particular ao bem estar coletivo, baseada na convicção de que o social é mais importante que o individual. As propostas oriundas de órgãos governamentais, ou emperram no peso da burocracia, ou se desviam por caminhos diversos.

Essas constatações contrariam certas crenças, da época e de hoje, que confundem aumento de renda com desenvolvimento social. Ainda há pessoas pelo Brasil afora convictas de que de nada serve um salário maior sem uma infraestrutura adequada para que esse novo padrão de vida seja efetivamente aproveitado.

As causas que impedem alguns programas oficiais de dar resultados são conhecidas de todo mundo. E um dos méritos do livro é não cair na simplificação moralista de atribuir a ineficiência do poder público à falta de caráter das pessoas que o exercem. Uma pausa para reflexão sobre o tema e conclui-se que a questão é mais profunda. Os desvios de conduta de administradores públicos não são resultado de incapacidade moral, e sim o sintoma de uma estrutura de poder autoimune e autoindulgente, mais ocupada em justificar os erros do que trabalhar pelos acertos.

Profissional do jornalismo antes de se tornar deputado, o autor sabe disso, embora não diga exatamente com essas mesmas palavras. O importante é ter feito um trabalho que apresenta outra visão dos problemas nacionais, e sugerir soluções que levam em conta as peculiaridades de cada situação. Uma abordagem muitas vezes otimista, mas sem descambar para o ufanismo irresponsável que já orientou tantos desatinos nacionais. E sem o temor de desagradar nem amigos nem partidários.

Para mais informações sobre autor e obra HTTP://www.marciomoreiraalves.com

Ademir Furtado escreve no blog http://prosaredo.blogspot.com

A crônica de Ademir Furtado é publicada neste blog na quarta quinta-feira do mês.

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