Arquivo para 25 de agosto de 2011

25
ago
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Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 26/08: lançamento da revista Teorema 18

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26, sexta, 19h: Lançamento da revista Teorema 18.

A edição 18 marca a passagem para a maioridade e traz um panorama cinematográfico do primeiro semestre de 2011:

  • Ivonete Pinto fala de cinema sul-coreano e Poesia;
  • Enéas de Souza flana em Meia Noite em Paris;
  • Marcelo Miranda defende John Carpenter e Aterrorizada;
  • Paulo Henrique Silva esquadrinha Bróder;
  • Jean-Claude Bernardet e Marcelo Pedroso debatem Pacific;
  • Marcus Mello esmiúça Trabalhar Cansa;
  • Fernando Kinas ataca Homens e Deuses;
  • Fabiano de Souza anima Turnê, de Mathieu Amalric;
  • Milton do Prado explica a figura e o cinema de Claire Denis.

O que: Lançamento Teorema 18

Quando: Dia 26/08, sexta-feira, a partir das 19h

Onde: PALAVRARIA – R. Vasco da Gama, 165

Fone : 51 32684260 – Porto Alegre

QUANTO: R$ 10,00

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25
ago
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Cursos e oficinas na Palavraria: vem aí “Escrita de textos breves”, oficina com Eliana Mara de Freitas Chiossi

Cursos e Oficinas na Palavraria

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Escrita de textos breves (o conto) – Modulo I

Oficina com Eliana Mara de Freitas Chiossi

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Inscrições abertas 

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A partir de 03 de setembro até 25 de novembro (sábados, das 16 as 18h30)

Valor: 350,00 à vista ou em dois pagamentos de 185,00

Informações e inscrições na Palavraria: 51 3268 4260
Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim – Porto Alegre
De segunda a sábado, das 11 às 21h

EMENTA: O ponto de partida da oficina é instrumentalizar a leitura. Tratar os elementos fundamentais da arquitetura da narrativa escrita em prosa (espaço, tempo, personagem) e analisar a rede de fatos que compõe a trama (conflito exterior ou interior), pensada enquanto embate de forças. Utilizando livremente várias fontes para constituir base teórica e crítica, o grupo vai se apropriar, também livremente, do que lhe interessar para construir uma espécie de “caixa de ferramentas”. E com esta caixa, re-escrever contos conhecidos, alterando elementos e enredo. A cada encontro haverá partilha de trechos realizados e textos completos, com abertura para sugestão de ajustes e perguntas complicadoras.  Uma das técnicas utilizadas será a de recortar cenas de filmes e usá-las como material de partida para escrita de contos. Caso haja material, alguns contos poderão receber orientação para que, trabalhados em sua extensão, se aproximem da estrutura da novela (a qual denominamos de  “treinamento para um romance”).

MINI CURRICULO

Eliana Mara Chiossi é paulistana. Atualmente, mora Porto Alegre. Fez parte do MPA-Movimento Popular de Arte, na zona leste de São Paulo, onde descobriu a paixão pela literatura e outras artes. Professora doutora (UFRGS/UFBA/UEFS), na área de Estudos Literários.

Tem um livro de contos, inédito, Mil Folhas e uma, que ficou entre os selecionados do concurso nacional SESC/Record (2006). Escreve em revistas eletrônicas e sites de literatura e cultura. Mantém o blogue “O mundo tem inscrições sempre abertas“.

Em 2009, publicou o livro Fábulas Delicadas, pela editora Escrituras, de São Paulo. Em Salvador, na UFBA, ministrou disciplinas de Criação Literária e fez parte da Comissão que elaborou a área de concentração Escrita Criativa para os Bacharelados Interdisciplinares, dentro do projeto REUNI. Tem realizado oficinas de escrita criativa em Porto Alegre (FESTPOA, Casa de Cultura Mario Quintana e Ponto de Cultura Ventre Livre, na Vila Jardim).

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25
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Cursos e oficinas na Palavraria: vem aí “Os segredos da crônica”, curso/oficina de literatura com Eliana Mara Chiossi e Roberto Medina

Cursos e Oficinas na Palavraria

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Os segredos da crônica


Curso/Oficina de literatura com Eliana Mara Chiossi e Roberto Medina

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Inscrições abertas 

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PERIODO: De 08 de setembro a 15 de dezembro

HORÁRIO: Das 16h às 18h (quintas-feiras)

INVESTIMENTO: 4 x de R$ 220,00

PÚBLICO ALVO: escritores, poetas, professores, jornalistas, estudantes e aqueles que amam a literatura e queiram estimular sua criatividade através da leitura e da escrita.

NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA: De 10 a 15 alunos

 

Informações e inscrições na Palavraria: 51 3268 4260
Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim – Porto Alegre
De segunda a sábado, das 11 às 21h

 

Ao lermos uma crônica, envolvemo-nos, pelo prazer da leitura e proximidade com o gênero, o que nos permite ampliar nosso universo de conhecimento, pois somos instigados à interpretação, e, assim, avançamos como leitores: ultrapassamos a linearidade, rompemos com a paráfrase, passamos às relações necessárias à leitura polissêmica – aquela que de fato nos permite atuar como leitores críticos; adentramos, enfim, à riqueza do mundo discursivo como fenômeno prático, social e cultural.
Nas crônicas, a realidade dos fatos tratados numa contemporaneidade por nós vivida estimula, ao mesmo tempo, a busca da coerência do texto organizado bem como o estabelecimento de uma interação social e, assim, realizamos uma leitura que se apoia numa análise do discurso entendida como ação social permanente e também concentrada na ordem e organização.
PROGRAMA:

MOMENTO 1

· Apresentação do curso
· Crônica e incentivo à leitura
· Origens históricas do gênero
· Sentido original do termo
· Significado da palavra crônica
· Relação entre crônica e tempo
· Crônica como gênero jornalístico: o século XIX e o desenvolvimento do gênero
· O surgimento do folhetim
· Folhetinistas brasileiros famosos

MOMENTO 2

· Aspectos formais e temáticos da crônica, representantes da passagem do século XIX para o XX
· A crônica no início do século XX  – “a crônica como pão”
· Aspectos do folhetim-crônica do século XIX
· A crônica moderna – aspectos formais e temáticos
· Cronistas do pré-modernismo
· Leitura textos e de crônicas, com debate sobre aspectos formais e temáticos que anunciam a modernidade do gênero
· Crônica e temas transversais
· Debate sobre as possibilidades de uso interdisciplinar da crônica, com ênfase para a discussão do tema “Ética”

MOMENTO 3

· A crônica no modernismo – aspectos formais e temáticos
· Principais autores
· A crônica moderna – aspectos formais e temáticos
· Principais cronistas contemporâneos
· A importância da crônica como formadora de leitores
· O público da crônica

MOMENTO 4

· A crônica: gênero literário menor ou maior?
· Limites entre a crônica e outros gêneros literários
MOMENTO 5
– Apresentação de atividades relativas à crônica realizadas pelos participantes do curso.

 

MINISTRANTES:

Eliana Mara Chiossi é paulistana. Atualmente, mora Porto Alegre, mas vivia pertinho do mar, em Salvador. Fez parte do MPA-Movimento Popular de Arte, na zona leste de São Paulo, onde descobriu a paixão pela literatura e outras artes. Professora doutora (UFRGS/UFBA/UEFS), na área de Estudos Literários. Tem um livro de contos, inédito, Mil Folhas e uma, que ficou entre os selecionados do concurso nacional SESC/Record (2006). Escreve em revistas eletrônicas e sites de literatura e cultura. Em 2009, publicou o livro Fábulas Delicadas, pela editora Escrituras, de São Paulo. Tem realizado oficinas de escrita criativa em Porto Alegre (FESTPOA, Casa de Cultura Mario Quintana e Ponto de Cultura Ventre Livre, na Vila Jardim). Mantém o blogue O mundo tem inscrições sempre abertas (http://inscricoessempreabertas.blogspot.com).

Roberto Medina é escritor gaúcho, tradutor e professor de literatura. Lecionou, no Rio Grande do Sul e no Paraná, Retórica e Oratória no SENAC. É editor e consultor de textos para editoras e autores independentes e ministra oficinas, cursos e palestras sobre temas literários e culturais em universidades e outras instituições. Tem contos publicados nas antologias brevíssimos101 que contam (org. de Charles Kiefer), e em revistas eletrônicas. É autor do premiado pedrarias, publicado pela Redes Editora. Também escreveu os textos dramáticos Você precisa saber (Cia. Amadeus), Silêncio (Teatro da Adega, SP), Até que (monólogo para a atriz Cláudia Ribeiro) e Fernando em Pessoa (Cia G3).

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25
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Cursos e oficinas na Palavraria: vem aí “Iniciação à escrita criativa”, oficina de literatura com Roberto Medina

Cursos e Oficinas na Palavraria

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Iniciação à escrita criativa


Oficina de literatura com Roberto Medina

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Inscrições abertas 

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de 3 de setembro a 17 de dezembro de 2011

NA PALAVRARIA

HORÁRIO: Das 14h às 16h (sábados)

INVESTIMENTO: 4 x de R$ 150,00

PÚBLICO ALVO: escritores, poetas, professores, jornalistas, estudantes e aqueles que amam a literatura e queiram estimular sua criatividade através da leitura e da escrita.

NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA: De 10 a 15 alunos

 

Informações e inscrições na Palavraria: 51 3268 4260
Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim – Porto Alegre
De segunda a sábado, das 11 às 21h

 

Em especial, a escrita criativa demarca seu território por meio de poemas, crônicas, contos, novelas, romances e peças de teatro, por exemplo. Dessa forma, podemos aguçar a curiosidade acerca de questionamentos relativos a talento, genialidade, poder criativo, técnicas de escrita e desvendamento crucial da leitura.

O homem necessita deslindar e simbolizar seus mundos e representá-los na Arte, tendo a língua portuguesa como ponto de partida: desafio e domínio.

Tanto a leitura como a escrita são formas de descobertas e de compreensão sobre o ser humano e as relações sociais entre eles: há uma potencialização em ambas.

DESTINADO A  Aspirantes a escritores e poetas, estudantes, professores e todos aqueles que amam a literatura.

OBJETIVOS:

– Estudar diferentes autores nacionais e internacionais de varias épocas;

– Descobrir chaves para melhor compreender e interpretar textos literários;

– Experenciar a maior gama possível de gêneros literários;

– Aprofundar o domínio da língua portuguesa para depois transgredi-la;

– Desenvolver técnicas capazes de expressar a escrita criativa enquanto “voz autoral”;

– Instigar a ampliação do arcabouço cultural do aprendiz para correlacioná-lo a aspectos interdisciplinares e intertextuais existentes no universo da escrita: cinema, artes plásticas, teatro, dança, por exemplo;

– Discutir o papel imposto e pretendido por autores da América Latina: periferia e centro da produção escrita.

EMENTA:

– Leitura de textos literários de gêneros variados. Análise e interpretação dos textos. Características principais de cada gênero. Atividades de escrita criativa. Produção escrita de textos a partir das leituras realizadas.

 

PROGRAMA:

–  O processo criativo na teoria e na prática;

–  Narração, descrição e texto poético;

–  A poesia, o conto e a crônica: características estruturais;

–  Narrador e eu-lírico;

–  Personagens e suas descrições;

–  Cenário: o espaço da narrativa;

–  O tempo na narração;

–  O romance;

–  Leitura e escrita de textos diversos;

 

Roberto Medina é escritor gaúcho, tradutor e professor de literatura. Lecionou, no Rio Grande do Sul e no Paraná, Retórica e Oratória no SENAC. É editor e consultor de textos para editoras e autores independentes e ministra oficinas, cursos e palestras sobre temas literários e culturais em universidades e outras instituições no Rio Grande do Sul e no Paraná. Tem contos publicados nas antologias brevíssimos101 que contam (org. de Charles Kiefer), e em revistas eletrônicas. É autor do premiado pedrarias, publicado pela Redes Editora. Também escreveu os textos dramáticos Você precisa saber (Cia. Amadeus), Silêncio (Teatro da Adega, SP),  Até que(monólogo para Cláudia Ribeiro) e Fernando em Pessoa (Cia G3).

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25
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A crônica de Ademir Furtado: Antigualhas

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Antigualhas, por Ademir Furtado

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O livro Antigualhas, de Antônio Álvares Pereira, mais conhecido como professor Coruja, é uma relíquia, tanto no sentido literário quanto histórico, porque é uma espécie de registro de nascimento da cidade de Porto Alegre. A introdução de Sérgio da Costa Franco, na edição ERUS, nos apresenta um pouco da biografia do autor. Nasceu no ano de 1806, quando Porto Alegre ainda se limitava ao estatuto de Freguesia. Tornou-se um homem letrado, e foi um dos primeiros professores da comunidade. Já adulto, tomou partido no entrevero dos Farrapos, acabou perseguido, fugiu, e foi se esconder no Rio de Janeiro, onde residiu até a morte. Na Corte, teve atuação constante no meio intelectual. Mas nunca esqueceu suas origens. Tanto que, na década de 80, já no final da vida, se pôs a rememorar a província, através de crônicas publicadas em jornal local. E essas lembranças vieram a constituir o Antigualhas..

Mas a Porto Alegre representada nas crônicas transformou-se numa cidade singular, construída por um saudosismo criativo. E o bom humor com que descreve o cotidiano dos porto-alegrenses é o estado de espírito dessa volta ao passado. O caráter de vila fica mais evidente no hábito popular de dar nome à ruas, que na época não passavam de becos ou trilhas. O nome oficial era, em geral, trocado pela alcunha do morador mais ilustre, ou mais conhecido. É o caso do Beco do Fanha, atual Caldas Júnior, assim chamada porque ali morava um sujeito com dificuldades na fala.  A Rua do Arroio, hoje Bento Martins, recebia duas denominações. Numa ponta, Beco dos Nabos, referência a um morador que vendia nabos; e na outra ponta, Beco dos Pecados Mortais, uma alusão à conduta moral dos moradores. Na subida de uma determinada ladeira, encontrava-se, a qualquer hora do dia ou da noite, sempre à janela, “a individua mais notável do bairro”. Essa “individua” era tal que “para falar pelos cotovelos não precisava arregaçar as mangas” uma vez que usava roupas que deixavam não só os cotovelos à mostra. E mais ainda, “era conhecida pelo nome de não sei que de bronze, mas por conveniência de pessoas sérias a chamavam simplesmente a Bronze”. E assim se justifica que um canto do centro da capital se chama até hoje de Alto da Bronze.

Outro detalhe importante é o tom afetuoso com que a cidade é retratada. Considerando-se que as crônicas foram escritas após meio século de afastamento, é certo que Porto Alegre se manteve viva na memória afetiva do expatriado. Conclui-se daí, que essa mania de levar Porto Alegre a qualquer lugar que se vai é uma extravagância muito antiga. Não sei se nessa época o chimarrão já era um hábito urbano, mas vale o exercício de imaginar o professor Coruja passeando pelas praias cariocas com uma cuia na mão e uma chaleira de água quente na outra; ou, ao final da tarde, com os olhos perdidos no horizonte, à procura de um pôr do sol igual àquele do Guaíba, que os habitantes de Porto Alegre até hoje insistem em acreditar que é o mais lindo do mundo. Um século antes do surgimento dos dois maiores símbolos dos gaúchos, o Grêmio e o Internacional, a maneira mais eficaz de dizer “ah, eu sou gaúcho”, foi fazer a recriação literária de uma Porto Alegre que não existia mais de fato, mas continuava bem viva no coração do cronista.

Parece que o gaúcho em geral, e o porto-alegrense em particular, sofre até hoje desse dualismo. Por um lado, um desejo de aderir ao movimento global da modernização, viajar, falar língua estrangeira, e de outro, esse enraizamento meio caipira ao local de origem. Sem recorrer a teorias antropológicas, razões metafísicas e condicionamentos históricos, tão ao gosto de elucubrações acadêmicas, o certo é que o habitante de Porto Alegre gosta mesmo é de permanecer na cidade, mesmo que esteja fora.

Ademir Furtado escreve no blog http://prosaredo.blogspot.com

A crônica de Ademir Furtado é publicada neste blog na quarta quinta-feira do mês.

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25
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Cursos e oficinas na Palavraria: vem aí “Uma estética da existência”, curso com Marisa Eizirik

Cursos e Oficinas na Palavraria

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Uma estetica da existência: poder e cuidado de si

Curso com Marisa Eizirik

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Inscrições abertas 

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Dias 02 e 09 de setembro de 2011

Uma estética da existência: poder e cuidado de si

A partir da obra de Michel Foucault, o curso se propõe a problematizar de que forma nossa vida é atravessada por dispositivos de poder. O curso pretende mostrar como o cuidado de si é um instrumento importante para o cultivo de uma estética da existência.

Início: 02 de setembro de 2011D
Duração: 2 encontros
Dias/horários
: sexta-feira, 13 às 14h30
Valor
: R$ 150,00 ( R$ 75,00 na inscrição + 1 parcela de R$ 75,00)

Informações e inscrições na Palavraria: 51 3268 4260
Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim – Porto Alegre
De segunda a sábado, das 11 às 21h

Aulas:

1. 02 de set  –   Foucault e os dispositivos de poder

2. 09 de set   –   Cuidado e estética da existência

Ministrado por:

Marisa Fermann Eizirik, psicóloga, Mestre e Doutora em Educação pela UFRGS, Professora Adjunta da UFRGS, Autora de “Michel Foucault, um pensador do presente” (Ed. Unijuí, 2005, 2ª. ed.) , Coordenadora do Comite de Estudos sobre Poder da Sociedade de Psicologia do RGS.


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