Arquivo para outubro \30\America/Sao_Paulo 2011

30
out
11

Programação de 31 de outubro a 05 de novembro de 2011

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03, quinta, 19h: Lançamento do livro Domingos sem Deus, de Luiz Ruffato (Editora Record)

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Domingos sem Deus é o quinto volume de Inferno Provisório, cartografia sem retoques do proletário e da (sobre) vida que leva. Em forma de denúncia literária o autor nos apresenta a vida dos invisíveis, dos desgraçados, dos desterrados, dos esquecidos. Cruel cenário, tão perto e, ao mesmo tempo,  tão longe de todos nós. O livro guarda duros destinos e uma literatura muito elaborada.

Luiz Ruffato nasceu em Cataguases (MG) em 1961. Publicou: Histórias de remorsos e rancores (histórias, 1998); Os sobreviventes (histórias, 2000), Menção Especial do Prêmio Casa de las Américas –; Eles eram muitos cavalos (romance, 2001), vencedor do Prêmio APCA de melhor romance de 2001 e Prêmio Machado de Assis de Narrativa, da Fundação Biblioteca Nacional; Come tanti cavalli (Milano, Bevivino Editore, 2003); Tant et tant de chevaux (Paris, Éditions Métailié, 2005); Eles eram muitos cavalos (Espinho, Quadrante, 2006); As máscaras singulares (poemas, 2002); Os ases de Cataguases (ensaio, 2002); Mamma, son tanto felice (Inferno Provisório – Volume I romance, 2005) e O mundo inimigo (Inferno Provisório – Volume II romance, 2005), ambos vencedores do Prêmio APCA de melhor ficção de 2005); Vista parcial da noite (Inferno Provisório – Volume III romance, 2006) e O livro das impossibilidades (Inferno Provisório – Volume IV romance, 2008).


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04, sexta, 19h: Sarau poético A precisão do impreciso, com os participantes das Oficinas Ronald Augusto

Desde 2005, a Palavraria abriga a Oficina/Curso de Criação Poética – A Precisão do Impreciso, de Ronald Augusto.  Ronald Augusto realiza atividades paralelas aos encontros regulares, como saraus, lançamentos de livros, palestras e debates. Dia 04 de novembro às 19h é a vez do sarau poético A Precisão do Impreciso

com os seguintes participantes:

Denise Freitas

Deisi Beier

Liana Marques

João Pedro Wapler

Maria da Graça

Paulo Prates

Jackeline Barcellos

Juliana Ben

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29
out
11

Aconteceu na Palavraria, nesta sexta 28/10, Lançamento do livro “Um reformismo quase sem reformas. Uma crítica marxista do governo Lula em defesa da revolução brasileira”, de Valério Arcary

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Lançamento do livro Um reformismo quase sem reformas. Uma crítica marxista do governo Lula em defesa da revolução brasileira, de Valério Arcary. Fotos do evento.

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28
out
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Feira do Livro na Palavraria: descontos de até 20%

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A Palavraria oferece descontos durante o período da Feira do Livro:

20% para compras à vista e
10% para compras com  cartão de crédito

Venha até a loja e confira.

Palavraria – Livros e Cafés
Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim
90420-111 – Porto Alegre
Telefone 051 32684260
palavraria@palavraria.com.br

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28
out
11

Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 29/10: lançamento do livro “Se eu soubesse o que dizer diria em prosa”

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29, sábado, 17h: Lançamento do livro Se eu soubesse o que dizer diria em prosa, de Lucas Reis Gonçalves (Paco Editorial).  Leitura de poemas pelo autor com a participação de Dado Vargas e Paulo Seben.

Há um jeito atual e singular de encarar poesia neste Se soubesse dizer, diria em prosa, em que o poeta-prosador, Lucas Reis Gonçalves, investe nos temas incomuns ao lirismo tradicional, como o cotidiano, para atrair seu leitor até uma estimulante viagem por entre ruas da imaginação. A poesia no limiar da prosa ganha voz e vez neste livro, com rápidas intenções de absorver-nos para seu particular universo de sentidos e sensações. Ler é ser tragado para o miolo da obra, é ser entregue por inteiro. Por isso, com a mão de Lucas, somos guiados a um turbilhão de ideias, certificando ao poeta que soube, enfim, com a inspiração e a conspiração de seus versos, dizer o que queria. A audácia fica por conta da irreverente plástica de sua poética, uma nova verdade que dá vida ao prosaico (não como dia vencido, mas sim como atento olhar sobre as coisas simples de nós mesmos). O leitor se identifica e, ao mesmo tempo, toma partido em seus conflitos humanos, ideológicos e espirituais. Se soubesse o que dizer, diria: – Leiam este tal Lucas, pois não haverá página que não tenha bons motivos pra dizer isso. Guilherme Suman

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27
out
11

A crônica de Ademir Furtado: A lei de Sócrates

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A lei de Sócrates, por Ademir Furtado

 

Desde os meus primeiros momentos de consciência crítica, me considero um sujeito desprovido de deuses. Nunca me empolguei com a possível existência de seres superiores e abstratos, habitantes de esferas celestiais. Mas mantenho essa postura como um valor subjetivo, sem tentar convencer os crentes a respeito das minhas descrenças. Por isso, fiquei meio surpreso, dias desses, numa mesa de bar, quando um inimigo público das religiões profetizava o advento de um dia dedicado ao ateísmo, algo do tipo “o dia do orgulho ateu”. A mania de querer contextualizar tudo me levou a uma reflexão sobre essa obsessão atual pela visibilidade. Minha quase formação de sociólogo suspeita que isso é conseqüência do tal multiculturalismo, em que cada seguimento da sociedade busca conquistar o seu espaço e registrar sua presença. Mais do que isso, escancarar que tem orgulho de ser o que é.

Talvez um psicólogo encontre explicações diferentes: uma ânsia de ser aceito e reconhecido para encontrar legitimidade. Certos filósofos asseguram que o indivíduo só encontra sua essência no olhar dos outros, ao ser visto pelos outros.

Algumas idéias costumam se conectar a outras, e assim, eu lembrei de outro fato da mesma natureza, que virou notícia meses atrás. Em algum lugar do Brasil, um parlamentar apresentou um projeto de lei para implantar o dia do orgulho heterossexual. De imediato, achei que fosse mais uma manchete do Sensacionalista, “o jornal isento de verdade”. Mas não era. Esse disparate tinha pretensões de seriedade. Para ser sincero, não me interessei mais pelo assunto e não sei qual foi o resultado de tamanha bizarrice. Mas não resisti à tentação de fantasiar possíveis desdobramentos dessa iniciativa. Uma delas seria o surgimento de dispositivos jurídicos para resguardar o método natural de conservação da humanidade. Se já existe a preocupação de preservar as florestas, os rios, os passarinhos, as moscas, os mosquitos, as pererecas, por que não se empenhar pela proteção mais específica da espécie humana? E já que as mulheres foram contempladas com o dia delas, seria justo, agora, atender aos interesses dos homens. Assim, não seria surpresa uma lei que proibisse as mulheres de se esquivarem às investidas masculinas. Imagine-se um defensor de causa tão nobre quanto a sobrevivência da humanidade argumentando que o maior entrave a uma orientação heterossexual consequente é essa mania que as mulheres têm de querer conversar várias vezes antes de atender as reivindicações masculinas. Esse arauto da proliferação humana passaria a enumerar casos em que homens, ou por falta de energia, ou por carência de habilidade, desistiram antes do almejado sucesso. E numa época de plena liberdade de expressão, onde qualquer desatino deve ser acolhido como legítima manifestação, ele enumeraria mais uma série de ponderações para provar que esse comportamento feminino é puro preconceito contra homens heterossexuais, e como tal, deveria ser combatido com uma legislação séria e fiscalização eficaz.

Mas, as divagações fantasiosas não sobrevivem aos ataques da razão, e concluí que um regulamento desses seria tão inútil quanto desnecessário, porque não resolveria o problema das convicções interiores. Creio que o maior orgulho que se pode ter é o da experiência da própria capacidade e das habilidades para conquistar um objetivo. Seja a paz interior de viver sem se agarrar a entidades imaginárias, seja o reconhecimento do poder para seduzir a mulher desejada. Se Sócrates recebeu alguma revelação após visitar o oráculo de Delfos, foi a certeza de que a lei mais poderosa que existe é o autoconhecimento.

Ademir Furtado escreve no blog http://prosaredo.blogspot.com

A crônica de Ademir Furtado é publicada neste blog na quarta quinta-feira do mês.

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27
out
11

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 28/10: Lançamento do livro “Um reformismo quase sem reformas”, de Valério Arcary.

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28, sexta, 18h30: Lançamento do livro Um reformismo quase sem reformas. Uma crítica marxista do governo Lula em defesa da revolução brasileira, de Valério Arcary.

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Um reformismo quase sem reformas, de Valério Arcary, tem seu ponto de partida na constatação de que o Estado, como sempre na história, está a serviço das classes dominantes. Nenhuma ilusão, portanto, quanto às suas potencialidades emancipatórias ou quanto ao futuro que nos aguarda: mais miséria e mais repressão, antagonismos sociais mais evidentes e menor margem para reformas. A partir deste cenário, Arcary argumenta, com força poucas vezes encontrada, a necessidade da organização dos trabalhadores autônoma do Estado. Que não seja aprisionada pelas ilusões eleitoreiras nem pelos preconceitos contra uma estratégia revolucionária, socialista. Estratégia esta que, sem ser sectária, seja radical; que sem ser dogmática, seja consequente na articulação entre meios e fins. Sérgio Lessa, professor da Universidade Federal de Alagoas

Valério Arcary é um historiador marxista e dirigente do PSTU – Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado. Graduado em História pela PUC-SP e doutor em História Social pela USP. Ex-líder estudantil durante a Revolução Portuguesa, voltando ao Brasil tornou-se dirigente do Partido dos Trabalhadores e fundador do PSTU. É autor dos livros As esquinas perigosas da História – Situações revolucionárias em perspectiva marxista (Xamã, 2004) e O encontro da revolução com a História. Em sua obra, Arcary resgata o real significado do socialismo, maculado pela política stalinista na União Soviética. Atualmente leciona em graduação no curso de licenciatura em Geografia e no Curso de Turismo, ambos no antigo Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo e atual Instituto Federal de São Paulo.

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25
out
11

A prosa ligeira de Jaime Medeiros Júnior: das primícias

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Das primícias [Ishvarapranidhana], por Jaime Medeiros Júnior

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Certa feita fui a um ermo, que por então inda me desconhecia. O tempo para lá chegar fora o mesmo, por certo, do que tomei quando doutras vezes me fiz neste caminho. Contudo o arrastado da atenção sobre as coisas e um pouco daquelas ânsias de não saber quando havia de chegar lá mais tempo de sofrer me deram até o destino. E algo neste sofrer está contente com as primícias deste vasto incerto por acontecer. Inocência ali havia a se enganar nos desvãos do suposto. O sinal por abrir fazia tudo fulgir, sem precipícios. Abre, me vou com o fluxo-não-tormenta daquela espera que nada sabe do que virá.

 
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Jaime Medeiros Jr. é poeta portoalegrense (1964), pediatra. Autor do livro de poemas Na ante-sala. Mantém os blogs Tênues Considerações e O Arco da Lira.

A prosa ligeira de Jaime Medeiros Jr. aparece neste blog quinzenalmente às quartas-feiras.

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25
out
11

Recado de Lisboa, por Reginaldo Pujol Filho: Brasileiro gosta de chope, afirmam pesquisas

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Brasileiro gosta de chope, afirmam pesquisas – por Reginaldo Pujol Filho

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Livro é caro no Brasil.

Peraí, guenta um pouquinho. Se acha que esse lugar comum aí em cima é o indício de um texto todo ele lugar comum, de novo reclamando do preço do livro, de novo dizendo que assim não dá, segura só mais um pouquinho, deixa eu terminar esse primeiro raciocínio. Assim ó: Livro é caro no Brasil, vírgula, tô começando a achar que isso é um mito.

Olha, talvez dê pra dizer, vá lá, que livro custe muito em língua portuguesa. Sei lá eu porque haveria esse fenômeno, quem sabe porque a gente gaste mais tinta e papel pra dizer em português as mesmas coisas que se diz por menos em inglês? Teoria furada, e aqueles palavrões em alemão que vão colando um substantivo no outro? Isso sim deve gastar papel.

Tá, mas não vamos gastar palavras aqui. O negócio é o seguinte: tô aqui em Portugal e, já que livro é caro no Brasil, como dizia o outro, fui pras livrarias daqui. E, epa: os livros tão emparelhando no preço. Quando não custando mais caro. Por exemplo, A máquina de fazer espanhóis do Valter Hugo Mãe sai aqui 15,30 a 17 euros, o que dá de 39 a 45 pilas brasileiros. Quanto custa no Brasil? Eu pesquisei: 39 mangos. Em algumas livrarias, até 36. E, detalhe, aqui o A máquina vem numa edição padrão da Alfaguara; no Brasil, em uma edição com o padrão da Cosac Naify, todo tranchã e bonitoso, que tinha tudo pra ser mais cara. Tem mais: fui atrás de um livro qualquer do Lobo Antunes (como se ele tivesse livro qualquer), o Conhecimento do inferno. Em terras portugas, dezessete com noventa. Euros. Converte e desembolsa 45,70 reais. Mas se quiser comprar aí no Brasil, já dei uma pesquisadinha pra ti: leva por 41,90. Tá vendo? Não? Então pega O ensaio sobre a cegueira, do Saramago. Na Livraria do Manuel aqui em Lisboa vai de 13,60 a 16,90 euros (R$ 36 a 43). Na livraria do Alemão aí no Brasil, te digo: vai de R$36 a 46. Dei uma olhada ainda em exemplos aleatórios, como lançamentos de jovens poetas e prosadores em editoras independentes. Sai uns 10, 11 euros. Uns 25, 30 reais. Meu livro, só pra constar (sou jovem, tenho 31 anos, e publico pela Não Editora), sai R$ 28,00. Pra resumir: se compra livro por aqui, no geral, tirando sebo e promoção de pai pra filho, de 10 a 25 euros. Ou seja, de 25,50 até mais de 60 reais.

Quanto saiu o último livro comprado aí no Brasil?

Pois é, essa pesquisa de preço, essa minha estatística de boteco e seu resultado, isso é preocupante. Não, não é preocupante só pra mim que vim pra cá com a ideia de derrubar o avião na volta com excesso de bagagem em livros.

É preocupante por causa do mito aquele do livro caro no Brasil. É que se cai esse mito do preço do livro, essa peça caindo, derruba a próxima do dominó: aquela que diz que brasileiro não lê, porque livro é muito caro no Brasil.

Ou a gente reforma a frase pra “livro custa caro no Brasil, em Portugal idem (e na Argentina também não é essa barbada)” ou vamos ter que dizer que brasileiro não gosta mesmo de ler. Sem frescura, sem sofrimento. Como especulou um dia o meu amigo Polydoro, a gente vive num país cuja cultura se formou através do rádio, depois na TV, e antes disso não existia nem noção de cultura nacional, nem população alfabetizada pra criar o gosto do brasileiro pelo livro. Quer dizer, quando a maioria dos brasileiros teve acesso a bens e cultura, já existia plimplim no país. Pro bem e pro mal somos um país eletrônico, onde o livro talvez não seja tão caro assim. O brasileiro é que não gosta de ler.

Gosta mesmo é de chope.

Que chope é bem mais caro aí no Brasil do que aqui em Portugal. Tomo chope e cerveja aqui por dois e cinquenta, três reais, fácil. Chope é caro no Brasil. E nem por isso sai matéria todo mês afirmando que o chope não emplaca no Brasil por causa do preço, que isso é um problema nacional, que precisamos cuidar pra essa indústria não quebrar. Emplaca sim. Brasileiro gosta de chope.

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Reginaldo Pujol Filho, escritor portoalegrense, é um dos primeiros autores da Não Editora. Tem dois livros de contos publicados, Azar do Personagem e Quero ser Reginaldo Pujol Filho e é o organizador da antologia Desacordo ortográfico. Publicou contos em antologias como 101 Que Contam e Histórias de Quinta (organizadas por Charles Kiefer), 24 Letras Por Segundo (org. Rodrigo Rosp), no Janelas (projeto de cartazes literários dele com o amigo e poeta Everton Behenck) e no youtube. Mantem o blog Por causa dos elefantes.

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25
out
11

Vem aí, na Palavraria: O cavaleiro do templo nas Cruzadas I – curso com Sérgio Luiz Gallina

Cursos e Oficinas na Palavraria

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O cavaleiro do Templo nas Cruzadas I

Curso com Sérgio Luiz Gallina

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Após a queda de Roma, como foi possível haver dois impérios romanos na Idade Média?

Qual foi o legado de Constantinopla?

Por que o feudalismo triunfou no Ocidente medieval?

Quem foi o rei Arthur histórico?

Os cavaleiros da Távola Redonda realmente existiram?

Por que as Cruzadas?

O Graal foi mesmo o cálice de Jesus?

Qual foi a relação entre os cavaleiros templários e o Santo Graal?

Por que a Idade Média tornou-se a Idade das Trevas?

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Venha conhecer o misterioso mundo medieval em quatro noites no curso “O Cavaleiro do Templo e a Idade das Trevas“, a ser realizado na Palavraria nos dias 9, 16, 23 e 30 de novembro, sempre às 19h30.

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O Cavaleiro do Templo é um romance histórico ambientado nas Cruzadas (4 volumes), que permite aos leitores conhecer a realidade histórica da época através da fascinante literatura romanesca. Personagens reais, como Ricardo Coração de Leão, Alienor da Aquitânia, Henrique II, Thomas Becket, entre outros, se entrelaçam com personagens fictícios de modo a refletir as relações humanas, o pensamento e os valores da sociedade feudal dos séculos XII e XIII. A obra trata ainda dos mistérios que envolvem os cavaleiros templários junto aos mitos e lendas do Santo Graal, do rei Arthur e dos cavaleiros da Távola Redonda. Trata-se de uma completa viagem pela Terra Santa, Islã, Império Bizantino e Europa feudal através de eventos históricos fidedignos, com citações dos mais renomados historiadores e comentários do autor. (Prefácio do Prof Dr José Rivair Macedo (UFRGS), medievalista brasileiro)

Informações e inscrições na Palavraria: 51 3268 4260
Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim – Porto Alegre
De segunda a sábado, das 11 às 21h

O QUÊ?
Curso sobre a Idade Média baseado na leitura do romance histórico “O Cavaleiro do Templo”. Neste módulo, serão tratados os conteúdos históricos do I volume da saga.

COMO?
aulas de 1,5 hora cada, sempre na quarta-feira.

QUANDO?
dias 9-16-23-30 de novembro, das 19h30 às 21 horas.

ONDE?
Livraria Palavraria

QUANTO?
R$ 200,00 (duzentos Reais).

 

Sérgio Luiz Gallina é escritor, pesquisador medieval, membro da Associação Brasileira de Estudos Medievais (ABREM) e membro do GT Estudos Medievais da Associação Nacional dos Professores Universitários de História (ANPUH/RS).

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25
out
11

Aconteceu na Palavraria, nesta segunda, 24/10, Lançamento do livro Que queres tu de mim?, de Lúcia Serrano Pereira

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Lançamento do livro Que queres tu de mim?, de Lúcia Serrano Pereira. Apresentação do livro pela autora com a participação de Carlos Alberto Gianotti e Diana Corso. Fotos do evento.

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