Arquivo de novembro \30\UTC 2011

30
nov
11

Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 29/11: Lançamento da HQ “Uma patada com carinho”, de Chiquinha

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Ontem, 29, rolou na Palavraria o lançamento da HQ “Uma patada com carinho”, da cartunista Chiquinha . Fotos do evento.

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28
nov
11

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 29/11: Lançamento da HQ “Uma patada com carinho”, de Chiquinha

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29, terça, 19h, na Palavraria:  Lançamento do livro Uma patada com carinho,  da cartunista Chiquinha (Editora Barba Negra)

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A editora Barba Negra lança “Uma patada com carinho”, da cartunista gaúcha Fabiane Bento Langona, ou melhor, a Chiquinha, como é conhecida no mundo das HQs. A autora de 27 anos é uma das poucas mulheres a encarar o ofício do humor gráfico no País.

A musa destas histórias é Elefoa, uma paquiderme exuberantemente rosada que ao lado das amigas Gisbelle (uma vaidosa girafa loura natural) e Janete (uma ursa com tendências sócio-ambientais), tenta suportar as agruras do universo feminino com a maior delicadeza e, porque não, hostilidade possíveis.

Chiquinha faz um recorte bem-humorado dos dilemas e questionamentos vividos pelas mulheres de sua geração: amizade, homens, beleza, moda, consumo, sexo e claro, outros pormenores que personificam o humor áspero e por vezes cruel da autora que, definitivamente, não se enquadra no que se poderia chamar literatura de gênero.

“Apesar de o personagem ser a Elefoa, dificilmente dá para enquadrar essas histórias na categoria de “quadrinhos-fofos-feitos-por-garotas”. Aliás, essa categoria parece ser uma praga e uma maldição para grande parte das mulheres que se aventuram a entrar no Selvagem Mundo do Humor Gráfico, lugar que é quase Terra de Marlboro. Mas a brava Chiquinha passa longe dessa armadilha e se alinha com desenhistas como Julie Doucet e Mary Fleener, para citar só duas representantes do humor feminino sem frescuras.” – Allan Sieber

“Acho que a Chiquinha ainda vai dar vôos maiores. Sempre tive a impressão de que ela nasceu no país errado. Ela devia ter nascido na França, isso sim. Não sei por quê, quando leio os quadrinhos da Chiquinha sempre fico achando que o original era francês e estou lendo uma tradução. Espero que a minha intuição funcione e ela logo seja conhecida como Chiquinhá e sua Elefoa como Elefoá “ Ota

Chiquinha. Gaucha de Porto Alegre, Fabiane Bento Langona é autora de quadrinhos, cartunista, e jornalista. Publicou pela primeira vez em mídia impressa em 2005, na sessão “Abre Alas” do Jornal do Brasil e desde então não parou mais. Teve seus desenhos publicados nas revistas Mad, F. Humor, Eca Magazine, Ragú, Caros Amigos, Imprensa, Vip, Gloss, Bravo!, Mundo Estranho, na eslovena Stripburguer (onde representou o Brasil em edição comemorativa ao 13th City of Women International Festival of Contemporary Arts), entre outras. É a única mulher a ter uma mostra exclusiva no Salão Internacional de Humor –  “Uma Chiquinha no Selvagem Mundo do Humor Gráfico” – em exibição a partir desta quinta, 25, no Centro Nacional do Humor Gráfico de Piracicaba. Manteve seu blog por dois anos no coletivo insanus.org e atualmente seu site e blog estão no portal Uol Humor.

Ficha Técnica

Título: Uma patada com carinho
Autora: Chiquinha
Formato: 14 x 18 cm
Nº de páginas: 128
Preço: R$ 34,90

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27
nov
11

Aconteceu na Palavraria, neste sábado, 26/11: Encerramento da Vereda Literária 2011

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Neste sábado, 26, o ator Jerson Fontana encenou o monólogo “Quem faz gemer a terra”. Depois, com Charles Kiefer, conversou sobre a adaptação para o teatro da novela original do escritor. Último encontro do ciclo de debates da Vereda Literária 2011. Fotos do evento.

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25
nov
11

Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 25/11: Vereda Literária 2011

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Nesta sexta, 25: Literatura e escombros, com Daniela Langer, Mantellli e Ricardo Silveira, na Vereda Literária 2011. Fotos do evento.

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25
nov
11

Conversas na biblioteca, com Carla Osório: Hercule Poirot: um repouso

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Hercule Poirot: um repouso, por Carla Osório

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Em dias de virose, alergia, ansiedade, sinusite, gripe  e enxaqueca, somente Hercule Poirot me faz ler. Preciso de conforto e ele está lá, a minha espera, com suas células cinzentas, seus sapatos de verniz, seu bigode indescritível (não consigo sequer imaginá-lo e nos filmes ou seriados eles sempre me parecem falsos: não são os bigodes dele).

Descobri Agatha Christie com um presente que me foi dado ao acaso, acaso porque eu não lia romances policiais na época. A Editora Record havia lançado em papel jornal a coleção completa de suas novelas policiais, se não me falha a memória nos anos oitenta, e era vendida em bancas de revista. Depois de ler o primeiro, passei a comparecer quinzenalmente  na minha banca de revistas preferida, na Venâncio Aires, na frente do HPS (ainda existe até hoje) e comprava aqueles livrinhos que me acompanham até hoje. Já pensei em substituí-los por edições mais bonitas,  já que os utilizo tanto, mas estes são meus companheiros de anos e gosto de olhar aquelas capas amareladas, marcadas até por papéis que deixava por descuido dentro dos livros. Enfim, as marcas do tempo e dos meus descuidos estão nesses livros como em tantos outros.

Releio todas aventuras de Hercule Poirot e tão somente as dele, os demais personagens, inclusive Miss Marple, não me são tão próximos.

Mas que tem Poirot de tão interessante e por que me acompanha há tanto tempo?

Sabem aqueles amigos chatos, que todos nós temos, mas de quem gostamos muito e cujas esquisitices  suportamos por simples afeto? Pois assim é Hercule Poirot para mim.

Para quem não o conhece, Poirot é um detetive belga um tanto excêntrico, afetado, orgulhoso de si próprio (e de suas células cinzentas), mas divertido. Ele foi criado em 1916 (quando Agatha Christie escreveu o primeiro romance O Misterioso caso Styles) e quando morreu (porque Agatha Christie o matou e esse livro JAMAIS vou reler) recebeu um obituário primeira página do The New York Times .

Ele gosta de coisas de uma forma ordenada (ou seja, livros arrumados em uma prateleira de acordo com a altura) e aprova de simetria em todos os lugares (Whitehaven Mansions, o edifício onde reside, foi escolhido devido à sua simetria). Para solucionar um crime utiliza somente as famosas células cinzentas, além da ordem e do método. Ele afirma que qualquer crime pode ser resolvido com a simples colocação das peças do quebra-cabeças corretamente.

As aventuras de Poirot iniciam-se em 1916  e sua morte se dá em 1975. Dessa forma toda a história dos costumes ingleses passa pelos seus livros. Esse é um fato pouco levado em consideração quando se lê a obra de Agatha Christie, porque mesmo não sendo essa a sua intenção, acredito, suas novelas descrevem muito bem a época em que foram escritas: desde a aristocracia falida, sem condições de manter as belas mansões que se transforam em hotéis, até o surgimento do movimento hippie (momento em as mulheres se enfeiam, segundo Poirot,  e os homens deixam o cabelo crescer).

O conservadorismo, a xenofobia, o anti-semitismo e o culto à aristocracia  são algumas das características s que deveriam me afastar das novelas de Agatha Christie.  Mas essas características parecem não se impregnar em Poirot. Ele fica imune à minha crítica, talvez porque as novelas sejam narradas na terceira pessoa, talvez por ele ser um estrangeiro consciente de viver em uma Inglaterra que não aceita a diferença, talvez por seus maneirismos e extravagâncias em um país onde a discrição é a tônica (salvo em relação aos chapéus) e talvez porque ele tenha orgulho dessa distinção.

Poirot paira por uma Inglaterra em decadência (a Inglaterra dos condes, dos nobres e das mansões em estilo georgiano ou vitoriano), assinalada pelas transformações do pós-guerra, pela ascensão do Partido Trabalhista, pelo desaparecimento dos serviçais leais (mordomos, governantas, jardineiros).

Mas é porque eu conheço muito bem Poirot é que posso falar dele (e de suas Inglaterras) dessa forma. Quem o conhece pouco somente verá o jogo estabelecido por Agatha Christie entre o detetive e o leitor para a solução do caso.

Quando voltar a época de resfriados, angústia, rinite… voltarei a conversar com Poirot, como sempre.

Carla Osório é sócia-proprietária da Palavraria.

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24
nov
11

Aconteceu na Palavraria, nesta quinta, 24/11: Vereda Literária 2011

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Nesta quinta, 24, rolou na Palavraria o debate Versão e aversões com Rodrigo Rosp e Roger Lerina. Na Vereda Literária 2011. Fotos do evento.

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24
nov
11

Cursos e oficinas na Palavraria: vem aí Oficina de Criatividade, com Lehgau-Z Qarvalho

Cursos e Oficinas na Palavraria

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Oficina de Criatividade

com Lehgau-Z Qarvalho

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Dias 05 e 07 de dezembro de 2011

Inscrições abertas

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 “O homem criativo não é o homem comum ao qual se acrescentou algo; o homem criativo é o homem comum do qual nada se tirou.” 

Abraham Maslow


A Oficina de Criatividade é uma atividade dinâmica e multidisciplinar que envolve fala, conversação, escrita, desenho, teatro, música, dobradura, recorte e bons sentimentos.
Durante dois encontros passeia-se por várias áreas e atividades lúdicas trabalhando sempre questões relativas aos bloqueios e aos desbloqueios da capacidade criativa de cada um. Ao final, os resultados são sempre os melhores possíveis, e cada participante constrói dicas e possibilidades para um dia-a-dia mais criativo e, por consequência, mais feliz.

Quando:
Dias 05 e 07 de dezembro, das 14:30 às 17:30

Onde:
Na Palavraria – Vasco da Gama, 165 – Telefone: 3268 4260

Quanto:
R$70,00 por participante

Lehgau-Z Qarvalho (nascido e registrado Alexandre Carvalho da Rosa) é jornalista por formação; artista gráfico por impulso; músico por amor e escritor por compulsão. Nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul; e renasceu na Internet, mundo. É autor do livro A Teoria das Sombras (2007 – Oikos Editora), da Coleção Gibicróbio (2010 – BIFE editorial) e da HQ Halvin & Caroldo (2011 – BIFE editorial); é ilustrador freelancer; é pós-graduado em Teoria da Comunicação; ministra cursos de desenho, de desinibição textual e escrita criativa, histórias em quadrinhos e oficinas de mini-comics na Palavraria, na Koralle, no Colégio Israelita, na Escola Projeto e em agências de propaganda, endomarketing e assessorias de comunicação em Porto Alegre, e na Universidade Feevale, em Novo Hamburgo; é palestrante e ministra oficinas sobre criatividade nos mais diversos lugares e para os mais diversos públicos; compôs, dirigiu, executou e coloriu o álbum de música experimental contemporânea Pintura Sônica (2007); é o idealizador do projeto Desenhando Na Rua; é criador do projeto Lori-Jel, que visa espalhar HQs pelo mundo, e da banda de música fictícia Traquitana Vulnerável; alimenta vinte blogs ao mesmo tempo; é diretor e editor da BIFE Editorial; vencedor do Primeiro GoGoComics Awards de mini-comics; compõe trilhas sonoras para teatro e espetáculos de dança; compôs, arranjou, gravou e lançou o single Samba Triste – o primeiro samba progressivo do mundo (2010/2011); e adora livros, música, HQs, produção independente, café(s), quindins, pistaches e outras coisas encantadas.

www.lehgau-z.blogspot.com

 

Informações e inscrições na Palavraria: 51 3268 4260
Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim – Porto Alegre
De segunda a sábado, das 11 às 21h

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