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Sábado, 19, começa na Palavraria a 2ªedição da Vereda Literária. Veja a programação completa

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A VEREDA LITERÁRIA é um evento anual, próximo ao período da Feira do Livro de POA, mas fora das mediações da Praça da Alfândega (não com o propósito de oposição, mas com o de adição: propor mais um caminho, ou mais uma vereda, que fomente novas discussões literárias). A realização do evento não tem fins comerciais e não conta com patrocínio. Por isso, essa Vereda é fruto do trabalho e doação dos seus idealizadores, da parceria de amigos ligados a área da literatura e cultura, e, é claro, da boa vontade dos participantes das ‘mesas’.

A proposta inicial são encontros entre autores novos ou mais experientes, com temas ligados ao fazer literário. Convocamos todos que, como nós, são apaixonados por literatura para participar e construir essa nova Vereda.

Curadoria: Leila D S Teixeira.
Idealização: Cris Moreira, Daniela Langer e Leila D S Teixeira.
Organização: Daniela Langer e Leila D S Teixeira.

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19, sábado, 19h: Abertura do encontro Vereda Literária, com o homenageado Charles Kiefer

Charles Kiefer falará sobre a influência da literatura em todos os aspectos da sua vida.

Charles Kiefer é natural de Três de Maio (RS), onde nasceu em 05 de novembro de 1958. Estreou na ficção em 1982 com Caminhando na Chuva, novela de temática adolescente que já vendeu mais de 100.000 exemplares. Em 1985 Kiefer ganhou projeção nacional com a novela O Pêndulo do Relógio, agraciada com o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro. Em 1993, com o livro de contos Um Outro Olhar o escritor recebeu outro Prêmio Jabuti. E em 1996, com Antologia Pessoal, o terceiro Prêmio Jabuti. O autor vem acumulando nos últimos anos uma série de outras premiações, entre elas o Prêmio Guararapes, da União Brasileira de Escritores, para O Pêndulo do Relógio; O Prêmio Afonso Arinos, da Academia Brasileira de Letras, em 1993, por Um Outro Olhar; e o Prêmio Altamente Recomendável para Adolescentes, pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, em 1986, para o livro infanto-juvenil Você Viu Meu Pai Por Aí?, entre dezenas de outros. Tem mais de 30 livros publicados no Brasil, na França e em Portugal. As editoras Ática, Record e Leya são suas principais casas publicadoras no Brasil. Em 2010, a Editora Leya publicou Para Ser Escritor, obra em que o autor elabora seus mais de 25 anos de experiência como professor de oficinas literárias. Charles Kiefer é professor de Escrita Criativa, Produção de Textos Poéticos, Oficina de Criação Literária e Conto Brasileiro: Teoria e Prática, na PUCRS, e orientador de oficinas literárias particulares.

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20, domingo, no Parque da Redenção, 16h:  Pic-Nic Literário

Autores convidados (Carol Bensimon, Cíntia Lacroix, Carina Luft, Fernanda Melchionna, Paulo Tedesco, Eny Algayer, Rafael Jacobsen) lerão trechos de suas obras e, após, doarão os livros lidos. O espaço será aberto para aqueles que quiserem ler textos próprios e manterá uma tenda para recebimento de doações de obras literárias. Os livros obtidos durante o PIC NIC serão destinados, por meio da AJL (Associação Jovem Leitor), à Escola Municipal de Ensino Fundamental Gabriel Obino.

Carol Bensimon nasceu em Porto Alegre, em 1982. É mestre em Escrita Criativa pela PUCRS e doutorando em Literatura Comparada pela Sorbonne Nouvelle. Pó de parede (Não Editora), seu livro de estreia, foi finalista do Prêmio Açorianos de Literatura em 2008. Em 2009, lançou o romance Sinuca embaixo d’água (Companhia das Letras), indicado ao Prêmio São Paulo de Literatura, ao Prêmio Bravo! e ao Prêmio Jabuti.

Cíntia Lacroix nasceu em Porto Alegre, em 1969. Formou-se em direito na UFRGS e cursou jornalismo na PUC. Em Roma, estudou direito internacional e literatura italiana. Participou da oficina de criação literária ministrada por Luiz Antonio de Assis Brasil, publicando contos na coletânea Contos de oficina 28, e frequenta os seminários de criação literária coordenados por Léa Masina. Trabalha como Procuradora da Fazenda Nacional, na Advocacia-Geral da União. Em 2009, lançou o romance Sanga Menor (Dublinense), indicado ao prêmio São Paulo de Literatura.

Carina Luft nasceu em Montenegro, em 1971. Ingressou na oficina literária de Charles Kiefer em 2003, e participou do curso A construção do romance, com Luiz Antonio de Assis Brasil. Integrou as antologias de contos 101 que contam, 103 que contam, Porque hoje é sábado e 104 que contam. Ficou em primeiro lugar na categoria conto do I CPrêmio AMES/Jornal Ibiá de Literatura, em 2005. Formada em secretariado executivo bilingue e pós-graduada, foi colunista do jornal O Progresso, em Montenegro, e participa do programa Pauta Livre da TV Cultura de Montenegro. É autora do livro Fetiche, publicado pela Dublinense em 2010 e indicado ao prêmio Açorianos 2011.

Fernanda Melchiona nasceu em Alegrete em fevereiro de 1984. Formou-se em Biblioteconomia pela UFRGS em 2006. Atuou como bibliotecária e foi bancária, até assumir mandato de vereadora pelo PSOL na Câmara Municipal de Porto Alegre. Coordena a Frente Parlamentar de Incentivo à Leitura de Porto Alegre.

Paulo Tedesco, escritor e consultor. Cursou História e Direito. Colunista em jornais e web sites nos Estados Unidos e mais recentemente no Brasil. Escreveu Quem Tem Medo do Tio Sam? (2004), Ed. Scortecci, e Contos da Mais-valia & outras taxas (2010) pela Editora Dublinense. Coordena e ministra a Oficina do Livro Online (www.oficinadolivro.net.br e www.oficinadolivroonline.com), curso sobre o mundo editorial e livreiro, nas modalidades a distância na PUCRS e presencial no Centro de Cultura Studio Clio. Presta consultoria para editoras e autores em projetos editoriais e gráficos, e profere palestras sobre as novas perspectivas do autor diante do mundo digital.

Eni Allgayer nasceu em março de 1946 em Tupanciretã (RS) e mora em Sapucaia do Sul (RS), cidade que lhe concedeu o título de Cidadã Honorária. É autora de seis livros: três ensaios históricos e três juvenis. Possui contos publicados em 27 coletâneas, a maioria escolhida através de concursos literários. Seu mais recente livro, Ciranda negra, foi finalista do Prêmio Açorianos de Criação Literária em 2010.

Rafael Bán Jacobsen nasceu em 21 de maio de 1981 em Porto Alegre. É físico, professor, pianista e escritor. Participou de inúmeras coletâneas e tem grande quantidade de artigos publicados em jornais e revistas. Em 1998, lançou seu primeiro livro individual, Tempos & Costumes, recebendo o Prêmio Açorianos de Destaque em Narrativa Longa. Em 2005, lançou seu primeiro romance, Solenar, também agraciado com o Açorianos em 2006. Em 2009, lançou seu segundo romance, Uma Leve Simetria, finalista no Prêmio Açorianos de Literatura 2009, na categoria Narrativa Longa. Seu terceiro romance, Imemorial das Pedras, foi contemplado com a concorrida Bolsa Funarte de Criação Literária em 2009. É sócio do Grêmio Literário Castro Alves (GLCA), da Casa do Poeta Rio-Grandense (CAPORI), membro do Partenon Literário e ocupante da Cadeira número 11 da Academia de Artes Ciências e Letras Castro Alves (AACELCA). Trabalha, atualmente, com pesquisa em Cosmologia e em Física Nuclear e de Partículas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde realizou bacharelado e mestrado.

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21, segunda, 17h30: Convicções e liberdades, com Altair Martins, Carlos Reis e Lu Thomé. 

As possibilidades da língua portuguesa propiciam uma nova literatura. A nova literatura propicia outras possibilidades à língua portuguesa. Nesse círculo virtuoso, os autores brincam com a gramática e renovam a ficção.

Altair Martins nasceu em Porto Alegre, em 1975. Foi chargista e ator. É professor, bacharel em letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – ênfase em tradução de língua francesa –, mestre e doutorando em Literatura Brasileira na mesma universidade. Ministrou a disciplina de Conto no Curso superior de Formação de Escritores da UNISINOS entre 2007 e 2010. Tem textos publicados no Uruguai, em Portugal, na Itália, na França e nos EUA. Trabalha com grupos de literatura para o vestibular desde 1995. Finalista do JABUTI 2001, 2003 e 2009. Prêmio São Paulo de Literatura 2009. Prêmio Açorianos 2000 e 2009. 1o lugar no Prêmio Guimarães Rosa, 1994 e 1999. 1o lugar no Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães, 2001. Entre vários outros prêmios.

Carlos Reis é natural de Angra do Heroísmo, Portugal. Tem formação em Filologia Românica e é doutor em Literatura Portuguesa, ambos pela Universidade de Coimbra. É professor catedrático desde 1990. Na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra Como professor convidado lecionou em diversas universidades estrangeiras, como na Universidade de Salamanca, na Universidade de Wisconsin-Madison (Tinker Visiting Professor), na Universidade de Santiago de Compostela e na Universidade de Massachusetts-Dartmouth (Endowed Chair Professor). Publicou mais de uma dezena de livros, em Portugal e em outros países ( Espanha, Alemanha, França e Brasil), tendo-se consagrado em especial ao estudo da obra de Eça de Queirós e da sua geração. Atualmente é professor visitante da Pontifícia Uni versidade Católica do Rio Grande do Sul.

Lu Thomé é jornalista e coordena projetos de assessoria de imprensa no Estúdio de Conteúdo, atendendo autores e editoras como Não Editora e Dublinense. Participou das antologias Ficção de Polpa – Volumes 1, 2 e 3 (Não Editora).

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21, segunda, 19h30: Diversão e respeito, com Carlos Urbim, Cláudio Levitan e Mário Corso. 

A relação do autor com o leitor na literatura infanto-juvenil. Como se faz literatura para crianças e jovens hoje.

Carlos Urbim nasceu em Sant´Ana do Livramento, no dia 4 de fevereiro de 1948. Transferiu-se para Porto Alegre, onde graduou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Desde 1968 atua como profissional junto aos principais meios de comunicação rio-grandenses. Pai de Emiliano e Glauco, é casado com a jornalista Alice Urbim. Ocupou, entre outros, os cargos de diretor da Rádio da UFRGS, correspondente da revista IstoÉ, editor de Cultura da Folha da Manhã e do Diário do Sul, editor de cadernos de Zero Hora e editor de História da RBS TV.  Sua primeira obra de ficção para crianças, Um Guri Daltônico, foi lançada na Feira do Livro de 1984. Com Saco de Brinquedos, Urbim obteve o título de altamente recomendável da Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil. Com Rio Grande do Sul – Um Século de História, ganhou o Prêmio Açorianos de Literatura 2000, categoria especial. Também em 2000 foi condecorado com a Medalha Carlos Cavaco de Mérito Cultural, outorgada pela Câmara Municipal de Livramento. É cidadão honorário do município de Alvorada, título entregue pela Câmara de Vereadores em 2002. Em 2006, a nova edição de Bolacha Maria obteve o Prêmio de Livro Infantil do Ano da Associação Gaúcha de Escritores e o autor também recebeu o troféu Homem de Destaque do Ano, entregue pela Liga Feminina de Combate ao Câncer de Livramento. Em 2009, passou a ocupar a Cadeira nº 40 da Academia Rio-grandense de Letras e foi eleito patrono da 55ª Feira do Livro de Porto Alegre, além de receber a Medalha do Mérito Farroupilha, outorgada pela Assembléia Legislativa, e a Medalha de Porto Alegre, entregue pela Prefeitura Municipal em 2010. Entre 3 e 6 de novembro de 2011 participa, como patrono brasileiro, da 2ª Feira Binacional do Livro, evento na divisa entre Santana do Livramento e Rivera. Crédito da foto: Rodrigo Migliorin.

Cláudio Levitan, (8 mar 1951, Porto Alegre, RS) é arquiteto, com mestrado na Inglaterra, mas suas atividades atuais são a música e a literatura infantil. Autor dos CDs “O Primeiro Disco”, “Minha Longa Milonga”, “Opereta Pé de Pilão”, “Projeto LP”, “Canções do Livro das Crianças Perdidas” e “Avulsas”, com os quais ganhou vários prêmios, entre eles, Açorianos, Tibicuera, Itaú Cultural e o reconhecimento da UNESCO com o seu trabalho “Minha Longa Milonga”, “pelo respeito à diversidade, à tolerância e ao diálogo cultural”. Escreveu o livro infantil “O Porão Misterioso”, L&PM, Prêmio Açorianos de Literatura Infantil 2001; “Pimenta do Reino em Pó”, L&PM, indicado ao Prêmio Açorianos de Literatura Infanto-Juvenil 2007; “Porto Alegre no Livro das Crianças Perdidas”; escreveu “Tangos e Tragédias em Quadrinhos”, com desenhos de Edgar Vasques, L± participou de antologias de contos como “Caio de Amores”, “Nós, os gaúchos”, “Contos no Solar”, “101 que Contam”, “Brevíssimos” e “Histórias de Quinta”. Transformou em História em Quadrinhos o livro- poema “Pé de Pilão”, de Mario Quintana, L&PM (Edição esgotada).

Mário Corso é psicanalista, membro da APPOA (Associação Psicanalítica de Porto Alegre). Formado em psicologia pela UFRGS, trabalha com adolescentes e adultos. Em 2002 lançou Monstruário – Inventário de Entidades Imaginárias e de Mitos Brasileiros pela editora Tomo, Menção Honrosa do prêmio Jabuti, numa tentativa de revitalizar figuras esquecidas do folclore nacional. Publicou o livro Fadas no Divã: psicanálise nas histórias infantis, em 2005, e Psicanálise na Terra do Nunca: ensaios sobre a fantasia, em 2010, ambos pela Ed. Artmed, escritos em parceria com sua esposa Diana Corso. Publica artigos, ensaios e crônicas em diversos meios de comunicação.

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22, terça,19h30: Emoção e consciência, com Diego Grando, Marco de Menezes e Israel Mendes.

A poesia é emoção do poeta trazida à tona por meio da linguagem. A linguagem é forma consciente de expressar a emoção do poeta. Autores falam sobre o equilíbrio (ou desequilíbrio) da consciência e da emoção na poesia.

Diego Grando nasceu em Porto Alegre em 1981. Licenciado em Letras na UFRGS, atualmente conclui um mestrado em Escrita Criativa na PUCRS, para o qual prepara seu segundo livro de poemas. Começa em seguida um doutorado em poesia na Université Sorbonne Nouvelle. Desencantado carrossel é seu livro de estréia.

Marco de Menezes, nascido a 04 de junho de 1968 em Uruguaiana/RS, está radicado há mais de 20 anos em Caxias do Sul/RS. Participou de coletâneas e antologias regionais, entre as quais “Matrícula Dois” (1998), onde figura como representante da nova geração de poetas da Serra Gaúcha, sucedânea do grupo de poetas dos anos 60 e 70 – onde estavam incluídos, entre outros, Oscar Bertholdo, Jayme Paviani e José Clemente Pozenato. Em 2003, em parceria com o músico Vinicius Todeschini, assinou a obra autoral “Arrebaldeação”. Em 2006, organizou e apresentou a coletânea “3″, que reúne a produção de três poetas contemporâneos de Caxias do Sul (Dhynarte de Borba e Albuquerque, Fabiano Finco e Odegar Junior Petry). Em 2007, participou como letrista no álbum “Percussivè”, do violonista e compositor gaúcho Felipe Azevedo, com quem mantém parceria. Ainda neste ano, trabalhou como letrista da composição da trilha do curta-metragem de Bruno Polidoro “O vazio além da janela”, em parceria com os músicos Camila Cornutti e Léo Ferrarini. Em 2009 lançou o seu terceiro volume de poemas pela editora Modelo de Nuvem, da qual é sócio. Em 2010 recebeu o prêmio Açorianos na categoria Poesia e Livro do Ano. Além disso, neste ano lançou “Ode Paranoide”, livro de poemas com ilustrações de Marina Polidoro. Possui quatro volumes de poesia publicados: “As Horas Dragas” (1999), “Pés de Aragem” (2007), “Fim das Coisas Velhas” (2009) e “Ode Paranoide” (2010).

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Israel Mendes formou-se em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela PUCRS em 2001. Após 9 anos de experiência trabalhando com redação publicitária, passou a criar jogos eletrônicos, atividade que vem exercendo há 4 anos. Em 2010 reingressou na PUCRS e atualmente é estudante de Filosofia. Neste mesmo ano houve também sua estreia na literatura como escritor e poeta com a publicação do seu primeiro livro de poesias, Menino Perplexo. Atualmente, escreve para o Blog do Menino (www.mperplexo.wordpress.com), publicação onde exercita semanalmente sua produção literária.

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23, quarta, 19h30: A verdade e as mentiras, com Cíntia Moscovich, Michel Laub e Juarez Guedes Cruz

A técnica literária transforma as experiências pessoais do escritor em uma mentira que chamamos ficção. Porém, de forma contraditória, ao mentir, a ficção bem trabalhada carrega sempre uma verdade inerente a todos os homens. O trabalho do escritor para transformar as verdades em mentiras, e dotar essas mentiras de uma verdade universal.

Cíntia Moscovich. Nascida em 15 de março de 1958 em Porto Alegre, Cíntia Moscovich é escritora, jornalista e mestre em Teoria Literária. Em 1996, publicou sua primeira obra individual, O reino das cebolas, que mereceu a indicação ao Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro. Em 1998, lançou a novela Duas iguais – Manual de amores e equívocos assemelhados, que recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura, na modalidade de Narrativa Longa, em 1999. Em outubro de 2000, lançou o livro de contos Anotações durante o incêndio, merecendo outra vez o Prêmio Açorianos de Literatura. Em 2004, publicou a coletânea de contos Arquitetura do arco-íris, livro que lhe valeu o terceiro lugar em contos no prêmio Jabuti, além da indicação para o Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira e para a primeira edição do Prêmio Bravo! Prime de Cultura. Em novembro de 2006, lançou o romance Por que sou gorda, mamãe?. Essa obra mereceu indicação para o Prêmio Portugal Telecom e venceu ainda o Prêmio Açorianos de Literatura, na categoria Narrativa Longa e Livro do Ano. Em dezembro de 2007, lançou seu sexto livro individual, o romance infanto-juvenil Mais ou menos normal, que faz parte da série Cidades Visíveis, da Publifolha.

Michel Laub nasceu em Porto Alegre, em 1973, e atualmente vive em São Paulo. Escritor e jornalista, publicou cinco romances pela Companhia das Letras, entre eles Longe da água (2004), lançado também na Argentina, O segundo tempo (2006) e Diário da queda (2011), que ganhou o prêmio Bravo/Bradesco, sairá na Alemanha e Espanha e teve os direitos vendidos para o cinema.

Juarez Guedes Cruz, médico, psiquiatra e psicanalista, nasceu e vive em Porto Alegre (RS). Freqüentou oficinas de criação literária orientadas pela Professora Cinara Ferreira Pavani e pelo professor Charles Kiefer. Participa, atualmente, de um dos grupos de criação literária coordenados pela professora Léa Masina. Além da presença em antologias de contos ou de ensaios psicanalíticos, publicou dois livros de contos: ‘A cronologia dos gestos’ (2003), vencedor do Prêmio Açorianos 2004, e ‘Alguns procedimentos para ocultar feridas’ (2007), finalista do Prêmio Açorianos 2008. Também em 2007, foi o organizador da antologia de contos ‘O paradoxo de Tchekov’.

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24, quinta, 19h30: Versão e aversões, com Rodrigo Rosp e Roger Lerina

O debate é tão antigo quanto o SUPER-8, mas ainda traz novas idéias à tela. As adaptações da literatura para o cinema e do cinema para literatura. O que é intransponível e o que não é.  

Rodrigo Rosp é escritor e editor. Nasceu no Rio mas já mora há anos em Porto Alegre. Coordena a Editora Dublinense, que trabalha com duas marcas: DublinenseNão Editora. É autor dos livros de contos A virgem que não conhecia Picasso (Não Editora) e Fora do lugar (Não Editora).

Roger Lerina é jornalista, editor desde maio de 1999 da coluna Contracapa (artes, cultura e entretenimento), publicada diariamente no Segundo Caderno do jornal Zero Hora. Repórter cultural do caderno de variedades de ZH, é crítico de cinema e atual presidente da Associação dos Críticos de Cinema do RS (ACCIRS). Integrou o Júri da Fipresci (Federação Internacional dos Críticos de Cinema) no 13º Festival Internacional de Cine de Punta del Este, em 2010, e no Festival do Rio 2011. Apresenta na TVCOM o programa “Camarote TVCOM” e o “Programa do Roger”.

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25, sexta, 19h30: Literatura e escombros, com Daniela Langer, Mantellli e Ricardo Silveira 

Três autores que não se contentam com um mundo idealizado, finais felizes ou a celebração do ser humano. Através de estilos diferentes, procuram expor fraturas universais através de dramas individuais.

Daniela Langer nasceu em Porto Alegre e é webdesigner. Seu interesse pelos livros a levou à pós-graduação em literatura, cultura e regionalidade e a participar da oficina literária de Charles Kiefer. e venceu oconcurso de contos Osman Lins (2005). Além de ter textos publicados em diversas antologias, como Inventário das delicadezas (2007) e Outras mulheres (Dublinense, 2010), é autora do livro de contos No inferno é sempre assim e outras histórias longe do ceu (Dublinense, 2011).

Ricardo Silveira nasceu em Porto Alegre (RS), em 1968. É médico mestrado em psiquiatria. Tem contos publicados em diversas antologias e na internet e participa da oficina de criação literária de Charles Kiefer desde 2005. É autor do livro de contos do livro Delicadamente feio, publicado pela Dublinense em 2011.

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26, sábado, 18h: Encerramento com o monólogo “Quem faz gemer a terra”, com o ator Jerson Fontana. 

Quem faz gemer a terra é uma adaptação do romance do escritor gaúcho Charles Kiefer. No espetáculo, Mateus, interpretado por Jerson Fontana, conta a sua história: as brincadeiras de guri, as lidas na lavoura, a tentativa de dar certo na vida, os amores, a perda da terra amada, as incertezas do cárcere.

Jerson Fontana, integrante do Grupo de Teatro Universitário de Santo Ângelo – TUSA,  fundador e integrante do Grupo de Teatro A Turma do Dionísio, é formado em história e atua como ator, bonequeiro e diretor de teatro desde 1981. Ministrou mais de 200 cursos de teatro, desenvolvidos com prefeituras, secretarias de estado da cultura, universidades e outras instituições. É autor das peças O Vôo da Borboleta Azul, em co-autoria com Maristela Marasca; A Máscara de Taré; Quem Faz Gemer a Terra (adaptação do romance de Charles Kiefer) e Cobra Grande. Tem levado seus espetáculos em palcos do estado, do Brasil e de outros países, com França, Polônia, Suíça e Itália. É autor do livro A Montagem do Espetáculo de Teatro (2005).

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