Arquivo para 4 de dezembro de 2011

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Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 06/12: Lançamento do livro Pulsações na Tela, de Salette Jacques “Marsal”

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06, terça, 19h30: Lançamento do livro Pulsações na Tela, de Salette Jacques “Marsal”. Editora maisQnada

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Livro de estréia desta escritora que já participou de inúmeras antologias, e agora aparece para o grande público com esta obra carregada de significância. Com apresentação da psicóloga e escritora Berenice Lamas, este livro conta com um CD interativo (audiobook) com a declamação de 33 poesias do livro na voz de 7 artistas, musicadas pelo talentoso Everton Pires. Além do ebook aberto do livro.

Maria Salette Mendes Jacques (pseudônimo Marsal) nasceu em Araraquara, no estado de São Paulo, mas é gaúcha de coração, além de mãe de Jonas e amiga feliz de muitos. Psicóloga, especialista em Psicodrama, Psicoterapia Reichiana, Psicologia Clínica, do Trabalho e Organizacional. Lecionou Psicologia Escolar e Problemas de Aprendizagem na Universidade Estadual de Mato Grosso e Universidade Católica do Paraná. Atuou em triagem e tratamento de pacientes infantis na Fundação Hospitalar do Paraná. Escreve poemas, contos e crônicas pelo simples prazer de versejar a vida e socializar o saber do sentido. Participou da Oficina Literária Scrivere. Elaborou poemas e prosa incluídos na antologia “Lapidações” e na coleção “Autores Gaúchos”. Seus poemas fizeram parte da mostra de quadros “Relacionamentos”. Colaborando com textos científicos para a “Revista SWR/RS” e para o Jornal RS-Letras”. É diretora técnica da ELO Crescimento Humano e Qualidade de Vida em Porto Alegre.

Pulsações na Tela – Autora: Salette Jacques “Marsal” – maisQnada – 2011 – Poesia – 14 x 12,5 – 104 páginas – ISBN: 978-85-61797-13-3 – R$30,00

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Programação de 05 a 10 de dezembro de 2011

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06, terça, 19h30: Lançamento do livro Pulsações na Tela, de Salette Jacques “Marsal”. Editora maisQnada

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Livro de estréia desta escritora que já participou de inúmeras antologias, e agora aparece para o grande público com esta obra carregada de significância. Com apresentação da psicóloga e escritora Berenice Lamas, este livro conta com um CD interativo (audiobook) com a declamação de 33 poesias do livro na voz de 7 artistas, musicadas pelo talentoso Everton Pires. Além do ebook aberto do livro.

Maria Salette Mendes Jacques (pseudônimo Marsal) nasceu em Araraquara, no estado de São Paulo, mas é gaúcha de coração, além de mãe de Jonas e amiga feliz de muitos. Psicóloga, especialista em Psicodrama, Psicoterapia Reichiana, Psicologia Clínica, do Trabalho e Organizacional. Lecionou Psicologia Escolar e Problemas de Aprendizagem na Universidade Estadual de Mato Grosso e Universidade Católica do Paraná. Atuou em triagem e tratamento de pacientes infantis na Fundação Hospitalar do Paraná. Escreve poemas, contos e crônicas pelo simples prazer de versejar a vida e socializar o saber do sentido. Participou da Oficina Literária Scrivere. Elaborou poemas e prosa incluídos na antologia “Lapidações” e na coleção “Autores Gaúchos”. Seus poemas fizeram parte da mostra de quadros “Relacionamentos”. Colaborando com textos científicos para a “Revista SWR/RS” e para o Jornal RS-Letras”. É diretora técnica da ELO Crescimento Humano e Qualidade de Vida em Porto Alegre.

Pulsações na Tela – Autora: Salette Jacques “Marsal” – maisQnada – 2011 – Poesia – 14 x 12,5 – 104 páginas – ISBN: 978-85-61797-13-3 – R$30,00

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08, quinta, 19h: Lançamento do livro Se eu olhar para trás, de Ademir Furtado (Dublinense)

Estreia literária de Ademir Furtado vai e volta no tempo, usando a história e a ditadura para mostrar como o presente é formado por resíduos do passado

Logo na primeira cena descrita em Se eu olhar pra trás, o carro do protagonista, Edimar, adentra a cidade – e nós vamos com ele. A partir daí, ingressamos na trama intensamente urbana criada por Ademir Furtado, escorada em pontos-chave de Porto Alegre e Santa Maria, que recria o clima opressivo da ditadura militar, de apreensões e prisões repentinas. Edimar é impelido, às vésperas da aposentadoria, a buscar documentos do falecido pai, professor de história. Essa busca irá arremessá-lo em seu próprio passado, obrigando-o a repensar sua vida, tão frustrada, tão norteada pela inércia. O livro se estrutura num vaivém temporal constante, guiado por rememorações, e apresenta um texto movimentado, ágil. Os tais documentos são como as madeleines proustianas, desencadeadoras de um devassamento da vida pregressa, como já é explicitado no próprio título. A política também aparece com força, pontuando a trama temporalmente, e os anos de chumbo da ditadura militar são essenciais aqui. A história do país mistura-se à história das pessoas e suas vidas cotidianas. O ontem lança sua luz sobre o hoje, determinando-o – é o que sempre parece ser dito no volume, ocupando linhas e entrelinhas. Como bem diz um personagem a certa altura: “Assim como o deus Jano, que vês aqui nesta estátua, tenho uma face voltada para o passado, para poder organizar o futuro. Um é reflexo do outro”.

Ademir Furtado nasceu em Canguçu (RS), mas é cidadão porto-alegrense, por opção, desde 1981. Formou-se em Letras – licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mas não quis ser professor. Ganha a vida como funcionário público na Justiça Federal.

Editora – A Dublinense foi criada em 2009 com o objetivo de formar um catálogo eclético. Isso significa receber os jovens e criativos autores, mas também os escritores maduros e já consagrados. Os valores que norteiam a editora são o apuro com a palavra e o cuidado gráfico. A linha editorial da Dublinense está direcionada principalmente para os gêneros tradicionais da literatura de ficção, mas compreende também livros de negócios, ensaios, relatos e esportes. Seus sócios e idealizadores são Gustavo Faraon e Rodrigo Rosp.
A lista completa de pontos de venda da Dublinense pode ser consultada no site www.dublinense.com.br.

LANÇAMENTO DE SE EU OLHAR PRA TRÁS, com sessão de autógrafos do autor.
Preço: R$ 32,00 (exemplar) / Formato: 14 x 21 cm / 192 páginas

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09, sexta, 18h: Lançamento do  livro Processos educativos no fazer artesanal de mulheres do Rio Grande do Sul, de Edla Eggert (Ed. EDUNISC).

Produto de uma pesquisa financiada pelo cnpq por meio do edital Gênero, mulheres e feminismo de 2008, este livro constitui-se num estudo a partir da hermenêutica feminista e a educação sobre a criação e a produção do artesanato feito por mulheres no Rio Grande do Sul. São alvo de estudo artesãs do bordado na região de Ivoti, costureiras cooperativadas de Pelotas, produtoras de crochê de grampada de Rio Grande e tecelãs de Alvorada. O livro tem como fio condutor as reflexões alinhavadas com a participação das orientandas de iniciação científica, mestrado e doutorado e também das artesãs.

Da apresentação escrita por Suzana Albornoz:

Na intenção de lançar sobre essa investigação, tão reveladora, uma luz que lhes possa ainda acrescentar algo, não parece demais começar por relembrar o fato de que a arte, no sentido da grande arte que impõe uma distância contemplativa, tem sido, em geral, e por muito tempo, um afazer dos homens, isto é, dos representantes masculinos da espécie humana; e que suas companheiras de destino, as mulheres, temos sido naturalmente mais associadas ao artesanato, sendo assim lícito supor, pelo menos desconfiar que a característica de gênero tenha exercido influência na forma como se estabeleceu essa diferenciação de fronteiras entre arte e artesanato. (Albornoz, 2011, p.7)

Parece evidente, quando se busca, através da aprendizagem do artesanato, descobrir e incentivar a tomada de consciência e a afirmação da identidade de um grupo de mulheres ou de cada mulher nele envolvida, que se está dando por assentadas as diferenças conceituais de uso comum. Porém, penso ser interessante contorná-las, de modo a ver a questão por um prisma menos costumeiro. É, com certeza, a essa re-visão que este livro induz, com o seu múltiplo esforço de observação, acompanhamento e atenção às histórias de vida, certo de que a produção ou criação feminina, pela experiência de aprendizagem e da prática artesanal, significa instrumento útil, de utilidade para a sobrevivência econômica e para a autonomia social, mas também, ao mesmo tempo, constitui-se em expressão, enquanto propicia a afirmação das identidades e concede visibilidade aos sujeitos antes escondidos na sombra do labor sem produto aparente. (Albornoz, 2011, p.8)

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Edla Eggert, professora na Unisinos, é graduada em Pedagogia pela União das Escolas Unidas do Planalto Catarinense (Uniplac), mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutora em Teologia pela Escola Superior de Teologia (EST) de São Leopoldo, com a tese Educa-teologiza-ção: fragmentos de um discurso teológico (mulheres em busca de visibilidade através da narrativa transcriada). É autora de Educação popular e teologia das margens (São Leopoldo: Sinodal, 2003) e de Narrar processos: tramas da violência doméstica e possibilidades para a educação e organizou, em parceria com outros pesquisadores, as obras As Mulheres e a Filosofia, [Re]leituras de Frida Kahlo: por uma ética estética da diversidade machucada e A graça do mundo transforma Deus.


E.

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10, sábado, 11h: Os tempos sem tempo de Clarice, bate-papo sobre a obra de Clarice Lispector, com Cintia Moscovich e Cátia Castilhos Simon.


A escritora Clarice Lispector será homenageada com uma série de palestras, debates, leituras e sarau virtual durante a primeira edição do projeto Hora de Clarice, no dia 10 dezembro, aniversário de nascimento da autora. As homenagens acontecerão em diversas capitais e, em Porto Alegre, a escritora Cintia Moscovich e a educadora Cátia Simon estarão na Palavraria conversando sobre a obra da homenageada.

 

Cíntia Moscovich é escritora, jornalista e mestre em Teoria Literária. Foi diretora do Instituto Estadual do Livro do Rio Grande do Sul. Em 1995, foi a ganhadora do Concurso de Contos Guimarães Rosa, da Rádio France Internationale, de Paris. Publicou O reino das cebolas, 1996 – indicação para o Prêmio Jabuti; Duas iguais: Manual de amores e equívocos assemelhados, 1998 – Prêmio Açorianos de narrativa longa; Anotações durante o incêndio, 2000 – Prêmio Açorianos, na modalidade de contos; Arquitetura do arco-íris, 2004 – Prêmios Portugal Telecom e Jabuti -2005; Por que sou gorda, mamãe? – 2006 e Mais ou menos normal – 2007.

Catia Simon é doutoranda em literatura brasileira na UFRGS. Coordenou o setor de comunicação da Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre, quando foi co-organizadora do livro Utopia e democracia na escola cidadã (Editora da UFRGS, 2000) e participou da organização do livro de ensaios Prestando contas: pesquisa e interlocução em literatura brasileira (Editora Sagra Luzzatto, 1996). Atualmente é professora na Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre.


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10, sábado, 19h: Bianca Obino convida Deisi Coccaro

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Pelo segundo ano consecutivo, Bianca compartilha o palco da Palavraria com artistas da cena local, ampliando ainda mais a sua “Artesania do Som”! A edição deste mês terá a participação da cantora erudita Deisi Coccaro. A direção artística e musical é de Felipe Azevedo.

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Deisi Coccaro é bacharel em canto – UFRGS. Em 2005 estreou o Ciclo Canções Interrogativas, de Fernando Mattos, obra que iniciou sua parceria com o compositor. Após isso, estreou outros ciclos e canção de Fernando Mattos. Em 2006 foi selecionada como bolsista do Ministério de Relações Exteriores da Itália, para um Curso de Especialização em Canto Lírico e estudou com a soprano italiana Patrizia Morandini. Ainda na Itália participou da Materclass Internacional Florence Opera. Estudou ainda com Annette Kutembaum na Alemanha e  participou de diversos Masterclasses com renomados professores, entre eles, Sandro Christopher, Laura de Souza, Gabriella di Laccio, Stephen Bronks (EUA), Liliana. Atualmente mantém repertório de câmara com o violonista e compositor Fernando Mattos, apresentando recitais de música brasileira contemporânea.Poli (Italia), Marconi Araújo, Denise Sartori, Marta Herr, entre outros. Na área da Educação, ministrou o Laboratório de Afinação Vocal na UFRGS de 2003 a 2005. De 2007 a 2009 foi professora na Oficina de Teoria e Percepção Musical na Extensão da UFRGS. Atua como professora de canto em importantes escolas de Porto Alegre e Caxias do Sul. É professora de Teoria Musical na Escola de Musica do Ipdae. Tambem fez a preparação vocal de alguns grupos de Porto Algre. Entre eles: Madrigal do Departamento de Música da  UFRGS, Coro do Grupo Santander, Coro Unimed Porto Alegre, Música Reservata. Hoje, é preparadora vocal do Coro da Acirs.


Bianca Obino
participou de quatro edições do Festival de Música de Porto Alegre com canções de sua autoria e realizou apresentações em eventos de empresas, dentre as quais a Souza Cruz e FORD. Participou também de “Palavra: Alegria da Influência” e “Música Autoral” – promovidos pelo Jornal VAIA (RS) na “Palavraria Livros & Cafés” e “Teatro de Arena”, incluindo recitais eruditos no “Salão Mourisco” da Biblioteca Pública do Estado, “Auditório Tasso Corrêa” do Instituto de Artes da UFRGS, e no “Chiostro San Domenico”, em Prato (Itália). O processo de compor canções iniciado aos 15 anos, estende-se até hoje, paralelo ao exercício de intérprete nos ramos popular e erudito. O uso do violão junto com a voz sempre foi traço característico nos arranjos e na maioria das apresentações em público de Bianca. Desde 2008 vem aprofundando com o compositor, violonista, cantor e educador musical Felipe Azevedo seu estudo prévio de violão, abordando neste novo aprendizado aspectos históricos e estilísticos da música popular brasileira, técnica violonística aplicada ao seu trabalho autoral e de intérprete, além de arranjo e composição de canções.

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Aconteceu na Palavraria, neste sábado, 03/12: Sarau em homenagem a Ernesto Sabato

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Sábado, 03, aconteceu na Palavraria sarau em homenagem a Ernesto Sábato, com leituras e bate-papo. Com Lígia Sávio, Jeferson Tenório e Gabriela Silva. Fotos do evento.

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