Arquivo para janeiro \30\UTC 2012

30
jan
12

Vem aí, a partir de 13 de março, na Palavraria: Personagens de Clarice, seminário com Hilda Simões Lopes

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Cursos e Oficinas na Palavraria

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Personagens de Clarice

Seminário com Hilda Simões Lopes

 De 15 de março a 23 de agosto de 2012

Investimento mensal: R$ 120,00

Informações e inscrições na Palavraria: 51 3268 4260
Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim – Porto Alegre
De segunda a sábado, das 11 às 21

Programa

Dia 15/03 – apresentação do curso
Aula: as relações humanas na literatura clariciana

Dia 29/03 – conversa s/ os personagens:
“Ana” e “a mulher do casaco marrom”
Aula: do amor.

Dia 12/04 – conversa s/ os personagens:
“prof. de matemática” e “ eu e Deus”
Aula: da culpa e do amor.

Dia 26/04 – conversa s/ os personagens:
“o menino míope” e “Catarina  e sua mãe”
Aula: relações de família

Dia 10/05 – conversa s/ os personagens:
“a menina e o livro” e “Ofélia”
Aula: do bem e do mal.

Dia 24/05 – conversa s/ os personagens:
“a menina fantasiada” e  “a mocinha de São Cristóvão”
Aula: das máscaras e do sublime

Dia 14/06 – conversa s/ os personagens:
“os obedientes” e  “a mulher e os 12 anos
Aula: dos papéis sociais: rigidez e rompimento

Dia 28/06 – conversa s/ os personagens:
“ a aniversariante”   e  “ mocinha”
Aula: dos velhos

Dia 12/07- conversa s/os personagens:
“menino a bico de pena”  e “menina com soluço”
Aula: das crianças.

Dia 26/07 – conversa s/ os personagens:
“o homem do restaurante” e “o almoço de sábado”.
Aula: dos ritos

Dia 09/08 – conversa s/ os personagens:
“Carla de Sousa Santos” e “Pequena Flor”
Aula: da antropofagia social

Dia 23/08 – conversa s/ os personagens:
“uma galinha”   e “ o ovo”
Aula: do ser.

Hilda Simões Lopes Costa. Nascida em Pelotas, é bacharel em Direito, mestre em Sociologia pela Universidade de Brasília e professora universitária aposentada pela Universidade Federal de Pelotas. Fez duas oficinas de Criação Literária, uma com Luiz Antonio de Assis Brasil, em Porto Alegre e, a outra, no Centro Cultural de Las Americas, no México. Há 12 anos, ministra oficina de criação para jovens e escritores em Pelotas e, mais recentemente, em Porto Alegre.  Em 2009, foi patrona de Feira do Livro de Pelotas. Publicou dois livros de ensaios sociológicos: Do Abandono À DelinqüênciaSenhoras e Senhoritas, Gatas e Gatinhas. Contos e poesias em inúmeras coletâneas de autores gaúchos. E os livros: A Superfície das Águas, prêmio Açorianos de Literatura, 1998 pelo Instituto Estadual do Livro; Cuba, Casa de Boleros, conjunto de crônicas,  finalista prêmio açorianos, pela AGE; Um Silêncio Azul, AGE; o romance A Anatomia de Amanda, pela editora Juruá, de Curitiba, onde a autora analisa a obra ‘A Paixão Segundo GH’ de Clarice Lispector e  o livro didático Manual de Criação Literária, pela Baraúna, São Paulo.


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27
jan
12

Amanhã tem Sarau das 6 na Palavraria: leituras e comentários sobre Federico Andahazi, Ricardo Piglia e Mempo Giardinelli

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28, sábado, 18h: O Sarau das 6 apresenta 3 autores contemporâneos: Federico Andahazi, Ricardo Piglia e Mempo Giardinelli. Leituras e comentários sobre vida e obra dos autores.

Federico Andahazi, nascido em Buenos Aires em 1963, é um premiado autor de sete romances e uma polêmica História Sexual dos Argentinos. Suas obras exploram os mistérios da Idade Média, a obscuridade do Cristianismo e os mais íntimos recantos da sexualidade em uma explosão de enigmas, de referências literárias e de lascívia.

Ricardo Piglia  é um dos maiores escritores da Argentina da atualidade, onde voltou a   morar  quando se aposentou da Universidade de Princeton (EUA). Autor de Respiração artificial e o Último leitor, Piglia se volta para um romance intitulado Alvo Noturno, que tem todos os ingredientes para um romance policial, como assassinatos, drogas sexo e corrupção, no entanto, a  trata-se de um romance com uma atmosfera noir.

Mempo Giardinelli, exilado por oito anos no México durante a ditadura, é escritor, jornalista e nasceu em 1947 na Argentina, país onde vive atualmente, é autor de Impossível equílibrio e Luna Caliente, este último, adaptado para a minissérie homônima exibida na Rede Globo e protagonizada por Paulo Betti e Ana Paula Tabalipa, Mempo retrata uma Argentina sem valores, corrompida pela truculência e falta de escrúpulos instauradas pela ditadura militar

O grupo responsável pela produção e apresentação do Sarau das 6 é formado por

Jaqueline Bohn Donada. Apaixonada, em tempo integral, por literatura, cultura e viagens. Viajou às entranhas monstruosas do romantismo quando publicou o livro “Spontaneous Overflow of Powerful Feelings”: Romantic Imagery in Mary Shelley’s Frankenstein, em 2009. Formada em Letras, respira literatura, principalmente a de língua inglesa, há anos. Atualmente vive no século XIX. Nas horas vagas, é professora de inglês e aluna de doutorado pela UFRGS.

 Gabriela Silva. Tem literatura no seu dna. Desde a infância convive com homens e deuses e as histórias que lhe contam. É formada em Letras, estuda o mal e a morte na literatura e todas as teorias conspiratórias e literárias. É doutoranda em Teoria da Literatura na PUCRS, tendo como foco a construção da personagem. Atualmente está em Lisboa, dizem que estudando.

Lígia Savio. Amante do poeta francês Rimbaud desde a adolescência, é professora de literatura, do município de Porto Alegre e doutora em Letras pela UFRGS. Participou de antologias independentes na década de 70 (Teia, Teia II e Paisagens) com a participação de Caio Fernando de Abreu e Wesley Coll. entre outros.

Jeferson Tenório. É feito de literatura. Professor e apaixonado por Dom Quixote. Premiado no concurso Paulo Leminski em 2009 com o conto “Cavalos não choram” e no concurso Palco Habitasul com o conto “A beleza e a tristeza”, adaptado para o teatro em 2007 e 2008, além de ter tido poemas selecionados no concurso Poemas no Ônibus em 2009. Faz mestrado em literaturas Luso-africanas pela UFRGS

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26
jan
12

Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 25/01, bate-papo com Mario Augusto Jakobskind

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Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 25, bate-papo com o jornalista Mário Augusto Jakobskind. Fotos do Evento.

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26
jan
12

A crônica de Ademir Furtado: Manias de riqueza

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Manias de riqueza, por Ademir Furtado

 

Na virada do ano, todo mundo inventa que vai melhorar a vida, se dedicar a novos projetos, mudar um pouco de rumo. As pessoas mais sensatas dimensionam os novos propósitos com base numa revisão do ano anterior, que serve para avaliar anseios e capacidades, e assim se resguardarem de frustrações desnecessárias.  Foi o que eu fiz no final de 2011, quando comecei a rabiscar as minhas metas para os próximos doze meses. E eis que me vi numa tremenda confusão, causada pela melhor notícia de todos os tempos: o Brasil despontou como potência econômica, à frente, inclusive, da Inglaterra. É uma mudança dramática para quem vivia acostumado a planos de pobre, tais como economizar o salário pra comprar um carrinho usado, financiado em trinta e seis vezes; passar um réveillon em Florianópolis, numa casa alugada com a turma de amigos; quem sabe até guardar o décimo terceiro de uma década para realizar um sonhado intercâmbio cultural. De repente, tudo mudou, somos um país rico, com promessas de termos um padrão de vida europeu em menos de vinte anos. Logo agora que um dos objetivos que tracei para este ano era justamente visitar a Inglaterra, fazer um novo contato com a civilização. Na verdade, o intuito de viajar não sofreu alteração. O que tem me inquietado são algumas dúvidas quanto ao meu novo status. Será que os ingleses vão me receber com aquele deslumbramento típico com que os nativos de países pobres bajulam os habitantes de nações abastadas? Precisarei melhorar meu inglês, ou posso chegar lá com aquela convicção de que o português é a língua natural dos seres humanos e, portanto, entendido por todos os falantes do planeta? Sem falar na necessidade de aprender a me comportar como se vivesse no primeiro mundo, coisa que os argentinos já nascem sabendo.

 

O Brasil (quem diria?) virou notícia mundo afora, e não pelas jogadas fenomenais dos grandes astros de futebol, nem pelas bundas mulatas em desfile nas praias cariocas, muito menos pelo turismo sexual dos europeus no nordeste, e sim porque se tornou a terra prometida para muita gente, inclusive haitianos e bolivianos. Ainda não se sabe de nenhuma inglesa que tenha desistido da universidade de Oxford ou Cambridge para tentar a sorte como doméstica na Barra da Tijuca e no Morumbi, ou correr atrás de uma gravidez brasileira para conseguir cidadania, mas já temos casos comprovados de executivos americanos que deixaram para trás a incerteza enervante de Wall Street para se instalar no sossego promissor de São Paulo. E desceram em Cumbica com tudo prontinho, sala montada na Avenida Paulista, documentação em ordem. Nem precisaram se esgueirar pelos becos sinuosos da fronteira boliviana para chegar até aqui.

 

Mas, o mundo é cheio de gente maldosa, e a inveja é uma das muitas chagas que resistem a qualquer evidência de progresso. Tem gente por aí dizendo que essa riqueza é apenas pra inglês ver, pois foi uma instituição britânica que anunciou a boa nova. E o empenho em destruir as conquistas alheias é tão grande, que alguns agourentos foram até buscar dados estatísticos para justificar a falta de entusiasmo. Um dos argumentos que os negativistas apresentaram é de que essa camada da população que o IBGE chama de classe C realmente está ganhando mais, mas não conseguiu acesso àqueles benefícios que caracterizam a ascensão social, tais como curso superior, assistência médica qualificada, e até uma viagem ao exterior de vez em quando. Eles espalharam boatos de que os emergentes da Era Lula ganharam maior poder de consumo, e vão poder trocar a tevê de 14 polegadas por uma de 42, digital, tela LCD, mas vão continuar consultando pelo SUS, e o divertimento preferido continuará sendo a novela das 8, que aliás começa às 9, o fantástico mundo da informação inútil, e a mesma bestialidade boçal brasileira, que a cada começo de ano estupra mentes vazias e sonolentas de milhões de brasileiros.

 

Mas a vida clama por otimismos, e como diz a sabedoria popular, sorte tem quem acredita nela. Por isso, não convém estragar a euforia de um começo de ano com questões complicadas de estatísticas e avaliações morais. Eu apenas gostaria de pedir aos nossos governantes que, para este ano que começou há quase um mês, procurem entender a diferença que existe entre ser rico, e ser um pobre com dinheiro no bolso. Talvez essa não seja uma questão importante para as faculdades de Economia, mas com certeza é uma preocupação muito grande para aquelas pessoas que, mesmo que tenham três neurônios ativos, gostam de ligar a televisão no horário nobre.

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Ademir Furtado é autor do romance Se eu olhar para trás (Dublinense, 2011). Escreve no blog http://prosaredo.blogspot.com

 

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24
jan
12

Vai rolar na Palavraria, amanhã, 25/01: Lançamento de livro e palestra com Mário Augusto Jakobskind

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25, quarta, 17h: Lançamento do livro Líbia, barrados na fronteira – o que não saiu na mídia sobre a invasão da Líbia (Booklink) e palestra com o autor, jornalista e escritor Mário Augusto Jakobskind.

Os temas aborados serão:

1. O motivo de ter escrito o livro Líbia, Barrados na Fronteira. A delegação brasileira que tinha como destino a Líbia para verificar in locco o que estava acontecendo por lá e a missão não pôde ser cumprida em função da intensificação dos bombardeios da OTAN.

2. Um panorama geral sobre a Líbia naquele período de agosto de 2011 e as perspectivas para o país do norte da África que tinha um idh maior do que o do Brasil e maior do continente africano.

3. Os acontecimentos na Líbia, país produtor de petróleo de alta qualidade, e suas repercussões no Brasil. Pré-sal e Líbia, algo a ver?

4. A cobertura midiática da guerra civil líbia. Como os canais de televisão como a CNN, al Jazzeera e demais canais de televisão cobriram o conflito.

5. reflexão sobre documentos do site WikLeaks. Já com a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo restabelecido pelo Congresso, uma análise dessa cobertura pode ser de grande utilidade para os futuros jornalistas que estão se formando.

6. Reflexões para 2012

Mário Augusto Jakobskind é jornalista e escritor carioca. Foi colaborador dos jornais alternativos Pasquim e Versus, repórter da Folha de S. Paulo (1975 a 1981) e correspondente da Rádio Centenária de Montevideo, além de editor de Internacional da Tribuna da Imprensa (1989 a 2004) e editor em português da revista cubana Prisma (1988 a 1989). Atualmente é correspondente do semanário uruguaio Brecha e membro do conselho editorial do Brasil de Fato. É autor, entre outros livros, do recente Líbia, barrados na fronteira – o que não saiu na mídia sobre a invasão da Líbia (Booklink, 2011),  América Que Não Está na Mídia (Adia, 2006), Dossiê Tim Lopes – Fantástico/Ibope (Europa, 2004), A Hora do Terceiro Mundo (Achiamê, 1982), América Latina – Histórias de Dominação e Libertação (Papirus, 1985) e Cuba – apesar do bloqueio, um repórter carioca em Cuba (Ato Editorial, 1986). Escreve regularmente no blog carioca Fazendo Media (http://www.fazendomedia.com/).

Título: Em outubro de 2009 foi agraciado pela Prefeitura de Montevidéu com o título de Visitante Ilustre. Justificativa: desagravo a expulsão ocorrida em setembro de 1981 pela ditadura da época e ainda pelo reconhecimento pela ajuda prestada a refugiados políticos uruguaios no período da ditadura de 1973 a 1984. Além do jornalista outros dois brasileiros receberam o mesmo título: Pelé e Ziraldo.

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23
jan
12

Vem aí, de 06 a 10 de fevereiro, na Palavraria: Oficina de romance, com Luiz Ruffato

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Cursos e Oficinas na Palavraria

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Oficina de romance

Com Luiz Ruffato

De 06 a 10 de fevereiro de 2012, das 19às 21h

Informações e inscrições na Palavraria: 51 3268 4260
Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim – Porto Alegre
De segunda a sábado, das 11 às 21h

Investimento: R$ 250,00

10 vagas

Durante a semana de 6 a 10 de fevereiro, entre 19 e 21 horas, Ruffato promoverá uma espécie de terapia em grupo. Cada aluno levará uma sinopse do romance que quer escrever e um trecho ou capítulo de até 6 mil caracteres. A cada dia, uma hora será dedicada para cada aluno. Serão discutidas em profundidade a sinopse (ou seja, o conteúdo buscado) e o trecho ou capítulo (ou seja, como está se constituindo o livro). Todos os alunos participam dessas discussões, porque é das necessidades concretas que nascem as reflexões teóricas. Ruffato vem realizando com sucesso essa experiência durante quatro anos em cursos mensais na Estação das Letras, do Rio de Janeiro, e um curso específico sobre romance na Biblioteca Pública do Paraná.

Luiz Ruffato dedica-se exclusivamente à literatura desde 2003. Publicou, entre outros, Eles eram muitos cavalos (editado também na Itália, Portugal, França e Argentina, e no prelo na Colômbia, Alemanha e novas edições na Itália e Portugal), Estive em Lisboa e lembrei de você (também lançado em Portugal, Itália e Argentina) e a série Inferno Provisório, constituída de cinco volumes: Mamma, son tanto felice (também lançado na França e México), O mundo inimigo (também lançado na França e no prelo no México), Vista parcial da noite, O livro das impossibilidades e Domingos sem Deus. Recebeu os prêmios APCA, Machado de Assis e Jabuti, e foi finalistas do Portugal Telecom e Zaffari-Bourbon. Além disso, organizou diversas antologias. Há cinco anos é consultor para literatura do Instituto Itaú Cultural e em abril torna-se escritor residente da Universidade de Berkeley.

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23
jan
12

Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 28/01, o Sarau das 6: leituras e comentários sobre Federico Andahazi, Ricardo Piglia e Mempo Giardinelli

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28, sábado, 18h: O Sarau das 6 apresenta 3 autores contemporâneos: Federico Andahazi, Ricardo Piglia e Mempo Giardinelli. Leituras e comentários sobre vida e obra dos autores.

Federico Andahazi, nascido em Buenos Aires em 1963, é um premiado autor de sete romances e uma polêmica História Sexual dos Argentinos. Suas obras exploram os mistérios da Idade Média, a obscuridade do Cristianismo e os mais íntimos recantos da sexualidade em uma explosão de enigmas, de referências literárias e de lascívia.

Ricardo Piglia  é um dos maiores escritores da Argentina da atualidade, onde voltou a   morar  quando se aposentou da Universidade de Princeton (EUA). Autor de Respiração artificial e o Último leitor, Piglia se volta para um romance intitulado Alvo Noturno, que tem todos os ingredientes para um romance policial, como assassinatos, drogas sexo e corrupção, no entanto, a  trata-se de um romance com uma atmosfera noir.

Mempo Giardinelli, exilado por oito anos no México durante a ditadura, é escritor, jornalista e nasceu em 1947 na Argentina, país onde vive atualmente, é autor de Impossível equílibrio e Luna Caliente, este último, adaptado para a minissérie homônima exibida na Rede Globo e protagonizada por Paulo Betti e Ana Paula Tabalipa, Mempo retrata uma Argentina sem valores, corrompida pela truculência e falta de escrúpulos instauradas pela ditadura militar

O grupo responsável pela produção e apresentação do Sarau das 6 é formado por

Jaqueline Bohn Donada. Apaixonada, em tempo integral, por literatura, cultura e viagens. Viajou às entranhas monstruosas do romantismo quando publicou o livro “Spontaneous Overflow of Powerful Feelings”: Romantic Imagery in Mary Shelley’s Frankenstein, em 2009. Formada em Letras, respira literatura, principalmente a de língua inglesa, há anos. Atualmente vive no século XIX. Nas horas vagas, é professora de inglês e aluna de doutorado pela UFRGS.

 Gabriela Silva. Tem literatura no seu dna. Desde a infância convive com homens e deuses e as histórias que lhe contam. É formada em Letras, estuda o mal e a morte na literatura e todas as teorias conspiratórias e literárias. É doutoranda em Teoria da Literatura na PUCRS, tendo como foco a construção da personagem. Atualmente está em Lisboa, dizem que estudando.

Lígia Savio. Amante do poeta francês Rimbaud desde a adolescência, é professora de literatura, do município de Porto Alegre e doutora em Letras pela UFRGS. Participou de antologias independentes na década de 70 (Teia, Teia II e Paisagens) com a participação de Caio Fernando de Abreu e Wesley Coll. entre outros.

Jeferson Tenório. É feito de literatura. Professor e apaixonado por Dom Quixote. Premiado no concurso Paulo Leminski em 2009 com o conto “Cavalos não choram” e no concurso Palco Habitasul com o conto “A beleza e a tristeza”, adaptado para o teatro em 2007 e 2008, além de ter tido poemas selecionados no concurso Poemas no Ônibus em 2009. Faz mestrado em literaturas Luso-africanas pela UFRGS

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