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Vai rolar neste domingo, 22/04: FestiPoa na Palavraria

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22, domingo – Festipoa na Palavraria:

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14h30 – Narrativas breves, fantásticas e reais, com Henrique Schneider e Olavo Amaral. Mediação: Leila Teixeira

Henrique Schneider nasceu em 1963 e vive em Novo Hamburgo (RS). Tem diversos livros publicados, entre os quais O grito dos mudos, A segunda pessoa, Contramão e o recente A vida e breve e passa ao largo. Escreve, todos os domingos, a coluna Vida breve, no jornal ABC Domingo.

Olavo Amaral nasceu em 1979 em Porto Alegre. É autor do volume de contos ‘Estática’ (IEL, 2005), além de ter participado da antologia ‘Contos de Oficina 34’ e colaborado com alguns sites e jornais literários. Também atua como roteirista de cinema, colaborando com a produtora Clube Silêncio desde sua fundação, e atualmente finaliza seu primeiro curta-metragem como diretor. Mantém um blog em outro canto deste não-lugar. Nas horas vagas, é médico e pesquisador em neurociências.

Leila de Souza Teixeira, nascida em Passo Fundo (RS), em 1979, é formada em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O interesse por literatura a levou a cursar a Certificação Adicional em Escrita Criativa, na PUC/RS, bem como a participar das oficinas literárias de Charles Kiefer, Luiz Antonio de Assis Brasil e Léa Masina. Venceu, em 2006, os concursos Osman Lins e Mário Quintana/SINTRAJUFE. Publicou contos nas antologias Inventário das delicadezas (2007) e Outras mulheres (2010) e na Revista VOX do IEL/RS (2011). É autora do livro de contos Em que coincidentemente se .É idealizadora e curadora da Vereda Literária.

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16h24 – Leitura A melhor maneira de dizer tudo em 6 minutos, com Ramon Mello

Ramon Mello nasceu em Araruama/RJ, em 1984. É poeta e jornalista. É repórter do site Saraiva Conteúdo, desde 2009. É colaborador do Portal Literal, Portal Cultura.rj e Prosa & Verso. Organizador de Escolhas (Língua Geral, 2009) – autobiografia intelectual da professora Heloisa Buarque de Hollanda. Pesquisador e coorganizador de Enter, Antologia Digital. Responsável pela obra do poeta Rodrigo de Souza Leão, falecido em 2009. Participou das antologias Como se não houvesse amanhã – 20 contos inspirados em letras da Legião Urbana (Record, 2010) e Rio-Haiti, 101 histórias (Garimpo Editorial, 2010). É autor do livro de poemas Vinis mofados (Língua Geral, 2009). Mantém os blogs Sorriso do Gato de Alice e Letras – Saraiva Conteúdo.

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16h30 – Identidade: ficção, esquecimento e memória?, com Pedro Maciel e Altair Martins. Mediação: Luciana Thomé; Lançamento: Previsões de um cego, de Pedro Maciel

Pedro Maciel é mineiro de Sete Lagoas. Foi crítico literário do Jornal do Brasil e atualmente dedica-se exclusivamente à literatura, já tendo publicado os livros A HORA DOS NÁUFRAGOS (Editora Betrand Brasil), COMO DEIXEI DE SER DEUS (Editora Topbooks) e, mais recentemente RETORNAR COM OS PÁSSAROS (Editora Leya).

Altair Martins nasceu em Porto Alegre, em 1975. É bacharel em Letras e mestre em Literatura Brasileira pela UFRGS. Leciona em escolas de Porto Alegre e é responsável pela cadeira de Conto no Curso de formação de escritores das Unisinos, em São Leopoldo. Como escritor, estreou com a antologia de contos Como se moesse ferro (1999), seguida de Se choverem pássaros. A parede no escuro, seu primeiro romance, foi vencedor do segundo Prêmio São Paulo de Literatura, na categoria primeiro romance, em 2009. Com seus livros anteriores, Altair Martins também foi vencedor do Prêmio Guimarães Rosa da Radio France Internationale, em 1999, do Prêmio Luiz Vilela e do Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães, em 2001 e do Prêmio Açorianos na categoria Contos. Foi também finalista do Prêmio Jabuti em na categoria crônicas em 2001 com o livro Como se moesse ferro. A parede no escuro foi o vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2009 na categoria melhor romance de estréia. Seu livro mais recente é Enquanto água, Record, 2011.

Lu Thomé é jornalista e coordena projetos de assessoria de imprensa no Estúdio de Conteúdo, atendendo autores e editoras como Não Editora e Dublinense. Participou das antologias Ficção de Polpa – Volumes 1, 2 e 3 (Não Editora).

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18h30 – Literatura se faz na universidade?, debate com Carol Bensimon e Luís Roberto Amabile. Mediação: Augusto Paim

Carol Bensimon nasceu em Porto Alegre, em 1982. É mestre em Escrita Criativa pela PUCRS e doutorando em Literatura Comparada pela Sorbonne Nouvelle. Pó de parede (Não Editora), seu livro de estreia, foi finalista do Prêmio Açorianos de Literatura em 2008. Em 2009, lançou o romance Sinuca embaixo d’água (Companhia das Letras), indicado ao Prêmio São Paulo de Literatura, ao Prêmio Bravo! e ao Prêmio Jabuti.

Luís Roberto Amabile é um escritor-mestrando, em Teoria da Literatura / Escrita Criativa, na PUCRS. Participou de algumas antologias de contos, como Antologia de ficção científica Fantasporto (1001 mundos, 2012, lançada em Portugal). Em 2011, o seu O livro dos cachorros foi escolhido para publicação pelo IEL/RS. Também foi um dos vencedores da Temporada de Originais da Editora Grua Livros, pela qual publicará O amor é um lugar estranho.

Augusto Paim│Jornalista cultural, escritor e tradutor. Graduou-se em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), RS, em 2007, e agora cursa o Mestrado em Teoria da Literatura na PUC RS. Atualmente trabalha como jornalista cultural e assessor de imprensa freelance. Já colaborou com instituições como o Itaú Cultural e o Goethe-Institut Porto Alegre, dentre outros, e publicou reportagens nas revistas Continuum, Norte, Aplauso e Revista da Cultura. Em 2009, traduziu para o português o livro Johnny Cash – uma biografia, premiada obra do quadrinista alemão Reinhard Kleist. Em 2010, foi curador e organizador do I Encontro Internacional de Jornalismo em Quadrinhos.

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20h30 – Recital de poesia, com Alunos da oficina Bem dita palavra, ministrada por Maria Rezende.

Maria Rezende é poeta e dizedora. Aprendeu a dizer poemas aos 18 anos na Escola Lucinda de Poesia Viva, com a poeta e atriz Elisa Lucinda. Com outros alunos formou o grupo Te Pego Pelo Verso, que durante dois anos apresentou recitais da obra de poetas como Manoel Bandeira, Adélia Prado, Fernando Pessoa, entre outros. Aos 20 anos se tornou assistente de Elisa em oficinas de poesia falada pelo Brasil, e depois foi professora da Escola Lucinda durante dois anos. Tem dois livros publicados, Substantivo Feminino e Bendita Palavra, ambos acompanhados de CDs com os poemas falados.

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