Arquivo para maio \30\UTC 2012

30
maio
12

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 01/06: Lançamento do CD Parador, de Nosly Marinho

program sem

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01, sexta, 19h: Lançamento do CD Parador, de Nosly Marinho – Pocket voz e violão.

Produzido por Zeca Baleiro, o CD Parador foi gravado em São Paulo e tem a participação especial de Zelia Duncan, que divide os vocais com Nosly na faixa Nome. Um trabalho musical declaradamente pop. O compositor maranhense Nosly é um herdeiro legítimo da música que surgiu no Brasil no final dos anos 50, a Bossa Nova, que dividiu a Música Popular Brasileira em antes e depois dela. Exímio violonista, que não abre mão de harmonias elaboradas, Nosly propõe com sua técnica e talento elevar o nível da música que se faz hoje no país. Mas suas influências vão mais além. A musicalidade de duas cidades brasileiras marcam o seu trabalho: São Luís, pela diversidade de ritmos, e Belo Horizonte, pela sonoridade inaugurada pelo Clube da Esquina, liderado por Milton Nascimento e Wagner Tiso. É desses três universos tão distintos: bossa nova, ritmos maranhenses e música mineira, que surge o trabalho de Nosly. Uma estética sem modismos e preconceitos.

Perfil – Nosly nasceu em Caxias, Maranhão, em agosto de 1967. É autor de mais de 200 composições em diversos estilos, da MPB tradicional, passando pela Bossa Nova e pelo blues, até chegar aos ritmos dançantes como baião, reggae e funk. Entre os seus parceiros estão Zeca Baleiro, Nonato Buzar, Chico César, João Nogueira, Telo Borges, Tibério Gaspar, Luis Carlos Sá, Sérgio Natureza, Chico Anisyo e Joe Hamilton, além dos poetas Olga Savary e Celso Borges. e começou a compor na adolescência, já morando em São Luís. Autodidata, conquistou rapidamente os espaços culturais da cidade destacando-se em festivais.
No início dos anos 80 iniciou parceria com Zeca Baleiro com quem realizou vários shows na cidade. Em 1986 mudou-se para Belo Horizonte onde residiu até 1995. Aprimorou seus conhecimentos como violonista estudando, entre outros, com Ian Guest, Nelson Faria e Cláudia Cimbléris, além de fazer workshops com Toninho Horta, Dori Caymmi, Hermeto Paschoal e Heraldo do Monte. Na capital mineira atuou por três anos como violonista na Orquestra de Violões do Palácio das Artes. Tocou, também, como convidado, em shows de Toninho Horta, Lô Borges, Flávio Venturini e Paulinho Pedra Azul.
Nosly participou de festivais por todo o país, com destaques para o Canta Nordeste (Rede Globo, 1995) e o Festival do Carrefour, em duas oportunidades  (1992 e 1993). Em 1995, realizou vários shows no exterior. Ao lado da banda Brasil Corcovado, da cidade de Colônia/Alemanha, fez 44 apresentações em turnê por cinco países europeus: Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda e Suíça. Dois anos depois, voltou a Europa como convidado do compositor escocês, Joe Hamilton. Juntos, tocaram no The Garden London Jazz Festival, realizado em Canterbury, Inglaterra. Nosly teve, ainda, participação especial no novo disco de Hamilton.
O artista morou na Europa (Alemanha e Andorra) entre 2003 e 2006. Antes disso, foram 10 anos de Belo Horizonte e 10 de Rio de Janeiro. Na Europa, além de shows próprios, produziu e fez os arranjos do disco El Corazon (2005), em Paris, do compositor Otelo Netto, brasileiro radicado na Espanha. E lançou seu segundo trabalho Nave dos Sonhos (2007). Nosly voltou a morar em São Luís, em 2009.

Veja mais sobre Nosly em www.myspace.com/noslymarinho

 Parador estará à venda na Palavraria a partir desta sexta-feira.

 

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29
maio
12

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 30/05: Bate-papo com Bentto de Lima

program sem

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30, quarta, 19h: Identidade e realidade, bate-papo com o escritor Bentto de Lima.

A proposta do autor é dialogar sobre a idéia que o homem faz de si próprio no mundo. Essa idéia, que constitui a identidade humana, teve sua evolução ao longo da história. Bentto de Lima vai falar da visão totemista, de algumas expressões e resquícios dela no presente; das crenças em vários corpos para um mesmo ser humano; comentará idéias de Thomas Metzinger – professor de filosofia da Universidade de Mainz, na Alemanha – que pretende negar o ego pela neurociência, destacando a importância e a problemática dessa afirmação. Importam para o palestrante não as certezas em si (nem juízos sobre elas), mas, sim, o significado e a funcionalidade delas. Deste modo, acredita estar fazendo algo pertinente ao campo de estudos da história das religiões, seguindo os traços de Mircea Eliade e Ioan Petru Coulianu. Mas é claro que tal articulação exige que se passe pela filosofia, sempre com um tratamento Interdisciplinar.

Bentto de Lima é tradutor, escritor e conferencista. Graduado em Direito, Filosofia e Teologia, realizou traduções de autores significativos, como Agnes Heller, Mencken, Robert Graves e outros e tem publicados os livros Malungo: Decodificação da Umbanda (Bertrand Brasil, 1997) e O testamento da bruxa: lições de bruxaria essencial (1995).

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28
maio
12

Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 25/05: Palestra de Lúcia Serrano Pereira

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25, sexta: Machado de Assis: A Cartomante e a vertigem, palestra com a psicanalista Lúcia Serrano. Promoção do Núcleo de Cultura do Curso de Espanhol coordenado pela Professora Raquel Grossman. Fotos do evento.

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27
maio
12

Programação de 28 de maio a 03 de junho de 2012

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30, quarta, 19h: Identidade e realidade, bate-papo com o escritor Bentto de Lima.

A proposta do autor é dialogar sobre a idéia que o homem faz de si próprio no mundo. Essa idéia, que constitui a identidade humana, teve sua evolução ao longo da história. Bentto de Lima vai falar da visão totemista, de algumas expressões e resquícios dela no presente; das crenças em vários corpos para um mesmo ser humano; comentará idéias de Thomas Metzinger – professor de filosofia da Universidade de Mainz, na Alemanha – que pretende negar o ego pela neurociência, destacando a importância e a problemática dessa afirmação. Importam para o palestrante não as certezas em si (nem juízos sobre elas), mas, sim, o significado e a funcionalidade delas. Deste modo, acredita estar fazendo algo pertinente ao campo de estudos da história das religiões, seguindo os traços de Mircea Eliade e Ioan Petru Coulianu. Mas é claro que tal articulação exige que se passe pela filosofia, sempre com um tratamento Interdisciplinar.

Bentto de Lima é tradutor, escritor e conferencista. Graduado em Direito, Filosofia e Teologia, realizou traduções de autores significativos, como Agnes Heller, Mencken, Robert Graves e outros e tem publicados os livros Malungo: Decodificação da Umbanda (Bertrand Brasil, 1997) e O testamento da bruxa: lições de bruxaria essencial (1995).

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01, sexta, 19h: Lançamento do CD Parador, de Nosly Marinho – Pocket voz e violão.

Produzido por Zeca Baleiro, o CD Parador foi gravado em São Paulo e tem a participação especial de Zelia Duncan, que divide os vocais com Nosly na faixa Nome. Um trabalho musical declaradamente pop. O compositor maranhense Nosly é um herdeiro legítimo da música que surgiu no Brasil no final dos anos 50, a Bossa Nova, que dividiu a Música Popular Brasileira em antes e depois dela. Exímio violonista, que não abre mão de harmonias elaboradas, Nosly propõe com sua técnica e talento elevar o nível da música que se faz hoje no país. Mas suas influências vão mais além. A musicalidade de duas cidades brasileiras marcam o seu trabalho: São Luís, pela diversidade de ritmos, e Belo Horizonte, pela sonoridade inaugurada pelo Clube da Esquina, liderado por Milton Nascimento e Wagner Tiso. É desses três universos tão distintos: bossa nova, ritmos maranhenses e música mineira, que surge o trabalho de Nosly. Uma estética sem modismos e preconceitos.

Perfil – Nosly nasceu em Caxias, Maranhão, em agosto de 1967. É autor de mais de 200 composições em diversos estilos, da MPB tradicional, passando pela Bossa Nova e pelo blues, até chegar aos ritmos dançantes como baião, reggae e funk. Entre os seus parceiros estão Zeca Baleiro, Nonato Buzar, Chico César, João Nogueira, Telo Borges, Tibério Gaspar, Luis Carlos Sá, Sérgio Natureza, Chico Anisyo e Joe Hamilton, além dos poetas Olga Savary e Celso Borges. e começou a compor na adolescência, já morando em São Luís. Autodidata, conquistou rapidamente os espaços culturais da cidade destacando-se em festivais.
No início dos anos 80 iniciou parceria com Zeca Baleiro com quem realizou vários shows na cidade. Em 1986 mudou-se para Belo Horizonte onde residiu até 1995. Aprimorou seus conhecimentos como violonista estudando, entre outros, com Ian Guest, Nelson Faria e Cláudia Cimbléris, além de fazer workshops com Toninho Horta, Dori Caymmi, Hermeto Paschoal e Heraldo do Monte. Na capital mineira atuou por três anos como violonista na Orquestra de Violões do Palácio das Artes. Tocou, também, como convidado, em shows de Toninho Horta, Lô Borges, Flávio Venturini e Paulinho Pedra Azul.
Nosly participou de festivais por todo o país, com destaques para o Canta Nordeste (Rede Globo, 1995) e o Festival do Carrefour, em duas oportunidades  (1992 e 1993). Em 1995, realizou vários shows no exterior. Ao lado da banda Brasil Corcovado, da cidade de Colônia/Alemanha, fez 44 apresentações em turnê por cinco países europeus: Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda e Suíça. Dois anos depois, voltou a Europa como convidado do compositor escocês, Joe Hamilton. Juntos, tocaram no The Garden London Jazz Festival, realizado em Canterbury, Inglaterra. Nosly teve, ainda, participação especial no novo disco de Hamilton.
O artista morou na Europa (Alemanha e Andorra) entre 2003 e 2006. Antes disso, foram 10 anos de Belo Horizonte e 10 de Rio de Janeiro. Na Europa, além de shows próprios, produziu e fez os arranjos do disco El Corazon (2005), em Paris, do compositor Otelo Netto, brasileiro radicado na Espanha. E lançou seu segundo trabalho Nave dos Sonhos (2007). Nosly voltou a morar em São Luís, em 2009.

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02, sábado, 19h: Bianca Obino convida compositor e violonista Killy Freitas.

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24
maio
12

A crônica de Ademir Furtado: Um caso de idolatria

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Um caso de idolatria, por Ademir Furtado

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Eu era um garoto que não amava os Beatles e mal conhecia os Rolling Stones.  Elvis Presley não passava de um nome que o rádio anunciava de vez em quando, e um ator de filmes de matinê. Uma infância imune à influência dos ídolos daquela época. Até que um dia, no ano de 1972, eu desperdiçava o tempo na frente de um aparelho de televisão, entre os adultos que assistiam a um festival de música popular brasileira. A programação, sem muita graça para um impúbere, prendia apenas pelo hábito de esperar o sono diante de um totem que ainda simulava um pouco de magia. Mas, uma voz que soava onipresente anunciou o próximo participante. E um magricelo saltou no palco, com um microfone na mão. Vestido de preto, calça e jaqueta de couro, a gola levantada, e um topete atrevido avançava por cima da testa. O visual lembrava muito bem aquele galã que cantava e rebolava, e fazia as vezes de herói no cinema das tardes de domingo. Uma apresentação bem diferente dos demais artistas que se uniformizavam dentro de calças de boca larga e cabeleira caída sobre os ombros. Mas não só a roupa. A música era diferente. Os primeiros versos da letra, num inglês impostado, pareciam delírio de um doido a repetir incansável uma súplica diante da platéia. E o corpo todo se contorcia ao compasso da música, à semelhança de Elvis Presley nos filmes da sessão da tarde. Em seguida da introdução, emendava um trecho em português, num outro ritmo marcado por uma sanfona nordestina, que eu conhecia muito bem de tanto ouvir as melodias de Luiz Gonzaga. E o topetudo afirmava, como um pedido de desculpas, que não queria provar nada, não tinha nada pra dizer, também. Ele só queria cantar um rockzinho antigo, que não tinha perigo de assustar ninguém. Anos mais tarde, gaguejando algumas palavras de inglês, aprendi a cantar o refrão:

let me sing, let me sing,

let me sing my rock’n roll,

let me sing, let me sing,

let me sing my blues and go.

Na inocência de pré-adolescente, eu não atinava no significado daquela mistura de rock com baião. E também nem desconfiei que começava ali naquele momento o meu primeiro, e quase único, caso de idolatria.

E foi com um sentimento de reverência e passadismo que quebrei um jejum cinematográfico de vários meses para assistir ao filme Raul – o início, o fim, e o meio. Desnecessário dizer que não dei a mínima importância para questões formais da obra. Não sei avaliar se o filme é bom ou ruim do ponto de vista estético. E não só pelo fato de não ser um crítico de cinema. É que para um fã saudosista a figura de Raul Seixas transcende qualquer pretensão racional. Como um devoto fascinado, prostrei-me mais uma vez diante de uma tela para reverenciar um ídolo que virou mito e deixou sua marca de carimbador maluco na música brasileira.

Com a sucessão dos quatros eu voltei aos meus 13 anos, quando, em nova aparição na TV, Raul executava uma performance debochada. Dessa vez, um personagem, entediado com a vida de classe média, ironizava o coro dos deslumbrados com a ilusão de progresso do regime militar. Já morava em Ipanema, tinha comprado um Corcel 73, e pelas graças do Senhor podia desfrutar do domingo para ir com a família ao jardim zoológico dar pipoca aos macacos. Era o ouro dos tolos do milagre brasileiro.  Mas uma metamorfose ambulante, que sabia ser a mosca na sopa de muita gente, não podia parar na pista, pois sabia o perigo de ser atropelado. E numa sociedade alternativa com o futuro mago Paulo Coelho mergulhou nas drogas e na cultura indiana; andou pelos quatro cantos do mundo anunciando a chegada do Novo Aeon, e se tornou a luz das estrelas, o início o fim e o meio para uma geração. Durante um breve período, Raul Seixas brilhou incontestável como a vela que acende e a força da imaginação da música brasileira. Mas toda fonte luminosa um dia se apaga.

Aqui, mais uma vez, a trajetória do maluco beleza se aproxima da do pai do Rock, que ele tentava imitar no início da carreira. Um dos momentos mais impressionantes do documentário é a projeção de uma cena de Balada Sangrenta, estrelado por Esvis Presley, numa montagem em que as imagens dos dois roqueiros se confundem na parede de um edifício.

Nos anos 80, uma nova realidade brasileira demandava outras maluquices, e o cowboy fora da lei, com a saúde debilitada pelas drogas e pela bebida, foi jogado pra fora do trem. No final da década, por iniciativa de um novo amigo, Marcelo Nova, tentou outra vez retomar a missão de carpinteiro do universo. Mas era tarde. Apenas um disco gravado e alguns shows pelo Brasil serviram para antecipar o que os médicos já haviam diagnosticado poucos anos antes: o fim estava chamando o princípio pra poderem se encontrar.

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Ademir Furtado é autor do romance Se eu olhar para trás (Dublinense, 2011). Escreve no blog http://prosaredo.blogspot.com

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23
maio
12

Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 26/05: Lançamento do livro Caminhando na Chuva – Edição comemorativa de 30 anos, de Charles Kiefer

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26, sábado, 19h: Lançamento do livro Caminhando na Chuva – Edição comemorativa de 30 anos, de Charles Kiefer. (Editora Leya)

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Considerada pela crítica uma das mais importantes obras de Charles Kiefer, o romance Caminhando na chuva conta a história de Túlio, um garoto pobre que enfrenta muito preconceito na adolescência por ser o único aluno bolsista em um colégio particular e depois sofre ainda mais por se apaixonar por Rosana, uma moça rica, severamente controlada pelo pai. Acalentado pelas memórias de sua infância, inspiradas nas histórias contadas por seu avô, Túlio descobre o prazer na arte da leitura e da escrita e, com muita poesia, conta a sua história. E mais uma vez encontra preconceito, pois poesia, para seus conterrâneos,  não é coisa de homem. Mas Túlio sabe o segredo para escapar dos pré-julgamentos. O garoto descobriu que na chuva, com toda a cidade escondida em suas casas, não existe ninguém para criticá-lo. Por isso, ele prefere caminhar em dias chuvosos, com a cidade se abrindo só para ele, quando até as lágrimas podem cair em paz, porque misturadas à chuva, viram apenas gotas d’água.

Com uma linguagem delicada e simples, adequada a seu personagem-narrador, Charles Kiefer consegue retratar a juventude pré-democrática com fidelidade e graça. A edição de aniversário de 30 anos de publicação conta com ensaios de Deonísio da Silva e Sissa Jacoby.

Ficha técnica
Título: Caminhando na chuva
Autor: Charles Kiefer
Formato: 14 x 21 cm
Páginas: 124
Preço: R$ 29, 90

Sobre o autor

Nascido em 1958, Charles Kiefer é natural de Três de Maio-RS. Estreou na ficção em 1977, mas exclui de sua bibliografia seus três primeiros livros.  Caminhando na Chuva, seu quarto livro, editado em 1982,  já vendeu mais de 100 mil exemplares. Em 1985, o autor ganhou projeção nacional com a novela O pêndulo do relógio, agraciada com o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro. Em 1993, com Um outro olhar, livro de contos, e em 1997, com Antologia pessoal, antologia de contos, recebeu mais dois prêmios Jabuti. Foi finalista do prêmio Jabuti por várias vezes, com outros livros. Desde então vem acumulando uma série de outras premiações, como o prêmio Guararapes – da União Brasileira de Escritores –, o Prêmio Afonso Arinos – da Academia Brasileira de Letras – e o Altamente Recomendável para Adolescentes – da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, entre dezenas de outros. Em 2011, recebeu o Prêmio Mário de Andrade, categoria Ensaio Literário da Biblioteca Nacional, pela obra A poética do Conto: De Poe a Borges, um passeio pelo gênero, publicado pela Editora Leya. Com mais de 30 livros publicados, traduzido na França, onde é editado pela L´Harmattan, Charles Kiefer é professor da Faculdade de Letras da PUC-RS, e orientador de oficinas literárias particulares.


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23
maio
12

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 25/05: Bate-papo com a psicanalista Lúcia Serrano Pereira

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25, sexta, 18h30: Machado de Assis: A Cartomante e a vertigem, palestra com a psicanalista Lúcia Serrano. Promoção do Núcleo de Cultura do Curso de Espanhol coordenado pela Professora Raquel Grossman

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Lúcia Serrano Pereira é psicanalista, membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre – APPOA. Doutora em Literatura pela UFRGS, é autora dos livros Um narrador incerto, entre o estranho e o familiar (Cia. de Freud, 2004); O conto machadiano: uma experiência de vertigem (Companhia de Freud, 2008; em áudio-livro pela Editora Idéias a granel, 2010); Que queres tu de mim? (Editora Unisinos, 2011) e Machado por um fio – “A Cartomante e a Vertigem (Áudio livro Idéias a granel, 2010).

 

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