Arquivo para 9 de maio de 2012

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Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 10/05: Lançamento do livro Efêmero revisitado, de Leonardo Foletto

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10, quinta, 19h30: Lançamento do livro Efêmero revisitado, de Leonardo Foletto. Com transmissão da Pós Tv#TubodeEnsaio, enfocando o tema Teatralidade digital: potencialidades e desafios da cultura digital no teatro. Mediação de Claudia Schulz e a participação de Marcio Meirelles, de Salvador-Ba, por skype.

Com a rede mundial dos computadores, estar em algum lugar deixou de ser apenas uma condição real, física, para ser também uma condição virtual, digital. Os corpos passaram a ter a possibilidade de se digitalizarem, serem transformados em uma série de números binários que podem ser transportados via cabos de fibra ótica para diversos cantos do planeta como cópias potencialmente infinitas; um corpo vira número, que viaja, viaja, e se transforma em corpo (virtual, real?) de novo, em outro lugar, via computador. Se aos corpos é permitida a possibilidade de digitalização, ao teatro também? Poderia o olho no olho e o calor do tête à tetê ser transformado em número e reproduzido em diversos lugares ao mesmo tempo e ainda continuar a ser teatro? Poderia haver, assim, um teatro digital?

 

Leonardo Foletto é jornalista, pesquisador e professor. É editor do baixacultura.org, página que versa sobre cultura livre e (contra)cultura digital, e integrante da Casa da Cultura Digital, em São Paulo. Em 2011, pesquisou a relação do teatro com a tecnologia digital através de uma bolsa Funarte (Reflexão Crítica em Mídias Digitais), que resultou no livro Efêmero Revisitado: Conversas sobre teatro e cultura digital, publicado em dezembro de 2011 pelo selo do BaixaCultura e lançado no Festival CulturaDigital.br, no Rio de Janeiro.

 

Márcio Meirelles é diretor teatral, cenógrafo, dramaturgo e figurinista. Atua em teatro desde 1972. Foi fundador do grupo Avelãz y Avestruz (l976-1989), e criador/diretor do espaço cultural A Fábrica (1982). Durante os anos de 85 e 86, assumiu a chefia dos núcleos de cenografia e figurino e de direção e elenco da TV Educativa da Bahia. Paralelamente criou o Projeto Teatro para a Fundação Gregório de Mattos (1986). Foi diretor do Teatro Castro Alves, em Salvador – no período de 87 a 91. Ganhador de vários prêmios como diretor, cenógrafo e figurinista. Fez estágio na Circle Repertory Company (Nova York). Participou do Coloquio Brasil Alemanha de Teatro como palestrante a convite do Instituto Goethe. Co-dirigiu Sonho de uma noite de verão, com Werner Herzog. Dirigiu Zumbi em Londres com o Black Theatre Co-op, como parte do Lift (London International Theatre of London). Em 1990 criou, com Chica Carelli, o Bando de Teatro Olodum, que dirige até hoje. Em 1994, coordenou o projeto de reforma e revitalização do Teatro Vila Velha, foi seu diretor artístico até 1998 e, até 2006, na nova forma institucional que propôs, fez parte do colegiado gestor do teatro. De 2007 a 2010 foi Secretário de Cultura do Estado da Bahia.

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