Arquivo para agosto \31\UTC 2012

31
ago
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Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 31/08: Lançamento do livro Breu rendado, de Deisi Beier

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Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 31, lançamento do livro Breu rendado, poemas de Deisi Scherer Beier. Fotos do evento.

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Aconteceu na Palavraria, nesta quinta, 30/08: Por que escrever? – bate-papo com Ivan Angelo e Luís Henrique Pellanda

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Aconteceu na Palavraria, nesta quinta, 30: Por que escrever? – bate-papo com os escritores Ivan Ângelo e Luís Henrique Pellanda. Lançamento dos livros Certos Homens – de Ângelo e As melhores entrevistas do Rascunho – Volume 2, de Pellanda. Promoção de aniversário da Editora Arquipélago. Fotos do evento.

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30
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Dicas de leitura, por Álvaro Marins: Museu Desmiolado e Circo Mágico, de Alexandre Brito

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Visitar o Museu Desmiolado depois de uma noite no Circo Mágico, por Alvaro Marins

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O Museu desmiolado não é a primeira incursão de Alexandre Brito no universo da poesia para crianças. Ou, como ele informa na capa de seu livro anterior, o Circo mágico, são poemas para “gente pequena, média e grande”.

Neste primeiro livro, destinado a esse público tão especial, encontramos o poeta de Visagens, Zeros e O fundo do ar e outros poemas retrabalhando, na chave do imaginário infantil, procedimentos muito comuns em seus poemas dirigidos, sobretudo, para a gente grande.

O poeta porto-alegrense é, em sua poética como um todo, um exímio esgrimista das palavras. Autor de belos haikais em Visagens, onde os recursos deste tipo poema são usados com maestria, Brito, neste livro da juventude, utilizava trocadilhos, aliterações e insights poéticos, que criavam imagens de rara beleza, encontráveis somente nos cultores brasileiros mais conhecidos desse gênero de poesia japonesa — Paulo Leminski, Olga Savary e Alice Ruiz, para ficarmos apenas nesses três.

O haicai exige grande domínio no uso desses procedimentos, mas eles precisam também ser utilizados com leveza e humor. E os livros de Brito focados nesse público de “gente pequena” são plenos dessa leveza e desse humor. Trabalhando esses elementos com fina harmonia, os seus poemas para crianças alcançam aquilo que poderíamos chamar de simplicidade inteligente. Que eu tenho certeza de que as crianças adoram. As crianças reconhecem suas próprias capacidades e ficam felizes quando adultos também reconhecem-nas.

A recusa em enxergar seus leitores menores como seres infantilizados contribuiu muito para o resultado que o poeta obtém nos poemas de Museu desmiolado. Entretanto, é preciso dizer que nesta segunda incursão de Brito na poesia para crianças seus poemas ganham um contorno diferente em seu conjunto temático.

Se em Circo mágico a graça dos poemas estava em tratar de personagens que existem na tradição circense mundial, no Museu desmiolado, Brito imagina poeticamente museus inexistentes.

No livro anterior todos os poemas tratam de personagens que podem ser encontrados em qualquer circo do mundo, do menor ao maior: o malabarista, o palhaço, o equilibrista, a mulher que engole fogo, o domador, o mágico, entre outros. Cada um deles ganhou um poema. O da mulher-borracha, por exemplo, começa assim:

a mulher-borracha
é que tem jogo de cintura

parece de látex
retorce pra lá, retorce pra cá
vira do avesso
se estica toda
que nem cobra, lombriga, minhoca
(…)

É curiosa a brincadeira que o poeta adota para a maioria desses poemas. Pode-se dizer que neles Brito brinca com as metáforas, mas, curiosamente, “desmetaforizandoas” de forma muito divertida. Explico melhor: a expressão ter jogo de cintura é uma metáfora utilizada para pessoas pouco rígidas, que são mais flexíveis, principalmente diante de situações difíceis da vida. Entretanto, no caso da mulher-borracha, isso não é uma metáfora e sim uma realidade física, corporal, visível. A mulher-borracha não é nem um pouco rígida, pelo contrário, é capaz de alcançar o máximo de flexibilidade. Nesse processo, a figura de linguagem deixa de ser retórica para ser o significante objetivo da coisa significada.

O curioso é que fazendo uso de um procedimento que, a princípio, seria despoetizante, paradoxalmente, esses poemas ganham uma inesperada e bem-humorada carga poética em virtude mesmo do jogo de palavras criado por Brito, cujos versos são de uma simplicidade quase atrevida. Vejam que o procedimento se consolida ao final do poema, quando ele fornece a seguinte informação para o leitor:

(…)
mas o namorado largou dela
diz que é muito enrolada

O mesmo recurso é utilizado em vários poemas do Circo. Reparem nesse, dedicado ao equilibrista da corda bamba. Ele começa assim:

O equilibrista
É o passista da corda bamba

E termina assim:

(…)
no carnaval
ele relaxa geral
sai na imperadores do samba
e todo mundo diz:
esse é bamba!

Para não nos alongarmos nas citações, finalizo com este pequeno poema que fala da mulher do atirador de facas, que recupera para o leitor em chave poética a atmosfera tensa desse famoso número circense:

a mulher do atirador de facas
confia no marido de olhos fechados

errar é humano
mas ela nem desconfia

Cito esses exemplos porque eles ilustram bem o procedimento poético de desmetaforização do qual falamos acima e porque eles percorrem estruturalmente todo o corpo daquele livro. Embora os recursos utilizados por Brito não se restrinjam a esse, trata-se de um aspecto interessante da obra porque, ao longo de sua leitura, o leitor aprende a regra do jogo poético proposto pelo poeta e, por conta disso, desfruta com mais prazer dos seus poemas.

O Museu desmiolado tem uma estrutura diferente. Como já dissemos antes, os poemas deste livro tratam de museus inexistentes. Dois recursos básicos sustentam a poética desse livro fascinante: o ritmo e a própria imaginação. Se fôssemos colocar em termos poundianos, sua ênfase se apoiaria nos efeitos da melopéia e da fanopéia.

Um outro detalhe interessante, que ajuda a dar consistência aos museus imaginários do poeta, é que eles são cheios de coisas. E como nos museus, as coisas adquirem uma aura de encantamento que fixa nossa atenção e dita o ritmo dos versos. No “Museu do botão”, segundo o poeta,

(…)
tem botão de camisa, de saia, de calça
de bolso, de bolsa, de gola, de gala, de alça
botão que disfarça e botão que realça

fixo, elástico, natural, poroso, reciclado
fino, chato, oval, redondo, quadrado
de tudo quanto é estilo e formato
(…)

No incrível “Museu do vento”, o procedimento é semelhante.

no museu do vento
o vento venta por todo lado
não tem como não ficar
descabelado
(…)

vento que leva, vento que trás
vento que fica e vento que indica
vento é como água da bica
depois que passa não volta mais
(…)

Como nas estantes, paredes e vitrines de um museu real, o “Museu das palavras esquecidas” apresenta-as em estrofes que guardam uma semelhança meio cômica com a literatura de cordel.

(…)
zambaio, cacófato, furibundo
umbela, gabara, monoico
ibiboca, jaguacinim, ladário
lequéssia, macanjice, uliginário

Chega a ser hilário
Pacholice, rebimboca, pachouchada
Quadrarão, iluminância, tabicada
Saçanga, talisca, patuscada
Vacatura, zafimeiro, tachonada

O poeta diverte-se junto com seus leitores, sejam eles grandes ou pequenos. E não é para menos. Nesta coletânea de poemas e museus, a imaginação corre solta e robusta, penetrando nas galerias dos mais variados tipos de museu: o “Museu do assobio”, o “Museu invertido”, o “Museu dos palíndromos”. Fico a imaginar quem irá visitar o talvez definitivo “Museu do fim do mundo”…

O escritor francês André Malraux disse em um livro chamado O museu imaginário que “O museu é um confronto de metamorfoses”. Sabemos também que a palavra museu deriva do grego e que designava o templo das musas — divindades que inspiravam a poesia, a música, a oratória, a história, a tragédia, a comédia, a dança e a astronomia. Acredito, pois, que foi a união tradicionalmente divina, que transforma a imaginação em poesia, que inspirou a criação de tantos museus imaginários neste desmiolado museu do Alexandre Brito.

Um último aspecto a ser ressaltado é que os dois livros, o Circo… e o Museu…, apresentam um projeto gráfico muito bonito e atraente, cujas ilustrações do primeiro ficaram a cargo de Eduardo Vieira da Cunha, e as do segundo contaram com o talento de Graça Lima. Nos dois casos o poema e a imagem criada pelos ilustradores compõem um harmonioso diálogo de formas, cores, significados, símbolos e versos, que resultam numa leitura muito gratificante a cada página.

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Álvaro Marins é doutor em Teoria Literária pela UFRJ e coordenador de pesquisa e inovação museal do IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus.

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Alexandre Brito nasceu em Porto Alegre. É poeta, músico e letrista. Cursou filosofia em Florianópolis e estudou música em Belo Horizonte. De volta ao Rio Grande do Sul, passa a atuar na Capital organizando eventos (Poetar – 2ª Mostra de Poesia de Porto Alegre e a 1ª Semana da Fotografia de Porto Alegre), coordenando como editor a Coleção Petit-Poa para a SMC/PMPA, e participando da Roda de Poesia no Bric da Redenção. Ainda nos anos 90 participa da Banda Os Três Poetas, e de 2002 pra cá, da Banda os poETs, que já está no seu segundo CD e prepara seu primeiro DVD. Nos anos 80, em São Paulo, é parceiro de Fred Maia na Edições Nomades. Em Porto Alegre, cria a AMEOP – ameopoema editora, com Ricardo Silvestrin, e, desde 2011, participa da Coleção Intante Estante, de Sandra Santos, como escritor e editor em língua portuguesa. Nos últimos anos, paralelamente ao trabalho adulto, vem escrevendo para crianças. Seu primeiro livro, Circo Mágico, foi selecionado pelo PNBE-MEC e adotado pela Rede de Escolas Municipais de Belo Horizonte, e Museu Desmiolado foi selecionado para o Catálogo Brasileiro da Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha –Bologna Children’s Book Fair 2012e recebeu o prêmio Prêmio Os 30 Melhores Livros Infantis do Ano – Revista Crescer – 2012. Uakti, lançado em 2011 na 57ª Feira do Livro de Porto Alegre, divide com Uiara, de Sandra Santos, a publicação vira-vira/dois-em-um da Coleção PoeMitos/Casa Verde Editora. Livros publicados: Visagens, Zeros, O fundo do ar e outros poemas, Circo Mágico (infantil), Met@língua, Museu Desmiolado (infantil), A Poesia de Alexandre Brito (e-book), Uakti (infantil).

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Os livros comentados nesta coluna podem ser adquiridos na Palavraria. Faça o seu pedido:

Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim
90420-111 – Porto Alegre – RS
Telefone 51 3268 4260
palavraria@palavraria.com.br


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30
ago
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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 01/09: Sarau das Seis – A ciranda das poetisas: Florbela Espanca, Sophia de Melo Andrensen, Hilda Hilst e Adélia Prado

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01, sábado, 18h: Sarau das Seis – A ciranda das poetisas: Florbela Espanca, Sophia de Melo Andrensen, Hilda Hilst e Adélia Prado.Com Gabriela Silva, Jaqueline Bohn Donada, Lígia e Jeferson Tenório, com a participação especial de Robertson Frizero.

Cirandas para amar o amor, cirandas para cantar a vida, círculo de leitura, de canto, de poesia viva e mutante. É essa a ideia da edição A ciranda das poetisas do Sarau das Seis. Serão lidos e compartilhados os amores e modos de ver o mundo e a vida dessas quatro grandes artistas. Cronistas, dramaturgas, ficcionistas, poetisas elas construíram um universo poético compartilhado por milhares de leitores. Florbela Espanca, Sophia de Melo Andrensen, Hilda Hilst e Adélia Prado são nossas leituras, seus poemas e sujeitos líricos serão nosso tema. Se a poesia é o gênero da recordação, se devemos dar corda constante em nossos corações, estejam conosco sábado, tragam seus livros, seus poemas prediletos, suas vozes e seus afetos poéticos. O sarau de é de leitores e para leitores.

Florbela Espanca nasceu em Vila Viçosa em 1894 e faleceu na cidade de Matosinhos  em 1930, ambas as cidades são em Portugal. Sua poesia é marcada pela tristeza dos desencontros amorosos e ausente de questões humanistas ou sociais. Suas produções poéticas são uma tentativa da emancipação afetiva feminina, delimitadas por um eu-lírico de alma instável que se compõe através dos temas como morte, solidão, desejo, distância e paixão.

Sophia de Mello Andrensen nasceu em 1919 na cidade do Porto e faleceu em 2004 em Lisboa. Destaca-se como a mais importante poetisa portuguesa do século XX. Foi primeira mulher portuguesa a receber o Prêmio Camões, considerado o mais importante prêmio literário da língua portuguesa, em 1999. Seus poemas estão repletos de imagens que configuram a memória da artista: a pátria, as casas da infância, a crença nos valores sebastianistas, o humanismo e o idealismo entre tantos outros.

Hilda Hilst nasceu em Jaú, São Paulo em 1930 e faleceu em Campinas, também em São Paulo em 2004. É considerada pela crítica a grande poetisa brasileira do século XX. Estigmatizada com a fama de maldita e obscena Hilda construiu poemas que tem por cerne aspirações metafísicas e imagens de desejo, amor e morte.

Adélia Prado nasceu em Divinópolis, Rio de Janeiro em 1936, seus poemas são marcados pela presença de representações do cotidiano, do feminismo e do feminino numa tentativa de equilíbrio entre os dois. Também é característica de sua produção poética a transformação do que é lúdico em realidade descrita.

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O grupo responsável pela produção e apresentação do Sarau das 6 é formado por

Jaqueline Bohn Donada. Apaixonada, em tempo integral, por literatura, cultura e viagens. Viajou às entranhas monstruosas do romantismo quando publicou o livro “Spontaneous Overflow of Powerful Feelings”: Romantic Imagery in Mary Shelley’s Frankenstein, em 2009. Formada em Letras, respira literatura, principalmente a de língua inglesa, há anos. Atualmente vive no século XIX. Nas horas vagas, é professora de inglês e aluna de doutorado pela UFRGS.

 Gabriela Silva. Tem literatura no seu dna. Desde a infância convive com homens e deuses e as histórias que lhe contam. É formada em Letras, estuda o mal e a morte na literatura e todas as teorias conspiratórias e literárias. É doutoranda em Teoria da Literatura na PUCRS, tendo como foco a construção da personagem. Atualmente está em Lisboa, dizem que estudando.

Lígia Savio. Amante do poeta francês Rimbaud desde a adolescência, é professora de literatura, do município de Porto Alegre e doutora em Letras pela UFRGS. Participou de antologias independentes na década de 70 (Teia, Teia II e Paisagens) com a participação de Caio Fernando de Abreu e Wesley Coll. entre outros.

Jeferson Tenório. É feito de literatura. Professor e apaixonado por Dom Quixote. Premiado no concurso Paulo Leminski em 2009 com o conto “Cavalos não choram” e no concurso Palco Habitasul com o conto “A beleza e a tristeza”, adaptado para o teatro em 2007 e 2008, além de ter tido poemas selecionados no concurso Poemas no Ônibus em 2009. Faz mestrado em literaturas Luso-africanas pela UFRGS.

Robertson Frizero é escritor, tradutor, revisor e professor de idiomas. Mestre em Teoria da Literatura, Especialista em Ensino e Aprendizagem de Línguas Estrangeiras. Tem aperfeiçoamento em Administração de Sistemas e Bacharelado em Ciências Navais. Gestor Cultural da Editora 8INVERSO de 2009 a 2011. Seu livro de estreia na ficção, Por que Elvis não latiu?, foi premiado pela revista CRESCER e indicado ao Prêmio Açorianos de Literatura 2011 na categoria Literatura Infantil.

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30
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Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 29/08: Lançamento do livro Intrigas da colônia, de Laura Peixoto

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Aconteceu na Palavraria, o lançamento do livro Intrigas da colônia, de Laura Peixoto. Fotos do evento.

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29
ago
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Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 31/08: Lançamento do livro Breu rendado, de Deisi Beier

program sem

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31, sexta, 19h: Lançamento do livro Breu rendado, poemas de Deisi Scherer Beier (Editora Movimento).

O leitor está prestes a mergulhar entre as capas do terceiro livro de poemas de Deisi Beier intitulado Breu rendado. Deisi sugere com essa metáfora sua apetência por uma linguagem aparentemente mais fechada ou rente a uma obscuridade virtuosa, espécie de corolário da razão poética. A poeta convida o leitor a se situar, portanto, no centro de uma tensão entre o fechado e o aberto. Breu rendado supõe uma subjetividade conquistada e estruturada sobre escolhas expressivas. O que parece difícil em poesia não pretende cancelar a participação do leitor, o difícil está no poema como  um convite à colaboração e à sugestão. Deisi faz a si mesma essa pergunta subjacente ao trabalho compositivo de qualquer poema: como dizer o que é tão claro aos olhos? Aquilo que o poema tenta figurar e que, a princípio, o justificaria enquanto forma estética acaba por escapar da vista do seu criador. Mas é aqui que o leitor se torna decisivo, pois ele reinventa o poema; o significado não está mais no poema (aliás, nunca esteve), mas no leitor. Na superfície têxtil dos poemas de Deisi Beier o leitor deve estar disposto a apalpar, aqui, um “bloco de nudez e escuridão”, ali, vestir “as trevas guardadas nas roupas” e, mais além, aceitar que as palavras vazem de seu vazio. Palavras, férreas como o silêncio do escorpião.  Breu rendado, mais um belo conjunto de poemas de Deisi Beier.

Deisi Scherer Beier é formada em Direito e, atuando na área, desde sempre Deisi Beier trabalha com as palavras. Estreou, em 2007, com Tramas de orvalho, publicado pela Movimento, “onde ela busca uma provocante indeterminação na sua interação complexa com o pano de fundo da sociedade”. Publicou em 2010, também pela Movimento, Córrego de amarras, seu segundo livro de poemas.

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29
ago
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Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 28/08: lançamento do livro A sociedade midiocre

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Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 28, lançamento do livro A sociedade midiocre – passagem ao hiperespetacular (o fim do direito autoral e da escrita), de Juremir Machado da Silva. Fotos do evento.

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