Arquivo para fevereiro \28\UTC 2013

28
fev
13

Vem aí, na Palavraria: Curso sobre o escritor Amós Oz, com Leniza Kautz Menda

.

.

cursos 2013

.

.

O particular e o universal na obra de Amós Oz
com Leniza Kautz Menda

.

Amós Oz - cartaz

.

A partir da contextualização histórica, política e biográfica da vida e da obra do autor, o curso terá como foco, em cada encontro, a análise e discussão de uma obra de um conjunto de quatro selecionadas com o objetivo de estabelecer de que modo em cada uma delas se constitui a dialética anunciada no tema. Ao longo do curso serão alvo de leitura e análise os livros A caixa preta, Meu Michel, Cenas da vida na aldeia e De amor e trevas.

As aulas serão desenvolvidas através da exposição teórica por parte da ministrante e de debates em torno das leituras feitas.

Como condição básica para o desenvolvimento do curso, a leitura prévia de cada obra será pré-requisito para cada encontro.

Cronograma:

1º encontro: 14 de março – Vida e obra de Amós Oz (dados biográficos, contextualização da época, temática principal da obra). Audição de trechos de vídeo sobre a vida e a obra de Amós Oz.

2º encontro: 21 de março – Análise e discussão do romance A caixa preta.

3º encontro: 28 de março- Análise e discussão do romance Meu Michel.

4º encontro: 04 de abril – Análise e discussão do livro de contos Cenas da vida na aldeia.

5º encontro: 11 de abril – Análise e discussão do romance De amor e trevas.

Investimento: R$160,00 à vista ou duas parcelas de R$80,00.

Cada encontro individual terá um custo de R$40,00.

amos ozAmós Oz nasceu em 1939 em Jerusalém. Considerado um dos melhores escritores de Israel, é uma figura pública importante no país pela dupla condição de romancista renomado e ativista político. Hoje mora em Arad, no deserto do Neguev, onde leciona literatura hebraica na Universidade Ben Gurion. Sua obra foi traduzida para mais de 20 idiomas. O romance De amor e trevas foi ganhador do prêmio France Culture e do prêmio Goethe em 2004. Pela Companhia das Letras, publicou Conhecer uma mulher (1992), A caixa preta (1993), Fima (1996), Não diga noite (1997), Pantera no Porão (1999), O mesmo mar (2001) e Meu Michel (2002).

leniza kautz menda

Ministrante: Leniza Kautz Menda é licenciada em Língua Portuguesa e possui Mestrado em Literatura Brasileira. É autodidata em Literatura Hebraica Contemporânea tendo ministrado vários cursos na Palavraria sobre essa temática.

Informações e inscrições na Palavraria: 51 3268 4260
Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim – Porto Alegre
De segunda a sábado, das 11 às 21h

.

.

Anúncios
25
fev
13

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 01/03, lançamento do livro A Bíblia segundo Beliel – Da criação ao fim do mundo, de Flávio Aguiar

program sem

.

01, sexta, 19h: Lançamento do livro A Bíblia segundo Beliel – Da criação ao fim do mundo: como tudo de fato aconteceu e vai acontecer, de Flávio Aguiar. Bate-papo do autor com o escritor e tradutor Paulo Neves.

.

a-biblia-segundo-beliel_capaUm anjo desgarrado decide reunir narrativas bíblicas perdidas. Mas os narradores são, na maioria, como ele: desgarrados. São os coadjuvantes da história, como a pomba que Noé soltou da arca para ver se as águas do dilúvio tinham baixado; ou o demônio Misgodeu, que trabalha como porteiro do Inferno, um faz-tudo que toca os mecanismos daquele fim de mundo, sem o qual nada funciona no reino de Lúcifer; ou ainda o escravo de Jó, que assiste, completamente surpreso, à desgraça e às tentações de seu amo.

Lemos também sobre a luxúria e a hecatombe de Sodoma e Gomorra contada por um dos anjos enviados para averiguar o que por lá se passava (e como se passavam coisas!). Assim como fala do passado, a narrativa de Beliel, ele mesmo um faz-tudo nos céus, se dirige ao futuro, nos levando a uma versão absolutamente fantástica do fim dos tempos e do destino da Criação.

A Bíblia segundo Beliel glosa as teorias e previsões sobre a proximidade do fim do mundo, como acontece no Apocalipse de São João Evangelista. Só que com alguns detalhes que São João não previu nem talvez pudesse prever. Afinal, o autor leva uma vantagem: está quase dois mil anos mais perto do fim do mundo do que ele estava. No livro, Flávio traça não apenas as previsões de origem religiosa, mas também aquelas de natureza científica ou histórica. Sua geração cresceu sob o temor de que a Guerra Fria – depois das hecatombes da Segunda e da Primeira Guerra Mundial – os levasse diretamente ao fim do mundo. O risco de uma catástrofe atômica diminuiu, mas não está descartado. Agora se fala também no aquecimento global, no efeito estufa, e vive-se em meio a furacões tropicais que invadem as regiões mais temperadas. A Bíblia segundo Beliel, portanto, é um livro perfeitamente realista: uma leitura do nosso tempo.

Em tom de paródia, mas solidamente ancorada nas tradições bíblicas – que Flávio Aguiar, pesquisador e professor de literatura da USP, conhece como poucos –, A Bíblia segundo Beliel combina a leveza da chanchada com reflexões profundas e ousadas sobre temas como a religião, o fanatismo, a crença e a descrença, a opressão e a liberdade, a desigualdade e a justiça e, last but not least, o amor, como objetivo e possibilidade de redenção da humanidade.

Sobre o surgimento do livro, o escritor é enfático: “Foi uma possessão. Passei muitos anos estudando as Bíblias como fontes literárias e das demais artes. Mais da metade das literaturas e das artes que estudamos e curtimos são incompreensíveis sem um conhecimento mínimo das diversas Bíblias. Até um autor declaradamente ateu, como Machado de Assis, é profundamente bíblico. Acho que de repente isso se materializou numa reescritura do que eu lera e me inspirara na minha vida de professor e crítico literário. Como se todo esse mundo acumulado pegasse um desvio da linha e saísse em busca de um caminho próprio. Por isso não consigo dizer, por exemplo, que o livro é meu. Ele é mesmo do Beliel, esse anjo torto que se materializou em mim. Eu fui apenas seu porta-voz”.

.
flavio aguiarFlávio Aguiar nasceu em Porto Alegre, em 1947. É professor aposentado de Literatura Brasileira da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/ USP), na qual fundou e dirigiu o Centro Ángel Rama. Atualmente, é pesquisador do programa de pós-graduação em Literatura Brasileira da mesma instituição. Orientou mais de quarenta teses e dissertações de doutorado e mestrado. Foi professor convidado e conferencista em universidades no Brasil, Uruguai, Argentina, Canadá, Alemanha, Costa do Marfim e Cuba. Tem mais de trinta livros publicados, entre os de autoria própria, organizados, editados ou antologias. São obras de crítica literária, ficção e poesia. Participou de várias antologias de poemas e contos no Brasil e no exterior (França, Itália e Canadá). Ganhou por três vezes o prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro: em 1984, na categoria “Ensaio”, com sua tese de doutorado A comédia nacional no teatro de José de Alencar (Ática, 1984); em 2000, com o romance Anita (Boitempo, 1999); e, em 2007, coletivamente, como responsável pela área de literatura da Latinoamericana: enciclopédia contemporânea da América Latina e do Caribe (Boitempo, 2006), na categoria “Ciências Humanas” e também como “Livro do Ano de Não Ficção”. Reside atualmente em Berlim, na Alemanha, onde é correspondente para publicações brasileiras.

.

paulo nevesPaulo Neves nasceu e vive atualmente em Porto Alegre. Morou durante vários anos em São Paulo, onde trabalhou como jornalista. Em 1985 publicou o pequeno ensaio Mixagem, o ouvido musical do Brasil (Editora Max Limonad). É reconhecido pela versão de textos difíceis em áreas como Filosofia, História e Psicanálise. Na sua lista de traduções para o português, constam títulos como Saudades do Brasil, de Claude Lévi-Strauss, ou a biografia de Jacques Lacan por Elisabeth Roudinesco. Também são conhecidas suas versões para clássicos da literatura, como O Vermelho e o Negro, de Stendhal, e A Mulher de Trinta Anos, de Balzac, ou textos mais recentes, como O Convidado Surpresa, de Grégoire Bouillier, e o recentemente festejado Os Homens que Não Amavam as Mulheres, de Stieg Larsson. É também parceiro de José Miguel Wisnik em canções como Pérolas aos Poucos, Pesar do Mundo e Saudade da Saudade. Em 2006, lançou Viagem, espera (Companhia das Letras, 128 páginas, R$ 32), reunião de 40 poemas e 32 crônicas curtas.

.

.

25
fev
13

Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 22/02: Lançamento do livro Retratos e algumas mentirinhas a mais, de Alessandra Terribili

.

aconteceu

.

Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 22, o lançamento do livro Retratos e algumas mentirinhas a mais, de Alessandra Terribili. Fotos do evento.

.

terribili 01.

terribili 02terribili 03terribili 04terribili 05.

.

.

.

.

.

terribili 06terribili 07terribili 09terribili 10.

.

.

.

.

.

terribili 11.

.

 

Palavraria - livros c.

 

25
fev
13

Aconteceu na Palavraria, nesta quinta, 21/02: Sarau das 6 – Edição Nelson Rodrigues

.

aconteceu

.

Aconteceu na Palavraria, nesta quinta, 21, o Sarau das seis, desta vez enfocando a obra de Nelson RodriguesLeituras e comentários com Gabriela Silva,  Jeferson Tenório, Robertson Frizero, Luis Kalife e Rodrigo Celente. Fotos do evento.

.

sarau nelson rodrigues 01.

sarau nelson rodrigues 02sarau nelson rodrigues 03sarau nelson rodrigues 04.

.

.

.

sarau nelson rodrigues 05.

.

.

.

.

Palavraria - livros c.

 

25
fev
13

Programação de 25 de fevereiro a 02 de março de 2012

program sem

 

.

01, sexta, 19h: Lançamento do livro A Bíblia segundo Beliel – Da criação ao fim do mundo: como tudo de fato aconteceu e vai acontecer, de flavio aguiarFlávio Aguiar. Bate-papo do autor com o escritor e tradutor Paulo Neves. (Boitempo Editorial)

.

.

.

.

.

.

02, sábado, das 10 às 13 e das 14 às 19h: Laboratório de Vivência Literária – oficina intensiva de literatura com Luís Luiz Ruffato 2011Ruffato.

.

.

.

.

 

22
fev
13

A crônica de Jeferson Tenório: Facebook: a nossa Parságada digital

.

.

Facebook: a nossa Parságada digital, por Jeferson Tenório

Causou-me um grande impacto a leitura do texto “A dor não nos matará”, de Jonathan Franzen, do livro de ensaios “Como viver sozinho”.  Franzen é um dos autores mais festejados dos EUA na atualidade. Possuidor de um olhar corrosivo, agudo e crítico da cultura norte americana, Franzen diz que a primeira lei do capitalismo é transformar tudo em mercadoria.

O caso do Facebook é mais um exemplo disso. Franzen chama a atenção para a grande valorização do verbo “curtir” no mundo contemporâneo. Na verdade, a frivolidade de “curtir” tem servido para expressar não mais um sentimento em relação a algo ou a alguém, mas passou a ser uma opção de consumo. “Curtir” significa aceitar mercantilização das idéias.

“Curtimos” tudo: das frases sentimentalóides acompanhadas de imagens místicas às catástrofes e tragédias pessoais.

Vejam só: até a dor é “curtível”.

O ato de curtir ainda atende a outro chamado do capitalismo: a efemeridade e a necessidade do novo. Nenhuma postagem dura mais de um dia, às vezes, horas. Nossas frases, vídeos, pensamentos são “curtidos” e rapidamente esquecidos. E então tornamos a postar porque não queremos ser deixados de lado, nem pairar na sombra do esquecimento. Queremos ser curtidos e amados.

Minha namorada chamou à atenção para a diferença do termo “curtir”, em inglês “like”, dizendo que pode haver uma diferença semântica entre de “gostar” e “curtir”, mas o fato é que tudo termina no mouse, porque não importa o que postamos, importa é saber quantas pessoas vão nos “curtir” ou “gostar”.

Aí mora o perigo, pois quando deixamos nos levar pela angústia de não sermos curtíveis (falo daqueles posts que postamos e ninguém curte, comenta ou compartilha), nos sentimos frustrados e passamos a ser joguetes daquilo que os outros pensam ser curtível, ou seja, nos sujeitamos a representar qualquer papel para sermos reconhecidos como pessoas curtíveis.

Para tanto, mudamos nossas fotos de perfil, vasculhamos frases de efeitos ou flagrantes jornalísticos de última hora que podem causar impacto: vale tudo para sermos pessoas curtíveis, até inventar aquilo que não somos.

O Facebook é uma vida onde ninguém é triste e todos são vencedores. Nas discussões, muitas vezes inúteis que se trava ali, todos querem se mostrar inteligentes, coerentes e sedutores. O Facebook é um espelho que só consegue refletir nossa vaidade. No entanto, existe a vida fora dele e nessa vida há tristeza e há os que perdem. Na vida real, aquela que dói, as discussões conjugais ou familiares revela quem de fato nós somos, e daí lá se vai a coerência e a sedução daquele cara legal do Face.

Nada contra a quem passa longas horas na frente do Facebook, mas há um fato importante nisso: A vida não é curtível e é preciso que não esqueçamos disso. Quantas vezes já não nos pegamos alimentando picuinhas por causa de uma “curtida” ou “comentário” no perfil de alguém. Casais que tem longas discussões por causa disso ou que tem de esconder os perfis de ex namorado(s) namorada(s), ou ainda comentários inconvenientes de conhecidos.

Também não estou propondo que as pessoas abandonem seus Faces. Até porque eu mesmo não conseguiria fazer isso. Já fechei compromissos de trabalhos importantes via face. Além disso, gosto ver as postagens, de curtir e postar frases. Assim como também não posso esquecer que o facebook tem mudado o modo como as pessoas tem se comunicado e possibilitado o reencontro de amigos e parentes perdidos. O Face é um importante instrumento para mobilizar grande um número de pessoas.

Minha bronca é com a grande importância que damos aos perfis fictícios dos outros e de nós mesmos, bronca com essa nossa alienação que o capitalismo nos impõe e aceitamos passivamente com o dedo indicador no mouse.

Outro dia uma amiga me disse com sinceridade como é a sua relação com Facebook. Ela me revelou que não gosta de entrar toda hora e nunca posta coisas pessoais, ela procura postar informações sobre cultura, peças em cartaz, filmes etc, e disse não se importar com o número de pessoas que irão “curtir” suas postagens, importa a ela poder compartilhar algo interessante, ou seja, disponibilizar, dar acesso. Ela pode ser uma exceção, porque no fundo todos querem ser amados pelas suas postagens.

Jonathan Franzen em seu artigo parece um velho rabugento contra as redes sociais, mas o fato que ele tem muita razão ao mostrar as facetas recorrentes do capitalismo e de como ele é sedutor.

O Facebook é a nossa Parságada digital onde ninguém é amigo do rei, mas todos fingem ser.

.

Jeferson TenórioJeferson Tenório. É feito de literatura. Professor e apaixonado por Dom Quixote. Premiado no concurso Paulo Leminski em 2009 com o conto “Cavalos não choram” e no concurso Palco Habitasul com o conto “A beleza e a tristeza”, adaptado para o teatro em 2007 e 2008, além de ter tido poemas selecionados no concurso Poemas no Ônibus em 2009. Faz mestrado em literaturas Luso-africanas pela UFRGS.

.

Palavraria - livros a

.

21
fev
13

Vem aí, na Palavraria, em março: Oficinas Ronald Augusto. Inscrições abertas

.

ofic ronald augusto

.

Desde 2005, a Palavraria abriga turmas da Oficina/Curso de Criação Poética – A Precisão do Impreciso e desde 2009 a Oficina/Curso de Prosa Primeiro Percurso, de Ronald Augusto. O escritor promove também atividades de verão. As Oficinas/Cursos realizam atividades paralelas aos encontros regulares, como saraus, lançamentos de livros, palestras e debates. Informações mais detalhadas e inscrições são obtidas com o próprio escritor, pelo telefone 51 9948 0569 e pelo e-mail dacostaria@gmail.com.

.

PRIMEIRO SEMESTRE DE 2013

Oficina/Curso de Criação Poética – A precisão do Impreciso

A partir de 19 de março de 2013, sempre às terças-feiras, das 19às 21h
(Processo seletivo a partir de textos próprios enviados pelos interessados.)
Duração do curso: 3 meses (12 encontros)

Investimento: R$ 550,00 à vista, ou em três vezes de R$ 200,00.

Informações/inscrições com Ronald Augusto.
telefones 9948 0569 ou pelo e-mail dacostara@gmail.com

Oficina/curso de poesia A Precisão do Impreciso –  teoria e prática da poesia. Tudo se dá a partir da ideia de que a linguagem poética é uma permanente conquista dessas imprecisões da razão e da emoção que requerem uma forma capaz de apresentá-las; cada poema é uma aventura de linguagem que se plasma através do corpo a corpo com a matéria verbal e as noções teóricas da função estética. Ao longo do curso/oficina, cada participante entenderá a razão pela qual uma mensagem verbal se torna uma estrutura poética significante. Tais discussões – balizadas por leituras e análises de textos da tradição poética universal – são recorrentemente submetidas a exercícios de produção individual e coletiva, nos quais o aluno é instado a criar/recriar suas próprias soluções. Paralelamente, são desenvolvidos tópicos relativos aos desafios editoriais impostos aos interessados em publicar.

INSCRIÇÕES ABERTAS

Oficina/Curso de Criação Poética – A Precisão do Impreciso
A partir de 19 de março de 2013
Turma noite, das 19h às 21h
Duração do curso: 3 meses (12 encontros)

Palavraria - livros a

– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –

Oficina/Curso Prosa Primeiro Percurso

A partir de 18 de março de 2013, sempre às segundas-feiras, das 16 às 18h
Duração do curso: 3 meses (12 encontros)

Investimento: R$ 550,00 à vista, ou em três vezes de R$ 200,00

Informações/inscrições com Ronald Augusto
telefones 9948 0569 ou pelo e-mail dacostara@gmail.com

Oficina/curso de prosa para iniciantes – Prosa Primeiro Percurso. Uma prática a partir da ideia de que as linguagens literárias são uma permanente conquista dessas imprecisões da razão e da emoção que requerem uma forma capaz de apresentá-las; cada texto é uma vertigem de linguagem que se plasma através do corpo a corpo com a matéria verbal e as noções empíricas e teóricas da função estética. Ao longo do curso/oficina Prosa Primeiro Percurso, cada participante entenderá a razão pela qual uma mensagem verbal se torna um texto narrativo. Tais discussões são recorrentemente submetidas a exercícios de produção individual e coletiva, nos quais o aluno é instado a criar/recriar suas próprias soluções. Paralelamente, são desenvolvidos tópicos relativos aos desafios editoriais impostos aos interessados em publicar.

INSCRIÇÕES ABERTAS

Oficina/Curso de Prosa Primeiro Percurso
A partir de 18 de março de 2013
Turmas: das 16 às 18h
Duração do curso: 3 meses (12 encontros)
Anual, 2h/aula por semana, às segundas-feiras

Palavraria - livros a

– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –

ronald augustoRonald Augusto. Poeta, músico, letrista e crítico de poesia. Nasceu em Rio Grande (RS), em 1961. Publicou, entre outros livros, Homem ao Rubro (1983), Puya (1987), Kânhamo (1987), Vá de Valha (1992), Confissões Aplicadas (2004), No assoalho duro (2007), Cair de costas (2012), Decupagens assim (2012). É integrante do grupo os poETs, co-editor, ao lado de Ronaldo Machado, da Editora Éblis e também editor associado do website Sibila.

Veja mais de Ronald Augusto em:

www.poesiacoisanenhuma.blogspot.com
www.poesia-pau.blogspot.com
www.ospoets.com.br
www.editoraeblis.blogspot.com
www.sibila.com.br
ww.sibila.com.br

.

Palavraria - livros a




fevereiro 2013
S T Q Q S S D
« jan   mar »
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728  

Categorias

Blog Stats

  • 618,204 hits
Follow Palavraria – Livros & Cafés on WordPress.com

%d blogueiros gostam disto: