Arquivo para maio \25\UTC 2013



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maio
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Programação de 27 de maio a 1º de junho de 2013

program sem

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28, terça, 19h: Lançamento do livro Um elefante em Albany Street: A arte da descrição discreta, ensaios de Luiz-Olyntho Telles da Silva. Participação especial de Luciana Thomé e Silvia Rocha-Starosta (Editora HCE).

um Elefante em albany street CapaUm elefante em Albany Street comenta cinco diferentes formas narrativas: Epopeia, Teatro, Conto, Poesia e Romance. Em sua análise, percorre obras que vão desde a clássica Odisseia e sua paródia, o revolucionário Ulisses, passando por Chesterton e Molnár, até os mais contemporâneos e próximos, como Ana Mariano, Assis Brasil, Erico Verissimo, Cristovão Tezza e Vargas-Llosa, entre outros. Comparando as traduções com os textos originais, procurando o sentido encoberto, por vezes nos textos de outros autores citados, resgatando antecedentes, ou ainda buscando ler nas entrelinhas, mesmo por entre as palavras, e até nos diastemas, Luiz-Olyntho Telles da Silva detecta em cada autor as influências de sua formação – entre as quais vê preponderarem as autoridades de Dante, Goethe e Flaubert – e desvela, com nova abordagem crítica, as mensagens dos diferentes textos cujos ensinamentos servem tanto ao escritor que quer aprimorar a arte da descrição como ao homem que está continuamente aprendendo a viver.

Luiz-Olyntho Telles da SilvaLuiz-Olyntho Telles da Silva é psicanalista e escritor, membro fundador da Biblioteca Sigmund Freud, espaço de formação e interlocução psicanalítica. Convidado por diversas instituições psicanalíticas, já apresentou seus trabalhos, além de Porto Alegre, em Florianópolis, São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Vitória, Brasília, Salvador, Recife, Buenos Aires, Montevidéu, Santiago, Barcelona, Canes, Ville de Grace, Paris e Nova Iorque. No Brasil, publicou Pagar com palavras ([Organizador] Movimento, 1984), Da miséria neurótica à infelicidade comum (Movimento, 1989 [1ª ed.] e 2009 [2ª ed. revista, corrigida e ampliada]), FREUD / LACAN: O desvelamento do sujeito (AGE, 1999), Leituras (AGE, 2004), e estreou na literatura com o livro de contos Incidentes em um ano bissexto (EDA, 2009). Publica também na página: www.tellesdasilva.com

LU THOMÉLuciana Thomé é jornalista e escritora, Sócia da Não Editora e Assessora de imprensa em sua empresa, Estúdio de Conteúdo. Organizadora do Gauchão de Literatura e da Copa de Literatura Brasileira e Idealizadora do Sport Club Literatura.

Silvia Rocha-Starosta é Bacharel em Letras, Professora de Relações Internacionais (UFRGS) e membro da Comissão Editorial da HCE. Aprendiz e praticante da arte de ler e escrever, poeta.

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Um elefante em Albany Street: A arte da descrição discreta

Luiz-Olyntho Telles da Silva
Porto Alegre,
Ed. HCE
2012 dezembro)
239p

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31, sexta, 18h30: Palavra Habitada, inserção na Palavraria pelo  Grupo de Pesquisa  p.a.r.t.e.s.c.r.i.t.a.

O grupo de pesquisa .p.a.r.t.e.s.c.r.i.t.a. apresenta uma série de trabalhos e experiências em artes visuais a partir do dia 31 de maio na PALAVRARIA, em Porto Alegre. São diferentes propostas de inserção na dinâmica da livraria e cafeteria do bairro Bom Fim. A ação reflete a frequentação constante do local pelo grupo de 11 artistas.

para o aparecimento_LeticiaBCoordenado pela artista e professora ELIDA TESSLER, o grupo .p.a.r.t.e.s.c.r.i.t.a. estuda as estreitas relações entre palavra e imagem no campo das artes visuais. Está vinculado ao CNPq e reúne alunos em diferentes níveis de formação (doutorado, mestrado, graduação), todos ligados ao INSTITUTO DE ARTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL.

Nos últimos três anos, o eixo norteador de trabalho foi fixado nas conexões entre arte e literatura. Como uma espécie de laboratório permanente, cada encontro partia da leitura de um texto literário, identificando-o com as problemáticas de pesquisa de cada um dos integrantes do grupo, visando contextualizar histórica e criticamente a noção de escrita nas artes visuais.

O evento da Palavraria, sob o título geral de PALAVRA HABITADA, não corresponde exatamente a uma exposição, mas antes a uma INSERÇÃO, com proposições que buscam a experimentação da própria livraria-café, além de considerar a significante denominação do lugar. Os trabalhos inseridos nesse contexto propõem ativar espaços e relações de vizinhança, os hábitos da leitura, da procura, do cafezinho…

Alguns exemplos: determinados livros ganharão sobrecapas especialmente desenhadas para a ocasião e que podem ser levadas peloscumplice_Martha frequentadores que adquirirem os exemplares, outros volumes vão acolher cartas de amor “esquecidas” por suas destinatárias, biscoitos com a palavra “imagem” inscrita na superfície serão acompanhados por instruções para ação.

Participam da inserção os seguintes artistas: EDUARDO MONTELLI, ELIDA TESSLER, LETÍCIA BERTAGNA, LETÍCIA LAMPERT, FERNANDA GASSEN, HELENE SACCO, MÁRCIA SOUSA, MARINA JERUSALINSKY, MARTHA GOFRE, MAYRA REDIN e VÂNIA SOMMERMEYER.

A inserção PALAVRA HABITADA terá início dia 31 de maio, e os trabalhos permanecerão por tempo indeterminado, conforme as especificidades de cada um. O evento de abertura ocorrerá no dia 31 das 18h30 às 21h. A entrada é franca.

A Palavraria funciona de segunda a sábado, no horário das 11h às 21h.

Para mais informações, contatar Marina Jerusalinsky: marijeru@gmail.com

Fone: (51) 9924-2353.

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maio
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A crônica de Emir Ross: Bundas e ombros

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Bundas e ombros, por Emir Ross

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Antigamente os árbitros vestiam preto. Vez em quando, uma camisa amarela. Bem vez em quando. O preto era o símbolo da imparcialidade. Da austeridade. Mas os tempos mudam. Hoje, eles vestem camisa, calção e meias verde-limão, rosa-choque ou outra cor brilhante que aparecer. Fúcsia sempre é uma ótima opção. A mudança na cor foi só o começo. Em suas bundas e ombros vibram marcas de lojas, de equipamentos eletrônicos e de etecétera. É o fim da imparcialidade. Como confiar em alguém que vende suas bundas e ombros para as marcas que pagam mais?

O mundo está mudando. O futebol é apenas o reflexo mais vistoso. Tudo parece à venda. Ou para aluguel.

Não me será estranho o dia em que a denominação do nosso planeta for licenciada por períodos de tempo. Vejo os repórteres em matérias de telejornais: “A população do Planeta Terra Coca-Cola aumentou em doze por cento no último ano segundo dados revelados hoje.”

Como no mundo das grandes marcas tudo é ação-reação, o concorrente terá de ser criativo: no intervalo do mesmo telejornal, veicula filme de trinta segundos: pessoas num parque ensolarado, passeando felizes. E uma assinatura: “No Planeta Terra Coca-Cola, todos ficam mais felizes quando o Sol Pepsi brilha.”

Mas não é apenas o planeta em que você mora e a estrela que ilumina suas manhãs que terão nomes de grandes marcas. Você poderá ter que alugar seu próprio nome.

No Brasil, a família Silva perderia a hegemonia. Pelo desconto de dez por cento na compra de seu ar condicionado, você se chamará José da Silva Cônsul por dois anos. Mas seu nome não poderá aparecer em fichas sujas. Caso aconteça, o desconto vai pro brejo e a multa é alta.

Nesse caso, não sei se o pior é pagar a multa ou manter o Cônsul no nome. Ainda mais se seu time de futebol alugar o nome para a Eletrolux. “Cônsul torce para o Eletrolux.”. Quando o time perde, o presidente explica: “precisamos dar um choque de ânimo nos jogadores.” É estranho, mas é a vida. Será normal. Estranho seria não aproveitar as oportunidades.

Estas são igual pernas de pirigueti, se abrem a todo momento.

Quando esse dia chegar, e vai chegar, seu animal de estimação também entrará na jogada. Se chamará Motorola por três minutos e você ganhará mil bônus na compra do próximo videofone. Para isso, é só postar uma foto engraçada dele no Motobook.

Nesse aparelho, é proibido parecer menos feliz que os outros redenautas. Mas esse papo não é novidade.

Novidade será daqui a cento e quarenta e sete anos alguém desdizer isso.

Enquanto esse tempo não chega, sintonizo os canais de futebol. Vejo a grama verde e a torcida entusiasmada. E os árbitros alugando bundas e ombros. Mas, o que fazer, melhor nos deles do que no meu.

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Emir Ross é publicitário e escritor e mora em Porto Alegre. Tem participação em 9 antologias de contos e recebeu mais de 20 prêmios literários. Entre eles, o Felippe d’Oliveira em Santa Maria (3 vezes), o Escriba de Piracicaba (2 vezes), o Luiz Vilela de Minas Gerais (2 vezes), o José Cândido de Carvalho do Rio de Janeiro (2 vezes), o Prêmio Araçatuba, entre outros. Escreve no blog milkyway.

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Emir Ross publica quinzenalmente neste blog.

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25
maio
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Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 28, lançamento do livro Um elefante em Albany Street, de Luiz-Olyntho Telles da Silva

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28, terça, 19h: Lançamento do livro Um elefante em Albany Street: A arte da descrição discreta, ensaios de Luiz-Olyntho Telles da Silva. Participação especial de Luciana Thomé e Silvia Rocha-Starosta (Editora HCE).

um Elefante em albany street CapaUm elefante em Albany Street comenta cinco diferentes formas narrativas: Epopeia, Teatro, Conto, Poesia e Romance. Em sua análise, percorre obras que vão desde a clássica Odisseia e sua paródia, o revolucionário Ulisses, passando por Chesterton e Molnár, até os mais contemporâneos e próximos, como Ana Mariano, Assis Brasil, Erico Verissimo, Cristovão Tezza e Vargas-Llosa, entre outros. Comparando as traduções com os textos originais, procurando o sentido encoberto, por vezes nos textos de outros autores citados, resgatando antecedentes, ou ainda buscando ler nas entrelinhas, mesmo por entre as palavras, e até nos diastemas, Luiz-Olyntho Telles da Silva detecta em cada autor as influências de sua formação – entre as quais vê preponderarem as autoridades de Dante, Goethe e Flaubert – e desvela, com nova abordagem crítica, as mensagens dos diferentes textos cujos ensinamentos servem tanto ao escritor que quer aprimorar a arte da descrição como ao homem que está continuamente aprendendo a viver.

Luiz-Olyntho Telles da SilvaLuiz-Olyntho Telles da Silva é psicanalista e escritor, membro fundador da Biblioteca Sigmund Freud, espaço de formação e interlocução psicanalítica. Convidado por diversas instituições psicanalíticas, já apresentou seus trabalhos, além de Porto Alegre, em Florianópolis, São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Vitória, Brasília, Salvador, Recife, Buenos Aires, Montevidéu, Santiago, Barcelona, Canes, Ville de Grace, Paris e Nova Iorque. No Brasil, publicou Pagar com palavras ([Organizador] Movimento, 1984), Da miséria neurótica à infelicidade comum (Movimento, 1989 [1ª ed.] e 2009 [2ª ed. revista, corrigida e ampliada]), FREUD / LACAN: O desvelamento do sujeito (AGE, 1999), Leituras (AGE, 2004), e estreou na literatura com o livro de contos Incidentes em um ano bissexto (EDA, 2009). Publica também na página: www.tellesdasilva.com

LU THOMÉLuciana Thomé é jornalista e escritora, Sócia da Não Editora e Assessora de imprensa em sua empresa, Estúdio de Conteúdo. Organizadora do Gauchão de Literatura e da Copa de Literatura Brasileira e Idealizadora do Sport Club Literatura.

Silvia Rocha-Starosta é Bacharel em Letras, Professora de Relações Internacionais (UFRGS) e membro da Comissão Editorial da HCE. Aprendiz e praticante da arte de ler e escrever, poeta.

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Um elefante em Albany Street: A arte da descrição discreta

Luiz-Olyntho Telles da Silva
Porto Alegre,
Ed. HCE
2012 dezembro)
239p

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Aconteceu na Palavraria: Sarau das 6 na Festipoa – domingo, 12 de maio

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aconteceu

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Clipe do Sarau das 6, apresentado na Palavraria, domingo, 12, durante a 6ª Festipoa. Com Jeferson Tenório, Luiz Roberto Amabile, Robertson Frizero, Altair Martins e Cristóvão Tezza. Produção do Coletivo Catarse.

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Palavraria - livros c.

 

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maio
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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 25, às18h: Pocket musical com a banda Cleber Viana Trio.

program sem

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25, sábado, 18h: Pocket musical com a banda Cleber Viana Trio.

Um som que mistura rock, jazz, música erudita, mpb, choro, ou seja um fusion. O grupo é formado por Cleber Viana (Guitarra,Violão), Elton Schneider (Baixo 4 e 6 Cordas) e Mateus Kremmer (Bateria e Percussão).

Amostra:

Cleber Viana Trio no Programa Radar

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A crônica de Luiz-Olyntho Telles da Silva: O engano de Calvero

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O engano de Calvero, por Luiz-Olyntho Telles da Silva

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Calvero-Chaplin
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Calvero foi um homem bom. Entrou no século XX com a experiência e a bagagem adquirida no século anterior. Grassava uma grande insatisfação entre o povo que, pelas mãos dos anarquistas, começou a matar os governantes. Primeiro mataram o Presidente da França, Sadi Carnot, em 1894; o fato chamou a atenção porque seu assassino, o anarquista italiano Geronimo Caserio, em vez de fugir, ficou correndo em torno da carruagem presidencial gritando Viva a Anarquia! Viva a Anarquia! Três anos depois, assassinaram o Primeiro-Ministro da Espanha, Antonio Canovas. No ano seguinte, foi a vez da Imperatriz Elizabeth da Baviera, a inesquecível Sissi, casada com o Imperador Francisco José. Na virada do século, em 1900, acabaram com a vida do Rei Humberto I, da Itália. Em setembro de 1901 aconteceu o assassinato de William McKinley Jr., o vigésimo quinto presidente dos Estados Unidos da América. A insegurança generalizada alcançou o ápice com o assassinato do Príncipe Francisco Ferdinando da Áustria e de sua esposa, em Sarajevo, no dia 28 de junho de 1914, estopim da Primeira Guerra Mundial. Nesse clima aparece Calvero. Como palhaço, divertindo as multidões, tornou-se famoso. Mas se entediou!  Ao alcançar um momento de sua vida, quando sua percepção da realidade já não lhe permitia cooptar com o status quo, abandonou a profissão. Se o riso ajuda a desabafar e a prosseguir, ele já não pode fazer nada que possa servir de antolhos. Sem um pouco de depressão as pessoas não pensam! Mas, além de divertir as pessoas, acreditando não poder fazer outra coisa, Calvero pensa que não sabe fazer mais nada! E entrega-se à bebida.

Embriagado, salva Thereza, uma jovem dançarina, de uma tentativa de suicídio, acompanhando-a durante toda sua convalescença, ajudando-a a recuperar seu amor-próprio e a incentivando a retomar sua carreira. Isso também o anima. Precisa fazer alguma coisa. A ribalta o chama! Mas ele o faz com pseudônimos, e fracassa, uma vez depois da outra. Não sabe que o nome conquistado serve para valorizar novas conquistas. Nada é para sempre! Sua piada mais sem graça envolvia uma sardinha apaixonada por uma baleia. Uma vítima da Síndrome de Estocolmo avant la lettre! As barbatanas horizontais da cauda da baleia o fascinavam! Na outra cena, Thereza, que também precisava fazer algo para sobreviver, atende em uma livraria onde, para proteger um jovem compositor, chamado Neville, vende pautas de música por um preço menor e dá troco à maior. Charles Chaplin, o autor, ator e diretor de Luzes da Ribalta, sabe o que faz! O nome de de bastismo atribuído ao compositor lembrou-me de Herman Melville, e tomei-o por homenagem ao autor de Moby Dick, a baleia. Aí, além de chamar a atenção para a peculiar barbatana da cauda da baleia, diferente de todos os outros peixes que as têm sempre na vertical, Melville deixa claro que, em um barco de caça – metáfora de nossa vida -, todos têm de ajudar uns aos outros.

Ao final, quando Thereza retorna ao balé, reconhecido por um grande empresário, Calvero também volta à ribalta, agora com seu próprio nome. O sucesso de ambos é estrondoso! Calvero, contudo, mesmo com o seu beau geste de convidar Buster Keaton – seu antigo rival no cinema mudo -, já no estertor desse tipo de teatro, para contracenar nos esquetes, acreditando que o sucesso vinha de atuar embriagado, bebe antes de subir ao palco e, na gag da última cena, cai mal, fere a coluna vertebral e morre.

Seu engano: pensar que nossa embriaguez faz bem aos outros, enquanto se trata justamente do contrário. Fazer bem ao outro é que é embriagador. Embora os dicionários tendam a dar como primeiro significado da palavra o estado alcançado pela ingestão de bebidas alcoólicas, não podemos esquecer que seu segundo sentido, tornado aqui primeiro, diz de uma exaltação, de uma enlevação, de um êxtase causado por grande alegria ou admiração. Talvez Aristóteles estivesse com razão ao falar de retorno à natureza. Se ambos os sentidos de embriaguez dizem de uma intoxicação pela natureza, a derivada do álcool e similares são sempre, necessariamente, artificiais, enquanto a embriaguez pela alegria de ajudar o próximo advém  de uma conquista sobre nossa humanidade!

 

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Luiz-Olyntho Telles da SilvaLuiz-Olyntho Telles da Silva é psicanalista e escritor, membro fundador da Biblioteca Sigmund Freud, espaço de formação e interlocução psicanalítica. Convidado por diversas instituições psicanalíticas, já apresentou seus trabalhos, além de Porto Alegre, em Florianópolis, São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Vitória, Brasília, Salvador, Recife, Buenos Aires, Montevidéu, Santiago, Barcelona, Canes, Ville de Grace, Paris e Nova Iorque. No Brasil, publicou Pagar com palavras ([Organizador] Movimento, 1984), Da miséria neurótica à infelicidade comum (Movimento, 1989 [1ª ed.] e 2009 [2ª ed. revista, corrigida e ampliada]), FREUD / LACAN: O desvelamento do sujeito (AGE, 1999), Leituras (AGE, 2004), e estreou na literatura com o livro de contos Incidentes em um ano bissexto (EDA, 2009). Publicou recentemente Ponto contraponto (HCE, 2012) e estará lançando, o próximo dia 28 de maio, na Palavraria, Um elefante em Albany Street (HCE, 2013). Publica também na página: www.tellesdasilva.com

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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 25/05: AGES Entrevista, com Marlon Almeida, Valesca de Assis e Hermes Bernardi Jr.

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25, sábado, 10h: AGES Entrevista. Marlon Almeida recebe Valesca de Assis e Hermes Bernardi Jr.

AGES ENTREVISTA

 A Associação Gaúcha de Escritores – AGES, em parceria com a Livraria PALAVRARIA e com o programa POESIA BLUES (www.radiofalandodeamor.com.br), do sócio e poeta MARLON DE ALMEIDA, apresenta, ao longo do ano, sempre aos sábados, uma série de entrevistas abertas, com escritores associados, para irem ao ar no mesmo sábado do evento, às 20h, com reprise aos domingos, 11h, às terças-feiras, 20h, às quintas-feiras, 10h e às sextas-feiras, 17h. O objetivo é de divulgar a obra dos convidados e organizar um material, em mídia CD, com o resultado do trabalho.

Valesca de AssisValesca de Assis nasceu em Santa Cruz do Sul, RS, em 1945. Estreou na Literatura em 1990. Desde então, publicou livros em diversos gêneros – novelas e romances adultos, literatura para crianças e jovens – e recebeu vários prêmios, entre os quais o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) 2000 e Prêmio Açorianos de Literatura 2001. Atualmente, ministra oficinas literárias em Porto Alegre e São Paulo, e participa ativamente da vida cultural gaúcha.

hermes bernardi jrHermes Bernardi Jr. é escritor e ilustrador de Literatura para crianças. Reside em Porto Alegre, onde criou projetos de incentivo à leitura, tais como: Tapete Mágico – espaço de leituras, Colcha de histórias, – espaço itinerante de contação de histórias, 30 retalhos – a poesia ao alcance do olhar, e Terça eu conto pra você – Prêmio O Sul e os livros – Melhor projeto de incentivo à leitura 2008; além de receber o Prêmio Palavra Viva 2009, do Sintrajufe/RS. Hermes é presidente da AEILIJ – Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil, coordena e faz a curadoria do Seminário de Literatura Infantil e Juvenil/AEILIJ na Feira do Livro de Porto Alegre. Coordenou as oficinas de literatura da Descentralização da SMC de Porto Alegre e desenvolveu o Projeto Tapete Mágico – Espaço de leituras, além de outros projetos de incentivo à leitura para crianças com o financiamento do Fumproarte. Tem mais de uma dezena de livros publicados, dentre os quais destacam-se Doido pra voar (Artes e Ofícios Editora/RS) e Medo dó de medo monstro (Editora Zit/RJ-2012). Em 2009 foi finalista do Prêmio Jabuti de Literatura, com E um rinoceronte dobrado (Editora Projeto/RS) e, em 2011 teve seu livro Pé de Sapato indicado ao Prêmio AGES – Livro do Ano. Seu livro Pé de Sapato – uma história de muitas histórias também foi selecionado para o catálogo de Bolonha/Itália, organizado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, como uma das obras de referência da LIJ brasileira, em 2011.

marlon almeidaMarlon de Almeida é doutor em Letras pela UFRGS com tese sobre a poesia de Guilhermino Cesar. É autor dos livros: Histórias de um domingo qualquer (1994), Domingo desde a esquina (1997), Domingo de futebol (1997), Domingo de chuva (2000), Malabares ou clube dos incomparáveis (2003) – livro indicado ao Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira, Prosa do mar (7Letras/2008), vencedor do Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores e do recente O pistoleiro e o guarda-meta de Bagé e outros poemas de acontecido.. Além de escritor, Marlon  é professor do Colégio de Aplicação da UFRGS.

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