Arquivo para junho \30\UTC 2013

30
jun
13

Programação de 01 a 06 de julho de 2013

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02, terça, 18h: Roda de Leitura, enfocando o livro Vento sobre terra vermelha, de Caio Riter. Com o autor e a mediação de Laura Rangel.

capa-vento-sobre-terra-vermelhaNesta obra, Caio apresenta um bem amarrado conjunto de contos sitiados em uma cidade a todo tempo desafiada por pequenas barbáries, quase sempre cometidas por gente comum e sem rumo. Os 15 contos do livro falam de personagens marcados pela estranheza e pela fatalidade, envolvidos em histórias de buscas por si mesmos e por algo maior em suas vidas.

caio riterCaio Riter é porto-alegrense. Professor, mestre e doutor em literatura brasileira, ministra oficinas de criação literária e, desde 1994, tem publicado regularmente livros para crianças e jovens. Sua última publicação para adultos foi o livro de contos A dobra do mundo, de 2003, livro finalista do Prêmio Açorianos. Vencedor e finalista de vários prêmios literários, Caio foi o primeiro brasileiro a receber o Barco a Vapor com o livro O rapaz que não era de Liverpool, em 2005. Em sua trajetória literária, são mais de 40 livros publicados.

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05, sexta, 19h: Lançamento do Livro O Monstro de Alcântara, de Urbano Leonel Sant´Anna.

capa o monstro de alcantaraO Monstro de Alcântara é um drama psicológico de realidade fantástica, ambientado na Porto Alegre do fim do século XX. O protagonista é um médico solitário, extremamente dedicado aos pacientes e um cristão tão fervoroso que considera a Bíblia como parte indispensável do seu arsenal terapêutico. Ao mesmo tempo, é um homem atormentado, desencantado com o mundo e com a medicina convencional e, num estranho paradoxo, está irremediavelmente divorciado da igreja. Em comum acordo com a mãe de uma jovem que apresenta uma bizarra catatonia, ele se dispõe a conviver 24 horas por dia com as duas mulheres durante 30 dias numa casa do bairro Partenon. Através dos seus métodos nada ortodoxos, entretanto, Dr. Alcântara busca não só a cura da paciente, mas a realização de um louco e inconfessável projeto pessoal. Porém parece haver naquela casa alguma força inesperada que está muito além da ciência médica e das crenças religiosas do doutor.

urbano leonel sant´annaUrbano Leonel Sant’Anna nasceu na cidade de Mandaguari, no norte do Paraná, em 11 de setembro de 1963. Vive em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, desde 1964. Leitor desde os 5 anos de idade, poeta, músico e compositor, escreve pensamentos, crônicas, artigos e textos técnicos. Médico desde 1989, estagiou e trabalhou na maioria dos principais hospitais de Porto Alegre, como Hospital de Clínicas, Santa Casa, Mãe de Deus, Moinhos de Vento, etc. No início de 2008 escreveu o romance “O Monstro de Alcântara” e se tornou colunista convidado da Revista Proarte (Proarte Escola de Artes). Em julho de 2008 criou o blog Sensata Paranóia, onde publica sua produção textual. Em agosto de 2008 se tornou colunista do Coisas Nossas, blog especializado em cultura brasileira, onde publicou uma série de artigos sobre o centenário de Cartola.

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26
jun
13

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 28, Sarau do Centenário de Celso Gutfreind e Ricardo Silvestrin

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28, sexta, 19h: Sarau do Centenário de Celso Gutfreind e Ricardo Silvestrin – Leituras e comentários dos livros Em defesa de certa desordem, de Celso Gutfreind e Metal, de Ricardo Silvestrin. (Editora Artes e Ofícios)

Ricardo Silvestrin sobre Em defesa de certa desordem, de Celso Gutfreind:
“Experimente ler um dos livros do Celso, a começar por esse novo, e vai ver que ele está falando com você, de você e, às vezes, vai achar que é você mesmo quem está falando. Os poemas do Celso têm esse poder de ir fundo no humano, nas motivações, nas escolhas, nos encontros e desencontros, na vida e na morte”

Celso Gutfreind sobre Metal, de Ricardo Silvestrin:
“Metal é ótimo. Sei que é (…) posso não ter aprendido o tempo de um arroz, o equilíbrio de um feijão, mas sei e sinto quando a poesia expressa. É subjetivo, relativo, mas modéstia à parte percebo quando um sujeito perde a modéstia de mortal por um instante e se arvora em tentar uma arte para sempre. E o faz a seu próprio modo como o Silvestrin neste Metal que ninguém neste mundo poderia escrever no lugar dele. ”

ZH, 20/05/2013

 

Os dois livros, recentemente lançados,  fazem parte da nova coleção de poesia da editora Artes e Ofícios. Após o sarau, haverá sessão de autógrafos. Como os dois autores estão com 50 anos, o evento faz parte das comemorações do Centenário de Celso Gutfreind e Ricardo Silvestrin.

CELSO GUTFREIND 03Celso Gutfreind nasceu em Porto Alegre, em 1963. Tem vários livros publicados, entre poesias, infantis e ensaios. Participou de várias antologias no Brasil e no exterior (Argentina, Luxemburgo, Canadá) e recebeu importantes premiações como o Prêmio Nacional de Poesia Mario Quintana (1985) e os prêmios Açorianos e Henrique Bertaso para melhor livro de poemas publicado no RS em 1993. Como médico, Celso realizou especialização em Medicina Geral Comunitária e, posteriormente, em Psiquiatria e Psiquiatria Infantil. Fez doutorado e pós-doutorado em Paris, nessa área, tendo como tema de pesquisa a utilização terapêutica do conto. Atualmente, é professor de psiquiatria infantil na faculdade de Medicina e no mestrado de saúde coletiva da Universidade Luterana do Brasil e da Fundação Universitária Mário Martins. Pela Artes e Ofícios publicou o livro Grilos, finalista do Prêmio AGES Livro do Ano 2006; e A almofada que não dava tchau, finalista do Prêmio Açorianos de Literatura 2007 e vencedor do Prêmio AGES Livro do Ano 2007.

SILVESTRIN 01Ricardo Silvestrin nasceu em Porto Alegre em 1963. É formado em Letras pela UFRGS e ganhou por cinco vezes o Premio Açorianos de Literatura. É autor  de Advogado do diabo, Ex-Peri-Mental, O menos vendido, Palavra mágica, Quase eu, Bashô um santo em mim e Viagem dos olhos (poemas); Play (contos) e O videogame do rei (romance). Tem sete títulos de poesia na área da literatura infantil, entre os quais Pequenas observações sobre a vida em outros planetas e É tudo invenção. Uma de suas obras representou o Brasil na 41th Bologna Book Fair. É também ensaísta e é um dos articulistas do livro 4xBrasil, publicado pela Artes e Ofícios. Atua, ainda, no grupo musical Os poETs.

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26
jun
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Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 25, o lançamento do livro Ithaca road, de Paulo Scott

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Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 25, o lançamento do livro Ithaca road, romance de Paulo Scott. Fotos do evento.

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23
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A crônica de Emir Ross: Turistas Japoneses no País do Carnaval

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Turistas Japoneses no País do Carnaval, por Emir Ross

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Sempre que posso, observo os turistas japoneses. Praticamente os sigo. Eles são a espécie mais engraçada que os japoneses inventaram.

Quando eu era criança, e lá se vai muito tempo, queria ser japonês. Mas não turista. Talvez porque os japoneses não param de inventar coisas. E os turistas japoneses vêem o mundo através de uma Sony. Por isso eu queria ter cabelos negros e lisos; olhos esticados; e usar quimono. E, claro, quebrar tábuas com golpes de caratê.

Os golpes de caratê são a forma mais perfeita do autoconhecimento, que, devido a minha intimidade comigo mesmo, prefiro chamar de auto-conhecimento. Dá-se um golpe e pronto. Acabou o lero-lero.

Ando pensando em sugerir um projeto de lei para meus queridos amigos deputados:

Faixa preta em caratê ser pré-requisito para candidaturas à Assembléia e aos diplomas de engenharia.

Afinal, o que tem-se visto de obras públicas in-acabadas, mal-acabadas ou in-operantes daria para se encher um dojô do tamanho do Japão.

Viadutos e estradas são os campeões.

Quando os políticos não sabem para onde direcionar certas verbas, decidem construir um viaduto. O objetivo não interessa. O que vale é fincar placa, tirar foto e preparar discurso. Político tira mais foto ao lado de placa que patricinha ao lado de ator global. A inauguração de obras é o facebook do mandato. É tanto golpe sem direção que o seu Miyagi mandaria esses cidadãos lava-carro, pinta-parede, lixa-chão por meses a fio.

Eu, como leigo cidadão, escritor sem leitores, que nada entende de engenharia ou cálculos, posso enganar-me facilmente. Mais, inclusive, que falar bobagem.

Mas tenho plena convicção que não é necessário construir um viaduto para ligar o nada ao lugar nenhum.

Assim como tenho a santa compreensão de que as coisas mudam e não podemos construir uma rodovia cujo projeto foi elaborado há quinze anos, depois levou uma eternidade para ser aprovado e acaba obsoleto antes mesmo de entregue à população.

Outro ensinamento do Sr Miyagi: antecipe-se aos golpes.

Mas nossos queridos apenas armam a defesa quando já foram atingidos e o estrago está feito.

Tenho a impressão de que os turistas japoneses não entendem muito de caratê. Mas há algo em seu DNA. Eles estão sempre preparados com as câmeras a postos. Principalmente quando visitam o Brasil:

registram as favelas, obras-primas da arquitetura.

os mendigos, fazendo estupendos monólogos com suas roupas características.

Somos um país com atrativos sem igual. Mas eles registram, principalmente, grandes obras de arte feitas a base de ferro e cimento, espalhadas pelo país. Algumas são cortadas ao meio. Outras, parecem estradas para o céu. Ao final de tudo, talhados à Hollywood, esses turistas japoneses vão para suas casas. Assistem com os amigos e tentam desvendar o que os sensíveis artistas queriam expressar com estas intrigantes instalações espalhadas pelo País do Carnaval.

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Emir Ross é publicitário e escritor e mora em Porto Alegre. Tem participação em 9 antologias de contos e recebeu mais de 20 prêmios literários. Entre eles, o Felippe d’Oliveira em Santa Maria (3 vezes), o Escriba de Piracicaba (2 vezes), o Luiz Vilela de Minas Gerais (2 vezes), o José Cândido de Carvalho do Rio de Janeiro (2 vezes), o Prêmio Araçatuba, entre outros. Escreve no blog milkyway.

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Emir Ross publica quinzenalmente neste blog.

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22
jun
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Aconteceu na Palavraria, neste sábado, 22, ensaio aberto com Eclética escola de música

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Aconteceu na Palavraria, neste sábado, 22, ensaio aberto com Eclética escola de música. Fotos do evento.

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Palavraria - livros c.

 

21
jun
13

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 25, lançamento do livro Ithaca road, romance de Paulo Scott

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25, terça, 19h: Lançamento do livro Ithaca road, romance de Paulo Scott (Editora Cia das Letras).

ithaca road capaChamada às pressas pelo irmão mais velho para tomar o seu lugar na condução do Paddington Sour, um bar-restaurante situado numa das mais badaladas ruas de Sydney, Narelle chega da Irlanda depois de anos de ausência, sendo imediatamente absorvida por uma realidade familiar e desafiadora.
Para essa neozelandesa mestiça de maori com europeu, o retorno inusitado à cidade forçará um inevitável acerto de contas com o passado. A começar pelo irmão, que parece ter fugido do país para evitar as consequências de um complicado processo de falência. Enquanto cruza o tortuoso mundo dos burocratas e advogados, Narelle tenta acalmar os ânimos de funcionários e fornecedores do bar-restaurante, de modo a evitar que o seu funcionamento seja interrompido.

Seu namorado, um jornalista investigativo idealista, está no Brasil cobrindo uma história de crimes relacionados à extração de minério de ferro. Conforme procura dar conta de um impasse no relacionamento cada vez mais à distância, Narelle também precisa negociar com antigos afetos que ressurgem, como até então nunca havia ocorrido.

É nesse cenário conturbado que ela vai conhecer Anna, uma garota misteriosa que passa os dias desenhando no parque. Narelle sofre de psoríase, e a aspereza e a sensibilidade extrema de sua pele parecem por vezes reproduzir sua relação com o mundo. Nesse encontro inesperado com a menina que parece nunca sair de seu próprio mundo, a protagonista descobrirá uma nova mediação entre si e tudo que deixou para trás quando resolveu abandonar uma vida regular na Austrália. A partir da relação tênue e frágil desses dois personagens, Paulo Scott, uma das vozes mais vigorosas e originais da atual ficção brasileira, constrói uma delicada história de amor e companheirismo, de escolhas definitivas e coragem, e ainda assim tão imprevisível e verdadeira quanto qualquer paixão.

paulo scottPaulo Scott nasceu em Porto Alegre, em 1966, e mora no Rio de Janeiro desde 2008. É autor dos romances Voláteis (Objetiva) e Habitante irreal (Alfaguara), livro ganhador do Prêmio Fundação Biblioteca Nacional 2012, concluído com o apoio da Bolsa Petrobras de Criação Literária 2010; do volume de contos Ainda orangotangos (Bertrand Brasil), adaptado para o cinema por Gustavo Spolidoro no longa-metragem de mesmo título que venceu o 13o Festival de Cinema de Milão, e do livro de poemas A timidez do monstro (Objetiva).

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21
jun
13

Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 21, lançamento do livro Devir puta, de José Miguel Nieto Olivar

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Aconteceu nesta sexta, na Palavraria, o lançamento do livro Devir puta, de José Miguel Nieto Olivar. Fotos do evento.

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Palavraria - livros c.

 




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