Arquivo para outubro \24\UTC 2013



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Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 23, o lançamento do livro Províncias, crônicas de Marcelo Canellas. Fotos.

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Aconteceu nesta quarta, 23, o lançamento do livro Províncias, crônicas de Marcelo Canellas. Fotos.

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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 26: AGES Entrevista aberta, com Marlon de Almeida, Rubem Penz e José Eduardo Degrazia

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26, sábado, 11h: Gravação de AGES Entrevista Aberta, com Marlon de Almeida entrevistando Rubem Penz e José Eduardo Degrazia. No programa Poesia Blues da Rádio Falando de Amor.

poesia blues = marlon

A AGES, em parceria com a Livraria Palavraria e com o programa POESIA BLUES, do poeta Marlon de Almeida, apresenta, ao longo do ano, uma série de entrevistas previamente gravadas na Palavraria, com escritores da AGES, falando sobre suas obras e recitando textos escolhidos.
O POESIA BLUES (veja aqui), levado na Rádio Falando de Amor, tem sua versão inédita sempre aos sábados, 20h, com reprises ao longo da semana, aos domingos, 11h, terças, 20h, quintas, 10h e as sextas, 17h.
Para saber mais informações de como participar das entrevistas ou detalhes do programa, o contato é marlondealmeida@yahoo.com.br.

rubem penzRubem Penz é publicitário, músico e escritor. Baterista/percussionista do Grupo Versão Brasileira e de outras formações instrumentais e de MPB. Vice Presidente da Associação Gaúcha de Escritores (AGEs). Produz crônicas semanais para jornais, publica em revistas e em seu blog, o Rufar dos Tambores. Publicou O Y da questão e outras crônicas (Literalis) e Inter Pares (Literalis), além de organizar as antologias Santa Sede – crônicas de botequim Safra 2010 (Literalis), 2011 (Fábrica de Leitura) e 2012 (Literalis), e de participar de publicações coletivas. Ministra oficinas literárias de crônicas, gênero que professa com devoção.

DEGRAZIAJosé Eduardo Degrazia nasceu em Porto Alegre em 1951. Publicou dezenas de artigos e crônicas em jornais e revistas do Brasil e do exterior. Tem publicados os livros de poemas, Lavra permanente, Cidade submersa, A porta do sol, Piano arcano, e A urna Guarani. Seus livros de contos são: O atleta recordista, A orelha do bugre, A terra sem males, e Os leões selvagens de Tanganica; recentemente saiu sua novela O reino de macambira. Traduziu livros de Pablo Neruda, poetas latino-americanos e italianos. Foi premiado em poesia, conto, teatro e tradução.

marlon almeidaMarlon de Almeida é doutor em Letras pela UFRGS com tese sobre a poesia de Guilhermino Cesar. É autor de seis livros de poesia:Histórias de um domingo qualquer (1994), Domingo desde a esquina (1997), Domingo de futebol (1997), Domingo de chuva (2000), Malabares ou clube dos incomparáveis (2003) – livro indicado ao Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira, Prosa do mar (7Letras/2008), vencedor do Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores e O pistoleiro e o guarda-meta de Bagé e outros poemas de acontecido (2010). Além de escritor, Marlon  é professor do Colégio de Aplicação da UFRGS.

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24
out
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Vem aí, em novembro, na Palavraria: curso Machado de Assis, com o professor Nicotti

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Curso Machado de Assis,

com o professor Nicotti

A partir de 23 de novembro

Na Palavraria*

O curso será oferecido em dois locais diferentes: na Palavraria (programação abaixo) e no Curso Absolutto (veja programação aqui).

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curso machado de assis

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nicottiJoão Armando Nicotti é licenciado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa. Estudou no Curso de Literatura Russa da UFRGS. Foi professor de literatura dos Colégios Anchieta, Israelita, Leonardo da Vinci (Porto Alegre e Caxias do Sul), Rosário e cursos pré-vestibulares em Porto Alegre e Caxias. É sócio-fundador do Curso Pré-Vestibular Absolutto.

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24
out
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Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 22, A poesia de Pablo Neruda – terceiro encontro do Ciclo de Poetas de Língua Espanhola

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Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 22, A poesia de Pablo Neruda – terceiro encontro do Ciclo de Poetas de Língua Espanhola. Com Raquel Grossman (coordenação), Gladis Kaercher, María Cinta Aguaded Gómez, Dione Detanico e Jane Felipe. Fotos do evento.

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23
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A prosa ligeira de Jaime Medeiros Júnior: Por que ler Províncias

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Por que ler Províncias, por Jaime Medeiros Júnior

Provincias

Santa Maria, feira do livro de 2012, paro para escutar Marcelo Canellas falar em entrevista em meio à praça Saldanha Marinho. Tema: jornalismo e jornalismo literário. Escuto e aprendo. Nenhuma notícia vem às páginas de um jornal ou vira matéria de TV com isenção. Quem refere fatos, fatalmente terá de alguma forma escolher como contá-los. Essa escolha nunca será isenta e não o deve ser. Então ele nos oferece exemplos de como uma mesma história pode ser dita de modos totalmente diferentes e sem falseá-la e com recepções totalmente diferentes. Não saberei aqui reproduzir os exemplos dados. Mas creio poder explicar o sentido da coisa. Busco alguns fatos, muito provavelmente já um tanto coloridos pela memória que tenho deles. Porto Alegre, década de 80, sessão da meia-noite no Cine ABC. Na tela,Tom Conti, encantado com os estupendos dotes de Kelly McGillis, apanha, em meio a relva da praça da pequena cidade onde estão, um raminho de Loranthacea e, tentando lhe explicar porque as palavras não são isentas de valor, pondera: imagine se deixássemos de chamar a isto erva de passarinho e o chamássemos de olhos de Maria. Muito provavelmente deixaríamos de descuidadamente pisar sobre a erva, e procuraríamos ver onde haveríamos de pousar nossos pés, cheios de medo de feri-la. Contar bem os fatos parece não ser mais que atinar, que descobrir o nome mais capaz de nos desvelar aqueles mesmos fatos.

Marcelo escolheu começar pelos espinhos. Santa Maria teve motivos pra chorar, ele nos situa dentro dessa dor. Mas aqui os cardos também podem coroar alguém, alguém que habita uma das tantas curtas histórias que ele vem nos contar. Histórias de gente, principalmente. Histórias de lembrar. Histórias de encontros. E aqui vale retornar à praça Saldanha Marinho e ouvir Marcelo dizer quão diferentes hão de ser a história na qual os fatos acabam por se submeter às expectativas que guardamos a respeito deles daquela que se registra a partir da escuta, história que é capaz de submeter nossas expectativas à realidade que nasce da capacidade de se surpreender com o que se escuta, escuta que é capaz de desentortar o sentido das coisas. O diagnóstico não é sequestrar a realidade dentro da letra morta do livro de patologia ou de clínica, mas sim ser capaz de construir sentido com o que se colheu na história e no exame do outro a nossa frente.

Se você aceitar o convite de se entregar a leitura do livro Províncias (Ed. Globo), haverá de saber o que acontece quando um menino se encontra com o elefante do circo, também do encontro de duas trôpegas criaturas em uma praça, do que acontece com uma balzaquiana após sua sombrinha ter-se quebrado pelo vento, ou com um beija-flor ao invadir uma biblioteca. E muito provavelmente descobrir o acento de um mundo que quer se fazer distante da nossa comum, apressada e citadina indisposição para com a vida. Pequenas histórias contadas pelo jornalista, pelo homem, e porque não confessar, pelo meu amigo Marcelo Canellas.

jaime medeiros júniorJaime Medeiros Jr (1964). Médico pediatra. Escritor portoalegrense. Publicou Na ante-sala (poemas, 2008) e Retrato de um tempo à meia-luz (crônicas, Modelo de Nuvem, 2012). Mantém o blog Simples Hermenáutica.

 

 

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22
out
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Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 24, Leituras Feevale – Contos da vida breve, com Henrique Schneider

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24, quinta, 19h: Leituras Feevale – Contos da vida breve, com Henrique Schneider. Participação especial de Mariana Collares e da Cia Circo de Bolso.

 

 

vida breve - 10 anos

Leituras Feevale – Contos da vida breve são sessões nas quais, durante aproximadamente 50 minutos, Schneider lê e interpreta alguns dos pequenos contos que escreve em sua coluna “Vida Breve”, desde 2003, no jornal ABCDomingo, com tiragem de 70 mil exemplares e que circula pelo Vale do Sinos e Região Metropolitana. Desde 2007, com patrocínio da Universidade Feevale, o escritor realiza leituras públicas e gratuitas de seus contos, pelo interior do Rio Grande do Sul e cidades como Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Montevidéu e Buenos Aires.

HENRIQUE SCHNEIDER 02Henrique Schneider nasceu em 1963 e vive em Novo Hamburgo (RS). Tem diversos livros publicados, entre os quais O grito dos mudosA segunda pessoa, Contramão e A vida é breve e passa ao lado. O monstro debaixo da cama, primeiro conto de Henrique Schneider publicado na coluna Vida Breve, foi parar no programa Curtas Gaúchos, da RBS, adaptado pela cineasta hamburguense Cris Werle.

mariana collares 01Mariana Collares, artista multimídia. Na literatura, é escritora/cronista, colunista na Revista Benfazeja, no Portal Discorra, no Portal Mundo Mundano e na Rádio Elétrica, neste com uma coluna falada no programa CV Explica, que roda às quintas-feiras, a partir das 21 horas. Escreve contos, crônicas, poesia, teatro e afins desde que se lembra, mas com 13 anos estreou no literatura com uma peça teatral infanto-juvenil. Em 2005 começou a publicar textos vários em seu blog pessoal e, dado o alcance das publicações, foi convidada a publicar em outros sites e mídias.  Já colaborou com diversos sites de literatura e assemelhados e publicou o livro Devaneios literários, crônicas, em 2010.  Atualmente prepara o seu primeiro romance, ainda sem título.

circo de bolsoO Circo de Bolso – formado por Paulo Stürmer e Tomé Rodrigues  é uma Companhia de Teatro jovem e experimental. O grupo apresenta trabalhos baseados na linguagem de circo-teatro, onde o Clown é a figura central. Utiliza técnicas artísticas como malabares, ilusionismo, contação e improviso.

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21
out
13

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 23, o lançamento do livro Províncias, crônicas de Marcelo Canellas

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23, quarta, 19h: Lançamento do livro Províncias, crônicas de Marcelo Canellas (Editora Globo)

Convite Provincias

Províncias universais

 Em deliciosa coletânea de crônicas, Marcelo Canellas recolhe nas miudezas provincianas a matéria poética para falar da vida e de suas contradições

Um dos mais premiados jornalistas da televisão brasileira, Marcelo Canellas já rodou o mundo ao longo de seus mais de 25 anos de carreira. Mas, segundo ele mesmo, jamais deixou a cidade de Santa Maria da Boca do Monte, encravada no centro do Rio Grande do Sul — a província sempre segue com ele, alma adentro, aonde quer que vá.

O livro de crônicas que Canellas acaba de lançar, apropriadamente intitulado Províncias, comprova a profunda conexão do autor com a geografia afetiva de seus anos de formação. Santa Maria, aqui, é o arquetípico microcosmo que, sob a lente de aumento da literatura, vai desvelando o caráter universal das miudezas de um cotidiano particular.

Nesse sentido, qualquer insignificância do dia a dia – o aroma do café passado no coador de pano, a imobilidade de uma estátua-viva na praça, a desmontagem da lona de um circo – ganha renovada dimensão nesses relatos. E, também, tudo o que há de profundamente relevante passa por uma necessária releitura: filtrada sob a perspectiva “provinciana” de Canellas, a recente tragédia da Boate Kiss tem, no livro, aquela que talvez seja sua mais pungente interpretação.

marcelo canellasPublicados originalmente no Diário de Santa Maria, os textos revelam uma prosa poética fluida, delicada, a serviço da observação da vida e de suas eternas contradições. A compilação Províncias é a oportunidade de tornar o lado cronista de Canellas tão reconhecido quanto sua faceta de jornalista.

Marcelo Canellas, nascido em Passo Fundo, em 1965, é formado em comunicação pela Universidade Federal de Santa Maria. Repórter especial da Rede Globo, notabilizou-se pela cobertura de temas ligados a direitos sociais e humanos. Pela série de reportagens “Fome”, exibida no Jornal Nacional em 2001, ele e sua equipe conquistaram diversos prêmios — Ayrton Senna de Jornalismo, Barbosa Lima Sobrinho, Imprensa Embratel e Vladimir Herzog, além da Medalha ao Mérito da Organização das Nações Unidas.

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