Arquivo para 19 de novembro de 2013

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Vem aí, na Palavraria, de 23 a 30 de novembro, a VEREDA LITERÁRIA 2013

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4ª VEREDA LITERÁRIA

vereda literária
de 23 a 30 de novembro de 2013
Programação completa

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23, sábado, 18h: Abertura com a homenageada: Léa Masina, homenageada especial desta edição, conversa com os escritores Daniela Langer e Rafael Jacobsen sobre processo criativo.

lea_masinaLéa Masina: Bacharel em Direito e em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Mestre em Literatura Brasileira pela UFRGS (1980); Doutora em Literatura Comparada pela UFRGS (1998) e crítica literária. Bacharel em Direito. Professora estadual, assessora técnica do Instituto Estadual do Livro, então da Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, instituição que dirigiu. Professora do Instituto de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul desde 1991. Em 2004, integrou o Programa PROBRAL( Brasil- Alemanha) pesquisando e participando de atividades junto a brasilianistas na Universidade Livre de Berlin, no Instituto Latino-Americano e no Instituto Ibero-Americano de Berlin. Aposentou-se da UFRGS em 2007, como Professora Associada, tendo ministrado aulas e orientando alunos nos programas de Graduação e Pós-Graduação em Letras. Dedicada ao estudo da literatura gaúcha e suas fronteiras, publicou, dentre outras obras, “Percursos de Leitura” (IEL e Editora Movimento, 1994); “Alcides Maya, um Sátiro na terra de Currupira” (IEL e Editora Movimento, 1998), “Textos Críticos de Alcides Maya” ( UFSM e Editora Movimento, 2004); “A leitura partilhada” (UFSM e Editora Movimento, 2005), ; e“Guia de Leitura: 100 autores que você precisa ler” ( Porto Alegre, L&PM, 2007). Atualmente, trabalha na qualificação de textos literários, acompanhando escritores e editores em seus processos criativos de produção de textos e livros. Coordena e dirige seminários de criação literária e organiza eventos sobre leitura e crítica literária, prestando assessoria a instituições psicanalíticas e culturais do Rio Grande do Sul.

daniela-langer-03Daniela Langer é designer. Também estuda o que lhe causa espanto na literatura e é aluna da Oficina Charles Kiefer desde 2005. Foi premiada no Concurso Osman Lins de Contos 2005. Tem textos publicados em em antologias, entre elas Inventário das delicadezas (Nova Prova, 2007) e Novos Contos Imperdíveis (Nova Prova, 2007) e Outras Mulheres (Dublinense, 2010). Escreve nos blogs Ordinariedades e Outras Mulheres.

rafael bán-jacobsen 04Rafael Bán Jacobsen é professor, físico da UFRGS, pianista e escritor. É autor de Tempos & Costumes e de Solenar (ambos livros agraciados com o Prêmio Açorianos de Literatura) e também de Uma leve simetria (finalista do Prêmio Açorianos de Literatura e do Prêmio Livro do Ano da Associação Gaúcha de Escritores). O projeto de seu romance Imemorial das pedras (ainda inédito) foi contemplado com a Bolsa Funarte de Criação Literária. É o mais jovem membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

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24, domingo, 17h: Piquenique Literário. Cleonice Bouscheid faz leitura de seu livro “Piquenique no jardim”, na Praça do DMAE.

cleonice bourscheidCleonice Bourscheid nasceu em Porto Alegre, onde vive com a família numa casa próxima ao rio. É poeta, professora, tradutora e produtora cultural. Apaixonada por pássaros, tem se dedicado a observá-los a partir de seu jardim, na orla do rio Guaíba, nos parques da cidade e em áreas de preservação. Sobre a temática “Pássaros”, publicou o livro de poemas para crianças Passa, Passa, Passarinho pela Edunisc, em 2006. Em 2007, lançou o livro de arte Ave, Pássaro! com ilustrações de Isolde Bosak e o infantil Comadre Corujinha e Compadre Gavião, ilustrado por Joana Puglia. Autora do projeto Poesia e Meio Ambiente, alia literatura à ecologia, com o objetivo de conscientizar sobre o cuidado e a preservação do planeta. Em 2009, publicou o livro de poemas Ave, flor pela Editora Ar do Tempo e, em 2012, o livro de poemas para crianças Piquenique no Jardim, pela mesma editora. Aluna da oficina de contos do escritor Charles Kiefer, participou das antologias 101 que contam, 103 que contam e brevíssimos!, pela editora Nova Prova. Em 2013, fez parte da Coletânea de poesia gaúcha, publicada pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Segundo o escritor Charles Kiefer, “Cleonice é a poeta do pássaro, contida e exata como o voo de um Biguá”.

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25, segunda, das 19h30 às 21h: A vida é uma ficção? Cláudia Tajes e Mariana Kalil  falam sobre crônicas, com a mediação de Lu Thomé.

Claudia_TAJESClaudia Tajes nasceu em Porto Alegre em 1963. Redatora publicitária, estreou na literatura com Dez (Quase) Amores (L&PM Editores, 2000). Seguiram-se As Pernas de Úrsula & Outras Possibilidades (L&PM Editores, 2001) e o romance Dores, Amores & Assemelhados (L&PM Editores, 2002), A vida sexual da mulher feia (2005), Louca por homem(L&PM 2011), Vida dura (L&PM POCKET, 2008) e Só as mulheres e as baratas sobreviverão (L&PM Editores, 2009), Por isso eu sou vingativa (2011) e Sangue quente (2013).  Além de escritora, Claudia Tajes é roteirista da Globo e em 2011 teve seu livro  Louca por homemadaptado para uma série no canal HBO chamado Mulher de fases.

mariana-kalilMariana Kalil é jornalista, editora do caderno Donna, suplemento dominical do jornal Zero Hora. Trabalhou nas redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal do Brasil, e foi correspondente da BBC Brasil na Espanha, onde fez pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagem y Diseño de Barcelona. È autora dos livros Peregrina de araque: uma jornada de fé e ataque de nervos no Oriente Médio e Vida peregrina: uma jornada de desequilíbrios, tropeços e aprendizado, ambos pela editora Dublinense.

LU THOMÉLu Thomé é jornalista e coordena projetos de assessoria de imprensa no Estúdio de Conteúdo, atendendo autores e editoras como Não Editora e Dublinense. Participou das antologias Ficção de Polpa – Volumes 1, 2 e 3 (Não Editora).

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26, terça, das 19h30 às 21h: A historiografia e a ficção. Marcel Citro e Tailor Diniz falam sobre a pesquisa histórica em seus livros, com mediação de Gustavo Czkester.

marcel citroMarcel Citro é gaúcho de Porto Alegre. Bacharel em Direito e em Administração de Empresas pela UFRGS, foi funcionário do Banco do Brasil, auditor do Tesouro Nacional e é atualmente magistrado. Contista premiado (2º e 1º lugares no concurso Histórias do Trabalho – edições 1994 e 1996), escreveu A Noite do Sáurio, livro de contos publicada em 2004 pela Editora Movimento, e Travessia – quinze contos peregrinos, publicado pela Editora da Cidade em 2011. Publicou em 2012, pela Editora Libretos, o romance Outonos de sangue.

tailor dinizTailor Diniz é escritor e roteirista de cinema e TV. Tem doze livros publicados, entre eles Transversais do Tempo, Bertrand Brasil, Prêmio Açorianos de Literatura 2007 – Melhor Livro de Contos, e Prêmio Associação Gaúcha de Escritores 2007 – também Melhor Livro de Contos. Crime na Feira do Livro, lançado em alemão na Feira do Livro de Frankfurt/2013, foi finalista do Prêmio Açorianos de Literatura, edição 2011, categoria Narrativa Longa. Seu último livro, A superfície da sombra, está sendo adaptado para o cinema e foi tema de mesa, com participação do autor, na Segunda Semana Brasil, na Universidade Sorbonne, Paris.

gustavo melo czeksterGustavo Melo Czekster nasceu em Porto Alegre, em 1976. Cursou a oficina de criação literária de Luiz Antonio de Assis Brasil em 2000 e a de Léa Masina em 2001. É advogado e mestre em Literatura Comparada pela UFRGS. Em 2011, lançou o livro de contos “O homem despedaçado”, pela editora Dublinense.

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27, quarta, das 19h30 às 21h: Telenovela é literatura? Biagio D’Ângelo e Leonardo Wittmmann conversam sobre as relações da telenovela com a literatura, com mediação de Rafael Jacobsen.

biagio d´angelo_benjamin 02Biagio D’Angelo é mestre em Línguas e Literaturas Estrangeiras, área de Eslavística, pela Universidade de Veneza Ca’ Foscari (1992) e doutor em Teoria literária pela Universidade Russa de Estudos Humanísticos (1998). Lecionou literatura na Universidade Pázmany Peter, de Budapeste (Hungria), na PUC-SP e atualmente leciona Teoria da Literatura na PUC-RS (Faculdade de Letras).. Dentre suas publicações, destacam-se Borges en el centro del universo (Lima, 2005), Las babas del sabio. Ensayos sobre la dislocación de la escritura (2007), Comparaciones en vertical. Conflictos mitológicos en las literaturas de América Latina, escrito com Paola Mildonian (2009), e Oriundos das palavras. A meta da literatura em Machado de Assis e Guimarães Rosa (Porto Alegre, Ed. UFRGS, 2011). Seu livro Benjamin. Poema com desenhos e músicas (São Paulo: Melhoramentos, 2011) ganhou o Premio Jabuti 2012 (1º lugar em Literatura Infantil-Juvenil).

leonardo wittmannLeonardo Wittmann – Formado em Produção Audiovisual – Cinema e Vídeo, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, em 2007. Em 2008 cursou, na mesma universidade, a Oficina de Criação Literária do Professor Doutor Luiz Antonio de Assis Brasil. Atualmente, é mestrando em Escrita Criativa na Faculdade de Letras da PUCRS, com um projeto de roteiro de longa-metragem intitulado “Mãos de Concreto”, sob orientação do Prof. Dr. Carlos Gerbase. Dirigiu e co-roteirizou dois curtas-metragem: “O boxeador” (Histórias Curtas da RBSTV, 2009) e “Trajeto” (curta independente, 2011, exibido em festivais no RS e em São Paulo).

rafael bán-jacobsen 04Rafael Bán Jacobsen é professor, físico da UFRGS, pianista e escritor. É autor de Tempos & Costumes e de Solenar (ambos livros agraciados com o Prêmio Açorianos de Literatura) e também de Uma leve simetria (finalista do Prêmio Açorianos de Literatura e do Prêmio Livro do Ano da Associação Gaúcha de Escritores). O projeto de seu romance Imemorial das pedras (ainda inédito) foi contemplado com a Bolsa Funarte de Criação Literária. É o mais jovem membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

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28, quinta, das 19h às: Rock e literatura. Pedro de Luna lança o livro “Niterói – Rock Underground – 1990-2010″ e conversa com os leitores.

Capa Niteroi Rock Underground

Niterói Rock Underground (1990-2010) mostra a transição da música (e por que não da cultura) no país e seus reflexos em Niterói-RJ. A revolução aconteceu no campo sociológico, político, estético, econômico e, claro, tecnológico. Da fita cassete, LP, VHS, fotocópia, fotografia em papel e o fax para o mp3 e o telefone celular, foi um longo caminho. E no meio dele não tinha uma pedra, e sim o fax, a popularização do computador pessoal com impressora, o CD, o DVD e o vídeo laser. E o Pedro. O processo de pesquisa consumiu dois anos. Começou através do seu imenso acervo pessoal de CDs, fitas demo, fotos, cartazes, fanzines e flyers. “Abri cada pasta no fundo do baú e a partir dali fui organizando tudo cronologicamente”, conta. “Depois realizei entrevistas com pessoas essenciais e conferi algumas informações através da internet e trocando e-mails”. Seu livro vem para cobrir uma lacuna na bibliografia do gênero.

Pedro de Luna - foto Paulo BelotePedro de Luna, 38 anos, formado em Comunicação Social pela UFF com MBA em Gestão Cultural pela UCAM, é jornalista, quadrinista e publicitário. Foi assessor de imprensa na Caixa Cultural, no CCBB e no festival Cinemúsica. Também foi assessor da Orquestra Sinfônica Nacional e do Teatro da UFF. Publicou seus quadrinhos diariamente no Jornal do Brasil, onde ainda mantém um blog. Com experiência em publicidade e no mercado editorial, foi Consultor de Comunicação na Petrobras (2010/2012) e redator de agências como Dia, GR−3, All−E e McCann Erickson. Trabalhou para a Microsoft ao mesmo tempo em que criou um portal de sk8 e escrevia uma coluna no site da MTV. Desde 2006 é colaborador do Jornal do Brasil e já escreveu para diversos jornais, sites e revistas. Em 2011 lançou o seu primeiro livro, “Niterói Rock Underground (1990−2010)”, no país e no exterior. É o criador do coletivo Arariboia Rock, criado em 2004.

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29, sexta, das 19h30 às 21h: O deus dos insetos encontra a condição indestrutível de ter sido. Helena Terra e Monique Revillion conversam sobre seus livros lançados este ano, com mediação de Leila de Souza Teixeira.

helena-terraHelena Terra é jornalista e escritora, ilustradora e artista plástica. Nasceu em Vacaria (RS), mas mora em Porto Alegre. Participou de oficinas literárias e publicou contos. A condição indestrutível de ter sido é sua estreia na narrativa longa.

monique-revillionMonique Revillion nasceu em São Leopoldo (RS), em 1960. Mora em Porto Alegre, onde se graduou em jornalismo. Tem contos publicados em antologias no Brasil e no exterior. Seu primeiro livro,Teresa, que esperava as uvas, recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura de livro do ano em 2006.

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30, sábado, das 19h30 às 21h: Conversas de Taberna: Chaucer e outras referências etílicas. Gustavo Czekster e Francisco Botelho transformam a mesa da Vereda em mesa de bar, com a mediação de Andrea Kahman. Encerramento: show de Cosme Rodrigues e Banda, com participação de Sociedade Cósmica .

gustavo melo czeksterGustavo Melo Czekster nasceu em Porto Alegre, em 1976. Cursou a oficina de criação literária de Luiz Antonio de Assis Brasil em 2000 e a de Léa Masina em 2001. É advogado e mestre em Literatura Comparada pela UFRGS. Em 2011, lançou o livro de contos “O homem despedaçado”, pela editora Dublinense.

josé francisco botelhoJosé Francisco Botelho sofre de um mal peculiar: o excesso de pseudônimos. Seu verdadeiro e espantoso nome é José Francisco Hillal Tavares de Junqueira Botelho, mas pode ser invocado indiferentemente como Francisco Hillal, Chico Botelho, José Francisco Tavares, J.F.H.T.J.B. et alii. Seja como for, a pessoa em questão nasceu em Bagé, em 1980, e formou-se em Comunicação Social na PUC-RS. É mestre em Letras pela UFRGS e trabalha com jornalismo e literatura desde os primórdios do milênio. É autor da coletânea de contos A árvore que falava aramaico, premiada pela Biblioteca Nacional e finalista do Prêmio Açorianos de 2012. É autor de uma tradução em versos dos Contos da Cantuária de Geoffrey Chaucer, publicada pela Penguin/Companhia das Letras em 2013. Em seu avatar jornalístico, é editor e redator da República – Agência de Conteúdos e colabora com publicações como Superinteressante, Aventuras na História e Aplauso.

andrea kahmann 1Andrea Kahmann é doutoranda em Literatura Comparada pela UFRGS.

 

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4ª VEREDA LITERÁRIA – 2013

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A VEREDA LITERÁRIA é um evento anual, próximo ao período da Feira do Livro de POA, mas fora das mediações da Praça da Alfândega (não com o propósito de oposição, mas com o de adição: propor mais um caminho, ou mais uma vereda, que fomente novas discussões literárias). A realização do evento não tem fins comerciais e não conta com patrocínio. Por isso, essa Vereda é fruto do trabalho e doação dos seus idealizadores, da parceria de amigos ligados a área da literatura e cultura, e, é claro, da boa vontade dos participantes das ‘mesas’.

Curadoria:
Leila  da Silva Teixeira

Idealização:
Cris MoreiraDaniela Langer e Leila  da Silva Teixeira

Organização:
Daniela Langer e Leila  da Silva Teixeira

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