Arquivo para janeiro \15\UTC 2014



15
jan
14

Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 14, o lançamento do livro Banguela, de Márcio Pessôa.

.

aconteceu

.

Aconteceu nesta terça, 14, o lançamento do livro Banguela, de Márcio Pessôa.

.

banguela 01.

banguela 02banguela 03 banguela 04 banguela 05.

.

.

.

.

.

banguela 06banguela 07 banguela 08 banguela 09.

.

.

.

.

.

 

Palavraria - livros c.

 

Anúncios
14
jan
14

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 16: Lançamento do livro O amor remove caninos, de Luiz Henrique Dias

program sem

.

16, quinta, 19h: Lançamento do livro O amor remove caninos, de Luiz Henrique Dias (Redes Editora)

O Amor Remove Caninos

“O amor remove caninos e outras histórias cotidianas”: livro de contos com escrita visceral e sofrida.  O sentido de urgência dos contos, as asperezas próprias da vida urbana, solidão, momentos ternos, estranhamento – isso caracteriza a escrita de Luiz Henrique Dias.

Luiz Henrique DiasLuiz Henrique Dias é professor de física, dramaturgo e escritor.  Nas horas vagas, ele costuma andar pela rua cantando sozinho. Dizem que ele acredita no amor, e que já perdeu alguns dentes por isso.

.

.

.

13
jan
14

Aconteceu na Palavraria, nesta segunda, 13: Lançamento da Revista Teorema 23 e do DVD Os filmes estão vivos

.

aconteceu

.

Aconteceu na Palavraria, nesta segunda, 13: Lançamento da Revista Teorema 23 e do DVD Os filmes estão vivos.

.

teorema 23 01.

teorema 23 02teorema 23 03 teorema 23 04 teorema 23 05.

.

.

.

.

.

teorema 23 06teorema 23 07 teorema 23 08 teorema 23 09.

.

.

.

.

.

teorema 23 10 teorema 23 11.

.

.

.

.

 

 

Palavraria - livros c.

 

13
jan
14

Participe do Clube de Leitura da Palavraria. Em fevereiro, O vermelho e o negro, de Stendhal

clube de leitura

.

Leitura de fevereiro: O vermelho e o negro, de Stendhal

(Tradução de Paulo Neves)

Mediação de Débora Fogazzi

 03 de fevereiro de 2014, segunda-feira, 19h

Na Palavraria

o vermelho e o negro

Entre todos os romances produzidos na história da literatura mundial, O vermelho e o negro é o mais clássico, vasto, célebre, radical e brilhante. A saga romântica de Julien Sorel e suas “eternas e definitivas” amadas Sra. de Rênal e Mathilde de La Mole é um livro marco dentro da arte de escrever e do romance, além de retratar como ninguém as complexas relações sociais na França do período da Restauração napoleônica. Inspirado em fatos reais (um escândalo entre famílias de destaque da burguesia francesa), O vermelho e o negro rompe com a tradição do romantismo, introduzindo o realismo no romance francês.

stendhalHenri-Marie Beyle, mais conhecido como Stendhal (Grenoble, 23 de janeiro de 1783 – Paris, 23 de março de 1842) notabilizou-se como romancista e crítico. Seu estilo, ao contrário do excesso de ornamentos, valorizava o perfil psicológico dos personagens, a interpretação de seus atos, sentimentos e paixões. Seus romances mais conhecidos são: Do amor (1822), O vermelho e o negro (1831) e A cartuxa de Parma (1839), obras de notável análise psicológica, escritas todas elas com uma precisão e uma nudez simultaneamente naturais e intencionais. As duas últimas podem ser chamadas de novelas de aprendizagem, e compartilham de rasgos românticos e realistas; nelas aparece um novo tipo de herói, tipicamente moderno, caracterizado por seu isolamento da sociedade e seu confronto com suas convenções e ideais, no que muito possivelmente se reflete em parte a personalidade do próprio Stendhal. Como crítico, escreveu: História da pintura na Itália (1817); Roma, Nápoles e Florença (1817) e as vidas de Mozart, Napoleão, Rossini, entre outros. Stendhal seguiu a princípio a carreira comercial e empreendeu em 1814 uma viagem de estudo pela Itália. Dândi afamado, freqüentava os salões de maneira assídua, enquanto sobrevivia com os redimentos obtidos com suas colaborações em algumas revistas literárias. Em 1821 foi expulso de Milão, suspeito de estar filiado a um clube de carbonários. Regressando a Paris, onde seu nome era, então, já citado com respeito, aí permaneceu até que foi nomeado cônsul em Trieste e depois em Civita Vechia, posto que ocupava quando faleceu em decorrência de um ataque de apoplexia.

O encontro de março, já marcado para a segunda segunda-feira, dia 10, às 19h, terá por objeto o livro Niketche, da moçambicana Paulina Chiziane.

– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – 

Clube de Leitura Penguim/Companhia das Letras – Palavraria

clube de leitura

Inscrições gratuitas

O Clube de Leitura reúne, preferencialmente na primeira segunda-feira de cada mês, pessoas interessadas em ler e trocar idéias sobre obras da literatura clássica e contemporânea.

A primeira reunião foi em novembro de 2012, e desde então mais de uma dezena de livros já foram enfocados.

Em cada reunião os participantes escolhem as obras a serem discutidas nos próximos encontros e os respectivos mediadores, que serão sempre alternados.

Os participantes do Clube de Leitura terão um desconto de 10%, ao adquirirem na Palavraria os livros destinados à discussão.

 

Informações e inscrições na Palavraria
Rua Vasco da Gama, 165 – 51 3268 4260 – de segunda à sexta das 11 às 21h
ou pelo email palavraria@palavraria.com.br.

.

.

.

 

12
jan
14

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 14: Lançamento do livro Banguela – A maior operação policial do sul do Brasil, de Marcio Pessôa.

program sem

.

14, terça, das 18 as 19h30: Lançamento do livro Banguela – A maior operação policial do sul do Brasil, de Marcio Pessôa.

banguela - márcioBanguela revela os bastidores da maior operação policial da história do Rio Grande do Sul e do maior esforço de integração entre as estruturas de segurança pública do Sul do Brasil. A obra é um raio X de um sistema à mercê de autoridades, geralmente de “vocação feudal”, com vícios políticos e insuficiência de recursos materiais e humanos.

A investigação jornalística revela informações sigilosas, que explicam decisões polêmicas de governo, tomadas em gabinetes de primeiro escalão. Banguela fomenta o debate sobre a divisão das polícias e a febre dos grampos telefônicos no Brasil, mostrando que escutas podem servir tanto para investigações sérias, como para crimes policiais.

O livro aponta uma “cola de investigação” feita pela Polícia Federal. Por meio de escutas em telefones de policiais civis, federais teríam acessado informações e montado uma “caçada” paralela a um bandido midiático. Banguela narra a morte do menino ATM, de 3 anos, durante uma operação policial, explicando como o caso permanece sem solução e por que, após alguns anos, a Justiça ainda não deu satisfações à família e, provavelmente, não dará. Jornalista brasileiro radicado na Europa há alguns anos, Marcio Pessôa segue atento a questões que dizem respeito à realidade nacional. Segurança pública, direitos humanos e cidadania sempre foram temas que atraíram sua atenção como repórter no Brasil.  A partir dessa vivência e de uma apurada investigação, criou o livro-reportagem Banguela, uma radiografia das mazelas e incoerências do trabalho policial no país.

marcio pessoaAtualmente, Marcio Pessôa divide seu tempo entre a Alemanha e a Grã-Bretanha.  Na Universidade de Sussex é doutorando em Estudos do Desenvolvimento, pesquisando Estado e Sociedade na África Austral. Na Alemanha, atua como jornalista na Deutsche Welle, uma das maiores emissoras de notícias do mundo, trabalhando com temas brasileiros e africanos. O convite para atuar na DW surgiu a partir do destaque alcançado como repórter e produtor no Rio Grande do Sul. Em seus 15 anos de jornalismo, teve diversas reportagens premiadas no Brasil e no exterior. A maioria dos reconhecimentos veio com matérias ligadas aos direitos humanos. Na área acadêmica, além do doutorado em andamento, possui mestrado em Sociedade Civil e Governança Democrática na Universidade de Osnabrueck, na Alemanha, com bolsa de políticas publicas e boa governança do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico. Marcio mantem um blog na internet que pode ser acompanhado em http://blogdopessoa.wordpress.com/

.

.

.

12
jan
14

Vai rolar na Palavraria, nesta segunda, 13: Lançamento da Revista Teorema 23 e do DVD Os filmes estão vivos

program sem

.

 

13, segunda, 19h: Lançamento da revista Teorema 23 e do DVD Os filmes estão vivos.

teorema

A edição 23 de Teorema coloca no centro de sua pauta o roteirista e cineasta Hilton Lacerda, que em 2013 fez sua estreia na ficção com Tatuagem, consagrado no último Festival de Gramado com vários prêmios (incluindo o de melhor filme). Um dos protagonistas da festejada cena de cinema de Pernambuco, primeiramente como roteirista de Baile Perfumado – um dos marcos do Cinema da Retomada – e parceiro constante de Cláudio Assis desdeTexas Hotel e Amarelo Manga, Hilton Lacerda lançou-se à direção de longas com o inventivo documentário Cartola – Música para os Olhos, co-dirigido por Lírio Ferreira, que preparou o caminho para a explosão criativa de Tatuagem, atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros. A equipe da revista conversou longamente com Hilton em Gramado e o resultado pode ser conferido em uma entrevista de 12 páginas, complementada pelo texto de Milton do Prado sobreTatuagem.

A vigorosa safra brasileira deste ano também está contemplada através dos artigos assinados por Cid Nader sobre Riocorrente (de Paulo Sacramento), Ivonete Pinto sobre Avanti Popolo (de Michael Wahrmann) e Carla Schneider e Alexandre Rocha da Silva sobre Até que a Sbórnia nos Separe (de Otto Guerra e Ennio Torresan Jr.).

Já o cinema de língua inglesa ganha destaque em textos dedicados aAmor Bandido, terceiro longa de Jeff Nichols (por Fabiano de Souza), Passion, o mais recente Brian De Palma, inexplicavelmente ainda inédito no Brasil (por Filipe Furtado), e à volta por cima de Woody Allen, após uma fieira de filmes medianos, com o excelente Blue Jasmine (por Marcus Mello).

A delegação francesa comparece com o rigoroso Camille Claudel, 1915, de Bruno Dumont, analisado por Enéas de Souza, e à sensacional dobradinha que causou furor no último Festival de Cannes: Azul é a Cor Mais Quente, de Abdellatif Kechiche (por Leonardo Bomdim), e Um Estranho no Lago, de Alain Guiraudie (por Alexandre Santos).

A edição é complementada por análises de dois filmes monumentais, que tiveram concorridas exibições em Porto Alegre neste segundo semestre: o documentário Shoah, de Claude Lanzmann (em texto assinado a quatro mãos por Robson de Freitas Pereira e Lucia Serrano Pereira), e o canto de cisne de Raoul Ruiz, Mistérios de Lisboa, em artigo assinado pela nova revelação da crítica local, Pedro Henrique Gomes, estreando nas páginas da Teorema.

Boa leitura e feliz 2014 a todos.

 

.

.

.

07
jan
14

Aconteceu na Palavraria, segunda, 6, Clube de Leitura, com o livro Se vivêssemos em um lugar normal, de Juan Pablo Villalobos

.

aconteceu

.

Segunda, 6, rolou na Palavraria mais uma reunião do Clube de Leitura, enfocando o livro Se vivêssemos em um lugar normal, de Juan Pablo Villalobos, com mediação de Angela Maciel.

.

clube de leitura 01.

clube de leitura 02clube de leitura 03clube de leitura 04 clube de leitura 05.

.

.

.

.

.

 

Palavraria - livros c.

 




janeiro 2014
S T Q Q S S D
« dez   fev »
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031  

Categorias

Blog Stats

  • 717.339 hits

Top Clicks

  • Nenhum
Follow Palavraria – Livros & Cafés on WordPress.com
Anúncios

%d blogueiros gostam disto: