Arquivo para maio \31\America/Sao_Paulo 2014

31
maio
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Vai rolar na Palavraria, nesta segunda, 2, 19h: Clube de Leitura, com o livro Madrugada suja, de Miguel Souza Tavares. Mediação de Cristina Aragonez

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clube de leitura.

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Leitura de junho: Madrugada suja, de Miguel Souza Tavares

Mediação de Cristina Aragonez

 

02 de junho de 2014, segunda-feira, 19h

Na Palavraria

Madrugada suja - Miguel de Souza TavaresNuma madrugada de 1988, três estudantes de Évora e uma jovem de dezesseis anos saem para uma farra regada a muito álcool que terminaria em tragédia. Um dos rapazes é Filipe, último descendente da aldeia alentejana de Medronhais da Serra, hoje habitada por um único homem, seu avô, Tomaz da Burra.

O romance do português Miguel Sousa Tavares acompanha as vidas desta família desde a Revolução dos Cravos, que derrubou a ditadura de Salazar em abril de 1974, até os dias atuais. O pai de Filipe, Francisco, ficou viúvo muito cedo e sempre pareceu alheio ao que acontecia na aldeia. Mas, com as mudanças políticas, ele parece encontrar na reforma agrária uma razão para viver e decide se mudar para uma fazenda comunal, deixando o filho único para ser cuidado pelos avós.

Filipe cresce nesta Medronhais da Serra fora do tempo, um lugar que tinha pouco mais de cinquenta habitantes e demorou muito a ganhar o seu primeiro aparelho de televisão. Ele se torna arquiteto e vai trabalhar em uma cidade costeira do Alentejo, onde passa a conhecer cada vez mais de perto as sujeiras da corrupção política. Ao tentar não se envolver num esquema de fraudes e propinas, voltará a ser assombrado pela trágica noite que viveu na juventude.

Narrado em um ritmo vertiginoso, que faz o leitor agarrar-se ao livro até o fim, Madrugada suja alterna a voz de diferentes personagens a cada capítulo. Além de um retrato crítico e acurado sobre as mudanças em Portugal nos últimos quarenta anos, o escritor criou uma história fascinante sobre como os acasos da vida nos levam a situações-limite.

miguel souza tavaresMiguel Souza Tavares nasceu no Porto, em 1952. É formado em direito, mas trabalha como jornalista. É comentarista da TV1 e colunista do jornal Expresso. É autor de livros de reportagem e crônicas, como Sahara, a república da areiaSul, e de livros infantis e juvenis, como O planeta Branco e O segredo do rio.

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 clube de leitura

Clube de Leitura Penguim/Companhia das Letras – Palavraria
Inscrições gratuitas

O Clube de Leitura reúne, preferencialmente na primeira segunda-feira de cada mês, pessoas interessadas em ler e trocar idéias sobre obras da literatura clássica e contemporânea.

A primeira reunião foi em novembro de 2012, e desde então mais de uma dezena de livros já foram enfocados.

Em cada reunião os participantes escolhem as obras a serem discutidas nos próximos encontros e os respectivos mediadores, que serão sempre alternados.

Os participantes do Clube de Leitura terão um desconto de 10%, ao adquirirem na Palavraria os livros destinados à discussão.

 

 

Informações e inscrições na Palavraria
Rua Vasco da Gama, 165 – 51 3268 4260 – de segunda a sábado das 11 às 21h
ou pelo email palavraria@palavraria.com.br.

 

Palavraria - livros a

 

31
maio
14

Aconteceu na Palavraria, nesta quinta, 29, Lançamento do livro Entre a memória e o esquecimento – estudos sobre os 50 anos do golpe civil-militar no Brasil, organizado por Carlos Artur Gallo e Silvania Rubert.

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aconteceu

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Aconteceu na Palavraria, nesta quinta, 29, Lançamento do livro Entre a memória e o esquecimento – estudos sobre os 50 anos do golpe civil-militar no Brasil, organizado por Carlos Artur Gallo e Silvania Rubert.

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Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 28, Lançamento do livro Mefisto e o rubi, de Ivanise Mantovani.

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Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 28, Lançamento do livro Mefisto e o rubi, de Ivanise Mantovani. Apresentação por Dilan Camargo. (Editora Exclamação)

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maio
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Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 28, 19h: Lançamento do livro Mefisto e o rubi, de Ivanise Mantovani

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

28, quarta, 19h: Lançamento do livro Mefisto e o rubi, de Ivanise Mantovani (Editora Exclamação).

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ivanise mantonvaniIvanise Mantovani nasceu em Caxias do Sul. Reside em Porto Alegre. É formada em Administração de Empresas. Oficina de Criação Literária na PUCRS – Extensão em Linguística. PARTICIPAÇÕES: Presença Literária, org. de Hilda Flores da Academia Literária Feminina do Rio Grande do Sul. A Palavra, org. Associação de Jornalista e Escritoras do Brasil. Antologias e Jornais do Instituto Cultural Português, org. Antônio Soares. Receitas de Criar e Cozinhar, org. de Patrícia Bins e Dileta Silveira Martins (1997). V Poemarte do GLCA, org. de Silvia Benedetti. Dança 50, org. de Berenice Sica Lamas (1999). Coletânea Poesia Gaúcha, org. de Dilan Camargo (2001 e 2013). Prosa na Estrada, org. Associação Gaúcha de Escritores, projeto de Valesca de Assis (2013). Poemas nos ônibus, org. Coordenadoria do Livro e Literatura da Secretaria Municipal de Porto Alegre, RS (1995, 2001, 2004, 2007). PRÊMIOS: Concurso Nacional Jogo de Xadrez, org. Abrão Aspis (1991). Textos de Natal, org. CCMQ (1998). Talentos da Maturidade Banco Real (Santander) (1999, 2000).

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maio
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Aconteceu na Palavraria, nesta segunda, 26: Lançamento do livro Futuro pifado na literatura brasileira – Promessas desenvolvimentistas e modernização autoritária, de Homero Vizeu Araújo, com Luiz Augusto Fischer e Antonio Sanseverino.

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Segunda, 26, 19h: Lançamento do livro Futuro pifado na literatura brasileira  – Promessas desenvolvimentistas e modernização autoritária, de Homero Vizeu Araújo, com Luiz Augusto Fischer e Antonio Sanseverino.

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25
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Programação de 26 a 31 de maio de 2014

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

De 26 a 31 de maio de 2014

26, segunda, 19h: Lançamento do livro Futuro pifado na literatura brasileira  – Promessas desenvolvimentistas e modernização autoritária,  de Homero Vizeu Araújo. Bate-papo do autor com Luiz Augusto Fischer e Antonio Sanseverino.

futuro  pifado

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Os ensaios recolhidos na obra tratam da literatura brasileira contemporânea, procurando captar como a cultura de um país reelaborou esteticamente as promessas da modernização democrática nos anos 50 e a consequente realização autoritária dessa modernização a partir de 1964. Daí um arco que vai aproximadamente do último governo Vargas até a década de 1980, com um ou outro ensaio tratando de matéria fora do período mas alimentado pelo mesmo problema. A variedade aqui é proposital, trata-se de buscar as relações entre a forma estética e processo social em momentos diversos mas combinados da literatura brasileira.

antonio sanseverinoAntônio Sanseverino é professor de Literatura da Ufrgs e pesquisador Cnpq, ensaísta.

luiz augusto fischerLuís Augusto Fischer é professor de Literatura da Ufrgs e escritor, autor de Machado e Borges e Filosofia mínima, entre outros livros.

homero vizeu AraújoHomero Vizeu Araújo é professor de Literatura da Ufrgs e autor deMachado de Assis e arredores.

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28, quarta, 18h: Ages entrevista: Marlon Almeida entrevista Ivanise Mantovani. Gravação do Programa Poesia Blues, para a Rádio Falando de Amor.

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A AGES, em parceria com a Livraria PALAVRARIA e com o programa POESIA BLUES (www.radiofalandodeamor.com.br), do sócio e poeta MARLON DE ALMEIDA, apresenta, ao longo do ano, sempre aos sábados, 11h, uma série de entrevistas abertas, com escritores associados, para irem ao ar no mesmo sábado do evento, às 20h, com reprise aos domingos, 11h, às terças-feiras, 20h, às quintas-feiras, 10h e às sextas-feiras, 17h. O objetivo é de divulgar a obra dos convidados e organizar um material, em mídia CD, com o resultado do trabalho.

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28, quarta, 19h: Lançamento do livro Mefisto e o rubi, de Ivanise Mantovani (Editora Exclamação).

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ivanise mantonvaniIvanise Mantovani nasceu em Caxias do Sul. Reside em Porto Alegre. É formada em Administração de Empresas. Oficina de Criação Literária na PUCRS – Extensão em Linguística. PARTICIPAÇÕES: Presença Literária, org. de Hilda Flores da Academia Literária Feminina do Rio Grande do Sul. A Palavra, org. Associação de Jornalista e Escritoras do Brasil. Antologias e Jornais do Instituto Cultural Português, org. Antônio Soares. Receitas de Criar e Cozinhar, org. de Patrícia Bins e Dileta Silveira Martins (1997). V Poemarte do GLCA, org. de Silvia Benedetti. Dança 50, org. de Berenice Sica Lamas (1999). Coletânea Poesia Gaúcha, org. de Dilan Camargo (2001 e 2013). Prosa na Estrada, org. Associação Gaúcha de Escritores, projeto de Valesca de Assis (2013). Poemas nos ônibus, org. Coordenadoria do Livro e Literatura da Secretaria Municipal de Porto Alegre, RS (1995, 2001, 2004, 2007). PRÊMIOS: Concurso Nacional Jogo de Xadrez, org. Abrão Aspis (1991). Textos de Natal, org. CCMQ (1998). Talentos da Maturidade Banco Real (Santander) (1999, 2000).

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29, quinta, 19h: Lançamento do livro Entre a memória e o esquecimento – estudos sobre os 50 anos do golpe civil-militar no Brasil, organizado por Carlos Artur Gallo e Silvania Rubert.

memória e esquecimento

Passados 50 anos do Golpe Civil-Militar no Brasil, a coletânea analisa, sob diferentes ângulos, o impacto da ditadura no passado, no presente, e, de certa forma, no futuro do país. Composta por 17 capítulos, e apoiada pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas – IFCH / UFRGS e pelo Programa de Pós-Graduação em História, a publicação reúne textos escritos por pesquisadores vinculados ou egressos de Instituições de Ensino Superior do Rio Grande do Sul, do Paraná, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Brasília, da Bahia, e do Ceará. Na atividade que será realizada na Palavraria, será apresentado aos presentes o projeto do livro, que estará sendo comercializado com desconto especial de lançamento.

Carlos Artur GalloCARLOS ARTUR GALLO [Org.] Doutorando em Ciência Política na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bolsista da CAPES, vem desenvolvendo pesquisas sobre o resgate da memória da repressão política, sobre a proteção e efetivação dos direitos das vítimas das Ditaduras de Segurança Nacional no Cone Sul, sobre os processos de transição à democracia no Brasil e na Argentina, e sobre legados autoritários. Autor da dissertação de Mestrado “Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça: um estudo sobre o trabalho da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos no Brasil”. Contato: galloadv@gmail.com

Silvania RubertSILVANIA RUBERT [Org.] Doutoranda em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), desenvolve pesquisa sobre o luto dos familiares dos desaparecidos políticos brasileiros sem a presença do corpo, principalmente a partir de entrevistas. Possui graduação em História pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), especialização em Psicanálise Humanista (ITPOH), e mestrado em História das Sociedades Ibéricas e Americanas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), onde realizou análise do sentido político do discurso construído pelo Jornal “A Razão” na iminência e pós Golpe de 1964. Contato: silrubert@bol.com.br .

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31, sábado, 18h: Sarau das seis: Edição comemorativa do aniversário do IEL . 

 

 

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25
maio
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Aconteceu na Palavraria, neste sábado, 24: Festipoa na Palavraria II

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Vai rolar na Palavraria, nesta segunda, 26, Lançamento do livro Futuro pifado na literatura brasileira – Promessas desenvolvimentistas e modernização autoritária, de Homero Vizeu Araújo, com Luiz Augusto Fischer e Antonio Sanseverino.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

26, segunda, 19h: Lançamento do livro Futuro pifado na literatura brasileira  – Promessas desenvolvimentistas e modernização autoritária,  de Homero Vizeu Araújo. Bate-papo do autor com Luiz Augusto Fischer e Antonio Sanseverino.

futuro  pifado

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Os ensaios recolhidos na obra tratam da literatura brasileira contemporânea, procurando captar como a cultura de um país reelaborou esteticamente as promessas da modernização democrática nos anos 50 e a consequente realização autoritária dessa modernização a partir de 1964. Daí um arco que vai aproximadamente do último governo Vargas até a década de 1980, com um ou outro ensaio tratando de matéria fora do período mas alimentado pelo mesmo problema. A variedade aqui é proposital, trata-se de buscar as relações entre a forma estética e processo social em momentos diversos mas combinados da literatura brasileira.

antonio sanseverinoAntônio Sanseverino é professor de Literatura da Ufrgs e pesquisador Cnpq, ensaísta.

luiz augusto fischerLuís Augusto Fischer é professor de Literatura da Ufrgs e escritor, autor de Machado e Borges e Filosofia mínima, entre outros livros.

homero vizeu AraújoHomero Vizeu Araújo é professor de Literatura da Ufrgs e autor de Machado de Assis e arredores.

 

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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 24, a partir das 17h24: Festipoa na Palavraria II

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Leitura | A melhor maneira de dizer tudo em 6 minutos
17h24 – CLÁUDIA TAJES


CLAUDIA TAJESClaudia Tajes
 nasceu em Porto Alegre em 1963. Redatora publicitária, estreou na literatura com Dez (Quase) Amores (L&PM Editores, 2000). Seguiram-se As Pernas de Úrsula & Outras Possibilidades (L&PM Editores, 2001) e o romance Dores, Amores & Assemelhados (L&PM Editores, 2002), A vida sexual da mulher feia (2005), Louca por homem(L&PM 2011), Vida dura (L&PM POCKET, 2008) e Só as mulheres e as baratas sobreviverão (L&PM Editores, 2009), Por isso eu sou vingativa (2011) e Sangue quente (2013).  Além de escritora, Claudia Tajes é roteirista da Globo e em 2011 teve seu livro  Louca por homemadaptado para uma série no canal HBO chamado Mulher de fases.

Sarau das 6
17h30 – JEFERSON TENÓRIO, GABRIELA SILVA e LÍGIA SÁVIO recebem CÍNTIA MOSCOVICH e MARCELINO FREIRE

Cíntia foto de Cleber PassusCíntia Moscovich é escritora, jornalista e mestre em Teoria Literária. Foi diretora do Instituto Estadual do Livro do Rio Grande do Sul. Em 1995, foi a ganhadora do Concurso de Contos Guimarães Rosa, da Rádio France Internationale, de Paris. Publicou O reino das cebolas, 1996 – indicação para o Prêmio Jabuti; Duas iguais: Manual de amores e equívocos assemelhados, 1998 – Prêmio Açorianos de narrativa longa; Anotações durante o incêndio, 2000 – Prêmio Açorianos, na modalidade de contos; Arquitetura do arco-íris, 2004 – Prêmios Portugal Telecom e Jabuti -2005; Por que sou gorda, mamãe? – 2006 e Mais ou menos normal – 2007.

MARCELINO FREIREMarcelino Freire – homenageado especial da Festipoa 2014 – nasceu em 1967, em Sertânia, PE. Viveu no Recife e, desde 1991, reside em São Paulo. É autor, entre outros, dos livros “Angu de Sangue” (Ateliê Editorial) e “Contos Negreiros” (Editora Record – Prêmio Jabuti 2006). Em 2004, idealizou e organizou a antologia de microcontos “Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século” (Ateliê). Alguns de seus contos foram adaptados para teatro. Participou de várias antologias no Brasil e no exterior. “Contos Negreiros” foi publicado em 2013 na Argentina, pela Editora Santiago Arcos e com tradução de Lucía Tennina. Criou a Balada Literária, evento que, desde 2006, reúne escritores, nacionais e internacionais, pelo bairro paulistano da Vila Madalena. É um dos integrantes do coletivo EDITH, pelo qual lançou, em julho de 2011, o livro de contos “Amar É Crime”. No final de 2013, publicou seu primeiro romance, intitulado “Nossos Ossos” (Record), com previsão de publicação também na Argentina, pela editora Adriana Hidalgo, e na França, pela editora Anacaona.
Jeferson Tenório 01Jeferson Tenório nasceu no Rio de Janeiro, em 1977. Radicado em Porto Alegre, é mestre em letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Leciona em escolas de Porto Alegre. Premiado no concurso Paulo Leminski em 2009, com o conto Cavalos não choram e no concurso Palco Habitasul, com o conto A beleza e a tristeza, adaptado para o teatro em 2007 e 2008. Organiza mensalmente o Sarau das 6 na tradicional livraria Palavraria. O beijo na parede é seu primeiro romance.
gabriela silva 02Gabriela Silva tem literatura no seu dna. Desde a infância convive com homens e deuses e as histórias que lhe contam. É formada em Letras, estuda o mal e a morte na literatura e todas as teorias conspiratórias e literárias. É doutora em Teoria da Literatura pela PUCRS, tendo como foco a construção da personagem. Entre outras atividades, coordena atualmente o grupo que organiza e apresenta mensalmente o Sarau das 6, programa de leituras e comentários literários, na Palavraria.
lígia sávioLígia Savio. Amante do poeta francês Rimbaud desde a adolescência, é professora de literatura, do município de Porto Alegre e doutora em Letras pela UFRGS. Participou de antologias independentes na década de 70 (Teia, Teia II e Paisagens) com a participação de Caio Fernando de Abreu e Wesley Coll, entre outros.
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Leitura | A melhor maneira de dizer tudo em 6 minutos
19h24 – ALTAIR MARTINS lê MARCELINO FREIRE

altair martins 05Altair Martins nasceu em Porto Alegre, em 1975. É bacharel em letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – ênfase em tradução de língua francesa –, mestre e doutor em Literatura Brasileira na mesma área pela mesma universidade. Ministrou a disciplina de Conto no curso superior de Formação de Escritores da UNISINOS. Como escritor, estreou com a antologia de contos Como se moesse ferro (1999), seguida de Se choverem pássarosA parede no escuro, seu primeiro romance, foi vencedor do segundo Prêmio São Paulo de Literatura, na categoria primeiro romance, em 2009. Com seus livros anteriores, Altair Martins também foi vencedor do PrêmioGuimarães Rosa da Radio France Internationale, em 1999, do Prêmio Luiz Vilela e do Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães, em 2001 e do Prêmio Açorianos na categoria Contos. Foi também finalista do Prêmio Jabuti em na categoria crônicas em 2001 com o livro Como se moesse ferro. A parede no escuro foi o vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2009 na categoria melhor romance de estréia. Tem textos publicados em Portugal, Itália, França, EUA e Argentina.

Mesa 6

19h30 – Escrita política, conversa de JOÃO SILVÉRIO TREVISAN e ALTAIR MARTINS. Mediação: MARCELINO FREIRE

joão silvério trevisanJoão Silvério Trevisan (Ribeirão Bonito SP 1944). Romancista, contista, ensaísta, roteirista, cineasta e tradutor. Inicia a trajetória no cinema ao participar de filmagens como assistente de produção, responsável por trilhas sonoras de filmes do cineasta João Baptista de Andrade (1939), ao adaptar textos para roteiros, escrever e dirigir curtas e médias-metragens. Em 1971, escreve e dirige o longa-metragem Orgia ou o Homem que Deu Cria. Dois anos mais tarde, viaja para a Califórnia, Estados Unidos, e entra em contato com o movimento gay organizado e com a mídia especializada nessa temática. Escreve os contos do livro Testamento de Jônatas Deixado a Davi, que publica na volta ao Brasil, em 1976. Em 1978, militando no movimento gay, organiza o grupo Somos pelos Direitos dos Homossexuais Brasileiros, e funda o jornal temático Lampião da Esquina, para integrar pontos de vista não somente de homossexuais, mas também de outros grupos excluídos. Em 1982, atendendo à demanda da editora britânica Gay Men’s Press – GMP, começa uma intensa pesquisa para escrever uma história da homossexualidade no Brasil, Devassos no Paraíso, lançada em 1986 simultaneamente na Inglaterra e no Brasil. Nesse ínterim, escreve seus dois primeiros romances: Em Nome do Desejo e Vagas Notícias de Melinha Marchiotti. Entre 1998 e 2005 realiza uma série de oficinas literárias para o Serviço Social do Comércio de São Paulo – Sesc/SP.

 

 

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Aconteceu na Palavraria, nesta quinta, 22, Lançamento dos livros Geografia aérea e Forma formante, de Manoel Ricardo de Lima.

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Aconteceu na Palavraria, nesta quinta, 22, Lançamento dos livros Geografia aérea e Forma formante, de Manoel Ricardo de Lima. Bate-papo do autor com Élida Tessler e Edson Souza.

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