Arquivo para 11 de setembro de 2015

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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 12, Lusque-Fusque: Isabel Nogueira e Luciano Zanatta, pocket poético-musical. Com Chico Machado, Nikolas Gomes, Isadora Nocchi Martins e Gabriel Gottardo

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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12, sábado, 18h: Lusque-Fusque: Isabel Nogueira e Luciano Zanatta, pocket poético-musical. Com Chico Machado, Nikolas Gomes, Isadora Nocchi Martins e Gabriel Gottardo

lusque fusque isabel nogueira

Estreia de um trabalho de criação de canções de Isabel Nogueira e Luciano Zanatta a partir da ideia de linhas de fuga e da música exploratória, com o diálogo entre sons gravados, processados e tocados, textos e ruídos, silêncio e espaço. Voz expandida, distorções de afinação, processamento digital, recortes de gravação, tensões temporais com deslocamentos métricos e ambiguidades rítmicas sobre batida. Intercala performance ao vivo com recortes de gravação e sons obtidos da manipulação de objetos do cotidiano.
O processo de criação das canções foi configurado a partir de materiais pré-compostos, sequências programadas (batidas, loops, linhas de baixo, fragmentos de melodia e texto) ou patches modulares virtuais (geradores randômicos, sequenciadores, sintetizadores, etc). Trata-se de compor e recompor canções, incorporando como texto-significado relações amplas com estruturas sonoras, onde incluem-se os “conflitos programados” em harmonia, contrapontos, timbres e tempos.
As canções Chabuca, Maria Elena e Violeta foram construídas por Luciano Zanatta e Isabel Nogueira com base em textos de Monique Revillion em recriação ficcional sobre a vida das compositoras Chabuca Granda, Maria Elena Walsh e Violeta Parra.
O trabalho está inserido nas atividades do Grupo de Pesquisa em Criação Sonora do Instituto de Artes da UFRGS, espaço de investigação focado na pesquisa artística, abrangendo uma variedade ampla de poéticas do sonoro. O projeto central do grupo intitula-se Processos da Composição Musical, estudando diferentes abordagens da criação artística envolvendo som, na forma de investigação reflexiva sobre seus ciclos de tomada de decisões a partir de suas dimensões filosófica, ideológica, estética e pontual.

Isabel Nogueira é musicóloga, performer e compositora, Doutora em Musicologia pela Universidade Autônoma de Madri e Bacharel em Piano pela Universidade Federal de Pelotas. Professora do Instituto de Artes da UFRGS, professora e orientadora do PPGMUS (UFRGS), e PPG Memória Social e Patrimônio Cultural (UFPel/RS). Membro do Musimid (SP), GPPI (UFRGS/CAPES) e SARDS- Sonic Arts Research & Decolonial Studies (Universidade da Costa Rica). Desenvolve projetos de pesquisa na área de música e gênero, criação sonora e música popular. Tem livros e artigos publicados e em 2014 lançou o trabalho fonográfico Vestígios Violeta.
https://soundcloud.com/isabel-porto-nogueira/

Luciano Zanatta é Bacharel, Mestre e Doutor em Composição pela UFRGS, onde estudou com Celso Loureiro Chaves e Antônio Borges Cunha. Participou dos grupos Os Relógios de Frederico, Ex-Machina e Aristóteles de Ananias Jr, com os quais produziu discos, além do seu disco solo, “Volume 2”. Lançou em formato virtual os discos Não há Banda (2011), Aparelho (2012) e Trans* (2013). Nos últimos anos tem se dedicado à composição eletroacústica, apresentando suas obras em concertos e eventos dedicados a
este gênero. Atualmente é professor adjunto do Dep. De Música da UFRGS, ministrando disciplinas junto ao Centro de Música Eletrônica e no Bacharelado em Música Popular.
https://soundcloud.com/lucianozanatta

Isadora Nocchi Martins toca guitarra desde os 13 anos de idade. Realizou, em 2013, o curso 5 Week Summer Performance Program, na Berklee College of Music, nos EUA. Se apresentou no Teatro São Pedro em 2014, no espetáculo de 50 anos do Colégio João XXIII. Ingressou na UFRGS em 2015, onde cursa Bacharelado em Música Popular.

Nikolas Gomes é baixista desde os 14 anos, aos 20 anos ingressou no curso Técnico de Música da EST e em 2013 no curso de Graduação em Música Popular da UFRGS. Foi aluno de Daniel Muller, Clóvis “Boca” Freire e recentemente fez aulas com Thiago Espirito Santo. É baixista na banda do cantor e compositor Gabriel Maia e também atua como sideman em diversos projetos.

Programa:

1. Chabuca (Monique Revillion / Isabel Nogueira / Luciano Zanatta)
2. Teiniaguá (Isabel Nogueira / Luciano Zanatta)
3. Frio (Luciano Zanatta)
4. Azinconstâncias (Isabel Nogueira / Luciano Zanatta)
5. Maria Elena (Monique Revillion / Isabel Nogueira / Luciano Zanatta)
6. Lusque-fusque (Isabel Nogueira / Luciano Zanatta)
7. A boca (Isabel Nogueira / Luciano Zanatta)
8. Fórmula (Luciano Zanatta)
9. Violeta (Monique Revillion / Isabel Nogueira / Luciano Zanatta)
10. Maldigo del alto cielo (Violeta Parra)
11. Ciranda do aborto (Kiko Dinucci)

Ficha técnica:
Isabel Nogueira – voz e pad
Luciano Zanatta – sax, teclado, wavedrum e computador
Nikolas Gomes – baixo
Isadora Nocchi Martins – guitarra
Gabriel Gottardo – guitarra
Chico Machado – vídeos

 

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Palavraria - livros a.

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Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 11, Lançamento do livro Breve introdução à historia da China- Da formação da civilização chinesa ao século XXI, de Carlos Pinent.

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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11, sexta, 18h30: Lançamento do livro Breve introdução à historia da China- Da formação da civilização chinesa ao século XXI, de Carlos Pinent.

breve introdução à história da china

 

Um país distante aos olhos do Ocidente já não é tão mais longe do que imaginamos atualmente. Hoje podemos ir lá, conhecer os mistérios, principalmente, podemos saciar nossa sede de conhecer o não vivido, de nos alimentarmos com a história e o cotidiano que antes parecia ser mais do que longínquo. Além da história, da formação política da China, esse país atraiu intelectuais, viajantes e observadores, como Franz Kafka em A muralha da China e Edgar Morin em Diário da China (Editora Sulina). É certamente um país que até hoje traz algo além de uma simples curiosidade: uma imensa vontade de compreensão. O olhar do viajante brasileiro Carlos Pinent e sua esposa em suas duas viagens ao continente chinês é este presente aos leitores, que na certa desejam conhecer um pouco mais desse gigante asiático. Sua aguçada maneira de descrever o cotidiano chinês, de investigar os lugares por onde passou, por onde tinha traçado caminhar, resultou num livro que é mais do que um ensaio, “aqui um livro compacto, que pretende ser exaustivo enquanto compacto”. A escrita de Pinent é um convite ao leitor a querer saber mais sobre o país que outrora era apenas um desconhecido lugar com uma superpopulação, mas que agora é também uma superpotência mundial. Um país que divide os interesses do capital ocidental e de sua cultura e que nos faz pensar e experimentá-lo com mais frequência. Enfim, a China é um lugar não ocidentalizado por completo que ainda permanece para o viajante ver e escrever.

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Palavraria - livros a.




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