Arquivo de março \29\UTC 2016

29
mar
16

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 30, Lançamento do livro Escalafobética, poemas de Noélia Ribeiro.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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30, quarta, 19h: Lançamento do livro Escalafobética, de Noélia Ribeiro.

escalafobética“Escalafobética” tem 84 poemas que versam, em sua maioria, sobre paixão e desejo (realizados ou não), sob um olhar bem feminino, e reflexões de quem busca compreender esta vida vã e nossa sociedade tão contraditória; temas tratados de forma surpreendente e, por vezes, irônica. O livro traz a bela capa da design Anna Mendes, o posfácio do poeta Alberto Bresciani e o prefácio da poeta Leila Míccolis, que assim o define: “Quem vive intensamente por certo se identificará com a leitura deste livro, que nada tem de desajeitado ou esdrúxulo: tem, isso sim, de intenso, de transbordante, de exagerado, bem ao estilo de Cazuza: ‘jogado aos teus pés’, amorosa e totalmente entregue.”

NOÉLIA RIBEIRO – Nascida em Recife, foi muito pequena para o Rio de Janeiro. Estudou Letras na UnB, graduando-se, primeiramente, em Língua Portuguesa e, posteriormente, em Língua Inglesa. Já tomou parte de coletâneas de poetas como “Salada Mista” (com os poetas José Sóter e Paulo Tovar); “Talento em Prosa e Verso” (organizado pela REBRA); “Fincapé” (Coletivo de Poetas), entre outras, e teve poemas publicados em jornais da cidade. É presença ativa em recitais, saraus e movimentos poéticos realizados em Brasília. Lançou seu primeiro livro “Expectativa”, em produção artesanal e independente, em 1982. Em 2009, lançou “Atarantada”, seu segundo livro de poemas, com edição esgotada.

 

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Palavraria - livros a.

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27
mar
16

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 29, Lançamento do livro De mim já nem se lembra, romance de Luiz Ruffato.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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29, terça, 19h: Lançamento do livro De mim já nem se lembra, de Luiz Ruffato.

de mim já nem se lembra - ruffatoLuiz Ruffato ocupa um lugar único na literatura brasileira. Seu Eles eram muitos cavalos marcou época e hoje, mais de uma década depois de sua publicação, tornou-se um romance cultuado, que registrou numa prosa moderna e incomum as muitas vozes da cidade de São Paulo. O projeto Inferno provisório, saga composta de cinco volumes, tem poucos paralelos nas nossas letras: ambicioso, vasto e singular, acompanha por décadas a trajetória de vários personagens de classe média baixa. De mim já nem se lembra trata de assuntos caros ao autor: a família, o tempo, a memória. Mais uma vez, Ruffato irá transformar um pequeno episódio familiar em oportunidade para falar de seu país e de sua sociedade. Ao abrir uma pequena caixa encontrada no quarto da mãe falecida, a caixa na qual ela “abrigara seu coração esfrangalhado”, o narrador se depara com um maço de cartas cuidadosamente atadas por um cordel. Escritas pelo irmão, vitimado por um acidente automobilístico, e dirigidas à mãe, essas cinquenta cartas reconstituem um passado: ao mesmo tempo que ilustram as mudanças políticas, econômicas e culturais durante a ditadura militar brasileira, convidam o leitor a espreitar a memória de uma família com “olhos derramando saudades”.

Neste livro, o autor recupera a antiga tradição do romance epistolar, transfigurando-a – em vez de uma troca de correspondência ordenada cronologicamente, em De mim já nem se lembra há apenas uma voz, no espaço e tempo imprecisos da ausência.

 

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Palavraria - livros a.

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27
mar
16

Programação de 28 de março a 2 de abril de 2016

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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29, terça, 19h: Lançamento do livro De mim já nem se lembra, de Luiz Ruffato.

de mim já nem se lembra - ruffatoLuiz Ruffato ocupa um lugar único na literatura brasileira. Seu Eles eram muitos cavalos marcou época e hoje, mais de uma década depois de sua publicação, tornou-se um romance cultuado, que registrou numa prosa moderna e incomum as muitas vozes da cidade de São Paulo. O projeto Inferno provisório, saga composta de cinco volumes, tem poucos paralelos nas nossas letras: ambicioso, vasto e singular, acompanha por décadas a trajetória de vários personagens de classe média baixa. De mim já nem se lembra trata de assuntos caros ao autor: a família, o tempo, a memória. Mais uma vez, Ruffato irá transformar um pequeno episódio familiar em oportunidade para falar de seu país e de sua sociedade. Ao abrir uma pequena caixa encontrada no quarto da mãe falecida, a caixa na qual ela “abrigara seu coração esfrangalhado”, o narrador se depara com um maço de cartas cuidadosamente atadas por um cordel. Escritas pelo irmão, vitimado por um acidente automobilístico, e dirigidas à mãe, essas cinquenta cartas reconstituem um passado: ao mesmo tempo que ilustram as mudanças políticas, econômicas e culturais durante a ditadura militar brasileira, convidam o leitor a espreitar a memória de uma família com “olhos derramando saudades”.

Neste livro, o autor recupera a antiga tradição do romance epistolar, transfigurando-a – em vez de uma troca de correspondência ordenada cronologicamente, em De mim já nem se lembra há apenas uma voz, no espaço e tempo imprecisos da ausência.

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Palavraria - livros a.

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30, quarta, 19h: Lançamento do livro Escalafobética, de Noélia Ribeiro.

escalafobética“Escalafobética” tem 84 poemas que versam, em sua maioria, sobre paixão e desejo (realizados ou não), sob um olhar bem feminino, e reflexões de quem busca compreender esta vida vã e nossa sociedade tão contraditória; temas tratados de forma surpreendente e, por vezes, irônica. O livro traz a bela capa da design Anna Mendes, o posfácio do poeta Alberto Bresciani e o prefácio da poeta Leila Míccolis, que assim o define: “Quem vive intensamente por certo se identificará com a leitura deste livro, que nada tem de desajeitado ou esdrúxulo: tem, isso sim, de intenso, de transbordante, de exagerado, bem ao estilo de Cazuza: ‘jogado aos teus pés’, amorosa e totalmente entregue.”

NOÉLIA RIBEIRO – Nascida em Recife, foi muito pequena para o Rio de Janeiro. Estudou Letras na UnB, graduando-se, primeiramente, em Língua Portuguesa e, posteriormente, em Língua Inglesa. Já tomou parte de coletâneas de poetas como “Salada Mista” (com os poetas José Sóter e Paulo Tovar); “Talento em Prosa e Verso” (organizado pela REBRA); “Fincapé” (Coletivo de Poetas), entre outras, e teve poemas publicados em jornais da cidade. É presença ativa em recitais, saraus e movimentos poéticos realizados em Brasília. Lançou seu primeiro livro “Expectativa”, em produção artesanal e independente, em 1982. Em 2009, lançou “Atarantada”, seu segundo livro de poemas, com edição esgotada.

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Palavraria - livros a.

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22
mar
16

Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 22, Lançamento do livro Uma estranha na cidade, de Carol Bensimon.

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aconteceu

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22, terça, 19h: Lançamento do livro Uma estranha na cidade, de Carol Bensimon.

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carol bensimon 01.

carol bensimon 02carol bensimon 03 carol bensimon 04 carol bensimon 05.

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carol bensimon 06carol bensimon 07 carol bensimon 08 carol bensimon 09.

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Palavraria - livros c.

 

22
mar
16

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 23, Lançamento do livro O cego e o coxo – Historiografia, erudição e retórica no Brasil do século XVIII, de Pedro Telles da Silveira.

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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23, quarta, 19h: Lançamento do livro O cego e o coxo – Historiografia, erudição e retórica no Brasil do século XVIII, de Pedro Telles da Silveira.

convite_OCegoeoCoxo_jpeg

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Palavraria - livros a.

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21
mar
16

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 22, Lançamento do livro Uma estranha na cidade, de Carol Bensimon.

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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22, terça, 19h30: Lançamento do livro Uma estranha na cidade, de Carol Bensimon.

Uma estranha na cidade - carol
Em seu primeiro livro de não ficção, Carol Bensimon traz textos que colocam em evidência as peculiaridades e as angústias de uma geração que, enquanto aprende a decodificar o mundo, tenta ser compreendida pela que a antecedeu. Aqui estão reunidas crônicas publicadas no jornal, reflexões veiculadas em blogues e ainda um ensaio inédito sobre a busca pelo genuíno em uma cidade-fantasma dos Estados Unidos. As pautas são múltiplas: planejamento urbano e o espaço das pessoas nas cidades, viagens, tecnologia e sua interferência no cotidiano, novos paradigmas do consumo e até mesmo as maneiras contemporâneas de expressão sentimental e sexual. Antes de mudar o mundo, a geração que já viveu a revolução digital quer relações interpessoais mais livres, espera criar cidades humanas e seguras e tenta empurrar um pouco mais para longe as fronteiras geográficas. Os ventos de mudanças já estão aqui. Resta descobrir para onde navegar.

Carol Bensimon nasceu em 1982, em Porto Alegre. Publicou o livro contos “Pó de parede” e os romances “Sinuca embaixo d’água” e “Todos nós adorávamos caubóis”. Em 2012, foi selecionada pela revista inglesa Granta para integrar a edição “Os melhores jovens escritores brasileiros”. Escreve não ficção no Blog da Companhia das Letras e no jornal Zero Hora.

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Palavraria - livros a.

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20
mar
16

Programação de 21 a 24 de março de 2016

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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22, terça, 19h: Lançamento do livro Uma estranha na cidade, de Carol Bensimon.

Uma estranha na cidade - carolEm seu primeiro livro de não ficção, Carol Bensimon traz textos que colocam em evidência as peculiaridades e as angústias de uma geração que, enquanto aprende a decodificar o mundo, tenta ser compreendida pela que a antecedeu. Aqui estão reunidas crônicas publicadas no jornal, reflexões veiculadas em blogues e ainda um ensaio inédito sobre a busca pelo genuíno em uma cidade-fantasma dos Estados Unidos. As pautas são múltiplas: planejamento urbano e o espaço das pessoas nas cidades, viagens, tecnologia e sua interferência no cotidiano, novos paradigmas do consumo e até mesmo as maneiras contemporâneas de expressão sentimental e sexual. Antes de mudar o mundo, a geração que já viveu a revolução digital quer relações interpessoais mais livres, espera criar cidades humanas e seguras e tenta empurrar um pouco mais para longe as fronteiras geográficas. Os ventos de mudanças já estão aqui. Resta descobrir para onde navegar.

Carol Bensimon nasceu em 1982, em Porto Alegre. Publicou o livro contos “Pó de parede” e os romances “Sinuca embaixo d’água” e “Todos nós adorávamos caubóis”. Em 2012, foi selecionada pela revista inglesa Granta para integrar a edição “Os melhores jovens escritores brasileiros”. Escreve não ficção no Blog da Companhia das Letras e no jornal Zero Hora.

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Palavraria - livros a.

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23, quarta, 19h: Lançamento do livro Cego e coxo – Historiografia, erudição e retórica no Brasil do século XVIII, de Pedro Telles da Silveira.

convite_OCegoeoCoxo_jpeg

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Palavraria - livros a.

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