Author Archive for Luiz Heron da Silva

04
mar
15

Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 3, lançamento do livro Os jovens e a rua, de Anelise Gregis Estivalet

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aconteceu

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3, terça, 19h: Lançamento do livro Os jovens e a rua, de Anelise Gregis Estivalet. Debate: Os processos de exclusão e inclusão dos jovens nos dias atuais: uma discussão necessária, com a participação de Carlos A. Gadea Castro.

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Anelise Estivalet 01

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Anelise Estivalet 02Anelise Estivalet 03 Anelise Estivalet 04 Anelise Estivalet 05.

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Palavraria - livros c.

 

03
mar
15

Vem aí, na Palavraria, a partir de 9 de março, Oficina de Escrita Criativa – Módulo 1 (Para iniciantes), com Pedro Gonzaga

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cursos oficinas 2015.

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Oficina de Escrita Criativa – Módulo 1
(Para iniciantes)

Com Pedro Gonzaga

A partir de 9 de março de 2015, às segundas-feiras, das 19 às 21h

Informações e inscrições na Palavraria: Rua Vasco da Gama, 165, Bom Fim
telefone 32684260 ou pelo e-mail palavraria@palavraria.com.br

 

 

Oficina de Escrita Criativa I - Pedro Gonzaga

 

 

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Palavraria - livros a.

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03
mar
15

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 5, Lançamento do livro Algumas mulheres do mundo, de Chiquinha

algumas mulheres 1.jpg

 

Reunindo quase 200 cartuns “Algumas mulheres do mundo”, de Chiquinha, é um retrato bem-humorado do comportamento feminino. Com 192 páginas, o livro conta com prefácio da antropóloga Mirian Goldenberg, que descreve as mulheres de Chiquinha como “extremamente irreverentes e dramaticamente insatisfeitas” e que elas “ensinam que rir de si mesmas é fundamental para quebrar clichês, tabus e estereótipos”. Laerte Coutinho, que assina a quarta capa, lembra ainda que os desenhos de Chiquinha representam “nossa busca por equilíbrio entre o grotesco e o gracioso, o patético e o encantador, o terror do fracasso e a esperança de um empate honroso”.CHIQUINHAChiquinha: Gaúcha de Porto Alegre, Fabiane Bento Langona é autora de quadrinhos, cartunista, e jornalista. Publicou pela primeira vez em mídia impressa em 2005, na sessão “Abre Alas” do Jornal do Brasil e desde então não parou mais. Teve seus desenhos publicados nas revistas Mad, F. Humor, Eca Magazine, Ragú, Caros Amigos, Imprensa, Vip, Gloss, Bravo!, Mundo Estranho, na eslovena Stripburguer (onde representou o Brasil em edição comemorativa ao 13th City of Women International Festival of Contemporary Arts), entre outras. Publicou  em 2011 a história em quadrinhos Uma patada com carinho.

03
mar
15

Vem aí, na Palavraria, Curso/Oficina de Poesia e Prosa com Ronald Augusto – Inscrições abertas

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ofic ronald augusto

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Curso/Oficina de Poesia e Prosa
com Ronald Augusto

A partir de 20 de março de 2015, sempre às sextas, das 15:30h às 17:30h
Custo/investimento: 500,00
Local: Palavraria – Livros e Cafés – Vasco da Gama, 165 – Bom Fim – Porto Alegre

Informações/inscrições com Ronald Augusto. Telefones 9948 0569
ou pelo e-mail dacostara@gmail.com

Oficina de Poesia e Prosa - Ronald Augusto prova 4

Oficinas/cursos de literatura – teoria e prática da poesia e da prosa. Tudo se dá a partir da ideia de que as linguagens literárias são uma permanente conquista dessas imprecisões da razão e da emoção que requerem uma forma capaz de materializá-las; cada texto é uma vertigem de linguagem que se plasma através do corpo a corpo com a matéria verbal e as noções teóricas da função estética. Ao longo dos cursos/oficinas, cada participante entenderá a razão pela qual uma mensagem verbal, por meio de alguns procedimentos, se torna um texto poético. Tais discussões – balizadas por leituras e análises de textos e poemas da tradição literária – são recorrentemente submetidas a exercícios de produção individual e coletiva, nos quais o aluno é instado a criar/recriar suas próprias soluções. Paralelamente, são desenvolvidos tópicos relativos aos desafios editoriais impostos aos interessados em publicar.

Ronald AugustoRonald Augusto é um escritor que atua em inúmeras áreas: é poeta, músico, ensaísta e possui ainda um trabalho significativo no âmbito da literatura. Como poeta alcançou expressividade no cenário nacional e até mesmo mundial, de tal forma que suas produções foram publicadas em revistas literárias, bem como em antologias, dentre elas destacamos: A razão da Chama, organizada por Oswaldo de Camargo (1986), a revista americana Callaloo: African Brasilian Literature: a special issue, EUA (1995 e 2007), a revista alemã Dichtungsring Zeitschrift für Literatur, e outras.
As principais temáticas presentes no repertório intelectual de Ronald Augusto referem-se à poesia contemporânea e à literatura negra no Brasil. Entre essas publicações um estudo referente à obra de Cruz e Sousa mereceu destaque e por este trabalho o escritor recebeu a Medalha de Mérito conferida pela Comissão Estadual para Celebração do Centenário de Morte de Cruz e Sousa. Além dessa premiação, o poeta recebeu ainda o Troféu Vasco Prado conferido pela 9ª Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo, em agosto de 2001 e o Prêmio Apesul Revelação Literária em 1979. Atualmente Ronald Augusto realiza palestras e oficinas/cursos abordando assuntos como música, poesia contemporânea e visual. Em 2007 criou ao lado do poeta Ronaldo Machado a Editora Éblis, voltada para a poesia. De 2009 a 2013 foi editor associado do website WWW.sibila.com.br. Tem colaborações (resenhas e artigos de cultura e arte) nos cadernos Caderno da Sábado do Correio do Povo, Cultura do Diário Catarinense e do jornal Zero Hora. De suas principais publicações destacamos, entre outros, Homem ao Rubro (1983), Puya (1987), Kânhamo (1987), Vá de Valha (1992), Confissões Aplicadas (2004), No Assoalho Duro (2007), Cair de Costas (2012), Oliveira Silveira: poesia reunida (2012), Decupagens Assim (2012) e Empresto do Visitante (2013). Dá expediente no blog poesia-pau e é colunista do site http://www.sul21.com.br/jornal/

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Palavraria - livros a.

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03
mar
15

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 3, Lançamento do livro Os jovens e a rua, de Anelise Gregis Estivalet. Bate-papo e autógrafos.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

 

3, terça, 19h: Lançamento do livro Os jovens e a rua, de Anelise Gregis Estivalet. Debate: Os processos de exclusão e inclusão dos jovens nos dias atuais: uma discussão necessária, com a participação de Carlos A. Gadea Castro.

os jovens e a ruaPesquisar acerca de meninos/as que vivem nas ruas do Brasil não é uma tarefa fácil. Ao contrário, é uma proposta que trilha caminhos tortuosos e difíceis. Primeiro, porque pesquisamos sobre crianças e jovens que experimentam o abandono e a sobrevivência nas ruas. Segundo, porque uma criança ou um jovem é levado pelos contextos social e familiar a ter esse tipo de vida. Ir para a rua torna-se a última alternativa, constituindo, antes de tudo, um ato de coragem. A rua constitui-se em um espaço possível, uma estratégia de sobrevivência. Trazer à tona o discurso dos jovens em situação de rua em nossa sociedade, ou seja, dos sem-lugar, é, primeiramente, um ato libertador. Portanto, é uma forma de tentar libertar aqueles que frequentemente estão em uma situação de invisibilidade.

Anelise Gregis Estivalet é Cientista Social graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 2003. Licenciada em Ciências Sociais pela UFRGS em 2005. Mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense (2008). Doutoranda em Ciências Sociais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2014). É socióloga e atua principalmente nos seguintes temas: juventude, gênero, cidadania, violência e políticas públicas. Autora do livro Os jovens e a rua: trajetórias dos sem-lugar (Appris, 2014).

Carlos A. Gadea Castro possui Pós-doutorado pela Universidade de Miami e é Doutor em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina. Realizou estudos e pesquisas doutorais no Ibero-Amerikanischen Institutes Berlin – IAI na Alemanha e na Facultad de Ciencias Políticas y Sociales da Universidad Nacional Autónoma de México – UNAM. Possui Mestrado em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina. Recebeu o Prêmio SOBER 2000 (Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural) como melhor dissertação de mestrado em Sociologia e o Premio TEMAS de Ensayo 2001 (Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográficos, ICAIC, Havana, Cuba). Atualmente é Professor e Coordenador do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Atua principalmente nos temas: Teoria Social Contemporânea, Estudos Latino-americanos, Ações coletivas e Movimentos Sociais, Juventude e Cultura, Violência e Conflitos Urbanos e Estudos Étnico-Raciais.

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Palavraria - livros a

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02
mar
15

Programação de 2 a 7 de março de 2015

. ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

2, meu nome é vermelhosegunda, 19h: Clube de Leitura: Meu nome é vermelho, de Orhan Pamuk.

 

Meu nome é Vermelho alia narrativa policial, uma história de amor proibido e reflexões sobre as culturas do Ocidente e do Oriente. A trama se passa em Istambul, no fim do século XVI. Para comemorar o primeiro milênio da Hégira (a fuga de Maomé para Meca), o sultão encomenda um livro para demonstrar a riqueza do Império Otomano. Para provar a superioridade do mundo islâmico, porém, as imagens devem ser feitas com técnicas de perspectiva da Itália renascentista. As intenções secretas do sultão logo dão margem a especulações, desencadeando uma onda de intrigas, e um dos artistas que trabalhava no livro é assasinado. Ao mesmo tempo, desenrola-se o caso de amor entre o Negro, que voltara a Istambul após doze anos de ausência, e a bela Shekure. Construída por dezenove narradores – entre eles um cachorro, um cadáver e o pigmento cuja cor dá nome ao livro -, a história surpreende pela exuberância estilística, que reflete o encontro de duas culturas. orhan pamukOrhan Pamuk nasceu em 1952, em Istambul. Principal romancista turco da atualidade, já foi traduzido para mais de quarenta idiomas e ganhou o prêmio Nobel de literatura em 2006. Foi um dos primeiros turcos a falar abertamente sobre o massacre de armênios promovido pela Turquia no início do século XX.

. Palavraria - livros a 3, terça, 19h: Lançamento do livro Os jovens e a rua, de Anelise Gregis Estivalet. Bate-papo e autógrafos.

os jovens e a ruaPesquisar acerca de meninos/as que vivem nas ruas do Brasil não é uma tarefa fácil. Ao contrário, é uma proposta que trilha caminhos tortuosos e difíceis. Primeiro, porque pesquisamos sobre crianças e jovens que experimentam o abandono e a sobrevivência nas ruas. Segundo, porque uma criança ou um jovem é levado pelos contextos social e familiar a ter esse tipo de vida. Ir para a rua torna-se a última alternativa, constituindo, antes de tudo, um ato de coragem. A rua constitui-se em um espaço possível, uma estratégia de sobrevivência. Trazer à tona o discurso dos jovens em situação de rua em nossa sociedade, ou seja, dos sem-lugar, é, primeiramente, um ato libertador. Portanto, é uma forma de tentar libertar aqueles que frequentemente estão em uma situação de invisibilidade. Anelise Gregis Estivalet é Cientista Social graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 2003. Licenciada em Ciências Sociais pela UFRGS em 2005. Mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense (2008). Doutoranda em Ciências Sociais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2014). É socióloga e atua principalmente nos seguintes temas: juventude, gênero, cidadania, violência e políticas públicas. Autora do livro Os jovens e a rua: trajetórias dos sem-lugar (Appris, 2014).

. Palavraria - livros a .

 

5, quinta, 19h: Lançamento do livro Algumas mulheres do mundo, de Chiquinha. (Mórula Editorial)

 

algumas mulheres 1.jpg Reunindo quase 200 cartuns “Algumas mulheres do mundo”, de Chiquinha, é um retrato bem-humorado do comportamento feminino. Com 192 páginas, o livro conta com prefácio da antropóloga Mirian Goldenberg, que descreve as mulheres de Chiquinha como “extremamente irreverentes e dramaticamente insatisfeitas” e que elas “ensinam que rir de si mesmas é fundamental para quebrar clichês, tabus e estereótipos”. Laerte Coutinho, que assina a quarta capa, lembra ainda que os desenhos de Chiquinha representam “nossa busca por equilíbrio entre o grotesco e o gracioso, o patético e o encantador, o terror do fracasso e a esperança de um empate honroso”. CHIQUINHAChiquinha: Gaúcha de Porto Alegre, Fabiane Bento Langona é autora de quadrinhos, cartunista, e jornalista. Publicou pela primeira vez em mídia impressa em 2005, na sessão “Abre Alas” do Jornal do Brasil e desde então não parou mais. Teve seus desenhos publicados nas revistas Mad, F. Humor, Eca Magazine, Ragú, Caros Amigos, Imprensa, Vip, Gloss, Bravo!, Mundo Estranho, na eslovena Stripburguer (onde representou o Brasil em edição comemorativa ao 13th City of Women International Festival of Contemporary Arts), entre outras. Publicou  em 2011 a história em quadrinhos Uma patada com carinho.

. Palavraria - livros a .

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7, sábado, 18h: Isabel Nogueira e convidados: vestígios violeta e story telling em homenagem ao dia da mulher. Participam: Gilberto Oliveira, Davi Covalesky, Luciano Zanatta, Gabriel Gottardo, Roberto Steyer. Histórias inéditas de monique revillion, em recriação ficcional sobre as compositoras interpretadas. Direção cênica de Luciana Eboli.

 

Palavraria - livros a . .

25
fev
15

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 25, Lançamento do livro Iracundo, de Marcelo Damaso.

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

25, quarta, 19h: Lançamento do livro Iracundo, de Marcelo Damaso.

Romance de formação, “Iracundo” retrata fielmente o vazio e o salto no escuro de jovens que saem da faculdade e entre a internet (onde encontram respostas às suas indagações e a realidade de empregos mal pagos), monotonia e falta de melhores horizontes, resolvem cair fora. A aventura, o easy rider, tudo é novidade, excitação, ser dono do próprio nariz, até a grana minguar. O que virá depois?

Tenho uma camisa onde está escrito “Inquieto”. Cabe muito bem em Marcelo Damaso, jornalista, produtor cultural, integrante de banda de rock. Nunca está satisfeito. É preciso provar de um tudo. Pedra rolante que não cria limo. Vai à frente como aquele flautista. Atrás, vamos todos nós, os inquietos. Tão fácil ter aquele emprego garantido, balada no finde, brejas à rodo, ficantes. Mário (personagem central de Iracundo) quer mais, muito mais. E vamos com ele, em “Iracundo”, convivendo, torcendo, argumentando em seu “on the road”, querendo sempre mais. A aventura de viver de verdade, pra valer, sentir o vento no rosto, descabelando, yeah! Nós os inquietos. Já queremos mais. (Edyr Augusto Proença)

Marcelo Damaso - FOTO DE ANA CLARA MATOSMarcelo Damaso é jornalista e produtor cultural. Foi editor de cadernos de cultura, polícia e esportes na grande imprensa de Belém. É um dos donos da Se Rasgum Produções, que realiza o Festival Se Rasgum desde 2006. Editou a revista bilíngue Seleta – a música da Amazônia e criou o blog cartasuruguaias.com.br em 2008, quando passou alguns meses em Montevidéu escrevendo Iracundo, seu primeiro romance. Damaso nasceu em 1978 e mora em Belém do Pará.

 

 

 

Palavraria - livros a

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