Posts Tagged ‘Cássio Pantaleoni

11
jun
13

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 13, Lançamento do livro Expulsão, contos de Hilda Simões Lopes

program sem

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13, quinta, 19h: Lançamento do livro Expulsão, de Hilda Simões Lopes (Ed. Confraria do Vento). Apresentação do livro em bate-papo com os escritores Luiz-Olyntho Telles da Silva e Cassio Pantaleoni.

expulsão

Os 16 contos de EXPULSÃO têm homogeneidade de conteúdo. Abordam conflitos fortes onde os personagens estão enredados em situações familiares e de relações humanas radicais. A violência em suas vidas escancara-se em metáforas, símbolos e imagens que remetem o leitor a questões do dia-a-dia comumente encobertas, dissimuladas, negadas ou, quando visíveis, pouco perceptíveis devido aos condicionamentos psico-emocionais, sociais e familiares.

No conto DESTERRO,  o desterro não é ser mandado para o exílio mas é  ficar refém de pessoas cheias de vida e esvaziadas de si mesmas. Ao longo do livro, os desterrados e a descomunal dificuldade existencial e social de uma pessoa se manter conectada ao que ela de fato é, torna-se gritante: em EXPULSÃO, onde um “passa o bastão”  ao outro; PROGRAMAÇÃO, em que a mãe castradora é delineada em sua opulência, invisibilidade e poder devastador; PAPÉIS mostra o ser humano submetido e coisificado na busca desesperada pelo ter; MARCHA-A-RÉ é a mulher tradicional refletindo seu papel na hora da separação; FIOS fala dos invisíveis fios de comando de toda gente; DESVIO enfoca o triângulo  marido/esposa/amante inconscientemente sustentado e incentivado pela esposa; OLHOS tem de tragédia grega mas é a comum tragédia de uma mal resolvida relação edipiana; PEDRAS enfoca a criança que todos temos e que não quer um mundo duro, escuro e de caminhos entulhados;  YONNA vai ao cerne e quanto mais for lido mais irá revelar sobre a questão do exercer-se; em SANGUE aparece o abandono do velho e em ETIQUETAS, de certa forma, o abandono da criança; RUMO diz do desterro dos migrantes rurais; TEIA fala do encontro de desterrados, como também ONDINA; BANQUETE termina escancarando a antropofagia social.

Expulsão, com sua linguagem metafórica e riqueza sub-textual, é um livro para o leitor ler, mergulhar nas entrelinhas e viajar além das linhas porque a vida, em sua complexidade e na crueza de suas perplexidades,  é a matéria pura de seus contos.

hilda simões lopesHilda Simões Lopes Costa, nascida em Pelotas, é bacharel em Direito, mestre em Sociologia pela Universidade de Brasília e professora universitária aposentada pela Universidade Federal de Pelotas. Fez oficinas de Criação Literária com Luiz Antonio de Assis Brasil, em Porto Alegre e no Centro Cultural de Las Americas, no México. Há 12 anos, ministra oficina de criação para jovens e escritores em Pelotas e, mais recentemente, em Porto Alegre. Em 2009, foi patrona de Feira do Livro de Pelotas. Publicou os livros Do Abandono à DelinqüênciaSenhoras e Senhoritas, Gatas e Gatinhas (ensaios sociológicos); A Superfície das Águas, prêmio Açorianos de Literatura, 1998, pelo Instituto Estadual do Livro; Cuba, Casa de Boleros, conjunto de crônicas,  finalista prêmio açorianos, pela AGE; Um Silêncio Azul, AGE; o romance A Anatomia de Amanda, pela editora Juruá, onde a autora analisa a obra ‘A Paixão Segundo GH’, de Clarice Lispector e  o livro didático Manual de Criação Literária, pela Editora Baraúna.

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08
jun
10

Aconteceu na Palavraria: encontro literário de Cassio Pantaleoni e Hilda Simões

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Sábado, 5, aconteceu na Palavraria o encontro literário de Cássio Pantaleoni e Hilda Simões Lopes Costa. O tema foi a obra e a vida de Simões Lopes Neto. Produção do Jornal Vaia. Fotos do evento.

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31
maio
10

Programação da semana: de 31 de maio a 05 de junho

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31 de maio a 05 de junho

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1º, terça, 19h: Abertura da exposição Caminhos, mostra fotográfica de Felipe Pitta.

Felipe Pitta é natural de Santos – SP. Trabalha na área de Tecnologia da Informação e tem a fotografia como sua área de atuação paralela.
Em 2003 adquiriu sua primeira câmera fotográfica e passou a registrar locais e eventos de sua cidade como um hobby. Seu conhecimento em fotografia se deu de forma auto-ditata, através de conversas com outros fotógrafos, participação em fóruns de discussão online, observações de trabalhos, leituras e pesquisas na internet.
Em 2009 esteve na Europa onde realizou boa parte dos registros fotográficos presentes na exposição “Caminhos”, que iniciou em Junho de 2010 na Palavraria – Livros & Cafés, em Porto Alegre – RS.
Felipe utiliza principalmente a Longa Exposição como técnica em sua concepção fotográfica. Recentemente tem atuado na criação de imagens Fine Art, dedicadas à Paisagem e Arquitetura.
Atualmente é membro e moderador do “Sul Foto Clube” (fórum online e clube de fotografia de Porto Alegre) e mantém seu trabalho exposto permanentemente em formato web no sites www.felipepitta.com e www.flickr.com/felipepitta.

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05, sábado, 18h: Cássio Pantaleoni e Hilda Simões Lopes Costa conversam sobre Simões Lopes Neto. Produção e realização do Jornal Vaia.

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Pelotas, 14 de junho de 1916. João Simões Lopes Neto abandona sua vida e obra aos 51 anos de idade. Um dos maiores nomes da literatura gaúcha se despediu da história pobre, trabalhando como redator de jornal e morando de favor na casa de uma cunhada. Deixou esposa e filha adotiva dependentes de caridade pública. A história deste escritor, essência da cultura Rio-Grandense é repleta de curiosidades e fatos desconhecidos, segredos que somente os mais próximos do autor poderiam revelar. Hilda Simões Lopes Neto, prima do escritor, e Cássio Pantaleoni, fundador e autor da Editora 8INVERSO, conversam sobre fatos e visões deste regionalista, ângulos de um artista e de um Rio Grande do Sul ainda vivos em todos nós, mas que nunca tivemos chance de conhecer.

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Hilda Simões Lopes Costa. Nascida em Pelotas, é bacharel em Direito, mestre em Sociologia pela Universidade de Brasília e professora universitária aposentada pela Universidade Federal de Pelotas. Fez duas oficinas de Criação Literária, uma com Luiz Antonio de Assis Brasil, em Porto Alegre e, a outra, no Centro Cultural de Las Americas, no México. Há 12 anos, ministra oficina de criação para jovens e escritores em Pelotas e, mais recentemente, em Porto Alegre.  Em 2009, foi patrona de Feira do Livro de Pelotas. Publicou dois livros de ensaios sociológicos: Do Abandono À DelinqüênciaSenhoras e Senhoritas, Gatas e Gatinhas. Contos e poesias em inúmeras coletâneas de autores gaúchos. E os livros: A Superfície das Águas, prêmio Açorianos de Literatura, 1998 pelo Instituto Estadual do Livro; Cuba, Casa de Boleros, conjunto de crônicas,  finalista prêmio açorianos, pela AGE; Um Silêncio Azul, AGE; o romance A Anatomia de Amanda, pela editora Juruá, de Curitiba, lançado ano passado e onde a autora analisa a obra ‘A Paixão Segundo GH’ de Clarice Lispector e  o livro didático Manual de Criação Literária, pela Baraúna, São Paulo.
Cássio Pantaleoni. Nasceu em Pelotas, mas ainda muito cedo trocou a terra natal por Porto Alegre. É Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do RS, com especialização em Fenomenologia e Hermenêutica. Sua dissertação tratou do projeto de superação da metafísica desenvolvido na obra “Ser e Tempo”, de Martin Heidegger. Estudou com grandes intelectuais gaúchos, como o Dr. Ernildo Stein, Dr. Evilázio Borges, Dr. Jayme Paviani e Dr. Celso Luft. Executivo atuante na área de Tecnologia da Informação e sócio-fundador da Editora 8INVERSO. Menção Honrosa no Concurso de Contos Josué Guimarães, edição 2008, promovido pela Associação Sul-brasileira de Letras, possui quatro livros publicados – Os despertos, Literalis, 2000; Ninguém disse que era assim, Literalis, 2002; Desmascarando a incompetência, Literalis, 2005; e o recém lançado Histórias para quem gosta de contar histórias, 8INVERSO, 2010. Profundamente influenciado pelo pensamento de Heidegger e Gianni Vattimo, sua obra se nutre dos fundamentos da formação filosófica para desenvolver temas que gravitam em torno da complexidade das relações humanas.

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27
abr
10

Aconteceu na Palavraria: a FestiPoa do domingo

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Estávamos no finzinho da Festipoa 2010. Faltava, ainda, para cumprir a programação do último dia – domingo, 25, o encontro de Flávio Wild, Cássio Pantaleoni e Olavo Amaral em que debateriam o conto – o gênero literário preferido dos três. Depois o Cássio autografaria seu mais recente Histórias para quem gosta de contar histórias. Mais adiante, o gaúcho Diego Petrarca receberia o carioca Henrique Rodrigues para falarem sobre o Como não houvesse amanhã, livro do Henrique que tematiza a banda Legião Urbana. A programação acabaria com o encontro de Altair Martins, Marcelino Freire e Luiz Paulo Facciolli (que generosamente sacrificou esse fatídico grenal para substituir o Bettega, que teve que viajar na última hora) – que falariam ainda sobre o conto e seus contos. Pois tudo isso foi o que aconteceu direitinho na Palavraria, no melhor estilo da FestiPoa. Depois de tudo isso, ainda teria uma baita festa para comemorar o sucesso da Festa Literária de Porto Alegre – 2010 no Ox-Ocidente… Grande FestiPoa. Saudações da equipe da Palavraria aos participantes e parabéns ao pessoal do Vaia, especialmente ao Fernando Ramos. Valeu, Fernando, e que venha a de 2011.

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