Posts Tagged ‘Daniela Langer



16
nov
10

Aconteceu na Palavraria: debate A palavra, na 1ª Vereda Literária

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Agora há pouco, foi a vez da escritora Daniela Langer coordenar o debate que tinha por tema A palavra, no segundo encontro da 1ª Vereda Literária na Palavraria. Participaram as escritoras Cintia Lacroix e Leila Teixeira. Fotos do encontro.

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15
nov
10

Vai rolar na Palavraria, 16/11: segundo encontro da Vereda Literária

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16, terça, 19h: A palavra, palestra e debate com Cintia Lacroix e Leila D.  S. Teixeira – Mediadora: Daniela Langer. 1ª Vereda Literária na Palavraria.

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A palavra direciona o texto, ou o texto inventa a palavra? A construção e a voz no texto literário, as diferentes formas de combinação dos elementos narrativos e a possibilidade de infinitas combinações entre significante e significado.

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Cíntia Lacroix nasceu em Porto Alegre, em 1969. Formou-se em direito na UFRGS e cursou jornalismo na PUC. Em Roma, estudou direito internacional e literatura italiana. Trabalha como Procuradora da Fazenda Nacional, na Advocacia-Geral da União. Participou da oficina de criação literária ministrada por Luiz Antonio de Assis Brasil, publicando contos na coletânea Contos de oficina 28, e frequenta os seminários de criação literária coordenados por Léa Masina. É autora do romance Sanga menor (Dublinense, 2009).

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Leila D.  S. Teixeira, nascida em Passo Fundo/RS em 1979, formada em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, participou dos livros “Outras Mulheres”, em 2010 e “Inventário das Delicadezas”, em 2007; venceu os concursos Osman Lins e Mário Quintana/SINTRAJUFE em 2006 e frequenta as oficinas Charles Kiefer desde 2005. Junto com Cristina Moreira e Daniela Langer, idealizou a VEREDA LITERÁRIA.

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Daniela Langer é designer. Também estuda o que lhe causa espanto na literatura e é aluna da Oficina Charles Kiefer desde 2005. Foi premiada no Concurso Osman Lins de Contos 2005. Tem textos publicados em em antologias, entre elas Inventário das delicadezas (Nova Prova, 2007) e Novos Contos Imperdíveis (Nova Prova, 2007) e Outras Mulheres (Dublinense, 2010). Escreve nos blogs Ordinariedades e Outras Mulheres.

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11
nov
10

Aconteceu na Palavraria: Vereda literária – A consciência

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Quarta, 10, Leila Teixeira coordenou debate entre as escritoras Daniela Langer e Monique Revillion, com leituras e comentários de textos das autoras. Sob o tema A consciência, foi o primeiro encontro da 1ª Vereda Literária na Palavraria. Fotos do encontro.

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09
nov
10

Vai rolar na Palavraria, dia 10/11: 1ª vereda literária

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10, quarta, 19h: A consciência, palestra e debate com Daniela Langer e Monique Revillion – Mediadora: Leila D. S. Teixeira. Primeiro encontro da 1ª Vereda Literária na Palavraria.

As palestrantes:

Daniela Langer é designer. Também estuda o que lhe causa espanto na literatura e é aluna da Oficina Charles Kiefer desde 2005. Foi premiada no Concurso Osman Lins de Contos 2005. Tem textos publicados em em antologias, entre elas Inventário das delicadezas (Nova Prova, 2007) e Novos Contos Imperdíveis (Nova Prova, 2007) e Outras Mulheres (Dublinense, 2010). Escreve nos blogs Ordinariedades e Outras Mulheres.

Graduada em Jornalismo, Monique Revillion é professora universitária e atualmente conclui o mestrado em Escrita Criativa na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, sob orientação do professor e escritor Luiz Antônio de Assis Brasil. Foi a segunda colocada no Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães, em 2001, e finalista, em 2004, do prêmio Casa de Cultura Mário Quintana, com o livro de contos Teresa, que esperava as uvas, publicado pela Geração Editorial em 2006. O livro, sua primeira publicação individual, foi laureado com o Premio Açorianos de 2006 – mais importante prêmio literário do Rio Grande do Sul – nas categorias contos e livro do ano. Seus contos foram também publicados em diversas antologias e revistas especializadas no país.

Leila D S Teixeira, nascida em Passo Fundo/RS em 1979, formada em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, participou dos livros “Outras Mulheres”, em 2010 e “Inventário das Delicadezas”, em 2007; venceu os concursos Osman Lins e Mário Quintana/SINTRAJUFE em 2006 e frequenta as oficinas Charles Kiefer desde 2005. Junto com Cristina Moreira e Daniela Langer, idealizou a VEREDA LITERÁRIA.

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29
set
10

Precisamos falar sobre o Kevin, dica de leitura de Daniela Langer

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Precisamos falar sobre o Kevin, por Dani Langer

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Autora: Lionel Shriver
Editora: Intrínseca, 2007
464 páginas

Ser ou não ser mãe? Foi a pergunta que fez Lionel Schriver escrever o romace “Precisamos falar sobre O Kevin”, publicado no Brasil em 2007 pela editora Intrínseca, e vencedor do Orange 2005, premiação inglesa de melhor romance do ano.

Para a autora, escrever é buscar respostas: “Uso meus romances para resolver questões que não entendo e causam algum tipo de conflito. Sei que encontrei o mote da história quando me vejo em uma situação que tem dois lados e não sei para qual deles devo seguir”.

“Precisamos falar sobre O Kevin” conta a história de um adolescente que, antes de completar 16 anos, comete uma chacina no ginásio de seu colégio nos subúrbios de Nova York. O crime surpreende a comunidade: Kevin é um garoto bonito, inteligente, mimado pelo pai e admirado pelos professores.

O romance é narrado em primeira pessoa por Eva, a mãe de Kevin. Torturada pela brutalidade dos fatos, ela escreve cartas ao marido ausente, revendo e esmiuçando cada cena dos últimos 16 anos de sua vida a procura de um motivo para o comportamento do filho.

O livro discute, em primeira análise, as chacinas cometidas por adolescentes nos Estados Unidos. A lucidez e imparcialidade com que o tema é tratado bastaria para fazer de “Precisamos falar sobre O Kevin” um bom livro. Ao lado de Eva, ansiamos por encontrar uma resposta que nos faça entender o porquê da gratuidade da violência em toda uma geração. Além disso, o romance apresenta um excelente painel cultural dos Estados Unidos. Entramos na intimidade de Eva. Lemos as cartas que Eva escreve para o marido, primeiro como intrusos de sua intimidade. Quando nos damos conta, já somos destinatários, e como os personagens, ansiamos por uma explicação que nos satisfaça, seja ela verdadeira ou não.

Porém, a força de um romance não se mede pela escolha do tema, mas no resultado entre conteúdo e forma. Em “Precisamos falar sobre O Kevin”, a forma funciona como um motor, a força que nos impulsiona para a reflexão. Para Lionel, a violência não é uma linguagem articulada. Portanto, as tentativas de racionalizar o pensamento e o comportamento de Kevin serão sempre inférteis. “Acho que ele próprio não entende o que o levou a cometer o crime”, diz a autora.

Ao optar por contar a história através de cartas, Lionel deixa a narrativa livre de qualquer racionalização. Por um lado, as cartas de Eva criam empatia entre, fazendo com que compartilhemos do seu sofrimento. Porém, esse mesmo artifício cria um filtro entre o adolescente e o leitor. Nas mesmas cartas que nos aproximam de Eva, temos material suficiente para questionar: a personalidade do adolescente, construída pela mãe, é confiável?

Kevin, o filho não muito desejado, é percebido pela mãe como uma criança que já nasceu perversa. Em sua apresentação na FLIP 2010, a autora sugere a questão: “o quanto de maldade uma criança muito pequena pode ter?”.

Lionel Schriver diz que o livro a ajudou a optar entre ter ou não filhos. Nem por isso, “Precisamos falar sobre O Kevin” apontar uma resposta para os temas que propõe. Pelo contrário, ao fechar o livro, podemos fazer uma lista com muitas outras perguntas sugeridas pela narrativa.

Daniela Langer é designer. Também estuda o que lhe causa espanto na literatura e é aluna da Oficina Charles Kiefer desde 2005. Foi premiada no Concurso Osman Lins de Contos 2005. Tem textos publicados em em antologias, entre elas Inventário das delicadezas (Nova Prova, 2007) e Novos Contos Imperdíveis (Nova Prova, 2007) e Outras Mulheres (Dublinense, 2010). Escreve nos blogs Ordinariedades e Outras Mulheres.

Lionel Shriver nasceu Margaret Ann Shriver (1957, Carolina do Norte, Estados Unidos) e aos 15 anos mudou de nome. Formada e pós-graduada pela Universidade de Columbia e pelo Barnard College, nos Estados Unidos, viveu em Nairóbi (Quênia), Bangkok (Tailândia) e Belfast (Irlanda). Precisamos falar sobre o Kevin, seu oitavo romance, foi recusado por agentes literários e mais de 30 editoras, mas em 2005 ganhou o prêmio Orange, na Grã-Bretanha. Publicou ainda The female of the species, Checker and the Derailleurs, Ordinary decent criminals, Game control, A perfectly good family e O mundo pós-aniversário. Seu mais recente livro, So much for that, foi lançado em março deste ano. Vive em Londres e contribui para os jornais The Guardian, New York Times, Wall Street Journal, Financial Times e para o semanário Economist.

Veja mais sobre Lionel Shriver em ordinariedades.blogspot.com.

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09
mar
10

Aconteceu na palavraria: lançamento do livro “outras mulheres”

Ontem, 8, aconteceu o lançamento do livro Outras mulheres, organizado por Charles Kiefer para a Editora Dublinense. As Outras mulheres são Ana Cristina Klein, Ana Mariano, Angela Ramis, Ayalla de Aguiar, Cristina Moreira, Daniela Langer, Eni Allgayer, Isabelle Fontrin, Leila de Souza Teixeira, Lívia Petry, Miriam Cristina Nardin, Monique Revillion, Norma Ramos, Renata Wolff, Vanessa Mello e Viviane Treméa. As autoras autografaram numa concorrida festa de muita celebração. Grande astral. Abaixo alguns registros do evento.

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09
mar
10

Aconteceu na palavraria: sarau “algumas mulheres, outros contos”

Sábado passado, 06, algumas mulheres do coletivo de escritoras que assinam contos no livro Outras mulheres, organizado por Charles Kiefer, deram uma prévia dos textos com leituras de contos selecionados. Foram apresentados textos de Ana Cristina Klein, Ana Mariano, Cristina Moreira, Daniela Langer, Leila de Sousa Teixeira, Monique Revillion e Renata Wolff. Alguns registros fotográficos do evento.

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