Posts Tagged ‘Editora Modelo de Nuvem

12
set
11

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 13/09: Lançamento do livro Pequenas crises

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13, terça, 19h: Lançamento do livro Pequenas Crises: Pesquisa em Comunicação e experiência estética, organização de Fabrício Silveira (Editora Modelo de Nuvem)

Há alguns anos, o teórico alemão Hans Ulrich Gumbrecht escreveu um curto ensaio intitulado “Pequenas crises. Experiência estética nos mundos cotidianos”. Em síntese, Gumbrecht formula uma questão paradoxal: é possível uma estética no cotidiano? Sem dúvida, a discussão é desafiadora, visto que os próprios termos colocados em causa (“estética” e “cotidiano”) parecem conflitantes. Agora, nessa mesma linha de desdobramentos e conseqüências – impulsionados também pelo acompanhamento dos fóruns acadêmicos da área de Comunicação –, os ensaios reunidos em “Pequenas Crises. Pesquisa em Comunicação e experiência estética”, inclusive os ensaios visuais apresentados, repercutem e reportam-se diretamente ao provocativo texto de Gumbrecht. Entretanto, mais do que esclarecê-lo e criticá-lo, do ponto de vista teórico-analítico e exegético, os autores optaram por empregá-lo, prioritariamente, como uma espécie de âncora de trabalho, uma leitura propulsora, em torno da qual se dão (e/ou podem se dar) vários desdobramentos investigativos.

Têm-se assim uma espécie de núcleo ao redor do qual gravitam vários relatos e experiências de pesquisa, todas elas em curso no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (São Leopoldo – RS), nos níveis de mestrado e doutorado, durante o primeiro semestre de 2010. A intenção do conjunto de ensaios é explorar uma diversidade de objetos comunicacionais pelo viés da(s) estética(s) da comunicação que se pode cogitar (e construir) a partir de Gumbrecht – e não só a partir dele, mas cotejando-o, compatibilizando-o também com outros referenciais e outros quadros teóricos.

SERVIÇO:

O QUÊ: “Pequenas Crises. Pesquisa em Comunicação e experiência estética” – Fabrício Silveira (Org.)
QUANDO: terça-feira, dia 13 de setembro, às 19h
ONDE: Palavraria (Rua Vasco da Gama, 165 – Porto Alegre/RS)

Ficha Técnica:

Livro: “Pequenas Crises. Pesquisa em Comunicação e experiência estética” – Fabrício Silveira (Org.) | Ensaios acadêmicos
Editora
: Modelo de Nuvem
Preço: R$ 28,00
Nº Páginas: 168

Informações à imprensa:
Cristian Marques | Camila Cornutti
Editora Modelo de Nuvem
(51) 9688.1915 | (54) 9108.2468
E-mail: atendimento@modelodenuvem.com.br

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25
jul
11

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 26/07

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26, terça, 19h: Lançamento do livro Chegaram os americanos, de Paulo Ribeiro (Editora Modelo de Nuvem)

Em 1944, portanto em plena Segunda Guerra Mundial, dentro da Política da Boa Vizinhança, esteve em Porto Alegre o americano Gregg Toland, diretor de fotografia de No tempo das Diligências e A Longa Viagem de Volta. Mas, principalmente, Toland é o cinegrafista de Cidadão Kane, quando inventou a “profundidade de campo” no cinema.

Toland chegava ao estado para filmar o desenvolvimento industrial, monumentos e pontos importantes, além de realizar entrevistas com autoridades. Segundo periódicos da época, além da capital, sua equipe esteve mesmo na fronteira, no pampa gaúcho, em Caxias do Sul para registrar os parreirais.

Paulo Ribeiro no seu novo livro, um romance-reportagem, leva Gregg Toland para Bom Jesus, ciceroneado pelo jornalista Justino Martins, então editor da Revista do Globo e cunhado de Erico Veríssimo. Lá, irão conviver com o efervescente caldo de cultura formado pelo nazismo, o fascismo, o integralismo e, principalmente, pela oposição entre Espíritas e Católicos.

Com essa obra, Paulo Ribeiro fecha a sua pentalogia (são 5 obras) tendo Bom Jesus como pano de fundo – com a qual pretendeu inserir os Campos de Cima da Serra no mapa da Literatura Gaúcha.

Paulo Ribeiro. Doutor em Letras pela PUC-RS, jornalista, leciona na Universidade de Caxias do Sul. Estreou em 1989 com o romance Glaucha. Recebeu o Prêmio Henrique Bertaso por Vitrola dos Ausentes, melhor narrativa longa, em 1994, ano em que a mesma novela foi indicada para o Prêmio Açorianos de Literatura. De lá para cá, além manter coluna de crônicas no jornal Pioneiro de Caxias do Sul, vem consolidando sua obra em publicações individuais e coletivas com novelas, contos, crônicas e ensaios.

Obras publicadas
1989 — Glaucha – romance – Porto Alegre: Editora Sulina.
1993 — Vitrola dos Ausentes – novela – Porto Alegre: Artes e Ofícios.
1996 — Iberê – romance biográfico – Porto Alegre: Artes e Ofícios
2000 — Valsa dos Aparados – contos – Porto Alegre: Artes e Ofícios
2002 — Missa para Kardec – novela – Porto Alegre: Artes e Ofícios.
2004 — Quando cai a neve no Brasil – crônicas – Porto Alegre: Artes e Ofícios.
2004 — Os cem menores contos brasileiros do século – Antologia Microcontos – São Paulo: Ateliê Editorial;
2005 — Conto Até dez — Antologia de contos — São Paulo: Ateliê Editorial.
2005 — Vitrola dos Ausentes – reedição – São Paulo: Ateliê Editorial.
2006 — Contos do novo milênio – Antologia de Contos (Org. Charles Kiefer). Porto Alegre: IEL, Instituto Estadual do Livro.
2006 — Cozinha Gorda – novela – Caxias do Sul: Editora do Maneco.
2006 — Que forças derrubaram o ciclista? A relação entre a expressão pictórica e a expressão literária em Iberê Camargo — Coletânea de ensaios: São Paulo — Cosac & Naify.
2007 — As luas que fisgam o peixe – prosa-poética ilustrada – Caxias do Sul: Belas Letras.
2009 — O tal Eros só – Osso do relato – Caxias do Sul: Belas Letras.

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24
jul
11

Programação de 25 a 30 de julho

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26, terça, 19h: Lançamento do livro Chegaram os americanos, de Paulo Ribeiro (Editora Modelo de Nuvem)

Em 1944, portanto em plena Segunda Guerra Mundial, dentro da Política da Boa Vizinhança, esteve em Porto Alegre o americano Gregg Toland, diretor de fotografia de No tempo das Diligências e A Longa Viagem de Volta. Mas, principalmente, Toland é o cinegrafista de Cidadão Kane, quando inventou a “profundidade de campo” no cinema.

Toland chegava ao estado para filmar o desenvolvimento industrial, monumentos e pontos importantes, além de realizar entrevistas com autoridades. Segundo periódicos da época, além da capital, sua equipe esteve mesmo na fronteira, no pampa gaúcho, em Caxias do Sul para registrar os parreirais.

Paulo Ribeiro no seu novo livro, um romance-reportagem, leva Gregg Toland para Bom Jesus, ciceroneado pelo jornalista Justino Martins, então editor da Revista do Globo e cunhado de Erico Veríssimo. Lá, irão conviver com o efervescente caldo de cultura formado pelo nazismo, o fascismo, o integralismo e, principalmente, pela oposição entre Espíritas e Católicos.

Com essa obra, Paulo Ribeiro fecha a sua pentalogia (são 5 obras) tendo Bom Jesus como pano de fundo – com a qual pretendeu inserir os Campos de Cima da Serra no mapa da Literatura Gaúcha.

Paulo Ribeiro. Doutor em Letras pela PUC-RS, jornalista, leciona na Universidade de Caxias do Sul. Estreou em 1989 com o romance Glaucha. Recebeu o Prêmio Henrique Bertaso por Vitrola dos Ausentes, melhor narrativa longa, em 1994, ano em que a mesma novela foi indicada para o Prêmio Açorianos de Literatura. De lá para cá, além manter coluna de crônicas no jornal Pioneiro de Caxias do Sul, vem consolidando sua obra em publicações individuais e coletivas com novelas, contos, crônicas e ensaios.

Obras publicadas
1989 — Glaucha – romance – Porto Alegre: Editora Sulina.
1993 — Vitrola dos Ausentes – novela – Porto Alegre: Artes e Ofícios.
1996 — Iberê – romance biográfico – Porto Alegre: Artes e Ofícios
2000 — Valsa dos Aparados – contos – Porto Alegre: Artes e Ofícios
2002 — Missa para Kardec – novela – Porto Alegre: Artes e Ofícios.
2004 — Quando cai a neve no Brasil – crônicas – Porto Alegre: Artes e Ofícios.
2004 — Os cem menores contos brasileiros do século – Antologia Microcontos – São Paulo: Ateliê Editorial;
2005 — Conto Até dez — Antologia de contos — São Paulo: Ateliê Editorial.
2005 — Vitrola dos Ausentes – reedição – São Paulo: Ateliê Editorial.
2006 — Contos do novo milênio – Antologia de Contos (Org. Charles Kiefer). Porto Alegre: IEL, Instituto Estadual do Livro.
2006 — Cozinha Gorda – novela – Caxias do Sul: Editora do Maneco.
2006 — Que forças derrubaram o ciclista? A relação entre a expressão pictórica e a expressão literária em Iberê Camargo — Coletânea de ensaios: São Paulo — Cosac & Naify.
2007 — As luas que fisgam o peixe – prosa-poética ilustrada – Caxias do Sul: Belas Letras.
2009 — O tal Eros só – Osso do relato – Caxias do Sul: Belas Letras.

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28, quinta, 19h: Palestra sobre Filosofia Clínica, com Lúcio Packter.

A Filosofia Clínica inicia com o estudo da historicidade da pessoa. Onde andou, com quem esteve, o que fez ao longo da vida? A partir deste ponto, Lúcio Packter ilustrará vários aspectos como os eventos reflexos, a apropriação de dados da memória, as áreas de passagem, os pontos imagéticos criados, os elementos de lógica existencial.


Lúcio Packter,
conferencista e professor, é pensador da Filosofia Clínica, uma nova abordagem terapêutica com base na filosofia. Fundador e presidente do Instituto Packter, publicou os livros Filosofia clínica: propedêutica, Armadilhas conceituais, Semiose e Ana e o professor Finkestein, entre outros. É coordenador da Filosofia Clínica na Universidade Católica de Anápolis/GO e na Universidade Moura Lacerda em Ribeirão Preto/SP.

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03
nov
10

Vai rolar na Palavraria: 04 de novembro, lançamento de livros da editora Modelo de Nuvem

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04, quinta, 19h: Lançamento de livros da Editora Modelo de Nuvem: Eu vou conseguir ficar na aula, de Nana Corte; Histórias de não acontecer, de Reges Schwaab; e Ode paranoide, de Marco de Menezes e Marina Polidoro.


Eu vou conseguir ficar na aula, de Nana Corte,
com ilustrações de Adão Iturrusgarai. A escola, ao contrário do que deveria ser, torna-se um ambiente que tolhe a capacidade imaginativa dos jovens e os reprime de maneira constante. Nana – artista plástica e professora há mais de 25 anos – com sua ironia e humor finos, aponta estratégias para se conseguir ficar em sala de aula. Com as ilustrações de Adão Iturrusgarai, criador de Aline e de vários personagens que são publicados em grandes veículos, como Folha de São Paulo, este livro mostra quais são os estratagemas inventados de forma recorrente e bem humorada pelos alunos como último recurso possível para poder se suportar a tradicional sala de aula.

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Histórias de não acontecer, de Reges Schawaab.
É o primeiro livro de Reges Schwaab e é, também, o texto que inaugura a coleção de prosa de ficção da editora Modelo de Nuvem. Nesta estréia, Reges traz uma narrativa de formas breves estruturada com rigor e com poética singular, que trata da solidão do indivíduo e da composição da alteridade, aproximando-se de autores contemporâneos como Alessandro Barico e Gonçalo M. Tavares.

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Ode paranoide, de Marco de Menezes e Marina Polidoro.
Neste projeto conjunto os dois autores se aliam para tratar da impostura com que as cenas sociais são engendradas, em particular as relações – autoritárias – antepostas à valoração moral do cotidiano e da impermanência, indo buscar na infância material de poesia e confrontação.  A poesia de Marco de Menezes, em seu quarto livro, e as imagens da artista plástica Marina Polidoro – ao mesmo tempo fortes e delicadas, dialogam neste projeto que expõe algo da violência e do lirismo do cotidiano. A abordagem de ambos se apresenta de modo que palavra e composição visual constituem texturas, fragmentos e sobreposições – que tentam dar conta de aspectos sombrios e obscuros do ser, inerentes à condição humana.

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outubro 2019
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