Posts Tagged ‘Guilherme Castro

23
ago
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Programação de 22 a 27 de agosto de 2016

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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23, terça, 19h: Lançamento do livro O príncipe do deserto e a estrela, de Gabriela Maraschin.

o príncipe

O Príncipe do Deserto e a Estrela Cadente é o primeiro livro da jornalista gaúcha Gabriela Maraschin. Ele traz a história de um encontro: da antiprincesa Lis, arteira, decidida e destemida, e do viajado príncipe Har. Juntos, eles partem a galope em busca de uma grande aventura.

A obra é um conto de princesa, mas com uma dose generosa de irreverência, simplicidade e liberdade. Lis e Har sabem quebrar o protocolo real como ninguém e, talvez por isso, conquistam a todos por onde passam.

Depois de trabalhar muitos anos como repórter e apresentadora de televisão no Rio Grande do Sul, Gabriela Maraschin deixou o Brasil com o marido e três filhos para viajar e conhecer o mundo. A experiência que deveria durar apenas doze meses completa sete anos.

O livro será autografado na livraria Palavraria, em Porto Alegre, no dia 23 de agosto, a partir das 19 horas. As ilustrações em aquarela foram feitas pela artista Gabriela Rizzo Bins, que vive em Nova Iorque.

 

Palavraria - livros a.

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25, quinta, 19h: Lançamento do livro Garoa fina, de Marle Araújo.

Palavraria - livros a.

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27, sábado, 17h: Lançamento do livro Antologia da Oficina de Escrita Criativa, organizada por Luiz Antonio Assis Brasil.

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24
jun
16

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 24, Lançamento do livro O amor que não sentimos e outros contos, de Guilherme Castro.

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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24, sexta, 19h: Lançamento do livro O amor que não sentimos e outros contos, de Guilherme Castro.


6 24 o_amor_que_nao_sentimos_e_outros_contosO amor que não sentimos
 é o livro vencedor da categoria Contos do 1º Prêmio Cepe Nacional de Literatura e traz um bom conjunto de contos que, em geral, tratam as relações familiares e emocionais de um modo delicado, com uma sensibilidade original e uma escrita limpa e direta, fazendo um ótimo uso da oralidade. Os personagens são construídos com cuidado e eficiência pelo autor Guilherme Azambuja Castro, assim como as vozes de seus diversos narradores. Memória, infância e adolescência são trabalhadas de forma a retratar situações comuns, mas complexas, de passagem, perda ou conquista da experiência. O próprio ambiente onde as histórias se desenvolvem é de fronteira, reforçando essa impressão de transpasse ou transgressão. As referências extraídas da cultura pop, geracionais, e das tradições gaúchas também soam muito bem equilibradas.

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Palavraria - livros a.

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20
jun
16

Programação de 20 a 25 de junho de 2016

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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21, terça, 19h: Confraria de Leitura Reinações.

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Palavraria - livros a.

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23, quinta, 19h: Lançamento do livro Cada amanhecer me dá um soco, de Andrei Ribas. Bate-papo do autor com Gabriela Silva e Luís Roberto Amabile.

capa_final.cdrAs palavras gravadas à faca no cadáver examinado pelo legista logo nas primeiras páginas se assemelham às que eu gostaria de dizer sobre o livro: Venha ver.
Ver o quê?, pode se perguntar.
Primeiro: os personagens. O legista obcecado por corpos (em todos os sentidos) é apenas um dos seres – e não apenas humanos – que parecem estar bem na frente de quem lê. Acreditamos nesses personagens perturbados. Eles nos interessam. Queremos saber mais. De alguma forma, compreendemos seus dilemas e ambiguidades.
Segundo: a trama. A maneira como os fatos da ficção se entrelaçam proporciona algo menos comum do que deveria no mundo literário. A vontade de percorrer as páginas e avançar nos capítulos. E o que acontece surpreende.
Flertando com o gênero policial – mas já o subvertendo –, alternando os pontos de vista, investindo em recursos metaficcionais, Andrei Ribas exibe fôlego narrativo. Cada amanhecer me dá um soco mostra que ele, além de crítico competente, é escritor. E daqueles com talento.
Em resumo: Venha ver. [Luís Roberto Amabile]

Andrei Ribas é autor dos livros O monstro (All Print, 2007) e Animais loucos, suspeitos ou lascivos(Multifoco, 2013). Possui trabalhos reproduzidos nas revistas eletrônicas Plural, Flaubert, R.Nott, Pessoa, Mallamargens, 7faces, jornal Relevo, entre outras publicações. Escreve resenhas/críticas literárias para os sites Amálgama e Homo Literatus.

 

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24, sexta, 19h: Lançamento do livro O amor que não sentimos e outros contos, de Guilherme Castro.

6 24 o_amor_que_nao_sentimos_e_outros_contosO amor que não sentimos” é o livro vencedor da categoria Contos do 1º Prêmio Cepe Nacional de Literatura e traz um bom conjunto de contos que, em geral, tratam as relações familiares e emocionais de um modo delicado, com uma sensibilidade original e uma escrita limpa e direta, fazendo um ótimo uso da oralidade. Os personagens são construídos com cuidado e eficiência pelo autor Guilherme Azambuja Castro, assim como as vozes de seus diversos narradores. Memória, infância e adolescência são trabalhadas de forma a retratar situações comuns, mas complexas, de passagem, perda ou conquista da experiência. O próprio ambiente onde as histórias se desenvolvem é de fronteira, reforçando essa impressão de transpasse ou transgressão. As referências extraídas da cultura pop, geracionais, e das tradições gaúchas também soam muito bem equilibradas.

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Palavraria - livros a.

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16
nov
10

Vai rolar na Palavraria: 17/11: Cinema, literatura e condição humana – Encontros sobre arte, cultura e saúde

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17, quarta, 19h: Cinema, literatura e condição humana, palestra e debate com Maria Helena Martins, Guilherme Castro e Cristina Macedo. Encontros sobre Arte, Cultura e Saúde, promoção do CELPCYRO na Palavraria.

Neste encontro, sob a coordenação da professora Maria Helena Martins, o cineasta Guilherme Castro apresenta seu curta-metragem Terra prometida e a escritora Cristina Macedo lê seus contos, obras que serão abordadas a partir do mote A arte imita a vida ou a vida inspira a arte, por mais absurda e irreal que esta possa parecer?

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Filha do escritor e médico psiquiatra e psicanalista Cyro Martins, Maria Helena de Sousa Martins nasceu em Porto Alegre. Criou o CELP Cyro Martins – CELPCYRO, em 1997 e, desde então, é sua Diretora-presidente, coordena seus projetos de pesquisa, eventos, cursos, publicações e o conteúdo deste site. Lecionou na UFRGS e na USP, na qual se tornou Doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada (FFLCH). Além de docência e pesquisa universitárias, sempre gostou do convívio com saberes e fazeres extra acadêmicos. Daí sua participação em projetos como o PROLER, percorrendo o Brasil pela formação de leitores. Também vem desse gosto sua consultoria para as Secretarias de Educação e de Cultura do Município e do Estado de São Paulo, e para o Instituto Itaú Cultural. A interação de linguagens verbais e não verbais, assim como tensões, provocações e iluminação mútua entre diferentes áreas do conhecimento e artes povoam suas conjeturas e questionamentos. Cursos, seminários e oficinas que ministra são especialmente voltados para a relação do leitor com a obra, o processo de atribuição de significados ao que lê, influenciado por vivências e expectativas suas. Tudo isso tem sido carreado para o maior dos desafios de sua atividade profissional, que é dar vida e consistência aos trabalhos no CELPCYRO.

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Cristina Macedo, professora de inglês, escritora e tradutora, nasceu em Santa Maria e vive em Porto Alegre. É mestre em Literaturas de Língua Portuguesa, pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), com a dissertação A Mulher em O Tempo e o Vento. Traduziu Ariel, de Sylvia Plath, juntamente com o poeta Rodrigo Garcia Lopes (Editora Verus, em 2007). Publicou contos na antologia Ponto de Partilha I, organizada pelos escritores Valesca de Assis e Rubem Penz (Editora Kalligraphos, 2008) e na coletânea de poesia, ensaios e contos Arca de Impurezas (Território das Artes Editora). Criou em 2008 o Sarau Literário Zona Sul, que apresenta uma vez por mês em bares e restaurantes da zona sul da cidade, divulgando a obra de poetas e escritores.

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Guilherme Castro é cineasta, atuando como diretor e roteirista, além de professor universitário. Entre os filmes que realizou, estão Terra Prometida (Kikitos de melhor direção, filme e atriz, e Kandango de melhor filme); Transversais, documentário da série Fronteiras do Pensamento; Becos, documentário em 35 mm. Para a RBS TV: roteiro do especial Mario Quintana Sou Eu Mesmo; roteiro e direção do especial Garibaldi, herói de dois mundos; os episódios O Massacre dos Bugres e Mariazinha, da série Histórias Extraordinárias; Fazenda Itu, da série Estâncias e Fazendas. Para a TVE RS: coordenador do projeto de teledramaturgia Histórias do Sul, em 5 episódios de 30 minutos cada, com adaptações de obras literárias para a televisão; os programas de televisão TV CINE e Crônicas do Tempo; coordenador do projeto Sul Sem Fronteiras: 14 documentários para a televisão; o documentário ‘Êxodos’, com pronunciamentos e fotos de Sebastião Salgado; idealizador e editor-chefe do programa de telejornalismo Jornal da Cidadania, 01 hora, diário (Prêmio Direitos Humanos/Conselho Britânico/UNESCO). Presidiu a Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos e o Conselho Estadual de Cultura RS, é vice-presidente da FUNDACINE RS. Graduado em Jornalismo e Direito pela UFRGS, é professor de Cinema na UNISINOS e na ULBRA, e mestrando em Comunicação no PPGCOM/UFRGS. Atualmente realiza o LM documentário Chocolatão – O Filme e o longa metragem de ficção Porteira Fechada, baseado na obra homônima de Cyro Martins.

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