Posts Tagged ‘Juremir Machado da Silva

16
jun
15

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 17, Festipoa na Palavraria – Mesas 1 e 2

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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17, quarta: FESTIPoA  na Palavraria:

festipoa 2015

18h30: Mesa 1 – As cores viajam na porta do trem – Henrique Schneider, Luis Roberto Amabile e Cíntia La Croix conversam sobre suas obras. Mediação de Gabriela Silva

20h: Mesa 2 – Só você manda em você – Jeferson Assumção e Juremir Machado da Silva conversam sobre os  livros A vaca é ninja A sociedade Medíocre. Mediação de Jeferson Tenório

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Palavraria - livros a.

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26
ago
12

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 28/08: Lançamento do livro A sociedade midiocre, de Juremir Machado da Silva

program sem

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28, terça, 19h: Lançamento do livro A sociedade midíocre – passagem ao hiperespetacular (o fim do direito autoral e da escrita), de Juremir Machado da Silva (Editora Sulina.

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O livro é um diálogo com as ideias do pensador francês Guy Debord: teses que descrevem a sociedade do espetáculo e seus limites. Debord acertou no diagnóstico, mas errou no prognóstico. Em A Sociedade Midíocre a proposta é provocar o pensamento com textos aforísticos, que vão de questões políticas a questões filosóficas e às mídias e suas implicações no cotidiano. O direito autoral chegou ao fim? O autor tem sua legitimidade ainda escrita? O livro impresso está com os dias contados? A escrita também? Essas são algumas teses lançada por Juremir neste ensaio.

O livro, impresso ou digital, já faz parte de um imaginário superado, uma “civilização” ultrapassada, espectro de uma mutação em ato diante dos olhos de todos? O hiperespetáculo é o espetáculo como mídia. Enquanto alguns ainda lutam pela salvação do livro, a escrita torna-se, tecnologicamente, dispensável? Fim de um tempo, de um mundo, sem alarde, sem explosão, sem desespero, sem revolução? O futuro já faz parte do passado? Questões para tirar o cérebro do entorpecimento. Passagem a uma nova modalidade de existência, o hiperespetáculo.

Juremir Machado da Silva éDoutor em Sociologia pela Sorbonne, Paris V, escritor, jornalista e tradutor, é pesquisador 1B do CNPq, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da PUCRS e autor, entre outros livros, dos ensaios A miséria do jornalismo brasileiro (Petrópolis, Vozes, 2000) e As Tecnologias do imaginário (Porto Alegre, Sulina, 2003), dos romances Getúlio (Rio de Janeiro, Record, 2004) e Solo (Record, 2008) e do resgate histórico Vozes da Legalidade – política e imaginário na Era do Rádio (Sulina, 2011).

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05
mar
12

A crônica de Emir Ross: Ficar a Solo

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Ficar a Solo, por Emir Ross

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Nos últimos meses optei por longos períodos de reclusão. Afastei-me das pessoas, do futebol, das letras e até do sexo para dedicar-me a Solo, o livro do Juremir Machado da Silva.

Li seis vezes e meia.

A meia foi a primeira metade. Espero completá-la antes do final do ano.

Confesso: não senti falta alguma das coisas que renunciei neste período. Solo completava-me. Era como a outra metade de mim. Como se fôssemos corpo e alma, homem e mulher, direito e esquerdo, Chitãozinho e Xororó.

Solo fornecia-me companhia. Fazia-me rir. Brigava comigo. Dialogava. Até me fazia gozar. Suas páginas, hoje, estão tão cheias de mim quanto estou de suas sílabas.

Quem está com Solo, de mais nada precisa. Talvez, no máximo, uma música do Tom Waits na cabeça. Mas, se não tiver, não faz mal. Conseguirá viver e muito bem com Solo.

Solo é a soma de tudo. Do sarcasmo, das mulheres, do campeonato brasileiro, das viagens e da masturbação que é a nossa vida. O resultado disso tudo é um imenso nada.

Acho que o tal Sartre, quando pensou em escrever aquele título, deveria ter escrito O Solo e o Nada. Ele errou por algumas letras a mais, outras a menos. Mas menos mal para nós que o Juremir chegou a tempo de dar-nos as respostas para as perguntas que nunca pensamos em fazer. Não pelas perguntas não existirem. Mas por nosso pensamento estar, por assim dizer, em desuso.

A narrativa de Solo vem em voz rouca, baixa. Até quando ela grita com a gente precisamos fazer um esforço para ouvi-la. Porque o melhor de Solo está nas entrelinhas. E é óbvio que grande parte de vocês não entenderá o que o autor quis dizer, assim como não fará idéia do que estou aqui tentando explicitar. De forma implícita, é bem verdade. Mas cada um entende o que merece.

Todavia, prestem atenção, não estou tentando dizer Nada.

Então, fiquem a Solo. Se conseguirem passar um tempo longe das pessoas, do futebol, das letras e até do sexo quem sabe captarão alguma mensagem.

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Emir Ross é publicitário e escritor e mora em Porto Alegre. Tem participação em 9 antologias de contos e recebeu mais de 20 prêmios literários. Entre eles, o Felippe d’Oliveira em Santa Maria (3 vezes), o Escriba de Piracicaba (2 vezes), o Luiz Vilela de Minas Gerais (2 vezes), o José Cândido de Carvalho do Rio de Janeiro (2 vezes), o Prêmio Araçatuba, entre outros. Escreve no blog milkyway.terra.com.br.

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Emir Roos publica neste blog na primeira e terceira segunda-feira do mês.

 

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25
set
10

Aconteceu na Palavraria: palestra e debate com Juremir Machado da Silva

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Ontem à noite, o escritor e professor Juremir Machado da Silva apresentou na Palavraria palestra intitulada A complexidade no dia a dia, enfocando a obra do antropólogo, sociólogo e filósofo francês Edgar Morin.  Mais um evento da série Café do Conhecimento, promovido pela Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento. Fotos do evento.

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19
set
10

Programação de 20 a 25 de setembro

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21, terça, 19h: Lançamento do livro Um baú do tamanho do mundo, de Ida Katzap (Design Editora). Sessão de autógrafos e leitura com Deborah Finocchiaro.

Em tempos de aquecimento global e desastres naturais ocorrendo em todo o planeta, cada vez mais se faz necessário educar as novas gerações para que saibam conviver com o meio ambiente, visando reverter os impactos ambientais que as gerações anteriores causaram em nome da ganância econômica e da comodidade. Um Baú do Tamanho do Mundo busca transmitir ao público infanto-juvenil a devida importância da educação ambiental por meio de uma narrativa criativa, que instiga o poder de questionamento do leitor, o motivando a aderir em suas atitudes como cidadão ações que façam a diferença e proporcionem um mundo mais ecologicamente correto no futuro. A história, ambientada em uma cidade litorânea, retrata por meio do olhar de uma criança o dia-a-dia de uma comunidade que sofre com as consequências da exploração indevida dos recursos ambientais. A educação ambiental, juntamente com temas como saúde pública, participação cidadã na preservação do meio ambiente e turismo ecológico são pontos fundamentais da publicação. “A cultura amplia nossos horizontes, transformando pessoas de indivíduos a seres sociais, onde a participação cooperativa e fraterna é fundamental para alcançarmos um mundo melhor para todos”, afirma a autora. O livro Um Baú do Tamanho do Mundo foi um dos projetos premiados pelo Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura, da Fundação Catarinense de Cultura, Governo do Estado de Santa Catarina.

Ida Katzap é natural de Porto Alegre e cresceu em uma família que estimulava o gosto pela literatura e o bom gosto pelas artes. Graduada em Enfermagem pela UFRGS, profissão com a qual expõe seu lado humanitário, atuando em saúde preventiva. Como escritora lançou os livros Transparência (1981), Olhar reticente (1982), Nua – vivendo emoções (1985), O despertar da nova era (1998), Faça o que faz bem (2007). Participou de feiras do livro de Porto Alegre e Jaraguá do Sul, entre outros, realizando eventos literários em diversas capitais brasileiras. ida_poesia@hotmail.com

Deborah Finocchiaro, da Companhia de Solos & Bem Acompanhados, estreou no teatro em 1985. Atriz, diretora, locutora, produtora, ministrante, musicista, roteirista e autora, bacharel em Interpretação Teatral na Faculdade de Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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22, quarta, 19h30: Lançamento do livro Diário de mulher solteira, de Cleci Silveira. (Editora Movimento)

Uma maneira sutil de sugerir e dizer as coisas, a que se acresce a construção das histórias em pequenos e aparentemente banais incidentes na vida das pessoas. É o que nos traz Cleci Silveira neste livro.

Cleci Silveira nasceu em Porto Alegre. Trabalhou no Serviço de Radiodifusão Educativa na Rádio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. De 1988 á 1990, manteve uma coluna no jornal O Moinho, sobre mobiliário antigo. Publicou duas coletâneas de Contos: No Sótão Dormem Bonecas (2001) e A Trama do Silêncio (2004), que lhe valeu a indicação como finalista ao Prêmio Jabuti. Em 2006, publicou a coletânea de crônicas O Tocador de Saz e o Sultão. Lançou, em 2008, Além da Porta, seu primeiro romance. Possui também trabalhos publicados nas antologias: Contos de Oficina 13 (1994), Oficina de Criação Literária do Curso de Pós-Graduação em Letras da PUCRS, coordenada pelo professor Luiz Antonio de Assis Brasil; Contos do Novo Milênio (2006) do Instituto Estadual do Livro do Rio Grande do Sul e Contos de Bolsa e Contos de Algibeira, as duas últimas editadas pela Casa Verde, com organização de Laís Chaffe.

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23, quinta, 19h: Lançamento do livro Trajetória Humana e sustentabilidade, de Waldir Raupp (Ed Letra Um).

O livro trata de abordar uma visão realista sobre a Sustentabilidade da Raça Humana em um planeta com um tamanho incompatível com suas ambições e necessidades futuras. Primeiramente é feita uma análise sobre a realidade de nossa sociedade e quais são os entraves que põem em risco seu futuro. Problemas ambientais e econômicos são enfocados de forma conjunta num debate às vezes duro sobre as verdadeiras facetas destas visões. Em seguida segue para um apanhado da História da Humanidade, vindo desde os primeiros hominídeos a povoar este planeta, passando por eventos históricos relevantes, chegando até os nossos dias. Termina em uma análise do futuro da humanidade onde se abordam viagens interplanetárias e estabelecimento de colônias em Marte e Mercúrio. Finalizando, esta obra chama a uma reflexão sobre o significado da existência humana, em um universo que um dia de fato terá seu fim.

Waldir Raupp é Engenheiro Químico com mestrado em Automação Industrial pela UFRGS. Ingressou na Petrobras em 1989, tendo exercido a profissão no Rio de Janeiro e Manaus, retornando ao Rio Grande do Sul em 1995. Ainda jovem interessou-se por assuntos de história, paleoantropologia, economia, entre outros.

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24, sexta, 19h: A Complexidade no dia a dia, palestra e debate com Juremir Machado da Silva. Da série Café do Conhecimento, promoção da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento.

O Café do Conhecimento é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento – Pólo RS, e ocorre normalmente a cada 02 meses. É voltado para os associados da SBGC e também para a comunidade em geral. Sempre aborda um assunto filosófico, envolvendo ou não a temática do conhecimento. Funciona como uma conversa, contando com um convidado especial para iniciar a discussão. Nessa oportunidade, o tema escolhido foi “A Complexidade no dia a dia”. Com o conhecimento que o Prof. Juremir possui na área, pretende-se aprender mais sobre o Paradigma da Complexidade, bem como discutir como ele se enquadra nas nossas atividades diárias. A Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento possui representação em todo o Brasil, e congrega profissionais das mais diversas áreas, interessados na temática do conhecimento, especificamente do conhecimento organizacional. A regional do Rio Grande do Sul possui mais de 200 associados e é uma das mais ativas do Brasil, possuindo em seu calendário eventos de âmbito local, regional e nacional.

Juremir Machado da Silva é pesquisador, professor, jornalista, tradutor e escritor. Graduou-se em História e em Jornalismo pela PUCRS, em 1984, tendo continuado seus estudos em Paris, na Université Paris V, onde, durante o doutorado em Sociologia da Cultura, recebeu a supervisão de Edgar Morin, Jean Baudrillard e Michel Maffesoli. Atualmente é professor na Faculdade de Comunicação Social da PUCRS, onde também atua como Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social. Tem 18 livros publicados, entre os quais “A miséria do jornalismo brasileiro (2000)”, “As tecnologias do imaginário (2003)” e “Getúlio (2004)”.

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25, sábado, 11h: Lançamento do livro O sentido da vida, de Gilda Haubert.

O sentido da vida é um livro de poemas sobre o amor, a paixão, a saudade e lembranças sobre vivências da autora.

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Nascida em Porto Alegre, pedagoga, formada pela Pontifícia Universidade Católica – PUCRS, Gilda Haubert exerce atividade voluntária com crianças carentes em reforço escolar; artesã, ministra cursos de artes, faz parte do Coral Som, Pessoa e Arte. Participou e foi premiada pela Casa do Poeta Riograndense e pelo Grêmio Literário Castro Alves, com crônicas e poemas. Participa há nove edições do Concurso Banco Real Talentos da Maturidade. Participou da Coletânea Literária Casa do Poeta – 40 anos, da Coletânea de Poemas do Mercosul com poesias em português e espanhol e da Coletânea Poetas pela Paz e Justiça Social. Em 2007 fez o lançamento de seu primeiro livro de poemas, intitulado A dança dos sentidos.

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