Posts Tagged ‘lançamento de livros

24
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Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 26, Lançamento do livro 1946, de Flávio Feijó.

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Flávio Feijó lança seu segundo livro pela Chiado Editora

A sessão de autógrafos ocorrerá no dia 26 de outubro na Palavraria

 

No dia 26 de outubro (quarta-feira), às 19 horas, o escritor Flávio Feijó lança seu segundo livro pela Chiado Editora.Em 1946 (248 páginas) reúne depoimentos e reflexões sobre política, economia, música, geologia, futebol e viagens de 10-26-1946carro, de ônibus, de trem-bala e de maria-fumaça, entremeadas com dezenas de experiências e episódios marcantes da vida do autor. Um retrato vivo do Brasil e do mundo nos tempos recentes e não tão recentes.

 

Flávio lançou, em 2015, o livro O Diabo do Advogado (Chiado Editora, 274 páginas), que foi finalista do Prêmio AGES Livro do Ano 2016. A obra ficcional conta a história de enforcamentos em série de advogados famosos, da grande repercussão e das investigações por uma parceria informal entre um policial e um jornalista da internet. O feito é perpetrado por um grupo reservado de pessoas influentes, que decide obstruir a atuação desses advogados que se locupletam representando réus de projeção nacional, livrando-os de penas mais severas.

 

Flávio Juarez Feijó é gaúcho de Porto Alegre, formado em Geologia pela UFRGS em 1967. Trabalhou 46 anos na Petrobras, exercendo diversas funções técnicas em cinco estados diferentes. Hoje atua como palestrante em congressos e universidades e como conselheiro da American Association of Petroleum Geologists (Tulsa, USA). É o autor de O Diabo do Advogado, Ed. Chiado, 2015, e de 1946, Ed. Chiado, 2016.
Lançamento do livro 1946 (Chiado Editora, 248 páginas), de Flávio Feijó

Dia 26 de outubro de 2016 (quarta-feira) às 19 horas na Palavraria – Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim – Porto Alegre

 

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23
out
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Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 28, Lançamento do livro O cheiro do desejo em cena.

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28, sexta, 18h: Lançamento do livro O cheiro do desejo em cena – bate-papo com os autores e sessão de autógrafos.

10-28-o-cheiro-do-desejoO livro aborda o entendimento de três filmes: Perfume – a história de um assassino, O cheiro do ralo e Perfume de mulher, a partir da metapsicologia freudiana.

Autores:

 

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09
out
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Vai rolar na Palavraria, nesta segunda, 10, Lançamento do livro Bacamarte, de Cezar Cavazzola.

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10, segunda, 19h: Lançamento do livro Bacamarte, de Cezar Cavazzola.

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08
out
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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 8, Lançamento do livro A descoberta dos vínculos sociais – os fundamentos da solidariedade, de Luiz Inácio Geyger.

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8, sábado, 17h: Lançamento do livro A descoberta dos vínculos sociais – os fundamentos da solidariedade, de Luiz Inácio Geyger.

10-8-vinculos-sociaisEste livro discute essencialmente o tema contemporâneo da prospecção de possibilidades de uma economia solidária. Mostra alternativas recentes para acionar princípios de ação promotores de laços e que impulsionam a solidariedade. Por suas páginas o leitor terá ocasião de descortinar fundamentos primordiais de uma vida humana com fundação na solidariedade.

 

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06
out
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Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 6, O individualismo e o tempo: conversa com os autores e lançamento de livros, com Raquel Weiss e Rafael Faraco Benthien.

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6, quinta, 19h: O individualismo e o tempo: conversa com os autores e lançamento de livros, com Raquel Weiss e Rafael Faraco Benthien.

O Individualismo e o Tempo: conversa e lançamento de livro com Raquel Weiss e Rafael Benthien, coordenadores da Coleção Biblioteca Durkheimiana. e orgnaizadores, respectivamente, do Volume 1, “O Individualsimo e os Intelectuais, de Émile Durkheim” e do Volume 2, “Estudo Sumário Sobre a Representação do Tempo na Religião e na Magia, de Henri Hubert”, que serão lançados nessa ocasião.

A coleção é editada pela EDUSP, produzida pelo Centro Brasileiro de Estudos Durheimianos e coordenada por Raquel Weiss e Rafael Benthien. Trata-se de uma edição bilíngue e crítica de textos centrais produzidos por autores da Escola Durkheimiana, acrescido de matérias de época e análises de autores e autoras contemporâneos, de modo a ampliar as possibilidades de leitura e compreensão.
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O Volume 1, “O Individualismo e os Intelectuais, de Émile Durkheim”, trata de um texto que representa um marco importante na trajetóridurkheima de Durkheim, que, naquele momento, ultrapassou as fronteiras do território da ciência e adentrou o mundo do debate político. Nesse sentido, o texto afirma o direito dos intelectuais de tomar partido em relação a questões morais de sua época e elabora um conjunto de justificativas em defesa do individualismo, entendido como ideal do respeito à pessoa humana. A fim de permitir um aprofundamento do texto principal, o volume compreende ainda um dossiê crítico com textos de Louis Pinto, Marcia Consolim, Susan Stedman Jones, Raquel Weiss e William Watts Miller, além do artigo de Ferdinand Brunetière ao qual “O Individualismo e os Intelectuais” reagia e de um segundo texto de Durkheim, “A Elite Intelectual e a Democracia”.

Mais sobre o Volume 1: https://www.edusp.com.br/detlivro.asp?id=415951
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hubertO segundo volume “Estudo Sumário da Representação do Tempo na Religião e Na Magia”, traz pela primeira vez em português, o importante estudo de Henri Hubert sobre o tempo, no qual o autor defende que o tempo não é uma dimensão autônoma, caracterizada pela sucessão de instantes homogêneos, desprovidos de qualidade. Com base no exame dos elementos que constituem os calendários mágico-religiosos, os intervalos e as datas críticas, Hubert defende que o tempo se revela para os grupos sociais como uma sucessão de eternidades, cada qual caracterizada por uma qualidade própria, vinculada a uma realização particular da noção de sagrado. E esse sagrado impõe à passagem do tempo variações rítmicas, proibindo e exigindo, em consonância com a própria dinâmica societária, determinados ritos. O volume apresenta o texto de Hubert em edição bilíngue, um dossiê crítico com estudos de especialistas e, nos anexos, resenhas de Marcel Mauss, Jean Lafitte e Salomon Reinach sobre a obra de Hubert.

Mais sobre o volume 2:
https://www.edusp.com.br/detlivro.asp?id=415968

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Rafael Benthien é professor do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Paraná, com várias pesquisas realizadas sobre a história intelectual francesa.

Raquel Weiss é professora do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sual, e atua sobretudo na área de teoria sociológica e sociologia da moral.

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05
out
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Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 5, Lançamento de O livro das coisas verdadeiras, crônicas de Pedro Gonzaga.

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5, quarta, 18h30: Lançamento de O livro das coisas verdadeiras, crônicas de Pedro Gonzaga.

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27
set
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Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 28, Lançamento do livro O alcançe da canção, de Guto Leite e Luís Augusto Fischer.

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28, quarta, 19h: Lançamento do livro O alcançe da canção, de Guto Leite e Luís Augusto Fischer.

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23
set
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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 24, Lançamento do livro Detetive à deriva, de Luís Henrique Pellanda.

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24, sábado, 17h: Lançamento do livro Detetive à deriva, de Luís Henrique Pellanda.

 

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Reinventar a crônica – gênero praticado no Brasil desde a carta de Caminha, passando por Machado de Assis e Lima Barreto, até os anos de esplendor de Rubem Braga e Paulo Mendes Campos – não é para qualquer um. Mas é isso que faz Luís Henrique Pellanda, com a facilidade de quem vai ali na esquina.

Esse movimento de sair de casa tem tudo a ver. Ao contrário da tendência atual de transformar o espaço da crônica nos jornais, revistas e sites em tribuna de opinião, Pellanda prefere a rua como lugar de observação e inspiração.

Às vezes uma janela basta. O cronista confessa sua fixação nelas: “Vejo uma parede e já quero esburacá-la”. Insatisfeito, desce ao chão, “tão sujo quanto o céu”: a Boca Maldita, a Ébano Pereira, a Rua XV, as praças Tiradentes, Osório e Santos Dumont (para ele, a Pracinha do Amor), o Passeio Público, o Capão Raso da infância.

Ao passar as páginas de “Detetive à deriva”, o leitor se torna íntimo de logradouros nos quais, quiçá, nunca pôs os pés. Uma Curitiba que está longe do velho (e maldoso) diagnóstico – “a fria” –, pois surge cidade intensa, quente, quase pelando, mesmo que estejamos no inverno, ao depararmos estranhos personagens em inolvidáveis situações: o velho com a menina no colo, os urubus do terraço, um par de botas abandonado, o bebê chinês, um berçário de barbados, o rastro de pétalas da Saldanha Marinho…

Tudo é descoberta nos textos deste livro. A principal delas o próprio cronista descobriu ou, na melhor das hipóteses, tratou de inventar: a relação entre o flâneur e o detetive, entre os cronistas e os autores policiais. O mistério cotidiano narrado em pistas que só o autor vê. Não à toa, a epígrafe é tirada de um romance de Raymond Chandler: “Parecia uma boa vizinhança onde se cultivar maus hábitos”. Philip Marlowe, o private eye de Chandler, era antes de tudo um sentimental. Pellanda, um lírico durão. Alvaro Costa e Silva      

Sobre o autor: 

Luís Henrique Pellanda nasceu em Curitiba, em 1973. Escritor e jornalista, é autor dos livros O macaco ornamental (contos), Nós passaremos em branco (crônicas, finalista do Prêmio Jabuti 2012) e Asa de sereia (crônicas, finalista do Portugal Telecom 2014). É cronista do jornal Gazeta do Povo.

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22
set
16

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 22, Alteridades, deslocamentos, espera – palestra com Josoaldo Lima Rêgo e lançamento do livro Carcaça.

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22, quinta, 18h: Alteridades, deslocamentos, espera – palestra com  Josoaldo Lima Rêgo e lançamento do livro Carcaça.

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07
set
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Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 8, Lançamento do livro Paradoxos da segurança cidadã, de José Vicente Tavares e César Barreira.

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8, quinta, 19h: Lançamento do livro Paradoxos da segurança cidadã, de José Vicente Tavares e César Barreira.

9-8-paradoxos-da-seguranca-cidaaEste livro reconstitui um campo intelectual acerca da violência e da segurança cidadã na América Latina, salientando as dinâmicas reprodutoras da violência – em suas formas econômicas, sociais, culturais e institucionais – e as dificuldades do sistema de justiça criminal em reduzir os crimes violentos e os homicídios. Na América Latina, no início do século XXI, muitos governos de centro-esquerda implementaram políticas sociais inclusivas e estratégias de política internacional orientadas pelo multilateralismo. No campo de controle social, entretanto, os mesmos governos acentuaram, em vários aspectos, políticas policiais repressivas, um judiciário penalizante e um aumento do encarceramento; ou seja, veremos aqui os paradoxos entre políticas de inclusão social e políticas de segurança pública repressivas.

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