Posts Tagged ‘lançamento de livros



23
set
16

Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 24, Lançamento do livro Detetive à deriva, de Luís Henrique Pellanda.

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24, sábado, 17h: Lançamento do livro Detetive à deriva, de Luís Henrique Pellanda.

 

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Reinventar a crônica – gênero praticado no Brasil desde a carta de Caminha, passando por Machado de Assis e Lima Barreto, até os anos de esplendor de Rubem Braga e Paulo Mendes Campos – não é para qualquer um. Mas é isso que faz Luís Henrique Pellanda, com a facilidade de quem vai ali na esquina.

Esse movimento de sair de casa tem tudo a ver. Ao contrário da tendência atual de transformar o espaço da crônica nos jornais, revistas e sites em tribuna de opinião, Pellanda prefere a rua como lugar de observação e inspiração.

Às vezes uma janela basta. O cronista confessa sua fixação nelas: “Vejo uma parede e já quero esburacá-la”. Insatisfeito, desce ao chão, “tão sujo quanto o céu”: a Boca Maldita, a Ébano Pereira, a Rua XV, as praças Tiradentes, Osório e Santos Dumont (para ele, a Pracinha do Amor), o Passeio Público, o Capão Raso da infância.

Ao passar as páginas de “Detetive à deriva”, o leitor se torna íntimo de logradouros nos quais, quiçá, nunca pôs os pés. Uma Curitiba que está longe do velho (e maldoso) diagnóstico – “a fria” –, pois surge cidade intensa, quente, quase pelando, mesmo que estejamos no inverno, ao depararmos estranhos personagens em inolvidáveis situações: o velho com a menina no colo, os urubus do terraço, um par de botas abandonado, o bebê chinês, um berçário de barbados, o rastro de pétalas da Saldanha Marinho…

Tudo é descoberta nos textos deste livro. A principal delas o próprio cronista descobriu ou, na melhor das hipóteses, tratou de inventar: a relação entre o flâneur e o detetive, entre os cronistas e os autores policiais. O mistério cotidiano narrado em pistas que só o autor vê. Não à toa, a epígrafe é tirada de um romance de Raymond Chandler: “Parecia uma boa vizinhança onde se cultivar maus hábitos”. Philip Marlowe, o private eye de Chandler, era antes de tudo um sentimental. Pellanda, um lírico durão. Alvaro Costa e Silva      

Sobre o autor: 

Luís Henrique Pellanda nasceu em Curitiba, em 1973. Escritor e jornalista, é autor dos livros O macaco ornamental (contos), Nós passaremos em branco (crônicas, finalista do Prêmio Jabuti 2012) e Asa de sereia (crônicas, finalista do Portugal Telecom 2014). É cronista do jornal Gazeta do Povo.

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22
set
16

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 22, Alteridades, deslocamentos, espera – palestra com Josoaldo Lima Rêgo e lançamento do livro Carcaça.

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22, quinta, 18h: Alteridades, deslocamentos, espera – palestra com  Josoaldo Lima Rêgo e lançamento do livro Carcaça.

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07
set
16

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 8, Lançamento do livro Paradoxos da segurança cidadã, de José Vicente Tavares e César Barreira.

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8, quinta, 19h: Lançamento do livro Paradoxos da segurança cidadã, de José Vicente Tavares e César Barreira.

9-8-paradoxos-da-seguranca-cidaaEste livro reconstitui um campo intelectual acerca da violência e da segurança cidadã na América Latina, salientando as dinâmicas reprodutoras da violência – em suas formas econômicas, sociais, culturais e institucionais – e as dificuldades do sistema de justiça criminal em reduzir os crimes violentos e os homicídios. Na América Latina, no início do século XXI, muitos governos de centro-esquerda implementaram políticas sociais inclusivas e estratégias de política internacional orientadas pelo multilateralismo. No campo de controle social, entretanto, os mesmos governos acentuaram, em vários aspectos, políticas policiais repressivas, um judiciário penalizante e um aumento do encarceramento; ou seja, veremos aqui os paradoxos entre políticas de inclusão social e políticas de segurança pública repressivas.

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02
set
16

Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 3, Lançamento do livro 2038, de Max Telesca. Bate-papo do autor com Roberto Medina.

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03, sábado, 17h: Lançamento do livro 2038, de Max Telesca. Bate-papo do autor com Roberto Medina.

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Em 2038 “tudo é normal, pois todo mundo faz”. Este é o princípio fundamental de um país que resolveu de maneira bastante original o problema da corrupção: legalizando-a. Este mesmo país, também de maneira inusitada, solucionou o problema da violência urbana regularizando os esquadrões da morte ao considerar “não-pessoas” os latrocinas, homicidas e os traficantes irregulares de drogas, aqueles que não distribuem de forma regular o “arrego”, propina policial também liberada em Lisarb. Verificando a impossibilidade de vencer o problema dos grandes desvios éticos, os líderes de Lisarb decidiram que o tema da corrupção deveria ser superado de vez e incorporado aos costumes a partir da Doutrina da Aceitação.

Max Telesca nasceu em Porto Alegre em 1974. Passou a infância no interior, na região do Pampa gaúcho, em Canguçu. Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Pelotas em 1997 e logo depois foi para Brasília, onde iniciou sua carreira de advogado. Em sua trajetória, destaca-se a atuação política na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Exerceu cargos relevantes, como a Presidência do Tribunal de Ética, da Comissão de Direitos Sociais e de Diretor da OAB/DF. Criou a Telesca e Advogado Associados e é representante em Brasília da Procuradoria-geral do Município de Porto Alegre. Fundou o Instituto de Popularização do Direito, no qual é secretário-executivo. Exerce, ainda, a função de vice-presidente do Sindicato dos Advogados do Distrito Federal. É especialista em tribunais superiores, processo civil e direito penal. Atuou nas mais importantes investigações criminais do país nos últimos anos, destacando-se a defesa que produziu na AP 470-Mensalão, quando absolveu sua cliente por unanimidade no Supremo Tribunal Federal. É casado pela segunda vez e pai de dois filhos. Na área literária, 2038 é seu romance inicial, embora tenha escrito Mortes Modernas, ainda não publicado. Foi indicado ao Prêmio Habitasul Correio do Povo Revelação Literária de 2001 da Feira do Livro de Porto Alegre pelo conto “Verão Grego”.

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01
set
16

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 2, Lançamento do livro Celebrando a vida, de Nilva Ferraro.

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2,  sexta, 18h: Lançamento do livro Celebrando a vida, de Nilva Ferraro.

9 2 Celebrando a Vida 3.

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31
ago
16

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 1, Lançamento do livro Rindo do trágico: o humor na literatura israelense contemporânea, de Leniza Kautz Menda. Bate-papo da autora com Abrão Slavutzki e Rafael Ban-Jacobsen.

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1, quinta, 19h: Lançamento do livro Rindo do trágico: o humor na literatura israelense contemporânea, de Leniza Kautz Menda. Bate-papo da autora com Abrão Slavutzki e Rafael Ban-Jacobsen.
9 1 rindo do trágicoEm Rindo do trágico: o humor na literatura israelense contemporânea, são apresentadas e dissecadas as obras de escritores como Sayed Kashua (mestre da autoironia), David Grossman (com seu humor cáustico, que flerta com o preconceito), Meir Shalev (de um humor delicado, saudosista, que aponta um caminho de esperança mesmo em meio a adversidades e à guerra), Yoram Kaniuk (autor que tangencia o “humor negro”, explorando a sátira grotesca) e Amós Oz (cujos textos estão recheados de uma comicidade profundamente humana, capaz de lançar luzes sobre temas tão espinhosos quanto o conflito árabe-israelense). Esses e outros prosadores têm suas características gerais, a sua literalidade e – por que não? – suas obsessões aqui analisadas diretamente a partir de trechos das suas obras.

 

 

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30
ago
16

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 31, Lançamento do livro O menino que se tornou Brizola, de Cleber Dioni Tentardini.

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31, quarta, 19h: Lançamento do livro O menino que se tornou Brizola, de Cleber Dioni Tentardini.

8 31 brizolaA vida de Leonel Brizola, com ênfase para os primeiros anos em Porto Alegre, até o exílio no Uruguai e a volta, quinze anos depois. “…Éramos todos jovens e nos identificávamos com aquela massa anônima a percorrer as ruas de Porto Alegre, gritando ‘Getúlio’, ‘Getúlio’ e empunhando faixas com toscas inscrições em favor dos sindicatos e das garantias de trabalho”. Leonel de Moura Brizola.

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