Posts Tagged ‘Leila de Souza Teixeira

29
nov
13

Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 29, Vereda Literária: O deus dos insetos encontra a condição indestrutível de ter sido. Com Helena Terra, Monique Revillion e Leila de Souza Teixeira.

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aconteceu

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Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 29, Vereda Literária: O deus dos insetos encontra a condição indestrutível de ter sido. Helena Terra e Monique Revillion conversaram sobre seus livros lançados este ano, com mediação de Leila de Souza Teixeira.

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28
nov
13

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 29, Vereda Literária: O deus dos insetos encontra a condição indestrutível de ter sido. Com Helena Terra, Monique Revillion e Leila de Souza Teixeira.

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29, sexta, das 19h30 às 21h: O deus dos insetos encontra a condição indestrutível de ter sido. Helena Terra e Monique Revillion conversam sobre seus livros lançados este ano, com mediação de Leila de Souza Teixeira.

helena-terraHelena Terra é jornalista e escritora, ilustradora e artista plástica. Nasceu em Vacaria (RS), mas mora em Porto Alegre. Participou de oficinas literárias e publicou contos. A condição indestrutível de ter sido é sua estreia na narrativa longa.

monique-revillionMonique Revillion nasceu em São Leopoldo (RS), em 1960. Mora em Porto Alegre, onde se graduou em jornalismo. Tem contos publicados em antologias no Brasil e no exterior. Seu primeiro livro,Teresa, que esperava as uvas, recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura de livro do ano em 2006.

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4ª VEREDA LITERÁRIA

vereda literária 2013

A VEREDA LITERÁRIA é um evento anual, próximo ao período da Feira do Livro de POA, mas fora das mediações da Praça da Alfândega (não com o propósito de oposição, mas com o de adição: propor mais um caminho, ou mais uma vereda, que fomente novas discussões literárias). A realização do evento não tem fins comerciais e não conta com patrocínio. Por isso, essa Vereda é fruto do trabalho e doação dos seus idealizadores, da parceria de amigos ligados a área da literatura e cultura, e, é claro, da boa vontade dos participantes das ‘mesas’.  A proposta inicial são encontros entre autores novos ou mais experientes, com temas ligados ao fazer literário.  Convocamos todos que, como nós, são apaixonados por literatura para participar e construir essa nova Vereda.

Curadoria:
Leila  da Silva Teixeira

Idealização:
Cris MoreiraDaniela Langer e Leila  da Silva Teixeira

Organização:
Daniela Langer e Leila  da Silva Teixeira

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16
maio
13

A crônica de Ademir Furtado – Recados de Londres: Senso de localização

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Senso de localização, por Ademir Furtado

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London Eye
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Finalmente, estou em Londres. Uma viagem há algum tempo planejada, e várias vezes adiada. Como tenho aversão a roteiros turísticos, resolvi me lançar numa aventura de imersão cultural, e entrei num curso, para aprimorar o inglês e ter oportunidade de viver experiências mais gratificantes do que o deslumbramento de turista. Somente após cinco dias na cidade é que saí para ver alguns dos pontos que atraem milhões de pessoas do mundo inteiro para cá. E o primeiro que vi foi um relógio grande, fixado lá no alto da parede de um prédio antigo. E lá embaixo, milhares de seres embasbacados, com suas câmeras fotográficas apontadas, ou em poses gargarejantes. Não estava preocupado em saber as horas, segui adiante, atravessei uma ponte e, numa das margens do Tamisa, dei de cara com uma roda gigante que tem, no lugar das tradicionais cadeirinhas, umas cabines parecidas com elevador panorâmico. A vista lá de cima até deve ser legal, mas só de pensar em encarar aquela imensa fila que reproduz a Torre de Babel, já me senti cansado. Melhor mesmo é entrar num pub, tomar uma cerveja, e ir pra casa dormir.

Minha primeira experiência na cidade foi viver na prática a diferença estabelecida por Michel Onfray entre turista e viajante. (A Leila de Souza Teixeira já escreveu sobre isso, aqui) Não tenho a menor dúvida de que não sou, e acho que jamais serei, um turista típico. Minha incapacidade de deslumbramento chega a ser patológica. E minha câmera fotográfica continua guardada numa gaveta, e só vai sair para registrar alguma coisa que mereça ser revista no futuro.

Mas o que marcou mais profundamente meus primeiros dias aqui foi a constatação do meu senso de localização. Ou, melhor dizendo, as ferramentas que estou usando para me localizar em Londres. Ou talvez, no mundo. Ainda sou do tempo em que, ao chegar numa cidade estranha, a primeira providência era comprar um mapa e passar um dia inteiro estudando locais mais importantes. E fiquei meio surpreso ao perceber que esse comportamento parece bizarro para os meus colegas de curso, todos eles equipados com todos os tipos de aparelhos, com as mais incríveis tecnologias para localização: GPS, mapa do metrô de Londres, mapa de rua, tudo na palma da mão, acessado com um clic. Maquininhas estranhas demais para mim, que não uso sequer um celular. Aliás, a pergunta que mais ouço quando digo que não tenho celular é “how can you live?”, sempre acompanhada de uma cara de espanto. Ninguém mais precisa pedir informação na rua, ninguém mais se perde. Quer dizer, ninguém a não ser eu, é claro, pois na minha primeira viagem sozinho peguei o trem errado e fui parar não sei onde. Mas aí usei a única ferramenta que sei usar, pedi informação a um oficial da estação, que me ajudou com a presteza britânica, e voltei pra casa em paz e a tempo de pegar a janta.

No final das contas a gente sempre se acha, consegue encontrar o rumo e chegar aonde quer. Mas fica uma sensação de estranheza, de andar sozinho. E uma desconfiança de estar usando os instrumentos inadequados para se localizar no mundo. Acho que preciso me adaptar. Vou ficar um mês e meio por aqui e tentar desenvolver métodos mais modernos de localização.

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Ademir Furtado é autor do romance Se eu olhar para trás (Dublinense, 2011). Escreve no blog http://prosaredo.blogspot.com

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07
nov
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Aconteceu na Palavraria, quarta-feira, 31/10: Francisco Marshall e Fernando Ramos na Vereda Literária

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Aconteceu na Palavraria, quarta-feira passada, 31, mais um encontro da Vereda Literária 2012: Fernando Ramos e Francisco Marshall, mediados por Leila de Souza Teixeira e com a participação de Reginaldo Pujol Filho. Fotos do evento.

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30
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Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 31/10: Exército de um homem só, com Franciso Marshall, Fernando Ramos e Leila de Souza Teixeira na Vereda Literária

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31, quarta, 19h: Vereda Literária: Leila de Souza Teixeira conversa com Fernando Ramos e Francisco Marshall na mesa “Exército de um homem só”: idealizadores e organizadores de eventos literários falam sobre suas experiências na batalha por levar a literatura para as ruas.

Francisco Marshall, curador cultural do StudioClio, é Professor Doutor nos cursos de pós-graduação em Artes Visuais e História da UFRGS, coordenador do Curso de Especialização em Museologia na mesma instituição, pesquisador e arqueólogo com atividades internacionais, é autor de diversas publicações sobre suas áreas de atuação. É um dos gestores do Fronteiras do Pensamento.

Fernando Ramos editor do jornal Vaia há 11 anos e idealizador e organizador da FestiPoa Literária

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Leila de Souza Teixeira, nascida em Passo Fundo (RS), em 1979, é formada em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O interesse por literatura a levou a cursar a Certificação Adicional em Escrita Criativa, na PUC/RS, bem como a participar das oficinas literárias de Charles Kiefer, Luiz Antonio de Assis Brasil e Léa Masina. Venceu, em 2006, os concursos Osman Lins e Mário Quintana/SINTRAJUFE. Publicou contos nas antologias Inventário das delicadezas (2007) e Outras mulheres (2010) e na Revista VOX do IEL/RS (2011). É autora do livro de contos Em que coincidentemente se .É idealizadora e curadora da Vereda Literária.

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A VEREDA LITERÁRIA é um evento anual, próximo ao período da Feira do Livro de POA, mas fora das mediações da Praça da Alfândega (não com o propósito de oposição, mas com o de adição: propor mais um caminho, ou mais uma vereda, que fomente novas discussões literárias). A realização do evento não tem fins comerciais e não conta com patrocínio. Por isso, essa Vereda é fruto do trabalho e doação dos seus idealizadores, da parceria de amigos ligados a área da literatura e cultura, e, é claro, da boa vontade dos participantes das ‘mesas’.

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26
set
12

Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 25/09, Festipoa revisitada e sampleada

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Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 25, encontro de Leila de Souza Teixeira e Juarez Guedes Cruz, com a mediação de Luciana Thomé: Festipoa revisitada e sampleada: Conto: espelhamentos e impossibilidades reincidentes. Fotos do evento.

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24
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Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 25/08: Festipoa Revisitada

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25, terça, 19h: Festipoa revisitada e sampleada: Conto: espelhamentos e impossibilidades reincidentes, bate-papo com Leila de Souza Teixeira, Lu Thomé e Juarez Guedes Cruz.

Leila de Souza Teixeira, nascida em Passo Fundo (RS), em 1979, é formada em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O interesse por literatura a levou a cursar a Certificação Adicional em Escrita Criativa, na PUC/RS, bem como a participar das oficinas literárias de Charles Kiefer, Luiz Antonio de Assis Brasil e Léa Masina. Publicou contos nas antologias Inventário das delicadezas (2007) e Outras mulheres (2010) e na Revista VOX do IEL/RS (2011). É idealizadora e curadora da Vereda Literária. “Em que coincidentemente se reincide” (2012), seu primeiro livro individual, é um jogo de espelhos, onde, para cada história, há outra que complementa e dá novo significado à anterior. A morte, a doença, os relacionamentos, a guerra, a criação artística: tudo acontece em ciclos, que se repetem e se refletem, mas que não são idênticos.

Juarez Guedes Cruz nasceu e vive em Porto Alegre (RS). É médico, psiquiatra e psicanalista. Além da presença em antologias de contos ou de ensaios psicanalíticos, publicou dois livros de contos: A cronologia dos gestos (2003, vencedor do Prêmio Açorianos) e Alguns procedimentos para ocultar feridas (2007, finalista do Prêmio Açorianos). Também em 2007, foi o organizador da antologia de contos O paradoxo de Tchekov. “Antes que os espelhos se tornem opacos” (contos, Dublinense/2011) é seu livro mais recente.

Luciana Thomé nasceu em 1977 em Lajeado (RS). É jornalista, escritora e sócia da Não Editora (www.naoeditora.com.br). Freqüentou a Oficina de Criação Literária da PUCRS ministrada pelo Professor Luiz Antônio de Assis Brasil. Participou das antologias Contos de Oficina 35 (Editora Bestiário), Ficção de Polpa – Volumes 1, 2 e 3 (Não Editora). Atua profissionalmente como assessora de imprensa e webwriter em sua empresa, o Estúdio de Conteúdo.

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A FestiPoa Literária revisitada e sampleada é a retomada de parte da programação do evento, com a presença de alguns dos escritores que participaram de sua 5ª edição em abril deste ano, e a oportunidade que o público leitor terá de acompanhar a festa literária ao longo de todo o segundo semestre. Temas, reflexões, debates e livros, que estiveram na pauta da última edição, receberão novas abordagens dos convidados, e os escritores revisitarão assuntos e textos seus e de outros autores, contemporâneos ou clássicos.
Conheça a FestiPoa Literária: www.festipoaliteraria.com

E acompanhe as novidades no blog http://festipoaliteraria.blogspot.com/ no facebook/festipoa e no twitter

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Cabaré do Verbo: http://cabaredoverbo.blogspot.com
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04
maio
12

Fragmentos da eternidade, por Leila de Souza Teixeira: Alguns aspectos do conto

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 Alguns aspectos do conto, por Leila de Souza Teixeira

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Júlio Cortázar, no capítulo “Alguns aspectos do conto”, do livro “Valise de Cronópio”, afirma que se dedica à elaboração de contos chamados fantásticos, mas que pode apontar elementos que são comuns a todo bom conto e que concedem a este o caráter de obra de arte.

Ao tentar demonstrar a peculiaridade do conto enquanto gênero literário, compara-o ao romance. Este seria como um filme, uma ordem aberta. Aquele seria como uma fotografia, uma ordem fechada, na qual o contista (fotógrafo) deve escolher um acontecimento (imagem) significativo, que funcione como uma espécie de abertura, um fermento que leva o leitor (espectador) para muito além do argumento do conto (fotografia). Menciona outro escritor argentino e, ainda comparando o conto ao romance, diz que se entendermos o embate do texto com o leitor como uma luta de boxe, o romance ganha o leitor por pontos, e o conto ganha por knock out.

Quando Cortázar faz analogia do conto com a fotografia, pode estar adiantando seu entendimento sobre a importância do TEMA para um bom conto. Já quando relaciona o conto ao knock out, talvez, esteja antecipando outros dois elementos que considera imprescindíveis para o bom conto: a INTENSIDADE e a TENSÃO.

No que diz respeito ao tema, Cortázar afirma que um tema é significativo quando possibilita a abertura do individual e do circunscrito para a essência da natureza humana. O conto perdurável carrega a semente de uma árvore gigantesca: a árvore crescerá dentro do autor e do leitor e deixará sua marca na memória de ambos. Entretanto, Cortázar realiza duas ressalvas à expressão “tema significativo”. Em primeiro lugar, lembra que não existem temas absolutamente significativos, nem absolutamente insignificantes. Um tema que pode arrebatar um autor, pode ser indiferente para outro. O mesmo ocorre com os leitores: determinado tema de um conto pode significar muito para um, e nada para outro leitor. Em segundo lugar, defende que não há temas bons ou ruins, mas, sim, tratamento adequado ou inadequado do tema.

Para que seja dado o tratamento adequado ao tema, para que o conto consiga funcionar como uma ponte entre o significado que o autor visualizou e a importância que o leitor dará a tal significado, Cortázar entende imprescindível o ofício de escritor. Por meio do ofício do escritor, o autor capturará o leitor com o conto, deixará o leitor alheio a tudo que o cerca durante o tempo do conto e, depois, colocará o leitor em contato com o ambiente de uma maneira nova, mais profunda e mais bela. O “sequestro”do leitor só será efetivado mediante um estilo baseado na intensidade e na tensão.

Cortázar define a intensidade como a eliminação de todas as ideias e a substração de todos os recheios, que o romance suporta e até necessita. A eliminação de todas as fases de transição próprias do romance. A tensão seria uma variante da intensidade, que ocorre na maneira pela qual o autor leva o leitor aproximando este lentamente ao que conta.

Trabalhando com um campo reduzido, com espaço e tempo comprimidos, e eliminando tudo o que fosse supérfluo, o autor escreveria um bom conto e venceria o leitor por knock out.

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Leila de Souza Teixeira, nascida em Passo Fundo/RS em 1979, formada em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, participou dos livros “Outras Mulheres”, em 2010 e “Inventário das Delicadezas”, em 2007; venceu os concursos Osman Lins e Mário Quintana/SINTRAJUFE em 2006 e frequenta as oficinas Charles Kiefer desde 2005. Junto com Cristina Moreira e Daniela Langer, idealizou a Vereda Literária, programa de debates onde se enfocam temas literários, realizado na Palavraria.

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12
abr
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Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 11/04, o lançamento do livro ​Em que coincidentemente se reincide, ​de Leila de Souza Teixeira

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Aconteceu nesta quarta, 11, o lançamento do livro Em que coincidentemente se reincide, de Leila de Souza Teixeira. Fotos do Evento.

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09
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Aconteceu na palavraria: lançamento do livro “outras mulheres”

Ontem, 8, aconteceu o lançamento do livro Outras mulheres, organizado por Charles Kiefer para a Editora Dublinense. As Outras mulheres são Ana Cristina Klein, Ana Mariano, Angela Ramis, Ayalla de Aguiar, Cristina Moreira, Daniela Langer, Eni Allgayer, Isabelle Fontrin, Leila de Souza Teixeira, Lívia Petry, Miriam Cristina Nardin, Monique Revillion, Norma Ramos, Renata Wolff, Vanessa Mello e Viviane Treméa. As autoras autografaram numa concorrida festa de muita celebração. Grande astral. Abaixo alguns registros do evento.

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