Posts Tagged ‘literatura brasileria

17
ago
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Programação de 18 a 23 de agosto de 2014

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

De 18 a 23 de agosto de 2014

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19, terça, 19h: Confraria de Leitura Reinações. Em debate o livro Extraordinário, de R. J. Palacio. Coordenação de Marô Barbieri.

reinações agosto

 

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Palavraria - livros a.

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20, quarta, 19h: Lançamento do livro A invenção do cinema brasileiro: Modernismo em três tempos, de Paulo Paranaguá (Casa da Palavra)

a invenção do cinema brasileiro

Paulo Antonio Paranaguá faz uma apresentação inovadora da história do cinema brasileiro em três tempos: os anos 1920, as décadas de 1930 e 1940, onde se destacam as figuras de Mário Peixoto, Humberto Mauro e do crítico Paulo Emilio Salles Gomes, e o Cinema Novo, com a presença de Glauber Rocha e Joaquim Pedro de Andrade. O fio condutor da exposição é a relação do cinema com o movimento modernista. Esta chave de leitura, adotada pela primeira vez, possibilita a consideração de aspectos nunca abordados da história do cinema brasileiro.

Paulo Antônio Paranaguá nasceu no Rio de Janeiro, mas vive há anos na França. É escritor e jornalista. Fez doutorado na Universidade de Paris-Sorbonne. Seus trabalhos como crítico e historiador cobrem a produção cinematográfica de vários países da América Latina e apresentam uma visão de conjunto da história do cinema no continente. Alguns de seus livros são: “Le cinéma en Amérique Latine: le miroir éclaté, historiographie et comparatisme” (Paris, 2000), “Luis Buñuel: El” (Barcelona, 2001), “Cine Documental en América Latina” (Madri, 2003), “Tradición y modernidad en el cine de América Latina” (Madri-México, 2003), “El nuevo documental ibero-americano/O novo documentário ibero-americano 2000/2008” (Madri 2009). Paulo Antonio Paranaguá foi membro de júris de festivais de cinema e organizou mostras de cinema brasileiro, mexicano e cubano no Centro Georges Pompidou, em Paris.

 

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23, sábado, 18h: Lançamento do cd Verde fosco roxo cinza, com pocket show da banda Musa Híbrida

cd musa híbrida a

 

Musa Híbrida se espalha pelo mundo, vamos refazer o mundo. Híbrido de poesia e canção, composições que transitam por letras dos compositores ALÉRCIO e CUQUI; poesia, não só contemporânea como a do argentino Cristian de Nápoli e da pelotense Laura Schuch, mas também a provençal de Arnaut Daniel – na tradução de Augusto de Campos. Híbrido de instrospecção e musa híbridaextrospecção, mesclando elementos orgânicos e eletrônicos; eletroincidências / eletroelegâncias; violão, bandolim, contrabaixo, guitarra, caixa com vassouras, grooves de bateria somado a batidas programadas, sintetizadores, samples e outras potencialidades tecnológicas comandadas pelo multi-instrumentista VINI ALBERNAZ. A busca de um som contemporâneo, atual, com letras que se aproximam ora da literatura, ora do próprio universo da canção.

 

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11
ago
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Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 12, Lançamento do livro Mesmo sem dinheiro comprei um esqueite novo, poemas de Paulo Scott. Bate-papo do autor com Cristiane Cubas, Diego Grando e Pedro Gonzaga.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

12, terça, 19h: Lançamento do livro Mesmo sem dinheiro comprei um esqueite novo, poemas de Paulo Scott. Bate-papo do autor com Cristiane Cubas, Diego Grando e Pedro Gonzaga. (Cia das Letras)

Mesmo sem dinheiro_POA

Paulo Scott é um dos nomes mais originais da poesia brasileira nos dias atuais. Seus versos, burilados de uma forma que parece ter surgido com facilidade – um verdadeiro feito -, se aproximam da ficção ao apresentarem histórias e episódios sobre amores perdidos e recém-adquiridos, derrocadas da vida, a violência nas relações humanas, a busca pelo sublime no cotidiano e o dia a dia de um escritor no Brasil.
Nada mais atual, ainda mais para um poeta que também escreve romances. Tal como o chileno Roberto Bolaño, que atacava na prosa e na poesia, Scott deixa a energia da ficção ingressar nos seus versos. Assim, a força narrativa dos poemas permite que os leiamos como se fossem pequenos contos, e se espraia pelos temas tratados – em forma de busca do escritor por uma personalidade genuína e não apenas uma “encenação” para a mídia e as redes sociais -, únicos em nosso panorama. Isso, claro, sem dar as costas para a nossa melhor tradição literária.
Ou, como diz com grande pertinência o poeta e tradutor Paulo Henriques Britto: “Neste livro, Paulo Scott deixa bem claro ter plena consciência do que se exige de sua geração, surgida num momento em que, pela primeira vez, após bem mais de meio século, cada poeta tem de construir sua linguagem a partir de um legado diversificado e acachapante, sem as rotas de percurso alternativas que balizaram, para o bem e para o mal, aqueles que os antecederam”.

paulo scottPaulo Scott nasceu em Porto Alegre, em 1966, e mora no Rio de Janeiro desde 2008. É autor dos romances Voláteis (Objetiva), Habitante irreal (Alfaguara), livro ganhador do Prêmio Fundação Biblioteca Nacional 2012, concluído com o apoio da Bolsa Petrobras de Criação Literária 2010 e Ythaca Road (Cia das Letras); do volume de contos Ainda orangotangos (Bertrand Brasil), adaptado para o cinema por Gustavo Spolidoro no longa-metragem de mesmo título que venceu o 13o Festival de Cinema de Milão, e do livro de poemas A timidez do monstro (Objetiva).

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03
ago
14

Programação de 4 a 9 de agosto de 2014

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

De 4 a 9 de agosto de 2014

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04, segunda, 19h: Clube de Leitura – O processo, de Franz Kafka. Mediação de Carla Osório.

o processo - franz kafka

A história de Josef K. atravessa os anos sem perder nada do seu vigor. Ao contrário, a banalização da violência irracional no século XX acrescentou a ela o fascínio dos romances realistas. Na sua luta para descobrir por que o acusam, por quem é acusado e que lei ampara a acusação, K. defronta permanentemente com a impossibilidade de escolher um caminho que lhe pareça sensato ou lógico, pois o processo de que é vítima segue leis próprias: as leis do arbítrio.

Franz Kafka nasceu em 3 de julho de 1883 na cidade de Praga, Boêmia (hoje República Tcheca), então pertencente ao Império Austro-Húngaro. Era o filho mais velho de Hermann Kafka, comerciante judeu, e de sua esposa Julie, nascida Löwy. Estudou em sua cidade natal, formando-se em direito em 1906. Trabalhou como advogado, a princípio na companhia particular Assicurazioni Generali e depois no Instituto de Seguros contra Acidentes do Trabalho. Duas vezes noivo da mesma mulher, Felice Bauer, não se casou. Em 1917, aos 34 anos de idade, sofreu a primeira hemoptise de uma tuberculose que iria matá-lo sete anos mais tarde. Alternando temporadas em sanatórios com o trabalho burocrático, nunca deixou de escrever, embora tenha publicado pouco e, já no fim da vida, pedido inutilmente ao amigo Max Brod que queimasse seus escritos. Viveu praticamente a vida inteira em Praga, exceção feita ao período de novembro de 1923 a março de 1924, passado em Berlim, longe da presença esmagadora do pai, que não reconhecia a legitimidade de sua carreira de escritor. A maior parte de sua obra – contos, novelas, romances, cartas e diários, todos escritos em alemão – foi publicada postumamente. Kafka faleceu em um sanatório perto de Viena, Áustria, no dia 3 de junho de 1924, um mês antes de completar 41 anos de idade. Seu corpo foi enterrado no cemitério judaico de Praga. Quase desconhecido em vida, o autor de O processoNa colônia penalA metamorfose e outras obras-primas da prosa universal é considerado hoje – ao lado de Proust e Joyce – um dos maiores escritores do século XX.

 

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Clube de Leitura Penguim/Companhia das Letras – Palavraria

clube de leitura

Inscrições gratuitas

O Clube de Leitura reúne, preferencialmente na primeira segunda-feira de cada mês, pessoas interessadas em ler e trocar idéias sobre obras da literatura clássica e contemporânea.

A primeira reunião foi em novembro de 2012, e desde então mais de uma dezena de livros já foram enfocados.

Em cada reunião os participantes escolhem as obras a serem discutidas nos próximos encontros e os respectivos mediadores, que serão sempre alternados.

Os participantes do Clube de Leitura terão um desconto de 10%, ao adquirirem na Palavraria os livros destinados à discussão.

 

Informações e inscrições na Palavraria
Rua Vasco da Gama, 165 – 51 3268 4260 – de segunda à sexta das 11 às 21h
ou pelo email palavraria@palavraria.com.br.

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07, quinta, 19h: Lançamento do livro Memórias de o que já não será, contos de Aldyr Garcia Schlee (Ardotempo)

schleeEste livro de Aldyr Garcia Schlee retoma, em quinze contos exemplares, a constante e característica preocupação desse premiado e reconhecido autor com o tempo que passa – e se perde e se ganha – na vida e em seu mundo literário (o da fronteira brasileiro-uruguaia sobre o rio Jaguarão). Nestes contos, Schlee se debruça sobre o que foi: aquilo que foi e já não é, aquilo que simplesmente deixou de ser; mas, o que lhe interessa contar e conta é o que foi e já não será, que é mais que passado: é aquilo que não pode mais ser, que perdeu a razão de ser, a finalidade de ser, e que não adianta ser – porque está definitivamente perdido por falta de serventia ou de utilidade ou de atualidade. Assim, estes contos, Schlee os compõem entre o que fica e se perde como memória; e entre o que se perde e o que fica como imaginação.

sarau das 6 - schlee 03Aldyr Garcia Schlee (Jaguarão, 22/11/1934) é escritor, jornalista, tradutor, desenhista e professor universitário. Doutor em Ciências Humanas, publicou vários livros de contos e participou de  antologias, de contos e de ensaios. Alguns livros seus foram primeiramente publicados no Uruguai pela Ediciones de la Banda Oriental. Traduziu a importante obra Facundo, do escritor argentino  Domingos Sarmiento, fez a edição crítica da obra do escritor pelotense João Simões Lopes Neto. Foi professor de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas – UFPel, por mais de trinta anos, onde foi também pró-reitor de Extensão e Cultura.

É torcedor do Brasil de Pelotas, clube que chegou a ser tema do conto “Empate”, publicado em “Contos de futebol”. Criou o uniforme verde e amarelo da seleção brasileira de futebol, mais conhecido como Camisa Canarinho. Recebeu duas vezes o prêmio da Bienal de Literatura  Brasileira e foi cinco vezes premiado com o Prêmio Açorianos.

Aldyr Garcia Schlee, que atualmente vive em um sítio em Capão do Leão, município vizinho de  Pelotas,  é convidado destaque da Jornada Literária de Passo Fundo, com sua obra original e  singular como o mais destacado autor brasileiro de linguagem de fronteira. Aliás esse é o tema de suas palestras agendadas, a convite, em março de 2014 na Université de Paris Sorbonne Nouvelle,  Université de Rennes e Maison de l’Amerique Latine em Paris.

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08, sexta, 19h: Lançamento do livro F, romance de Antonio Xerxeneski (Rocco Editora)

xerxeF, lançado pela Rocco em junho, é narrado por uma garota brasileira que foi treinada como assassina profissional e que, aos 25 anos de idade, é contratada para matar ninguém menos que Orson Welles, diretor de cinema responsável por Cidadão Kane. Porém, a missão – a mais importante que recebeu até este momento – a leva numa viagem pelo universo da cinefilia e a tarefa se mostra mais complexa do que um simples assassinato. O ano é 1985, e o enredo se desloca pelo eixo Rio de Janeiro – Paris – Los Angeles.

ANTONIO XERXENESKIAntônio Xerxenesky é um escritor e tradutor brasileiro nascido em 1984. É autor de Areia nos dentes (2008) e A página assombrada por fantasmas (2011).Teve textos publicados em diversos jornais e revistas, como The New York Times, Newsweek, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, entre outros. Alguns de seus contos foram traduzidos para o inglês, o espanhol e o alemão. Em 2012, foi eleito pela revistaGranta um dos vinte melhores jovens escritores brasileiros. Atualmente, vive em São Paulo.

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09, sábado, 17h: Lançamento do livro  Rita Tem Medo, de Christian David.

rita tem medo

Rita é uma menina que tem muitos medos. Alguns imaginários, possivelmente inventados;  outros, certamente, reais. Os pais da menina resolvem levá-la para um lugar mais tranquilo: a casa da avó Lina, no interior. E  assim  Rita passou a conhecer o universo daquela avó tão interessante. Muita coisa mudou, a começar pelo dia em que a avó pediu à neta para verificar se o pêndulo do relógio da biblioteca estava funcionando. A biblioteca era, na verdade, a garagem que a avó adaptou como um bom lugar para leitura.

Rita percebeu que o relógio havia parado, e, na tentativa de fazer com que funcionasse,  muitas coisas foram acontecendo, como numa aventura incrível.  Rita entendeu que as engrenagens nem sempre são fáceis de ser entendidas. Diante de tanto estranhamento, Rita se permitiu esquecer os medos e seguir em frente. E foi o que fez.

christian davidChristian David é formado em Ciências Biológicas com ênfase em Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1998. Em 2007, juntamente com outros escritores, professores e amantes da literatura, foi fundador da Confraria Reinações: Confraria da Leitura de Textos Infantis e Juvenis. É vice-presidente administrativo da Associação Gaúcha de Escritores. É autor dos livros “O Rei e o Camaleão”,”Mão Dupla”, “Sangue de Barata”, “A Menina Que Sonhava Com os Pés” e “O filho do açougueiro e outros contos de terror e fantasia”.

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31
jul
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Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 01, O mel do melhor de Wally Salomão, bate-papo e leituras de poemas de Wally, com os poetas e músicos Ricardo Silvestrin, Diego Petrarca, Ricardo Pavao Pereira e Thiago Pirajira. Promoção da Festipoa Revisitada/Jornal Vaia.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

 

01, sexta, 19h30: O mel do melhor de Wally Salomão, bate-papo e leituras de poemas de Wally, com os poetas e músicos Ricardo Silvestrin, Diego Petrarca, Ricardo Pavao Pereira e Thiago Pirajira. Promoção da Festipoa Revisitada/Jornal Vaia.

MINISTÉRIO DA CULTURA / SECRETÁRIO / WALY SALOMÃO

Waly Dias Salomão (Jequié, 3 de setembro de 1943 – Rio de Janeiro, 5 de maio de 2003) foi um poeta brasileiro. Era filho de sírio com uma sertaneja, formou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia em 1967, mas nunca exerceu a profissão. Cursou a Escola de Teatro da mesma universidade (1963-1964) e estudou inglês na Columbia University, Nova York (1974-1975). Na década de 1960 participou do movimento tropicalista, Foi também uma figura importante da contracultura no Brasil, nos anos 1970. Atuou em diversas áreas da cultura brasileira. Seu primeiro livro foi Me segura qu’eu vou dar um troço, de 1972. Em 1997, ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro de poesia Algaravias. Seu último livro foi Pescados Vivos, publicado em 2004, após sua morte.

Foi letrista de canções de sucesso, como Vapor Barato, em parceria com Jards Macalé. Amigo do poeta Torquato Neto, editou seu único livro, Os Últimos Dias de Paupéria, lançado postumamente. Suas canções foram intérpretadas por Maria Bethânia, Caetano Veloso, Adriana Calcanhotto, Gal Costa e O Rappa, entre outros.

Nos anos 1990, Waly Salomão dirigiu dois discos da cantora carioca Cássia Eller: Veneno AntiMonotonia (1997) e Veneno Vivo (1998).

Trabalhou no Ministério da Cultura, como Secretário Nacional do Livro, na gestão de Gilberto Gil, no início de seu mandato. Uma de suas propostas era a inclusão de um livro na cesta básica dos brasileiros.

Em 2003 atuou como personagem principal no filme Gregório de Mattos, sob a direção de Ana Carolina. O filme narra a vida do poeta Gregório de Mattos, na Bahia do século XVII. Com sua obra, o poeta anuncia o perfil tenso e dividido do povo brasileiro e satiriza os poderosos da época, que passam a combatê-lo até transformar sua vida em um verdadeiro inferno.

 

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29
jul
14

Programação de 28 de julho a 02 de agosto de 2014

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

De 28 de julho a 02 de agosto de 2014

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31, quinta, 19h: Lançamento da revista Teorema 24

teorema 24

Neste número:

Fernando Oriente disseca A Pele de Vênus, mais uma provocação de Roman Polanski;
– Ivonete Pinto pensa O Ato de Matar, o documentário-sensação de 2013 Joshua Oppenheimer;
Eduardo Wannmacher viaja no Expresso do Amanhã, a nova fantasia de Bong Joon-ho;
Marcus Mello encara Cães Errantes, o último – mesmo! – assombro de Tsai Ming-liang;
Marcelo Miranda visita The Canyons, a comentada parceria entre os comportados Paul Schrader e Lindsay Lohan;
– Christian Petermann se surpreende com o venezuelano Pelo Malo, de Mariana Rondón;
– Fabiano de Souza se deslumbra com um dos filmes brasileiro mais bem cotados dos últimos anos: O Lobo Atrás da Porta, de Fernando Coimbra;
– Orlando Margarido analisa o premiado Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro;
Gabriel Carneiro traz de volta o injustamente pouco visto Quando Eu Era Vivo, de Marco Dutra;
Emiliano Cunha relembra Os Dias com Ele, de Maria Clara Escobar;
Giordano Gio repassa as Sete Ondas Verdes Espumantes, de Cacá Nazario e Bruno Polidoro;
– Milton do Prado revê Um Corpo que Cai, o clássico filme de Alfred Hitchcock eleito o melhor filme de todos os tempos pela Sight&Sound.

A entrevista super especial é com o crítico e teórico Raymond Bellour, autor de Entre-Imagens e L’analyse du Film. Bellour foi entrevistado por Fabiano de Souza, Flavio Guirland e Cristiane Freitas durante o congresso da Socine de 2013.

E ainda três homenagens:

– Enéas de Souza pensa o cinema de Eduardo Coutinho, desaparecido em fevereiro deste ano, e ainda a importância de Alain Resnais, que nos deixou em março;
– A talentosa Janaína Janaina Kremer lembra da sua relação com o colega de ofício Philip Seymour Hoffman.

Esta edição de Teorema é dedicada ao colega e amigo João Carlos Sampaio, crítico baiano que nos deixou precocemente esse ano. A crítica brasileira certamente fica mais sem graça sem a presença e o pensamento sempre vibrante de João.

O QUÊ: Lançamento da Teorema 24.
QUANDO: quinta, 31 de julho de 2014, a partir das 19h.
ONDE: Palavraria Livros (rua Vasco da Gama, 165, Porto Alegre)
QUANTO: a revista custa 10 reais.
POR QUÊ: porque a revista está ótima, o lançamento é sempre uma bela oportunidade

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01, sexta, 19h30: O mel do melhor de Wally Salomão, bate-papo e leituras de poemas de Wally, com os poetas e músicos Ricardo Silvestrin, Diego Petrarca, Ricardo Pavao Pereira e Thiago Pirajira. Promoção da Festipoa Revisitada/Jornal Vaia.

MINISTÉRIO DA CULTURA / SECRETÁRIO / WALY SALOMÃO

Waly Dias Salomão (Jequié, 3 de setembro de 1943 – Rio de Janeiro, 5 de maio de 2003) foi um poeta brasileiro. Era filho de sírio com uma sertaneja, formou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia em 1967, mas nunca exerceu a profissão. Cursou a Escola de Teatro da mesma universidade (1963-1964) e estudou inglês na Columbia University, Nova York (1974-1975). Na década de 1960 participou do movimento tropicalista, Foi também uma figura importante da contracultura no Brasil, nos anos 1970. Atuou em diversas áreas da cultura brasileira. Seu primeiro livro foi Me segura qu’eu vou dar um troço, de 1972. Em 1997, ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro de poesia Algaravias. Seu último livro foi Pescados Vivos, publicado em 2004, após sua morte.

Foi letrista de canções de sucesso, como Vapor Barato, em parceria com Jards Macalé. Amigo do poeta Torquato Neto, editou seu único livro, Os Últimos Dias de Paupéria, lançado postumamente. Suas canções foram intérpretadas por Maria Bethânia, Caetano Veloso, Adriana Calcanhotto, Gal Costa e O Rappa, entre outros.

Nos anos 1990, Waly Salomão dirigiu dois discos da cantora carioca Cássia Eller: Veneno AntiMonotonia (1997) e Veneno Vivo (1998).

Trabalhou no Ministério da Cultura, como Secretário Nacional do Livro, na gestão de Gilberto Gil, no início de seu mandato. Uma de suas propostas era a inclusão de um livro na cesta básica dos brasileiros.

Em 2003 atuou como personagem principal no filme Gregório de Mattos, sob a direção de Ana Carolina. O filme narra a vida do poeta Gregório de Mattos, na Bahia do século XVII. Com sua obra, o poeta anuncia o perfil tenso e dividido do povo brasileiro e satiriza os poderosos da época, que passam a combatê-lo até transformar sua vida em um verdadeiro inferno.

 

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02, sábado, 17h: Lançamento do livro Loja de conveniências, romance de Guilherme Smee (Não Editora)

loja-convenienciasComo um romance erótico às avessas, Loja de conveniências é a história de um jovem que se deixa levar pela inércia até o momento em que é abordado por uma garota, que se dispõe a fazer dele seu “projeto pessoal”. Ante a expectativa da chegada do namorado dela, seu mundo vai se modificando aos poucos, e passa a viver num pós-apocalipse emocional. Com personagens que vagam sempre isolados e devastados, colocam-se em discussão o amor, o sexo e a culpa pelas escolhas que são (ou deixam de ser) feitas.

guilherme-smeeGuilherme Smee nasceu em Erechim, em 1984. É escritor, publicitário, roteirista e quadrinista. Publicou contos na coletânea Ficção de polpa e corroteirizou o premiado curta-metragem Todos os balões vão para o céu. Em 2012, lançou o livro de contos Vemos as coisas como somos pelo IEL-RS. Loja de conveniências marca sua estreia na narrativa longa.

 

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22
jul
14

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 23, Lançamento do livro Depois da água, poemas de Telma Scherer. Sessão de autógrafos, com apresentação de Diego Petrarca, leituras e exibição de videopoemas da poeta.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

23, quarta, 19h: Lançamento de Depois da água, livro de poemas de Telma Scherer. (Fundação Cultural Catarinense) Sessão de autógrafos, com apresentação de Diego Petrarca, leituras e exibição de videopoemas da poeta. Promoção da Festipoa revisitada.

depois_da_agua_capaDepois da água é o terceiro livro de poesia de Telma Scherer. Publicado através do Prêmio Elisabete Anderle da Fundação Cultural Catarinense, com edição da Nave /Nauemblu Ciência e Arte. O design é de Ayrton Cruz. Com 120 páginas, o livro contém um ensaio fotográfico produzido pela poeta, que esteve exposto no início do ano na Sala Lindolf Bell / Centro Integrado de Cultura, na capital catarinense, através do festival Floripa na Foto. Como os trabalhos anteriores da autora, Desconjunto (IEL/CORAG, 2002) e Rumor da casa (7Letras, 2008), Depois da água surgiu com performances de poesia falada antes que o livro tomasse sua forma definitiva.

As performances aconteceram desde 2009 em espaços como as Livrarias Saraiva de Porto Alegre, algumas feiras de livro do interior do Rio Grande do Sul (através da programação do SESC-RS), festivais literários como Agosto das Letras (João Pessoa), Arte en Loberías (Cabo Polonio, Uruguai), Mundial Poético de Montevideo e Ronda de Poetas, também na capital uruguaia.

Em parceria com os artistas Guilherme Doze e Luize Zanette, foram produzidos três videopoemas, que serão exibidos durante o lançamento. Uma amostra pode ser conferida no youtube através do canal Depois da Água.

telma scherer 01Telma Scherer moraem Florianópolis, onde faz doutorado em Teoria Literária na Universidade Federal de Santa Catarina. É pesquisadora do LabFLOR (Laboratório Floripa em Composição Transdisciplinar: Arte, Cultura e Política) coordenado pela professora Dra. Tereza Virgínia Almeida, e formada em Filosofia e mestra em Literatura Comparada pela UFRGS. Publicou, em 2008, o livro Rumor da Casa (Editora 7 Letras) e em 2002, pelo IEL, Desconjunto. Veja mais sobre a autora em http://www.telmascherer.blogspot.com.br/.

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21
jul
14

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 22, Literatura de ação, Bate-papo com os escritores Marcelo Almeida e Leonel Caldela.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

22, terça, 19h: Literatura de ação, Bate-papo com Marcelo Almeida e Leonel Caldela. (Promoção Buqui Editora)

literatura de ação

Marcelo de Abreu Almeida nasceu em fins de 1986 e desde cedo foi apresentado ao mundo dos livros e das histórias, com o qual tanto aprendeu e dialogou durante sua formação infantil e, em especial, adolescente. Talvez por isso, na hora de decidir o que fazer na faculdade, tenha divagado entre tantos cursos distintos (como Publicidade e Direito) e só sossegou quando entrou para as Letras, formando-se em 2012. Além disso, fez diversos cursos de escrita criativa, entre os quais a oficina do professor Charles Kiefer. Atualmente é tradutor de livros e de jogos de videogame, e espera iniciar aqui também uma longa carreira literária.

Leonel Caldela é autor da Trilogia da Tormenta, série de romances no maior cenário de RPG nacional, composta por O Inimigo do Mundo, O Crânio e o Corvo e O Terceiro Deus. Também escreveu O Caçador de Apóstolos e Deus Máquina, romances de fantasia medieval em universo próprio. Escreve, edita e traduz livros de RPG pela editora Jambô e é um dos autores do selo Fantasy – Casa da Palavra. Mora em Porto Alegre, mas sua mente e coração costumam estar em outros lugares.

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Palavraria - livros a.

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