Posts Tagged ‘literatura gaúcha

23
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Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 22, Literatura Contemporânea no Rio Grande do Sul – bate-papo com Carlos André Moreira, Vitor Diel e Gabriela Silva

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aconteceu

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22, quarta, 19h: Literatura Contemporânea no Rio Grande do Sul – bate-papo com Carlos André Moreira, Vitor Diel e Gabriela Silva

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Palavraria - livros c.

 

11
ago
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Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 12, Lançamento do livro Mesmo sem dinheiro comprei um esqueite novo, poemas de Paulo Scott. Bate-papo do autor com Cristiane Cubas, Diego Grando e Pedro Gonzaga.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

12, terça, 19h: Lançamento do livro Mesmo sem dinheiro comprei um esqueite novo, poemas de Paulo Scott. Bate-papo do autor com Cristiane Cubas, Diego Grando e Pedro Gonzaga. (Cia das Letras)

Mesmo sem dinheiro_POA

Paulo Scott é um dos nomes mais originais da poesia brasileira nos dias atuais. Seus versos, burilados de uma forma que parece ter surgido com facilidade – um verdadeiro feito -, se aproximam da ficção ao apresentarem histórias e episódios sobre amores perdidos e recém-adquiridos, derrocadas da vida, a violência nas relações humanas, a busca pelo sublime no cotidiano e o dia a dia de um escritor no Brasil.
Nada mais atual, ainda mais para um poeta que também escreve romances. Tal como o chileno Roberto Bolaño, que atacava na prosa e na poesia, Scott deixa a energia da ficção ingressar nos seus versos. Assim, a força narrativa dos poemas permite que os leiamos como se fossem pequenos contos, e se espraia pelos temas tratados – em forma de busca do escritor por uma personalidade genuína e não apenas uma “encenação” para a mídia e as redes sociais -, únicos em nosso panorama. Isso, claro, sem dar as costas para a nossa melhor tradição literária.
Ou, como diz com grande pertinência o poeta e tradutor Paulo Henriques Britto: “Neste livro, Paulo Scott deixa bem claro ter plena consciência do que se exige de sua geração, surgida num momento em que, pela primeira vez, após bem mais de meio século, cada poeta tem de construir sua linguagem a partir de um legado diversificado e acachapante, sem as rotas de percurso alternativas que balizaram, para o bem e para o mal, aqueles que os antecederam”.

paulo scottPaulo Scott nasceu em Porto Alegre, em 1966, e mora no Rio de Janeiro desde 2008. É autor dos romances Voláteis (Objetiva), Habitante irreal (Alfaguara), livro ganhador do Prêmio Fundação Biblioteca Nacional 2012, concluído com o apoio da Bolsa Petrobras de Criação Literária 2010 e Ythaca Road (Cia das Letras); do volume de contos Ainda orangotangos (Bertrand Brasil), adaptado para o cinema por Gustavo Spolidoro no longa-metragem de mesmo título que venceu o 13o Festival de Cinema de Milão, e do livro de poemas A timidez do monstro (Objetiva).

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Palavraria - livros a.

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03
ago
14

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 7, Lançamento do livro Memórias de o que já não será, contos de Aldyr Garcia Schlee.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

07, quinta, 18h: Lançamento do livro Memórias de o que já não será, contos de Aldyr Garcia Schlee. Conversa com o escritor e sessão de autógrafos (Editora Ardotempo)

schlee

 

Este livro de Aldyr Garcia Schlee retoma, em quinze contos exemplares, a constante e característica preocupação desse premiado e reconhecido autor com o tempo que passa – e se perde e se ganha – na vida e em seu mundo literário (o da fronteira brasileiro-uruguaia sobre o rio Jaguarão). Nestes contos, Schlee se debruça sobre o que foi: aquilo que foi e já não é, aquilo que simplesmente deixou de ser; mas, o que lhe interessa contar e conta é o que foi e já não será, que é mais que passado: é aquilo que não pode mais ser, que perdeu a razão de ser, a finalidade de ser, e que não adianta ser – porque está definitivamente perdido por falta de serventia ou de utilidade ou de atualidade. Assim, estes contos, Schlee os compõem entre o que fica e se perde como memória; e entre o que se perde e o que fica como imaginação.

sarau das 6 - schlee 03Aldyr Garcia Schlee (Jaguarão, 22/11/1934) é escritor, jornalista, tradutor, desenhista e professor universitário. Doutor em Ciências Humanas, publicou vários livros de contos e participou de  antologias, de contos e de ensaios. Alguns livros seus foram primeiramente publicados no Uruguai pela Ediciones de la Banda Oriental. Traduziu a importante obra Facundo, do escritor argentino  Domingos Sarmiento, fez a edição crítica da obra do escritor pelotense João Simões Lopes Neto. Foi professor de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas – UFPel, por mais de trinta anos, onde foi também pró-reitor de Extensão e Cultura.

É torcedor do Brasil de Pelotas, clube que chegou a ser tema do conto “Empate”, publicado em “Contos de futebol”. Criou o uniforme verde e amarelo da seleção brasileira de futebol, mais conhecido como Camisa Canarinho. Recebeu duas vezes o prêmio da Bienal de Literatura  Brasileira e foi cinco vezes premiado com o Prêmio Açorianos.

Aldyr Garcia Schlee, que atualmente vive em um sítio em Capão do Leão, município vizinho de  Pelotas,  é convidado destaque da Jornada Literária de Passo Fundo, com sua obra original e  singular como o mais destacado autor brasileiro de linguagem de fronteira. Aliás esse é o tema de suas palestras agendadas, a convite, em março de 2014 na Université de Paris Sorbonne Nouvelle,  Université de Rennes e Maison de l’Amerique Latine em Paris.

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Palavraria - livros a.

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03
ago
14

Programação de 4 a 9 de agosto de 2014

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

De 4 a 9 de agosto de 2014

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04, segunda, 19h: Clube de Leitura – O processo, de Franz Kafka. Mediação de Carla Osório.

o processo - franz kafka

A história de Josef K. atravessa os anos sem perder nada do seu vigor. Ao contrário, a banalização da violência irracional no século XX acrescentou a ela o fascínio dos romances realistas. Na sua luta para descobrir por que o acusam, por quem é acusado e que lei ampara a acusação, K. defronta permanentemente com a impossibilidade de escolher um caminho que lhe pareça sensato ou lógico, pois o processo de que é vítima segue leis próprias: as leis do arbítrio.

Franz Kafka nasceu em 3 de julho de 1883 na cidade de Praga, Boêmia (hoje República Tcheca), então pertencente ao Império Austro-Húngaro. Era o filho mais velho de Hermann Kafka, comerciante judeu, e de sua esposa Julie, nascida Löwy. Estudou em sua cidade natal, formando-se em direito em 1906. Trabalhou como advogado, a princípio na companhia particular Assicurazioni Generali e depois no Instituto de Seguros contra Acidentes do Trabalho. Duas vezes noivo da mesma mulher, Felice Bauer, não se casou. Em 1917, aos 34 anos de idade, sofreu a primeira hemoptise de uma tuberculose que iria matá-lo sete anos mais tarde. Alternando temporadas em sanatórios com o trabalho burocrático, nunca deixou de escrever, embora tenha publicado pouco e, já no fim da vida, pedido inutilmente ao amigo Max Brod que queimasse seus escritos. Viveu praticamente a vida inteira em Praga, exceção feita ao período de novembro de 1923 a março de 1924, passado em Berlim, longe da presença esmagadora do pai, que não reconhecia a legitimidade de sua carreira de escritor. A maior parte de sua obra – contos, novelas, romances, cartas e diários, todos escritos em alemão – foi publicada postumamente. Kafka faleceu em um sanatório perto de Viena, Áustria, no dia 3 de junho de 1924, um mês antes de completar 41 anos de idade. Seu corpo foi enterrado no cemitério judaico de Praga. Quase desconhecido em vida, o autor de O processoNa colônia penalA metamorfose e outras obras-primas da prosa universal é considerado hoje – ao lado de Proust e Joyce – um dos maiores escritores do século XX.

 

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Clube de Leitura Penguim/Companhia das Letras – Palavraria

clube de leitura

Inscrições gratuitas

O Clube de Leitura reúne, preferencialmente na primeira segunda-feira de cada mês, pessoas interessadas em ler e trocar idéias sobre obras da literatura clássica e contemporânea.

A primeira reunião foi em novembro de 2012, e desde então mais de uma dezena de livros já foram enfocados.

Em cada reunião os participantes escolhem as obras a serem discutidas nos próximos encontros e os respectivos mediadores, que serão sempre alternados.

Os participantes do Clube de Leitura terão um desconto de 10%, ao adquirirem na Palavraria os livros destinados à discussão.

 

Informações e inscrições na Palavraria
Rua Vasco da Gama, 165 – 51 3268 4260 – de segunda à sexta das 11 às 21h
ou pelo email palavraria@palavraria.com.br.

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Palavraria - livros a.

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07, quinta, 19h: Lançamento do livro Memórias de o que já não será, contos de Aldyr Garcia Schlee (Ardotempo)

schleeEste livro de Aldyr Garcia Schlee retoma, em quinze contos exemplares, a constante e característica preocupação desse premiado e reconhecido autor com o tempo que passa – e se perde e se ganha – na vida e em seu mundo literário (o da fronteira brasileiro-uruguaia sobre o rio Jaguarão). Nestes contos, Schlee se debruça sobre o que foi: aquilo que foi e já não é, aquilo que simplesmente deixou de ser; mas, o que lhe interessa contar e conta é o que foi e já não será, que é mais que passado: é aquilo que não pode mais ser, que perdeu a razão de ser, a finalidade de ser, e que não adianta ser – porque está definitivamente perdido por falta de serventia ou de utilidade ou de atualidade. Assim, estes contos, Schlee os compõem entre o que fica e se perde como memória; e entre o que se perde e o que fica como imaginação.

sarau das 6 - schlee 03Aldyr Garcia Schlee (Jaguarão, 22/11/1934) é escritor, jornalista, tradutor, desenhista e professor universitário. Doutor em Ciências Humanas, publicou vários livros de contos e participou de  antologias, de contos e de ensaios. Alguns livros seus foram primeiramente publicados no Uruguai pela Ediciones de la Banda Oriental. Traduziu a importante obra Facundo, do escritor argentino  Domingos Sarmiento, fez a edição crítica da obra do escritor pelotense João Simões Lopes Neto. Foi professor de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas – UFPel, por mais de trinta anos, onde foi também pró-reitor de Extensão e Cultura.

É torcedor do Brasil de Pelotas, clube que chegou a ser tema do conto “Empate”, publicado em “Contos de futebol”. Criou o uniforme verde e amarelo da seleção brasileira de futebol, mais conhecido como Camisa Canarinho. Recebeu duas vezes o prêmio da Bienal de Literatura  Brasileira e foi cinco vezes premiado com o Prêmio Açorianos.

Aldyr Garcia Schlee, que atualmente vive em um sítio em Capão do Leão, município vizinho de  Pelotas,  é convidado destaque da Jornada Literária de Passo Fundo, com sua obra original e  singular como o mais destacado autor brasileiro de linguagem de fronteira. Aliás esse é o tema de suas palestras agendadas, a convite, em março de 2014 na Université de Paris Sorbonne Nouvelle,  Université de Rennes e Maison de l’Amerique Latine em Paris.

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08, sexta, 19h: Lançamento do livro F, romance de Antonio Xerxeneski (Rocco Editora)

xerxeF, lançado pela Rocco em junho, é narrado por uma garota brasileira que foi treinada como assassina profissional e que, aos 25 anos de idade, é contratada para matar ninguém menos que Orson Welles, diretor de cinema responsável por Cidadão Kane. Porém, a missão – a mais importante que recebeu até este momento – a leva numa viagem pelo universo da cinefilia e a tarefa se mostra mais complexa do que um simples assassinato. O ano é 1985, e o enredo se desloca pelo eixo Rio de Janeiro – Paris – Los Angeles.

ANTONIO XERXENESKIAntônio Xerxenesky é um escritor e tradutor brasileiro nascido em 1984. É autor de Areia nos dentes (2008) e A página assombrada por fantasmas (2011).Teve textos publicados em diversos jornais e revistas, como The New York Times, Newsweek, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, entre outros. Alguns de seus contos foram traduzidos para o inglês, o espanhol e o alemão. Em 2012, foi eleito pela revistaGranta um dos vinte melhores jovens escritores brasileiros. Atualmente, vive em São Paulo.

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Palavraria - livros a.

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09, sábado, 17h: Lançamento do livro  Rita Tem Medo, de Christian David.

rita tem medo

Rita é uma menina que tem muitos medos. Alguns imaginários, possivelmente inventados;  outros, certamente, reais. Os pais da menina resolvem levá-la para um lugar mais tranquilo: a casa da avó Lina, no interior. E  assim  Rita passou a conhecer o universo daquela avó tão interessante. Muita coisa mudou, a começar pelo dia em que a avó pediu à neta para verificar se o pêndulo do relógio da biblioteca estava funcionando. A biblioteca era, na verdade, a garagem que a avó adaptou como um bom lugar para leitura.

Rita percebeu que o relógio havia parado, e, na tentativa de fazer com que funcionasse,  muitas coisas foram acontecendo, como numa aventura incrível.  Rita entendeu que as engrenagens nem sempre são fáceis de ser entendidas. Diante de tanto estranhamento, Rita se permitiu esquecer os medos e seguir em frente. E foi o que fez.

christian davidChristian David é formado em Ciências Biológicas com ênfase em Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1998. Em 2007, juntamente com outros escritores, professores e amantes da literatura, foi fundador da Confraria Reinações: Confraria da Leitura de Textos Infantis e Juvenis. É vice-presidente administrativo da Associação Gaúcha de Escritores. É autor dos livros “O Rei e o Camaleão”,”Mão Dupla”, “Sangue de Barata”, “A Menina Que Sonhava Com os Pés” e “O filho do açougueiro e outros contos de terror e fantasia”.

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Palavraria - livros a.

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01
ago
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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 2, às 17h, Lançamento do livro Loja de conveniências, romance de Guilherme Smee

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

02, sábado, 17h: Lançamento do livro Loja de conveniências, romance de Guilherme Smee (Não Editora)

loja-convenienciasComo um romance erótico às avessas, Loja de conveniências é a história de um jovem que se deixa levar pela inércia até o momento em que é abordado por uma garota, que se dispõe a fazer dele seu “projeto pessoal”. Ante a expectativa da chegada do namorado dela, seu mundo vai se modificando aos poucos, e passa a viver num pós-apocalipse emocional. Com personagens que vagam sempre isolados e devastados, colocam-se em discussão o amor, o sexo e a culpa pelas escolhas que são (ou deixam de ser) feitas.

guilherme-smeeGuilherme Smee nasceu em Erechim, em 1984. É escritor, publicitário, roteirista e quadrinista. Publicou contos na coletânea Ficção de polpa e corroteirizou o premiado curta-metragem Todos os balões vão para o céu. Em 2012, lançou o livro de contos Vemos as coisas como somos pelo IEL-RS. Loja de conveniências marca sua estreia na narrativa longa.

 

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Palavraria - livros a.

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29
jul
14

Programação de 28 de julho a 02 de agosto de 2014

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

De 28 de julho a 02 de agosto de 2014

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31, quinta, 19h: Lançamento da revista Teorema 24

teorema 24

Neste número:

Fernando Oriente disseca A Pele de Vênus, mais uma provocação de Roman Polanski;
– Ivonete Pinto pensa O Ato de Matar, o documentário-sensação de 2013 Joshua Oppenheimer;
Eduardo Wannmacher viaja no Expresso do Amanhã, a nova fantasia de Bong Joon-ho;
Marcus Mello encara Cães Errantes, o último – mesmo! – assombro de Tsai Ming-liang;
Marcelo Miranda visita The Canyons, a comentada parceria entre os comportados Paul Schrader e Lindsay Lohan;
– Christian Petermann se surpreende com o venezuelano Pelo Malo, de Mariana Rondón;
– Fabiano de Souza se deslumbra com um dos filmes brasileiro mais bem cotados dos últimos anos: O Lobo Atrás da Porta, de Fernando Coimbra;
– Orlando Margarido analisa o premiado Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro;
Gabriel Carneiro traz de volta o injustamente pouco visto Quando Eu Era Vivo, de Marco Dutra;
Emiliano Cunha relembra Os Dias com Ele, de Maria Clara Escobar;
Giordano Gio repassa as Sete Ondas Verdes Espumantes, de Cacá Nazario e Bruno Polidoro;
– Milton do Prado revê Um Corpo que Cai, o clássico filme de Alfred Hitchcock eleito o melhor filme de todos os tempos pela Sight&Sound.

A entrevista super especial é com o crítico e teórico Raymond Bellour, autor de Entre-Imagens e L’analyse du Film. Bellour foi entrevistado por Fabiano de Souza, Flavio Guirland e Cristiane Freitas durante o congresso da Socine de 2013.

E ainda três homenagens:

– Enéas de Souza pensa o cinema de Eduardo Coutinho, desaparecido em fevereiro deste ano, e ainda a importância de Alain Resnais, que nos deixou em março;
– A talentosa Janaína Janaina Kremer lembra da sua relação com o colega de ofício Philip Seymour Hoffman.

Esta edição de Teorema é dedicada ao colega e amigo João Carlos Sampaio, crítico baiano que nos deixou precocemente esse ano. A crítica brasileira certamente fica mais sem graça sem a presença e o pensamento sempre vibrante de João.

O QUÊ: Lançamento da Teorema 24.
QUANDO: quinta, 31 de julho de 2014, a partir das 19h.
ONDE: Palavraria Livros (rua Vasco da Gama, 165, Porto Alegre)
QUANTO: a revista custa 10 reais.
POR QUÊ: porque a revista está ótima, o lançamento é sempre uma bela oportunidade

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Palavraria - livros a

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01, sexta, 19h30: O mel do melhor de Wally Salomão, bate-papo e leituras de poemas de Wally, com os poetas e músicos Ricardo Silvestrin, Diego Petrarca, Ricardo Pavao Pereira e Thiago Pirajira. Promoção da Festipoa Revisitada/Jornal Vaia.

MINISTÉRIO DA CULTURA / SECRETÁRIO / WALY SALOMÃO

Waly Dias Salomão (Jequié, 3 de setembro de 1943 – Rio de Janeiro, 5 de maio de 2003) foi um poeta brasileiro. Era filho de sírio com uma sertaneja, formou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia em 1967, mas nunca exerceu a profissão. Cursou a Escola de Teatro da mesma universidade (1963-1964) e estudou inglês na Columbia University, Nova York (1974-1975). Na década de 1960 participou do movimento tropicalista, Foi também uma figura importante da contracultura no Brasil, nos anos 1970. Atuou em diversas áreas da cultura brasileira. Seu primeiro livro foi Me segura qu’eu vou dar um troço, de 1972. Em 1997, ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro de poesia Algaravias. Seu último livro foi Pescados Vivos, publicado em 2004, após sua morte.

Foi letrista de canções de sucesso, como Vapor Barato, em parceria com Jards Macalé. Amigo do poeta Torquato Neto, editou seu único livro, Os Últimos Dias de Paupéria, lançado postumamente. Suas canções foram intérpretadas por Maria Bethânia, Caetano Veloso, Adriana Calcanhotto, Gal Costa e O Rappa, entre outros.

Nos anos 1990, Waly Salomão dirigiu dois discos da cantora carioca Cássia Eller: Veneno AntiMonotonia (1997) e Veneno Vivo (1998).

Trabalhou no Ministério da Cultura, como Secretário Nacional do Livro, na gestão de Gilberto Gil, no início de seu mandato. Uma de suas propostas era a inclusão de um livro na cesta básica dos brasileiros.

Em 2003 atuou como personagem principal no filme Gregório de Mattos, sob a direção de Ana Carolina. O filme narra a vida do poeta Gregório de Mattos, na Bahia do século XVII. Com sua obra, o poeta anuncia o perfil tenso e dividido do povo brasileiro e satiriza os poderosos da época, que passam a combatê-lo até transformar sua vida em um verdadeiro inferno.

 

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Palavraria - livros a.

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02, sábado, 17h: Lançamento do livro Loja de conveniências, romance de Guilherme Smee (Não Editora)

loja-convenienciasComo um romance erótico às avessas, Loja de conveniências é a história de um jovem que se deixa levar pela inércia até o momento em que é abordado por uma garota, que se dispõe a fazer dele seu “projeto pessoal”. Ante a expectativa da chegada do namorado dela, seu mundo vai se modificando aos poucos, e passa a viver num pós-apocalipse emocional. Com personagens que vagam sempre isolados e devastados, colocam-se em discussão o amor, o sexo e a culpa pelas escolhas que são (ou deixam de ser) feitas.

guilherme-smeeGuilherme Smee nasceu em Erechim, em 1984. É escritor, publicitário, roteirista e quadrinista. Publicou contos na coletânea Ficção de polpa e corroteirizou o premiado curta-metragem Todos os balões vão para o céu. Em 2012, lançou o livro de contos Vemos as coisas como somos pelo IEL-RS. Loja de conveniências marca sua estreia na narrativa longa.

 

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Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 24, Lançamento de nova edição do livro Maria Wilker, romance de Suzana Albornoz.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

 

24, quinta, 18h: Lançamento de nova edição do livro Maria Wilker, romance de Suzana Albornoz. (Editora Mulheres)

Trata-se da segunda edição, revista, do romance Maria Wilker, Prêmio Cruz e Sousa Nacional de Romance em 1982, cuja primeira edição foi em 1983, pela Fundação Catarinense de Cultura, em FlorianópolisEsta segunda edição sai pela Editora Mulheres, dirigida pela Zahidé Lupinacci Muzart, também em Florianópolis. O livro conta com uma apresentação escrita por Lélia Almeida, prêmio açorianos de literatura em 2013. A capa é ilustrada pelo artista plástico de Porto Alegre, Geraldo Fischer.

maria wilker“De início, Maria Wilker tem uma qualidade nítida e indiscutível: é bom de ler, fluente e vivo, Suzana Albornoz não é chata, nem pretenciosa, nem artificial. Dividido em sete metódicos capítulos, o romance se propõe a contar a história de uma jovem descendente de alemães que, recém formada em Pedagogia, sai de um subúrbio de Porto Alegre para uma cidadezinha do interior da Alemanha, como bolsista. Lá, Maria passa sete anos, entre 1968 e 1975, justamente durante os anos mais negros da repressão política no Brasil. Depois, vem a volta ao Rio Grande do Sul, as aulas numa outra cidade do interior, um caso de amor homossexual e, por fim, um terrível e inesperado acidente. Provavelmente insatisfeita com as técnicas tradicionais de narrativa, à sua maneira Suzana tenta algumas inovações. Assim, cada capítulo tem um enfoque diferente do outro. No primeiro, a linguagem realista, na terceira pessoa, lembrando vagamente o Érico Veríssimo do ciclo urbano; no segundo, o tradicional recurso das cartas; no terceiro, Maria assume a primeira pessoa para narrar sua volta ao Brasil; no quarto, a narrativa se fragmenta, e Maria passa a ser uma desconhecida não só para si mesma, mas também para a autora, que a observa como um voyeur, utilizando, no final, o simulacro de um estilo cinematográfico para descrever o acidente.” Caio Fernando Abreu, Chamada do Leia Livros, abril de 1983

suzana guerra albornozSuzana Albornozpossui graduação em Ciências Sociais na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS (Porto Alegre,1960-1963), mestrado em Filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (Porto Alegre, 1981-1984); estudos doutorais de História e Filosofia Política na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais – EHESS (Paris,1986-1990); doutorado em Filosofia na Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (Belo Horizonte,1994-1997). Lecionou na Universidade Federal de Rio Grande – FURG e na Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC. Tem experiência em Ciências Sociais e Filosofia, especialmente em questões de Ética e de Política, tendo publicado sobre o pensamento de Ernst Bloch e sobre temas como educação, gênero, trabalho, utopia, violência, felicidade e amizade.

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Palavraria - livros a.

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