Posts Tagged ‘literatura infantil

08
nov
13

Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 08, o lançamento do livro O varal de dona Mariazinha, de Lelé Guerra.

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aconteceu

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Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 08, o lançamento do livro O varal de dona Mariazinha, de Lelé Guerra. Fotos.

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Palavraria - livros c.

 

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27
ago
13

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 29, o lançamento do livro Os deliciosos biscoitos de Oma Guerta, de Maristela Deves

program sem

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29, quinta, 19h: Lançamento do livro Os deliciosos biscoitos de Oma Guerta, de Maristela Deves (Quatrilho Editorial).

biscoitos - maristela deves

Livro infantil é a terceira obra literária da jornalista. Os Deliciosos Biscoitos de Oma Guerta  reúne elementos clássicos dos contos de fada tradicionais com uma boa dose de cultura alemã. No enredo, a menina Mariazinha adora os biscoitos preparados por Oma Guerta e, em uma das visitas à casa da Oma, ela descobre um segredo mágico escondido por trás dessas delícias. A “Oma” do título é uma palavra alemã que corresponde  a  “avó”. E essa é uma das intenções da obra, apresentar elementos da cultura germânica,  presente em diversas regiões do Estado. Algumas palavras do dialeto estão inseridas durante a narrativa e têm seus significados explicados em um glossário nas últimas páginas. A autora conta que o livro traz características das suas memórias de infância: “Assim como Mariazinha, eu cresci numa família de origem alemã, deliciando-me com os biscoitos, as cucas e os bolos da minha avó, que também morava numa casa bem parecida com a da história”. Essa é a primeira obra infantil da escritora, que já lançou dois  outros livros, o romance policial A Culpa é dos Teus Pais, em 2010, e o livro de mistério infanto-juvenil O Caso do Buraco, em 2011. A obra é ilustrada por Karen Basso. Contemplado pelo Financiarte,  foi lançado pel o selo  Quatrilho Editorial.

Maristela Deves - Foto Carlos PontaltiMaristela Scheuer Deves nasceu em Pirapó, nas Missões, Rio Grande do Sul. Desde pequena, sonhava em ser escritora, e vivia rabiscando histórias. Por isso, decidiu seguir a profissão de jornalista. Formada pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e com especialização em Leitura e Produção Textual pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), trabalha há 15 anos no jornal Pioneiro, de Caxias do Sul, onde  atualmente é editora assistente de Variedades e coordenadora editorial do projeto Seja Jornalista, voltado ao incentivo à leitura e à escrita entre estudantes. Também mantém o blog Palavra Escrita (www.pioneiro.com/palavraescrita). Comanda, de Caxias do Sul, dois blogs para o Portal ClicRBS: o Palavra Escrita, sobre literatura, e o É o Bicho, sobre o mundo animal. Em 2010, lançou seu primeiro livro, o romance policial A Culpa é dos Teus Pais, pela AGE Editora. No ano seguinte, direcionado para o público infanto-juvenil, lançou O Caso do Buraco, pela mesma editora. Agora, com a intenção de incentivar a leitura entre as crianças, aposta na literatura infantil com o Os Deliciosos Biscoitos de Oma Guerta, pela Quatrilho Editorial.

SERVIÇO

O quê: Lançamento do livro Os Deliciosos Biscoitos de Oma Guerta, de Maristela Deves
Quando:  29 de  agosto, às 19h
Onde:  Palavraria (Rua Vasco da Gama, 165, bairro Bom Fim), em  Porto Alegre 

O LIVRO
Título: Os Deliciosos Biscoitos de Oma Guerta
Gênero: literatura infantil
Páginas: 28
Editora: Quatrilho Editorial
Preço de capa: R$ 20

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04
jul
13

Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 02, Roda de Leitura, com Caio Riter

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aconteceu

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Nesta terça, 02, aconteceu o encontro da Roda de Leitura, que enfocou o livro Vento sobre terra vermelha, de Caio Riter. Com o autor e a mediação de Laura Rangel. Registro do evento.

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Palavraria - livros c.

 

28
out
12

Vai rolar na Palavraria, nesta segunda, 29/10: Lançamento do livro Benjamin, de Biagio D´Angelo

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29, segunda, 19h: Vereda Literária: Lançamento do livro Benjamin, de Biagio D´Angelo. Conversa com o autor.

Benjamin é uma criança que está vivenciando os desafios e as alegrias da infância. O protagonista narra suas experiências com sensibilidade e poesia sem igual. As ilustrações, como numa dança, abraçam o texto, ampliando a significação da obra e apresentando o universo interior e onírico do personagem com extrema maestria e delicadeza.

 

Biagio D’Angelo é mestre em Línguas e Literaturas Estrangeiras, área de Eslavística, pela Universidade de Veneza Ca’ Foscari (1992) e doutor em Teoria literária pela Universidade Russa de Estudos Humanísticos (1998). Lecionou literatura na Universidade Pázmany Peter, de Budapeste (Hungria), na PUC-SP e atualmente leciona Teoria da Literatura na PUC-RS (Faculdade de Letras).. Dentre suas publicações, destacam-se Borges en el centro del universo (Lima, 2005), Las babas del sabio. Ensayos sobre la dislocación de la escritura (2007), Comparaciones en vertical. Conflictos mitológicos en las literaturas de América Latina, escrito com Paola Mildonian (2009), e Oriundos das palavras. A meta da literatura em Machado de Assis e Guimarães Rosa (Porto Alegre, Ed. UFRGS, 2011). Seu recente livro Benjamin. Poema com desenhos e músicas (São Paulo: Melhoramentos, 2011) ganhou o Premio Jabuti 2012 (1º lugar em Literatura Infantil-Juvenil).

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30
ago
12

Dicas de leitura, por Álvaro Marins: Museu Desmiolado e Circo Mágico, de Alexandre Brito

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Visitar o Museu Desmiolado depois de uma noite no Circo Mágico, por Alvaro Marins

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O Museu desmiolado não é a primeira incursão de Alexandre Brito no universo da poesia para crianças. Ou, como ele informa na capa de seu livro anterior, o Circo mágico, são poemas para “gente pequena, média e grande”.

Neste primeiro livro, destinado a esse público tão especial, encontramos o poeta de Visagens, Zeros e O fundo do ar e outros poemas retrabalhando, na chave do imaginário infantil, procedimentos muito comuns em seus poemas dirigidos, sobretudo, para a gente grande.

O poeta porto-alegrense é, em sua poética como um todo, um exímio esgrimista das palavras. Autor de belos haikais em Visagens, onde os recursos deste tipo poema são usados com maestria, Brito, neste livro da juventude, utilizava trocadilhos, aliterações e insights poéticos, que criavam imagens de rara beleza, encontráveis somente nos cultores brasileiros mais conhecidos desse gênero de poesia japonesa — Paulo Leminski, Olga Savary e Alice Ruiz, para ficarmos apenas nesses três.

O haicai exige grande domínio no uso desses procedimentos, mas eles precisam também ser utilizados com leveza e humor. E os livros de Brito focados nesse público de “gente pequena” são plenos dessa leveza e desse humor. Trabalhando esses elementos com fina harmonia, os seus poemas para crianças alcançam aquilo que poderíamos chamar de simplicidade inteligente. Que eu tenho certeza de que as crianças adoram. As crianças reconhecem suas próprias capacidades e ficam felizes quando adultos também reconhecem-nas.

A recusa em enxergar seus leitores menores como seres infantilizados contribuiu muito para o resultado que o poeta obtém nos poemas de Museu desmiolado. Entretanto, é preciso dizer que nesta segunda incursão de Brito na poesia para crianças seus poemas ganham um contorno diferente em seu conjunto temático.

Se em Circo mágico a graça dos poemas estava em tratar de personagens que existem na tradição circense mundial, no Museu desmiolado, Brito imagina poeticamente museus inexistentes.

No livro anterior todos os poemas tratam de personagens que podem ser encontrados em qualquer circo do mundo, do menor ao maior: o malabarista, o palhaço, o equilibrista, a mulher que engole fogo, o domador, o mágico, entre outros. Cada um deles ganhou um poema. O da mulher-borracha, por exemplo, começa assim:

a mulher-borracha
é que tem jogo de cintura

parece de látex
retorce pra lá, retorce pra cá
vira do avesso
se estica toda
que nem cobra, lombriga, minhoca
(…)

É curiosa a brincadeira que o poeta adota para a maioria desses poemas. Pode-se dizer que neles Brito brinca com as metáforas, mas, curiosamente, “desmetaforizandoas” de forma muito divertida. Explico melhor: a expressão ter jogo de cintura é uma metáfora utilizada para pessoas pouco rígidas, que são mais flexíveis, principalmente diante de situações difíceis da vida. Entretanto, no caso da mulher-borracha, isso não é uma metáfora e sim uma realidade física, corporal, visível. A mulher-borracha não é nem um pouco rígida, pelo contrário, é capaz de alcançar o máximo de flexibilidade. Nesse processo, a figura de linguagem deixa de ser retórica para ser o significante objetivo da coisa significada.

O curioso é que fazendo uso de um procedimento que, a princípio, seria despoetizante, paradoxalmente, esses poemas ganham uma inesperada e bem-humorada carga poética em virtude mesmo do jogo de palavras criado por Brito, cujos versos são de uma simplicidade quase atrevida. Vejam que o procedimento se consolida ao final do poema, quando ele fornece a seguinte informação para o leitor:

(…)
mas o namorado largou dela
diz que é muito enrolada

O mesmo recurso é utilizado em vários poemas do Circo. Reparem nesse, dedicado ao equilibrista da corda bamba. Ele começa assim:

O equilibrista
É o passista da corda bamba

E termina assim:

(…)
no carnaval
ele relaxa geral
sai na imperadores do samba
e todo mundo diz:
esse é bamba!

Para não nos alongarmos nas citações, finalizo com este pequeno poema que fala da mulher do atirador de facas, que recupera para o leitor em chave poética a atmosfera tensa desse famoso número circense:

a mulher do atirador de facas
confia no marido de olhos fechados

errar é humano
mas ela nem desconfia

Cito esses exemplos porque eles ilustram bem o procedimento poético de desmetaforização do qual falamos acima e porque eles percorrem estruturalmente todo o corpo daquele livro. Embora os recursos utilizados por Brito não se restrinjam a esse, trata-se de um aspecto interessante da obra porque, ao longo de sua leitura, o leitor aprende a regra do jogo poético proposto pelo poeta e, por conta disso, desfruta com mais prazer dos seus poemas.

O Museu desmiolado tem uma estrutura diferente. Como já dissemos antes, os poemas deste livro tratam de museus inexistentes. Dois recursos básicos sustentam a poética desse livro fascinante: o ritmo e a própria imaginação. Se fôssemos colocar em termos poundianos, sua ênfase se apoiaria nos efeitos da melopéia e da fanopéia.

Um outro detalhe interessante, que ajuda a dar consistência aos museus imaginários do poeta, é que eles são cheios de coisas. E como nos museus, as coisas adquirem uma aura de encantamento que fixa nossa atenção e dita o ritmo dos versos. No “Museu do botão”, segundo o poeta,

(…)
tem botão de camisa, de saia, de calça
de bolso, de bolsa, de gola, de gala, de alça
botão que disfarça e botão que realça

fixo, elástico, natural, poroso, reciclado
fino, chato, oval, redondo, quadrado
de tudo quanto é estilo e formato
(…)

No incrível “Museu do vento”, o procedimento é semelhante.

no museu do vento
o vento venta por todo lado
não tem como não ficar
descabelado
(…)

vento que leva, vento que trás
vento que fica e vento que indica
vento é como água da bica
depois que passa não volta mais
(…)

Como nas estantes, paredes e vitrines de um museu real, o “Museu das palavras esquecidas” apresenta-as em estrofes que guardam uma semelhança meio cômica com a literatura de cordel.

(…)
zambaio, cacófato, furibundo
umbela, gabara, monoico
ibiboca, jaguacinim, ladário
lequéssia, macanjice, uliginário

Chega a ser hilário
Pacholice, rebimboca, pachouchada
Quadrarão, iluminância, tabicada
Saçanga, talisca, patuscada
Vacatura, zafimeiro, tachonada

O poeta diverte-se junto com seus leitores, sejam eles grandes ou pequenos. E não é para menos. Nesta coletânea de poemas e museus, a imaginação corre solta e robusta, penetrando nas galerias dos mais variados tipos de museu: o “Museu do assobio”, o “Museu invertido”, o “Museu dos palíndromos”. Fico a imaginar quem irá visitar o talvez definitivo “Museu do fim do mundo”…

O escritor francês André Malraux disse em um livro chamado O museu imaginário que “O museu é um confronto de metamorfoses”. Sabemos também que a palavra museu deriva do grego e que designava o templo das musas — divindades que inspiravam a poesia, a música, a oratória, a história, a tragédia, a comédia, a dança e a astronomia. Acredito, pois, que foi a união tradicionalmente divina, que transforma a imaginação em poesia, que inspirou a criação de tantos museus imaginários neste desmiolado museu do Alexandre Brito.

Um último aspecto a ser ressaltado é que os dois livros, o Circo… e o Museu…, apresentam um projeto gráfico muito bonito e atraente, cujas ilustrações do primeiro ficaram a cargo de Eduardo Vieira da Cunha, e as do segundo contaram com o talento de Graça Lima. Nos dois casos o poema e a imagem criada pelos ilustradores compõem um harmonioso diálogo de formas, cores, significados, símbolos e versos, que resultam numa leitura muito gratificante a cada página.

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Álvaro Marins é doutor em Teoria Literária pela UFRJ e coordenador de pesquisa e inovação museal do IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus.

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Alexandre Brito nasceu em Porto Alegre. É poeta, músico e letrista. Cursou filosofia em Florianópolis e estudou música em Belo Horizonte. De volta ao Rio Grande do Sul, passa a atuar na Capital organizando eventos (Poetar – 2ª Mostra de Poesia de Porto Alegre e a 1ª Semana da Fotografia de Porto Alegre), coordenando como editor a Coleção Petit-Poa para a SMC/PMPA, e participando da Roda de Poesia no Bric da Redenção. Ainda nos anos 90 participa da Banda Os Três Poetas, e de 2002 pra cá, da Banda os poETs, que já está no seu segundo CD e prepara seu primeiro DVD. Nos anos 80, em São Paulo, é parceiro de Fred Maia na Edições Nomades. Em Porto Alegre, cria a AMEOP – ameopoema editora, com Ricardo Silvestrin, e, desde 2011, participa da Coleção Intante Estante, de Sandra Santos, como escritor e editor em língua portuguesa. Nos últimos anos, paralelamente ao trabalho adulto, vem escrevendo para crianças. Seu primeiro livro, Circo Mágico, foi selecionado pelo PNBE-MEC e adotado pela Rede de Escolas Municipais de Belo Horizonte, e Museu Desmiolado foi selecionado para o Catálogo Brasileiro da Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha –Bologna Children’s Book Fair 2012e recebeu o prêmio Prêmio Os 30 Melhores Livros Infantis do Ano – Revista Crescer – 2012. Uakti, lançado em 2011 na 57ª Feira do Livro de Porto Alegre, divide com Uiara, de Sandra Santos, a publicação vira-vira/dois-em-um da Coleção PoeMitos/Casa Verde Editora. Livros publicados: Visagens, Zeros, O fundo do ar e outros poemas, Circo Mágico (infantil), Met@língua, Museu Desmiolado (infantil), A Poesia de Alexandre Brito (e-book), Uakti (infantil).

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Os livros comentados nesta coluna podem ser adquiridos na Palavraria. Faça o seu pedido:

Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim
90420-111 – Porto Alegre – RS
Telefone 51 3268 4260
palavraria@palavraria.com.br


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07
out
10

Palavraria indica: Manoelito, o palhacinho tristonho, livro de Angélica Rizzi

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Sugestão para dia da criança:

 

Manoelito o palhacinho tristonho, livro infantil de Angélica Rizzi.

À venda na Palavraria – R$ 23,00

Reserve seu exemplar – palavraria@palavraria.com.br, 3268 4260
ou venha até a loja: Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim

Era uma vez um palhacinho que não sabia sorrir, mas almejava descobrir a alegria de viver. Entre fórmulas desastradas e feitiços atrapalhados, um mago descobre, escondido em seu pequenino coração de menino,o antídoto que pode salvar a infância do pequeno palhaço: a magia de sorrir e fazer rir por meio da essência do coração.
A história de Manoelito, o Palhaço Tristonho surgiu em meados de 2007, como uma peça de teatro escrita por Angélica Rizzi encenada por ela e o artista plástico Ednilson Pissolato para internas da ala psiquiátrica do Hospital Presidente Vargas e também para crianças da comunidade de papeleiros de Gravataí, na região Metropolitana de Porto Alegre. E, após foi transformado em CD intitulado as aventuras de Manoelito o palhacinho com produção e composição de Jottagá baseado no livro de Angélica que agora concorre ao Prêmio Açorianos de melhor disco infantil/2009.
Pensando nos surdos e contadores de história, a obra tem também tradução na escrita da língua de sinais (Libras), realizada pela tradutora-intérprete de língua de sinais Patricia Ughi Barbosa e pela instrutora de língua de sinais Renata Heinzelmann. As ilustrações, de Eduardo Medeiros, são publicadas lado a lado em cores e em preto-e-branco (para colorir), junto com o texto vertido para o inglês.

Angélica Rizzi é cantora, poeta e compositora e denota em suas canções um olhar sobre o mundo. Além de ressaltar a paixão, e a simplicidade do viver para cantar a autora também personifica a miséria humana em composições de contextualização social. Com o intuito de simplificar o mundo, a vida extravasar sentimentos mais íntimos ela se utiliza da essência da poesia em suas letras,pois acredita na arte, como forma de sensibilizar, ousar os sentidos, fazer sentir.

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05
out
10

Palavraria indica: A revolta das coisas, livro de Charles Kiefer

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Sugestão para o dia da criança:

A revolta das coisas, livro de Charles Kiefer. Editora Record, 2010.

À venda na Palavraria – R$ 32,90

Reserve seu exemplar – palavraria@palavraria.com.br, 3268 4260
ou venha até a loja: Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim

As coisas têm alma e sentimento, são muito mais do que simples canetas, lápis e pincéis. Sofia era uma menina que entendia isso, e suas coisas eram queridas, até mesmo a caixinha de suco e as tampinhas de garrafa. Mas o sonho da menina era ter um cachorrinho e quando Bibi, uma shit-zu muito fofa e calma, chegou na casa, Sofia esqueceu das coisas, que ficaram abandonadas em caixas e gavetas. Então, os lápis, o tubo de cola, a tesoura e todos os outros resolveram fazer algo para chamar a atenção da menina. E assim começou a revolta das coisas.

Charles Kiefer. Romancista, ensaísta, contista e poeta, nasceu em Três de Maio em 1958. Estreou na ficção em 1982, com a novela Caminhando na chuva, texto dedicado a leitores adolescentes. Em 1987 participou do International Writing Program, da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, programa destinado a qualificar escritores. É doutor em Teoria da Literatura pela PUC-RS, onde leciona atualmente no Curso de Letras. Publicou mais de 30 títulos, entre eles O pêndulo do relógio (Prêmio Jabuti, 1994), Um outro olhar (Prêmio Afonso Arinos, 1993) e Valsa para Bruno Stein (em 8ª edição, 2006). Seu livro Você viu meu pai por aí? (1986) obteve o Prêmio Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, em 1987. Em poesia, publicou Museu de coisas insignificantes (1994) e Antologia pessoal (1998).

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