Posts Tagged ‘literatura infanto-juvenil

12
set
16

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 13, Christian David confronta Marô Barbieri

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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13, terça, 19h: Christian David confronta Marô Barbieri

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Palavraria - livros a.

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18
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Programação de 18 a 23 de abril de 2016

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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19, terça, 19h: Confraria de Leitura Reinações.

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23, sábado, 17h30: Bate-papo com o escritor José María Brindisi. Mediação de Reginaldo Pujol Filho.

jose maria brindisiJosé María Brindisi nasceu em Buenos Aires em 1969. Escritor, crítico literário e professor de escrita criativa. Publicou o livro de contos Permanece oro (1996, Ed. Sudamericana) e os romances Berlín (2001, Sudamericana), Frenesí (2006, Emecé), Placebo (2010, Entropía) e La sombra de Rosas (2014, Atlántida). Ganhou, entre outros, os prêmios do Fondo Nacional de las Artes e o da Casa del Escritor. Foi colaborador dos jornais Perfil e Página 12, e também escreveu para as revistas Rolling Stone, Los Inrockuptibles, Latido, Teatro, Haciendo Cine e SH. Atualmente escreve para o jornal La Nación e para a revista Otra Parte e é diretor editorial da revista El Ansia, que também é editada na Bolivia e, em breve, sairá na Colombia. É professor de escrita criativa desde 1993. Dá aulas de escrita criativa na Casa de Letras, em Buenos Aires, além de oficinas particulares.

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Palavraria - livros a.

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17
ago
14

Programação de 18 a 23 de agosto de 2014

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

De 18 a 23 de agosto de 2014

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19, terça, 19h: Confraria de Leitura Reinações. Em debate o livro Extraordinário, de R. J. Palacio. Coordenação de Marô Barbieri.

reinações agosto

 

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Palavraria - livros a.

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20, quarta, 19h: Lançamento do livro A invenção do cinema brasileiro: Modernismo em três tempos, de Paulo Paranaguá (Casa da Palavra)

a invenção do cinema brasileiro

Paulo Antonio Paranaguá faz uma apresentação inovadora da história do cinema brasileiro em três tempos: os anos 1920, as décadas de 1930 e 1940, onde se destacam as figuras de Mário Peixoto, Humberto Mauro e do crítico Paulo Emilio Salles Gomes, e o Cinema Novo, com a presença de Glauber Rocha e Joaquim Pedro de Andrade. O fio condutor da exposição é a relação do cinema com o movimento modernista. Esta chave de leitura, adotada pela primeira vez, possibilita a consideração de aspectos nunca abordados da história do cinema brasileiro.

Paulo Antônio Paranaguá nasceu no Rio de Janeiro, mas vive há anos na França. É escritor e jornalista. Fez doutorado na Universidade de Paris-Sorbonne. Seus trabalhos como crítico e historiador cobrem a produção cinematográfica de vários países da América Latina e apresentam uma visão de conjunto da história do cinema no continente. Alguns de seus livros são: “Le cinéma en Amérique Latine: le miroir éclaté, historiographie et comparatisme” (Paris, 2000), “Luis Buñuel: El” (Barcelona, 2001), “Cine Documental en América Latina” (Madri, 2003), “Tradición y modernidad en el cine de América Latina” (Madri-México, 2003), “El nuevo documental ibero-americano/O novo documentário ibero-americano 2000/2008” (Madri 2009). Paulo Antonio Paranaguá foi membro de júris de festivais de cinema e organizou mostras de cinema brasileiro, mexicano e cubano no Centro Georges Pompidou, em Paris.

 

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Palavraria - livros a.

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23, sábado, 18h: Lançamento do cd Verde fosco roxo cinza, com pocket show da banda Musa Híbrida

cd musa híbrida a

 

Musa Híbrida se espalha pelo mundo, vamos refazer o mundo. Híbrido de poesia e canção, composições que transitam por letras dos compositores ALÉRCIO e CUQUI; poesia, não só contemporânea como a do argentino Cristian de Nápoli e da pelotense Laura Schuch, mas também a provençal de Arnaut Daniel – na tradução de Augusto de Campos. Híbrido de instrospecção e musa híbridaextrospecção, mesclando elementos orgânicos e eletrônicos; eletroincidências / eletroelegâncias; violão, bandolim, contrabaixo, guitarra, caixa com vassouras, grooves de bateria somado a batidas programadas, sintetizadores, samples e outras potencialidades tecnológicas comandadas pelo multi-instrumentista VINI ALBERNAZ. A busca de um som contemporâneo, atual, com letras que se aproximam ora da literatura, ora do próprio universo da canção.

 

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Palavraria - livros a.

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08
ago
14

Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 9, às 17h: Lançamento do livro Rita Tem Medo, de Christian David.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

 

09, sábado, 17h: Lançamento do livro  Rita Tem Medo, de Christian David (Abacatte Editorial).

rita tem medo

Rita é uma menina que tem muitos medos. Alguns imaginários, possivelmente inventados;  outros, certamente, reais. Os pais da menina resolvem levá-la para um lugar mais tranquilo: a casa da avó Lina, no interior. E  assim  Rita passou a conhecer o universo daquela avó tão interessante. Muita coisa mudou, a começar pelo dia em que a avó pediu à neta para verificar se o pêndulo do relógio da biblioteca estava funcionando. A biblioteca era, na verdade, a garagem que a avó adaptou como um bom lugar para leitura.

Rita percebeu que o relógio havia parado, e, na tentativa de fazer com que funcionasse,  muitas coisas foram acontecendo, como numa aventura incrível.  Rita entendeu que as engrenagens nem sempre são fáceis de ser entendidas. Diante de tanto estranhamento, Rita se permitiu esquecer os medos e seguir em frente. E foi o que fez.

christian davidChristian David é formado em Ciências Biológicas com ênfase em Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1998. Em 2007, juntamente com outros escritores, professores e amantes da literatura, foi fundador da Confraria Reinações: Confraria da Leitura de Textos Infantis e Juvenis. É vice-presidente administrativo da Associação Gaúcha de Escritores. É autor dos livros “O Rei e o Camaleão”,”Mão Dupla”, “Sangue de Barata”, “A Menina Que Sonhava Com os Pés” e “O filho do açougueiro e outros contos de terror e fantasia”.

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14
jun
14

Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 14, 16h, Lançamento do livro O espelho das diferenças, de Fábio Gai Pereira

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

14, sábado, 16h: Lançamento do livro O espelho das diferenças, de Fábio Gai Pereira (Edelbra)

espelho - fabio gai pereira

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Palavraria - livros a.

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06
jun
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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 7, Lançamento do livro Tempo quase, de Henrique Schneider. Conversa do autor com Caio Riter.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

 

07, sábado, 17h: Lançamento do livro Tempo quase, de Henrique Schneider. Conversa do autor com Caio Riter.

o tempo quaseO texto conta a história de Martina, uma garota de quinze anos, considerada feliz por seus pais, e o que a teria motivado a tentar o suicídio. Durante o relato, o leitor pode perceber as angústias comuns à adolescência, o medo do futuro e a insegurança para dizer o que se quer e o que não se quer. Os pais deparam  o conflitante episódio, são ajudados pela médica e pelo psicólogo do hospital, e entendem que se veem diante de um delicado problema que só o diálogo e o tempo poderão henrique schneider 05esclarecer.

Henrique Schneider nasceu em 1963 e vive em Novo Hamburgo (RS). Tem diversos livros publicados, entre os quais O grito dos mudos, A segunda pessoa e Contramão. Escreve, todos os domingos, a coluna Vida breve, no jornal ABC Domingo.

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Palavraria - livros a.

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06
abr
14

Aconteceu na Palavraria, neste sábado, 5: Lançamento do livro Futurações, de Caio Riter, com ilustrações de Ana Guzinski

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aconteceu

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Sábado, 5, 17h: Lançamento do livro Futurações, de Caio Riter, com ilustrações de Ana Guzinski.

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15
set
13

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 17: Confraria de Leitura Reinações

program sem

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17, terça, 19h: Confraria de Leitura Reinações – debate sobre o livro A coisa perdida, de Shaun Tan. Coordenação de Martina Schreiner.

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03
abr
13

Vai rolar na Palavraria, 06/04, sábado: Lançamento do livro Vicente em palavras, de Caio Riter

program sem

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06, sábado, 17h: Lançamento do livro Vicente em palavras, de Caio Riter (Editora Lê).

CONVITE LANCAMENTO VICENTE

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Um garoto, um acidente, muitas palavras.várias vozes narram esta emocionante história de Caio Riter. O irmão, o pai, a mãe, a namorada, todos querendo entender o que aconteceu com Vicente. Tentando criar palavras que definam aquele que partiu. Afinal, quem é, de fato, o adolescente feliz, extrovertido, sorriso de ganhar o mundo, que foi embora para nunca mais voltar.

caio riterCaio Riter nasceu em Porto Alegre/RS, onde mora. É professor, Mestre e Doutor em Literatura Brasileira, coordenador de Oficina Literária no SINTRAJUFE-RS. Em 1994, publicou seu primeiro livro, O palito Diferente (Editora Interpreta Vida). Recebeu vários prêmios, entre eles destacam-se: 1º Prêmio Barco a Vapor, Açorianos, Orígenes Lessa, Livro do Ano-AGES, além de ter obras selecionadas pelo PNBE, e para os catálogos White Ravens e Bolonha.

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30
ago
12

Dicas de leitura, por Álvaro Marins: Museu Desmiolado e Circo Mágico, de Alexandre Brito

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Visitar o Museu Desmiolado depois de uma noite no Circo Mágico, por Alvaro Marins

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O Museu desmiolado não é a primeira incursão de Alexandre Brito no universo da poesia para crianças. Ou, como ele informa na capa de seu livro anterior, o Circo mágico, são poemas para “gente pequena, média e grande”.

Neste primeiro livro, destinado a esse público tão especial, encontramos o poeta de Visagens, Zeros e O fundo do ar e outros poemas retrabalhando, na chave do imaginário infantil, procedimentos muito comuns em seus poemas dirigidos, sobretudo, para a gente grande.

O poeta porto-alegrense é, em sua poética como um todo, um exímio esgrimista das palavras. Autor de belos haikais em Visagens, onde os recursos deste tipo poema são usados com maestria, Brito, neste livro da juventude, utilizava trocadilhos, aliterações e insights poéticos, que criavam imagens de rara beleza, encontráveis somente nos cultores brasileiros mais conhecidos desse gênero de poesia japonesa — Paulo Leminski, Olga Savary e Alice Ruiz, para ficarmos apenas nesses três.

O haicai exige grande domínio no uso desses procedimentos, mas eles precisam também ser utilizados com leveza e humor. E os livros de Brito focados nesse público de “gente pequena” são plenos dessa leveza e desse humor. Trabalhando esses elementos com fina harmonia, os seus poemas para crianças alcançam aquilo que poderíamos chamar de simplicidade inteligente. Que eu tenho certeza de que as crianças adoram. As crianças reconhecem suas próprias capacidades e ficam felizes quando adultos também reconhecem-nas.

A recusa em enxergar seus leitores menores como seres infantilizados contribuiu muito para o resultado que o poeta obtém nos poemas de Museu desmiolado. Entretanto, é preciso dizer que nesta segunda incursão de Brito na poesia para crianças seus poemas ganham um contorno diferente em seu conjunto temático.

Se em Circo mágico a graça dos poemas estava em tratar de personagens que existem na tradição circense mundial, no Museu desmiolado, Brito imagina poeticamente museus inexistentes.

No livro anterior todos os poemas tratam de personagens que podem ser encontrados em qualquer circo do mundo, do menor ao maior: o malabarista, o palhaço, o equilibrista, a mulher que engole fogo, o domador, o mágico, entre outros. Cada um deles ganhou um poema. O da mulher-borracha, por exemplo, começa assim:

a mulher-borracha
é que tem jogo de cintura

parece de látex
retorce pra lá, retorce pra cá
vira do avesso
se estica toda
que nem cobra, lombriga, minhoca
(…)

É curiosa a brincadeira que o poeta adota para a maioria desses poemas. Pode-se dizer que neles Brito brinca com as metáforas, mas, curiosamente, “desmetaforizandoas” de forma muito divertida. Explico melhor: a expressão ter jogo de cintura é uma metáfora utilizada para pessoas pouco rígidas, que são mais flexíveis, principalmente diante de situações difíceis da vida. Entretanto, no caso da mulher-borracha, isso não é uma metáfora e sim uma realidade física, corporal, visível. A mulher-borracha não é nem um pouco rígida, pelo contrário, é capaz de alcançar o máximo de flexibilidade. Nesse processo, a figura de linguagem deixa de ser retórica para ser o significante objetivo da coisa significada.

O curioso é que fazendo uso de um procedimento que, a princípio, seria despoetizante, paradoxalmente, esses poemas ganham uma inesperada e bem-humorada carga poética em virtude mesmo do jogo de palavras criado por Brito, cujos versos são de uma simplicidade quase atrevida. Vejam que o procedimento se consolida ao final do poema, quando ele fornece a seguinte informação para o leitor:

(…)
mas o namorado largou dela
diz que é muito enrolada

O mesmo recurso é utilizado em vários poemas do Circo. Reparem nesse, dedicado ao equilibrista da corda bamba. Ele começa assim:

O equilibrista
É o passista da corda bamba

E termina assim:

(…)
no carnaval
ele relaxa geral
sai na imperadores do samba
e todo mundo diz:
esse é bamba!

Para não nos alongarmos nas citações, finalizo com este pequeno poema que fala da mulher do atirador de facas, que recupera para o leitor em chave poética a atmosfera tensa desse famoso número circense:

a mulher do atirador de facas
confia no marido de olhos fechados

errar é humano
mas ela nem desconfia

Cito esses exemplos porque eles ilustram bem o procedimento poético de desmetaforização do qual falamos acima e porque eles percorrem estruturalmente todo o corpo daquele livro. Embora os recursos utilizados por Brito não se restrinjam a esse, trata-se de um aspecto interessante da obra porque, ao longo de sua leitura, o leitor aprende a regra do jogo poético proposto pelo poeta e, por conta disso, desfruta com mais prazer dos seus poemas.

O Museu desmiolado tem uma estrutura diferente. Como já dissemos antes, os poemas deste livro tratam de museus inexistentes. Dois recursos básicos sustentam a poética desse livro fascinante: o ritmo e a própria imaginação. Se fôssemos colocar em termos poundianos, sua ênfase se apoiaria nos efeitos da melopéia e da fanopéia.

Um outro detalhe interessante, que ajuda a dar consistência aos museus imaginários do poeta, é que eles são cheios de coisas. E como nos museus, as coisas adquirem uma aura de encantamento que fixa nossa atenção e dita o ritmo dos versos. No “Museu do botão”, segundo o poeta,

(…)
tem botão de camisa, de saia, de calça
de bolso, de bolsa, de gola, de gala, de alça
botão que disfarça e botão que realça

fixo, elástico, natural, poroso, reciclado
fino, chato, oval, redondo, quadrado
de tudo quanto é estilo e formato
(…)

No incrível “Museu do vento”, o procedimento é semelhante.

no museu do vento
o vento venta por todo lado
não tem como não ficar
descabelado
(…)

vento que leva, vento que trás
vento que fica e vento que indica
vento é como água da bica
depois que passa não volta mais
(…)

Como nas estantes, paredes e vitrines de um museu real, o “Museu das palavras esquecidas” apresenta-as em estrofes que guardam uma semelhança meio cômica com a literatura de cordel.

(…)
zambaio, cacófato, furibundo
umbela, gabara, monoico
ibiboca, jaguacinim, ladário
lequéssia, macanjice, uliginário

Chega a ser hilário
Pacholice, rebimboca, pachouchada
Quadrarão, iluminância, tabicada
Saçanga, talisca, patuscada
Vacatura, zafimeiro, tachonada

O poeta diverte-se junto com seus leitores, sejam eles grandes ou pequenos. E não é para menos. Nesta coletânea de poemas e museus, a imaginação corre solta e robusta, penetrando nas galerias dos mais variados tipos de museu: o “Museu do assobio”, o “Museu invertido”, o “Museu dos palíndromos”. Fico a imaginar quem irá visitar o talvez definitivo “Museu do fim do mundo”…

O escritor francês André Malraux disse em um livro chamado O museu imaginário que “O museu é um confronto de metamorfoses”. Sabemos também que a palavra museu deriva do grego e que designava o templo das musas — divindades que inspiravam a poesia, a música, a oratória, a história, a tragédia, a comédia, a dança e a astronomia. Acredito, pois, que foi a união tradicionalmente divina, que transforma a imaginação em poesia, que inspirou a criação de tantos museus imaginários neste desmiolado museu do Alexandre Brito.

Um último aspecto a ser ressaltado é que os dois livros, o Circo… e o Museu…, apresentam um projeto gráfico muito bonito e atraente, cujas ilustrações do primeiro ficaram a cargo de Eduardo Vieira da Cunha, e as do segundo contaram com o talento de Graça Lima. Nos dois casos o poema e a imagem criada pelos ilustradores compõem um harmonioso diálogo de formas, cores, significados, símbolos e versos, que resultam numa leitura muito gratificante a cada página.

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Álvaro Marins é doutor em Teoria Literária pela UFRJ e coordenador de pesquisa e inovação museal do IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus.

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Alexandre Brito nasceu em Porto Alegre. É poeta, músico e letrista. Cursou filosofia em Florianópolis e estudou música em Belo Horizonte. De volta ao Rio Grande do Sul, passa a atuar na Capital organizando eventos (Poetar – 2ª Mostra de Poesia de Porto Alegre e a 1ª Semana da Fotografia de Porto Alegre), coordenando como editor a Coleção Petit-Poa para a SMC/PMPA, e participando da Roda de Poesia no Bric da Redenção. Ainda nos anos 90 participa da Banda Os Três Poetas, e de 2002 pra cá, da Banda os poETs, que já está no seu segundo CD e prepara seu primeiro DVD. Nos anos 80, em São Paulo, é parceiro de Fred Maia na Edições Nomades. Em Porto Alegre, cria a AMEOP – ameopoema editora, com Ricardo Silvestrin, e, desde 2011, participa da Coleção Intante Estante, de Sandra Santos, como escritor e editor em língua portuguesa. Nos últimos anos, paralelamente ao trabalho adulto, vem escrevendo para crianças. Seu primeiro livro, Circo Mágico, foi selecionado pelo PNBE-MEC e adotado pela Rede de Escolas Municipais de Belo Horizonte, e Museu Desmiolado foi selecionado para o Catálogo Brasileiro da Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha –Bologna Children’s Book Fair 2012e recebeu o prêmio Prêmio Os 30 Melhores Livros Infantis do Ano – Revista Crescer – 2012. Uakti, lançado em 2011 na 57ª Feira do Livro de Porto Alegre, divide com Uiara, de Sandra Santos, a publicação vira-vira/dois-em-um da Coleção PoeMitos/Casa Verde Editora. Livros publicados: Visagens, Zeros, O fundo do ar e outros poemas, Circo Mágico (infantil), Met@língua, Museu Desmiolado (infantil), A Poesia de Alexandre Brito (e-book), Uakti (infantil).

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Os livros comentados nesta coluna podem ser adquiridos na Palavraria. Faça o seu pedido:

Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim
90420-111 – Porto Alegre – RS
Telefone 51 3268 4260
palavraria@palavraria.com.br


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