Posts Tagged ‘Luiza Silva

15
dez
14

Aconteceu na Palavraria, quinta passada, 11, Sarau de contos – poesias – músicas, com o Grupo Literário Bocas cruas, formado por Angela Gerst Ferreira, Claudia Lemos, Isabelle Fontrin, Laura Schneider, Luiza Silva e Maria Cristina Petrucci Sole e convidados.

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11, quinta, 19h: Sarau de contos – poesias – músicas, com o Grupo Literário Bocas cruas, formado por Angela Gerst Ferreira, Claudia Lemos, Isabelle Fontrin, Laura Schneider, Luiza Silva e Maria Cristina Petrucci Sole e convidados.

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Palavraria - livros c.

 

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09
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Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 11, Sarau de contos – poesias – músicas, com o Grupo Literário Bocas cruas, formado por Angela Gerst Ferreira, Claudia Lemos, Isabelle Fontrin, Laura Schneider, Luiza Silva e Maria Cristina Petrucci Sole e convidados.

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

11, quinta, 19h: Sarau de contos – poesias – músicas, com o Grupo Literário Bocas cruas, formado por Angela Gerst Ferreira, Claudia Lemos, Isabelle Fontrin, Laura Schneider, Luiza Silva e Maria Cristina Petrucci Sole e convidados.

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Palavraria - livros a

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28
set
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Aconteceu na Palavraria, neste sábado, 27, lançamento do livro Olhares Avessos, contos de Angela Gerst Ferreira, Claudia Lemos, Isabelle Fontrin, Laura Schneider, Luiza Silva e Maria Cristina Petrucci Sole

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Aconteceu neste sábado, 27, lançamento do livro Olhares Avessos, contos de Angela Gerst Ferreira, Claudia Lemos, Isabelle Fontrin, Laura Schneider, Luiza Silva e Maria Cristina Petrucci Sole

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Palavraria - livros c.

 

25
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Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 27, Olhares Avessos, contos de Angela Gerst Ferreira, Claudia Lemos, Isabelle Fontrin, Laura Schneider, Luiza Silva e Maria Cristina Petrucci Sole

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

 

27, sábado, 17h: Lançamento do livro Olhares Avessos, contos de Angela Gerst Ferreira, Claudia Lemos, Isabelle Fontrin, Laura Schneider, Luiza Silva e Maria Cristina Petrucci Sole.

olhares avessos

olhares avessos capaEm “Olhares Avessos”, está presente um caleidoscópio da vida. Seja nas narrativas regionais produzidas pela escrita telúrica de Maria Cristina; na abordagem crua de dramas humanas cosmopolitas de Isabelle; no peso das vidas solitárias retratadas por Cláudia; através de personagens conformados e sobreviventes de Angela;na visão romântica de Laura, em sua concepção poética e esperançosa; ou, seja, finalmente, no viés bem humorado e fantástico, presente nos contos da Luiza.

As autoras:

olhares avessos

 

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Palavraria - livros a.

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27
jan
13

Vai rolar na Palavraria, nesta segunda, 28/01: Clube de Leitura na Palavraria: Jacob, o mentiroso, de Jurek Becker

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clube de leitura

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28, segunda, 19h30: Clube de Leitura – debate sobre a obra Jacob, o mentiroso, de Jurek Becker, com a mediação de Luiza Silva (Cia. das Letras).

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jakob o mentirosoLançado em 1969, Jakob, o mentiroso é tido como uma das obras-primas da literatura sobre o Holocausto. No Brasil, o romance foi publicado primeiro em 1987 e aqui é apresentado em nova tradução.

O narrador é um dos únicos sobreviventes que sabem a verdade sobre Jakob Heym, um homem que se tornou herói por acaso. E foi também o acaso que preservou a vida do narrador: pelas dimensões do extermínio, pelas proporções aterradoras do Holocausto, seria mais provável que não tivesse sobrado ninguém para contar a história. Mas sobrou – e alguém que padeceu com Jakob todo tipo de aflições num gueto judeu na Polônia, durante a Segunda Guerra.

O que fez Jakob, afinal? Mentiu: forjou notícias sobre a aproximação do Exército Vermelho, os possíveis redentores. Jakob suscita uma reviravolta surpreendente no gueto. Depois de suas mentiras, nada continua igual. Mas ele é um mentiroso contrariado, sem dotes imaginativos, sem brilho; seu repertório linguístico é limitado, suas palavras são escassas, custa-lhe urdir uma mentira qualquer. E Jakob, além disso, não se caracteriza propriamente por um temperamento destemido. Sua resistência à barbárie passa longe de todo heroísmo. As mentiras que divulga nascem da piedade; nunca resultam de um pensamento bem articulado. E, no entanto, suas minguadas palavras são esperadas e ouvidas com avidez pelos habitantes do gueto – todos indefesos, acuados pela banalidade do mal. As palavras, arma impalpável, são como o pão que falta a essa gente esfaimada, e um grama delas, como diz Jakob, já lhe basta para fabricar uma tonelada de esperança. Jakob, o mentiroso poderia ser um romance lúgubre. Jurek Becker, ao narrar a vida e a morte no gueto, presentifica as crueldades cometidas, as humilhações, as expectativas, o absurdo de uma situação em que seguir vivendo já equivale a um ato de heroísmo. Mas seu olhar é distanciado, livre de condescendências e de sentimentalismo. E seu tom é moldado por um admirável bom humor. O tratamento literário de que ele reveste as atrocidades do Holocausto é, enfim, lapidar.

jurek beckerJurek Becker. Nascido em Lodz, na Polônia, passou a infância num gueto. Morou em Berlim Oriental até fins de 1976, quando foi expulso do Partido Comunista e exilou-se em Berlim Ocidental, onde morreu em 1997. Seu romance Jakob, o mentiroso deu origem a dois filmes, o primeiro rodado na Alemanha Oriental e o segundo, de 1999, nos Estados Unidos (Um sinal de esperança, com Robin Williams no papel de Jakob).

luiza silvaLuiza Silva, nascida em 15 de outubro, sempre lendo escrevendo muitas palavras, desde Porto Alegre, no RS. Participou de algumas antologias de contos.

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clube de leitura

Clube de Leitura Penguim/Companhia das Letras – Palavraria

Inscrições gratuitas

O Clube de leitura reúne, preferencialmente na primeira segunda-feira de cada mês, pessoas interessadas em ler e trocar idéias sobre obras da literatura clássica e contemporânea.

A primeira reunião foi em novembro de 2012, e discutiu o livro Terra Sonâmbula, de Mia Couto. Já foram enfocados Se um viajante numa noite de inverno (Italo Calvino) e Caixa preta (Amoz Oz).

Em cada reunião os participantes escolhem as obras a serem discutidas nos próximos encontros e os respectivos mediadores, que serão sempre alternados.  O próximo livro a ser debatido, no dia 4 de março, será Barba ensopada de sangue, de Daniel Galera, com a mediação de Hilda Simões Lopes.

Os participantes do Clube de Leitura terão um desconto de 10%, ao adquirirem na Palavraria os livros destinados à discussão.

Informações e inscrições na Palavraria

Rua Vasco da Gama, 165 – 51 3268 4260 – de segunda à sexta das 11 às 21h

ou pelo email palavraria@palavraria.com.br.

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Palavraria - livros a.

12
dez
12

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 14/12, lançamento de livros da Dulcinéia Catadora

program sem

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14, sexta, 19h: Lançamento de livros da Dulcineia Catadora: Hai-cábulos, de Andréia Laimer e Diego Petrarca; Livro varal, de Élida Tessler e Palavrarias, de Luiza Silva.

dulcinéia catadora

Dulcineia Catadora é um coletivo artístico de São Paulo, fundado em 2007, que publica obras em prosa e poesia de autores latino-americanos em edições artesanais. O projeto brasileiro é coordenado pela artista plástica Lúcia Rosa, que trabalha com catadores de papel da capital paulista. É derivado do coletivo argentino Eloísa Cartonera, criado em março do 2003 pelo artista plástico Javier Barilaro e o escritor Washington Cucurto, em Buenos Aires, iniciando suas atividades após a crise econômica que atingiu o país no final do século XX.

Os livros são elaborados artesanalmente pelos membros do grupo, em sua maioria catadoras de papelão. Pintadas e costuradas individualmente, as publicações são o eixo central do processo de criação, bem como das possibilidades de sustentabilidade, pois o coletivo está baseado em uma estratégia de geração de renda que consiste em vender os livros e repassar para as catadoras o valor de R$ 5,00 pela produção de cada exemplar.

A editora brasileira já publicou autores como Haroldo de Campos, Jorge Mautner, Douglas Diegues,[1] Marçal Aquino, João Filho, Marcelo Ariel, Alice Ruiz, Ademir Demarchi, Carlos Pessoa Rosa, Flávio Amoreira, Ricardo Domeneck, Joca Reiners Terron e Frederico Barbosa, André Carneiro, entre outros.

andréia laimer 01Andréia Laimer (Porto Alegre/RS, 1980). Escritora, formada em publicidade pela PUC-RS. Já foi vocalista e compositora de banda de rock. Cursa Letras pela UFRGS. Foi ncluída na antologia Poemas no ônibus, em 2003. Premiada no Concurso Histórias de Trabalho, em 2008 e 2009, integrou as duas antologias. Publicou no jornal Folha da Tarde, de São Paulo, cidade onde fez algumas incursões. Suas predileções literárias vão de Eduardo Galeano a Manoel de Barros, passando, com muitas escalas, por Coleridge e Ana C. Traça uma aproximação artística entre a culinária e literatura.

diego_petrarcaDiego Petrarca nasceu em Porto Alegre em 20 de março de 1980. Mestre em Teoria Literária – Escrita Criativa. Publicou três livros independentes: Nova Música Nossa (crônicas) 1998, Mesmo (poesia) 2003, Via Cinemascope (poesia) 2004, e uma edição-xeróx, Banda (poesia) 2002. Premiado em concursos literários. Integrou mais de 11 antologias por editora convencional. Publicou textos e poemas em jornais e revistas. Trabalha em projetos literários: leitura em público, produção de eventos e jornalismo literário. É professor de literatura e ministra oficinas literárias em órgãos de cultura em Porto Alegre.

élidaElida Tessler é artista plástica e professora do Departamento de Artes Visuais e do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Realizou doutorado em História da Arte Contemporânea na Université de Paris I – Panthéon-Sorbonne (França), onde residiu de 1988 a 1993. Entre 2009 e 2010, realizou o Pós-Doutorado na  EHESS-Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales e junto ao Centro de Filosofia da Arte – UFR de Philosophie – Université de Paris I- Panthéon – Sorbonne. É pesquisadora do CNPq, desenvolvendo pesquisa em torno das questões que envolvem arte e literatura, relacionando a palavra escrita à imagem visual. Foi fundadora em 1993 e coordenou até 2009, junto com Jailton Moreira, o TORREÃO, espaço de produção e pesquisa em arte contemporânea, em Porto Alegre. Mantém um grupo de pesquisa chamado .p.a.r.t.e.s.c.r.i.t.a., onde articula produção e reflexão crítica a partir de textos de artistas e da presença da palavra em produções contemporâneas de arte.

luiza silvaLuiza Silva, nascida em 15 de outubro, sempre lendo escrevendo muitas palavras, desde Porto Alegre, no RS. Participou de algumas antologias de contos.

 

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