Posts Tagged ‘O Amante Alemão

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Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 6, Roda de Leitura – O Amante Alemão: uma história de genealogias femininas – Bate-papo com Lélia Almeida. Mediação de Laura Rangel.

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Aconteceu nesta quarta, 6, Roda de Leitura – O Amante Alemão: uma história de genealogias femininasBate-papo com Lélia Almeida. Mediação de Laura Rangel. Fotos do evento.

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Palavraria - livros c.

 

04
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Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 6, das 16 às 18h: Roda de Leitura – O Amante Alemão: uma história de genealogias femininas – Bate-papo com Lélia Almeida. Mediação de Laura Rangel.

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6, quarta, das 16 às 18h: Roda de Leitura – O Amante Alemão: uma história de genealogias femininasBate-papo com Lélia Almeida. Mediação de Laura Rangel.

lélia almeida - o amante alemão 01

O trabalho de pesquisa sobre um dado histórico da cidade de Santaluz (que é Santa Cruz do Sul) – o da existência de uma epidemia de suicídios por enforcamento por trabalhadores rurais, causada pelo efeito dos agrotóxicos nas plantações do tabaco – serviram de pano de fundo social para a criação da intriga. Num outro plano simultâneo temos uma história de amor muito improvável que se desenvolve através de um triângulo nada convencional.
A articulação destas histórias é uma espécie de tributo a muitas histórias das narradoras latino-americanas a quem me filio, já que muitas delas optam por uma visão de mundo em que os nossos afetos mais profundos reverberam em escolhas, condutas e atitudes que são sempre políticas.
Além do pano de fundo social, local, a reflexão sobre as mulheres é soberana – já que esta é a minha escolha como escritora: a que questiona sobre a maneira como a nossa sociedade cria uma cultura de amor romântico para a vida das mulheres, um amor que supõe sempre o cuidado com outro, para o outro, em nome da negação negligente do cuidado mais importante para a vida de todos e das mulheres, em especial, que é o autocuidado e, portanto, o amor próprio. O tom folhetinesco se justifica pela própria necessidade da desconstrução destes mandatos que assumimos como nossos por toda uma vida, e para lembrar que sem o desmonte destas ilusões, que pode se dar através do humor, não seremos capazes de nos expressar profundamente em nossa autenticidade e nossas dúvidas mais verdadeiras.

Lélia Almeida

lélia almeidaLélia Almeida, nascida em 1962, em Sant’Ana do Livramento, é romancista, cronista, ensaísta e professora de Literatura Brasileira e Literatura Latino-Americana. Tem publicados os livros Antônia (romance, 1987), Senhora Sant’Ana (romance, 1995); 50ml de Cabochard – crônicas sobre mulher e literatura (1995); A sombra e a chama: as mulheres d’O Tempo e o Vento (ensaio, 1996); As mulheres de Bangkok (crônicas, 1997); Querido Arthur (romance, 1999) e O amante alemão (romance, 2013).

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