Posts Tagged ‘Oscar Bessi Filho

17
out
10

Aconteceu na Palavraria: lançamento dos livros de Oscar Bessi Filho e Pedro Stiehl

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Dois grandes amigos da Palavraria – Oscar Bessi Filho e Pedro Stiehl vieram de Montenegro para o lançamento, neste sábado, de seus mais recentes livros: Calibre 40, contos do Oscar, e O livro das fraquezas humanas, poemas de Pedro. Fotos do evento.

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Programação de 11 a 16 de outubro

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13, quarta, 19h: Lançamento do livro Um outro pastoreio, de Rodrigo dMart e Índio San. (Imagina Conteúdo Criativo).

Graphic novel Um Outro Pastoreio: história em quadrinhos, literatura e artes visuais para contar uma jornada de fé e de imaginação.

um outro pastoreio

Um Outro Pastoreio trata de duas jornadas. Iansã, a Deusa dos Ventos e das Tempestades, viaja ao Mundo dos Homens para resgatar Ogum, o Senhor da Guerra e da Tecnologia. Simão, um velho peregrino, parte em busca de sua fé na companhia de um menino. Mas não será uma tarefa fácil. É um tempo sombrio e desolador no qual uma horda de guerreiros invasores espalha terror e destruição. O futuro do Mundo dos Homens e dos Orixás depende do sucesso de Iansã e Simão. Eles precisam recriar a lenda de um escravo que tinha o dom de encontrar coisas perdidas, o Negrinho do Pastoreio.

Uma história brasileira e universal

É uma fábula sobre a procura da esperança e da fé. Ela trata de preconceitos, intolerâncias e de questões ambientais e, sobretudo, do poder da imaginação. É uma história original, livremente inspirada na lenda O Negrinho do Pastoreio – conhecida pela versão do escritor regionalista João Simões Lopes Neto, publicada no início do século XX.

A trama agrega também elementos da religiosidade afro-brasileira e da mitologia dos orixás. Deste modo, o projeto procura criar pontes entre a literatura, o folclore e as histórias em quadrinhos, valorizando a diversidade da cultura brasileira com uma visão contemporânea e universal.

Um Outro Pastoreio: quadrinhos, literatura e artes visuais

Indio San e dMart se debruçaram durante cinco anos na narrativa, que mescla fotografia, desenho, teatro de bonecos e ilustração digital. Um Outro Pastoreio é um trabalho no qual texto e imagem transitam entre a literatura e a arte sequencial: um diálogo que apresenta elementos tanto de um livro ilustrado quanto de uma graphic novel. A publicação é colorida, numa edição de luxo, impressa em papel pólen, capa dura e 208 páginas.

Os autores

O ilustrador Indio San é formado em design gráfico pela UFSM e trabalha no seu estúdio DsLab Laboratório de Desenhos. O roteirista Rodrigo dMart é músico e jornalista (TVErs), integra as bandas The Dancing Demons e Doidivanas.


14, quinta, 19h: Humanismo e saúde, com Maria Helena Martins e Fernando Lejderman. Da série Encontros sobre Arte, Cultura e Saúde, promoção do CELPCYRO.

Humanismo e saúde é o terceiro encontro da série Encontros sobre Arte, Cultura e Saúde, promoção do CELPCYRO que tem o objetivo de apresentar e discutir relações entre a condição humana, suas possibilidades criativas e leitoras, bem como o reflexo disso na qualidade de vida. Coordenação: Dra. Maria Helena Martins.

Filha do escritor e médico psiquiatra e psicanalista Cyro Martins, Maria Helena de Sousa Martins nasceu em Porto Alegre. Criou o CELP Cyro Martins – CELPCYRO, em 1997 e, desde então, é sua Diretora-presidente, coordena seus projetos de pesquisa, eventos, cursos, publicações e o conteúdo deste site. Lecionou na UFRGS e na USP, na qual se tornou Doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada (FFLCH). Além de docência e pesquisa universitárias, sempre gostou do convívio com saberes e fazeres extra acadêmicos. Daí sua participação em projetos como o PROLER, percorrendo o Brasil pela formação de leitores. Também vem desse gosto sua consultoria para as Secretarias de Educação e de Cultura do Município e do Estado de São Paulo, e para o Instituto Itaú Cultural. A interação de linguagens verbais e não verbais, assim como tensões, provocações e iluminação mútua entre diferentes áreas do conhecimento e artes povoam suas conjeturas e questionamentos. Cursos, seminários e oficinas que ministra são especialmente voltados para a relação do leitor com a obra, o processo de atribuição de significados ao que lê, influenciado por vivências e expectativas suas. Tudo isso tem sido carreado para o maior dos desafios de sua atividade profissional, que é dar vida e consistência aos trabalhos no CELPCYRO.

Fernando Lejderman é Médico e Psiquiatra – UFRGS, Ex-Presidente da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul.

15, sexta, 19h: Entre o campo e a cidade, sarau poético-musical nativista, com Wilson Tubino.

Um bate-papo sobre o recente CD do autor, Entre o Campo e a Cidade, com leitura de poemas e canções. Participação especial de Vladimir Tubino ao violão.

Wilson Tubino é poeta, escritor, compositor e comunicador dos meios nativistas do Rio Grande do Sul. Radialista, vem há mais de trinta e oito anos concebendo e apresentando programas nativistas em rádios gaúchas como Princesa, Sogipa FM, Liberdade FM e Rádio Rural. Atualmente apresenta os programas Na Garupa do Vento e Além do Horizonte, na Rádio FM Cultura – 107,7 e dirige o programa de televisão “Galpão Nativo” na TVE. É autor do livro Os Mistérios Ocultos do Chimarrão (Edição do autor, 2001) e co-autor, com Paulo Roberto Ferrari, do infanto-juvenil Fazenda do Tchezito (Fábrica de Leitura, 2009), além de mais quatro obras.


16, sábado, 19h: Lançamento dos livros O livro das fraquezas humanas, de Pedro Stiehl (Editora Casa Verde) e  Calibre 40, de Oscar Bessi (Editora Cataventos)

O livro das fraquezas humanas é a segunda antologia de poemas do escritor Pedro Stiehl. Stiehl nasceu em Montenegro, em 1958. Já foi pedreiro, auxiliar de contabilidade, professor de Matemática e Física e, atualmente, é bancário. Ganhou o prêmio Felippe D’Oliveira, em Santa Maria, e foi finalista do Prêmio Açorianos de Literatura em 2004 com o livro Bárbaros no Paraíso. Tem um site na internet (www.pedrostiehl.com.br) e assina uma coluna da Revista Diversa, (www.diversa.art.br).

Calibre 40:  livro de contos policiais de Oscar Bessi Filho, reúne 13 textos publicados em páginas da internet e outros premiados em concursos literários, como o Habitasul Revelação Literária, onde o autor recebeu prêmios em cinco edições. Ao estilo Rubem Fonseca, Bessi une sua experiência como policial há mais de 20 anos com sua construção literária dinâmica. Suspense, loucura, amor e morte são os temas explorados no livro, que traz, ainda, um leve tom sarcástico que tornou o escritor conhecido em obras como “O Outro Lado do Caleidoscópio” (juvenil) e “Marx não foi à Praia” (crônicas).Oscar Bessi Filho – escritor, autor de sete livros, é capitão da Brigada Militar e cronista dos jornais Correio do Povo e Ibiá. Foi vice-presidente da Associação Gaúcha de Escritores na gestão 2008/2009.

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26
nov
09

Aconteceu na Palavraria – Luís Dill autografa

Ontem, 25, uma seleta platéia prestigiou o lançamento do livro O dia em que Luca não voltou, de Luís Dill. O livro pega uma temática pesada: o desaparecimento de pessoas – no caso, o de um adolescente. Para confrontar a história de ficção com a vida como ela é, Dill convidou o capitão da Brigada Militar e também escritor Oscar Bessi Filho, que – no papel do policial experimentado na questão –  nos apresentou um detalhado testemunho de suas vivências na investigação e no resgate de pessoas desaparecidas, sequestradas e em situações do tipo.

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23
nov
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Programação de 23 a 28 de novembro

23 a 28 de novembro

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25, quarta, 19h: Lançamento do livro O dia em que Luca não voltou (Companhia das Letras), de Luís Dill. Bate-papo do autor com o escritor Oscar Bessi Filho.

Luca deveria chegar do colégio, mas isso não acontece.
Sem uma única pista, a família vai se esfacelando de dor.Um relato ficcional sobre uma história bastante real para muitas pessoas

Luca era filho único em uma família de classe média alta, vivia em um condomínio monitorado e não costumava dar trabalho — era bom aluno, craque de bola e o sonho de muitas meninas. Mas um dia Luca não voltou do colégio. Veio até o condomínio na condução de sempre, sumindo sem deixar rastro. O tempo vai passando, as notícias não chegam e a família se despedaça aos poucos.
Quem narra essa história de dor e aflição é Everaldo, filho da empregada, com doze anos quando tudo acontece, um a menos que Luca. Por meio dele, Dill fala, com muita emoção, de uma realidade terrível de nosso país — estima-se que quatro menores de doze anos desapareçam todos os dias no Brasil. E muitos são os pais que ficam sem resposta, esperando rever o filho sumido, ou pelo menos ter alguma explicação do que aconteceu. Ao final do livro, um apêndice apresenta os dados sobre crianças desaparecidas no Brasil e no mundo, indica os procedimentos a serem tomados — tanto para se evitar que algo aconteça quanto para que a busca seja a mais eficaz possível — e indica sites e números úteis.

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O porto-alegrense Luís Augusto Campello Dill nasceu em 1965. Como jornalista, atuou nos mais variados meios de comunicação (rádio, jornal, tv), e atualmente é produtor executivo da rádio fm Cultura. Já publicou mais de vinte livros — entre eles Todos contra Dante, pela Companhia das Letras —, e participou de inúmeras coletâneas. Também é colaborador de jornais e revistas, e escreve roteiros para curtas e longas metragens. Possui o site www.luisdill.com.br , através do qual troca impressões com os leitores.

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26, quinta, 19h: Lançamento do livro Mar da serenidade, de Sérgio Agra.

A serenidade interior

A saga de uma família de imigrantes italianos contada não com arquivos históricos, mas com a sensibilidade da memória e do olhar de uma menina. A investigação cuidadosa de suas reminiscências, a redescoberta da figura ao mesmo tempo distante e próxima do pai, a alegria, a agitação incessante em contraste com a nostalgia dos lugares e figuras inapagáveis da infância, a praia, o avô, os amigos, os primos.Sérgio Agra, através da sua percuciente personagem feminina reconstrói um cenário bonito, cheio de afetos e lembranças, cheio de pequenas dores e suaves revelações, da intimidade ao espanto, em torno do Chalé Grande, no litoral do Rio Grande do Sul.
Na verdade, ao costurar delicadamente engrenagens sociais já desfeitas pelo tempo, ao buscar incessantemente algo mais nos fatos simples da vida, ao não abrir mão de enxergar um sentido de humanidade em cada gesto, em cada momento, Sérgio Agra, como um navegador que singra as águas do tempo, faz, deste pequeno romance, uma definitiva trajetória de reencontro com seu próprio mar de serenidade interior. (José Fogaça)

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Sérgio Agra é advogado. Nasceu em Porto Alegre, em 28 de agosto de 1948. Foi Colaborador do Suplemento Mulher, do jornal Folha da Tarde – Cia. Jornalística Caldas Jr. Atualmente, colabora para os jornais Gazeta do Sul, de Santa Cruz do Sul, Costa do Mar&Serra, de Capão da Canoa, e Litoralmania, de Osório. Participou de diversas antologias como Prêmio Apesul Revelação Literária – 1978 – Edição do Instituto Estadual do Livro e Cia. Jornalística Caldas Jr; Contos de Oficina 14 – 1995 – Oficina de Criação Literária do Instituto de Letras da PUCRGS – EDIPUCRGS; Crônica & Cidade e Conto & Cidade – Série Autor do Dia – 43ª Feira do Livro – Câmara Rio-grandense do Livro – Associação Gaúcha dos Escritores – 1997. Recebeu várias premiações, dentre estas 1º Lugar em Crônicas – Prêmio Apesul revelação Literária – 1978.

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27, sexta, 19h: Sarau literário – Leitura de contos do livro DesAMORdaçados.

DesAMORdaçados – antologia de contos dos alunos da Oficina de Criação Literária da PUC ministrada pelo escritor e Doutor em Letras Luiz Antonio de Assis Brasil – apresenta o trabalho de treze jovens autores. Editada pela Libretos, a obra tem organização do professor Assis Brasil e prefácio da escritora Cíntia Moscovich. Clô Barcellos assina o design gráfico do livro. A ilustração de capa é de Carlos Filho.
A publicação traz três contos de cada um dos participantes, alguns oriundos do universo das letras, como Gabriela Silva e Viviane Grespan; outros da Comunicação Social – Marinella Peruzzo, Luciane Godinho da Silva, Ana Santos, Ana Kessler e Mauro Paz ou do Direito – Elisa Beylouni, Mariza Baur e Cícero Krupp da Luz. E alguns, ainda, de áreas diversas, como Juliana Eichenberg (biologia), Leonardo Wittmann (cinema) e Stela Rates (farmácia). No exercício da busca de uma dicção narrativa, todos já revelam sua personalidade literária.

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