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28
ago
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Palavraria indica: Redes de indignação e esperança, livro de Manuel Castells

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Redes de indignação e esperança: Movimentos sociais na era da internet, livro de Manuel Castells (Zahar, 2013)

À venda na Palavraria – R$ 49,90

Reserve seu exemplar – palavraria@palavraria.com.br, 3268 4260
ou venha até a loja: Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim

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RedesDeIndignacaoEEsperanca


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Recente conferencista do Fronteiras do Pensamento em Porto Alegre, em junho  (veja matéria aqui), Manuel Castells examina nesta obra os movimentos sociais que eclodiram em 2011 – como a Primavera Árabe, os Indignados na Espanha, os movimentos Occupy nos Estados Unidos – e oferece uma análise pioneira de suas características sociais inovadoras: conexão e comunicação horizontais; ocupação do espaço público urbano; criação de tempo e de espaço próprios; ausência de lideranças e de programas; aspecto ao mesmo tempo local e global. Tudo isso, observa o autor, propiciado pelo modelo da internet.

O sociólogo espanhol faz um relato dos eventos-chave dos movimentos e divulga informações importantes sobre o contexto específico das lutas. manuel castellsMapeando as atividades e práticas das diversas rebeliões, Castells sugere duas questões fundamentais: o que detonou as mobilizações de massa de 2011 pelo mundo? Como compreender essas novas formas de ação e participação política? Para ele, a resposta é simples: os movimentos começaram na internet e se disseminaram por contágio, via comunicação sem fio, mídias móveis e troca viral de imagens e conteúdos. Segundo ele, a internet criou um “espaço de autonomia” para a troca de informações e para a partilha de sentimentos coletivos de indignação e esperança – um novo modelo de participação cidadã.

Reserve seu exemplar – palavraria@palavraria.com.br, 3268 4260
ou venha até a loja: Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim

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Palavraria - livros a

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21
nov
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Palavraria indica: livros de Alain de Botton

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Conhecido mundialmente por abordar em sua obra temas ligados à vida cotidiana, tais como o amor, a arquitetura, a literatura e a religião, o filósofo suíço Alain de Botton está em Porto Alegre, nesta segunda, 21, participando do seminário internacional Fronteiras do Pensamento. A propósito,  indicamos duas recentes edições brasileiras de livros do autor.

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Em Religião para ateus, o filósofo – e ateu obstinado – Alain de Botton discute o principal erro do ateísmo moderno: negligenciar os aspectos relevantes das religiões após o descarte dos princípios centrais das fés. Embora, em um primeiro momento, a discussão a respeito da existência ou não de Deus possa ser considerada como um divertido exercício, ao observar os ritos e conceitos morais que regem as religiões, o autor propõe um passo adiante. Dissecadas, crenças, como cristianismo, judaísmo e budismo, podem ser compreendidas como arcabouços éticos estruturados por nós para atender à demanda humana de viver em comunidade, controlando sua tendência à violência, estimulando hábitos essenciais, como a compaixão e o perdão, e reconfortando mente e corpo diante do sofrimento. Com uma linguagem acessível e provocativa, Alain de Botton discute como as religiões são sábias por não esperar que lidemos sozinhos com nossas emoções e sugere como a sociedade contemporânea pode fazer uso dessas ferramentas para mitigar alguns dos males mais persistentes e negligenciados da vida secular. Ao descartar os dogmas e o sobrenatural, o autor propõe o resgate de uma sabedoria que pertence a toda humanidade, inclusive aos mais céticos.

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Em um avião percorrendo o trecho Paris-Londres, um homem e uma mulher sentam lado a lado. Um puxa conversa, o outro corresponde. E, junto à esteira de bagagens, ele já tem certeza de que está apaixonado por Chloe. Este enredo todo mundo conhece, mas o que faz de Ensaios de amor um livro único é a profundidade com que o autor analisa cada uma das emoções envolvidas num relacionamento, fazendo uso de um gênero híbrido entre narrativa e ensaio. Alain de Botton, ao lançar seu olhar de filósofo sobre os meandros do amor, produz um livro que é um convite à reflexão sobre os sentimentos muito delicados e até mesmo nebuloso, sobre os quais muitas vezes se prefere calar, como aquilo que não é dito no primeiro encontro, ou a hesitação em dizer “Eu te amo”.

A presença de Alain de Botton entre nós vem de certa forma afirmar um fato cultural já notório: a filosofia aplicada aos temas do cotidiano volta a interessar. A propósito disso lembramos que as inscrições para o Curso de Filosofia da Unisinos encerram nesta terça, 22/11, e o vestibular acontece no próximo sábado, dia 26/11. Veja informações mais detalhadas em http://bit.ly/rQKH1u.

Serviço:

Religião para ateus, Editora Intrínseca – R$ 19,90

Ensaios de amor, Rocco & L&PM Editores – R$ 16,00

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27
mar
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Palavraria indica: Três esquizos literários: Antonin Artaud, Raymond Roussel e Jean-Pierre Brisset

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Três esquizos literários – Antonin Artaud, Raymond Roussel e Jean-Pierre Brisset, de Marcos Eduardo Rocha Lima. Editora Sulina / Editora da UFRGS, 2010.

À venda na Palavraria – R$ 35,00

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ou venha até a loja: Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim

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Este livro é o resultado de uma tese de doutorado, em que o autor coloca todo seu estilo ensaístico e acadêmico num texto vibrante que contagia por seu estilo desconcertante, um estilo que, descomprometido com respostas e verdades, busca lançar as questões em um jogo de xadrez x poder e que traz aos leitores o embate da escrita, da autoria e da loucura. Os loucos dançam, os loucos cantam, os loucos escrevem. É simples assim. E é como Marcos Eduardo Rocha Lima aproxima e embaralha o que ele chama os Três Esquizos Literários. Para longe do diagnóstico que estigmatiza e do autoritarismo da razão sobre a loucura, o contato aqui com e entre Artaud, Roussel e Brisset é procedido muito mais pela festa que seus feitos escriturais suscitam. À beira dessa esquiza tríade de nomes próprios, permanecem a inspiração e a alegria da vida que só mesmo loucamente pode redundar, como diria Michel Foucault, em beleza possível.

Marcos Eduardo Rocha Lima nasceu em Goiânia. Formado em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), prosseguiu seus estudos com mestrado em Filosofia pela UFMG, mestrado em Antropologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e doutorado em Literatura pela UFSC. Atuou como professor da Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), na Cidade do México, da Fundação Mineira de Educação e Cultura (FUMEC), em Belo Horizonte/MG, e na Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), em Itajaí/SC. Atualmente, é professor adjunto do Departamento de Psicologia da UFSC e coordenador do Projeto de Extensão intitulado “Grupo de Teatro, Cinema e Terapia para Usuários do CAPS”.

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24
mar
11

Palavraria indica: Ópera – Guia ilustrado Zahar

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Ópera. Guia Ilustrado Zahar – Compositores, Sinopses, Cantores, Montagens, de Alan Riding & Leslie Dunton-Downer. Zahar, 2010.

À venda na Palavraria – R$ 64,00

Reserve seu exemplar – palavraria@palavraria.com.br, 3268 4260
ou venha até a loja: Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim

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Um guia completo que traz 165 sinopses de óperas de diversas partes do mundo; a história de 400 anos de música cênica, do Renascimento italiano aos dias de hoje; informações sobre os grandes intérpretes e fotografias deslumbrantes de centenas de encenações clássicas e modernas. E ainda revela a vida dos mestres da ópera, do início do século XVII a compositores contemporâneos e experimentais como Thomas Adès e Philip Glass.

Um panorama abrangente e elucidativo, que faz qualquer um se sentir em uma encenação de verdade.

Alan Riding é um devoto da ópera que, como correspondente de arte europeia do New York Times, já cobriu inúmeras produções operísticas em teatros de Londres a Viena, de Berlim a Milão, de Paris a Nova York.

Leslie Dunton-Downer é autora de libretos para óperas produzidas em Aspen, Nova York, Paris, Evian, Spoleto (Itália) e Moscou. Colaborou com renomados compositores, regentes, cantores e diretores da Europa, Ásia e América do Norte.

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22
mar
11

Palavraria indica: Contos, livro de Ivo Bender

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Contos, de Ivo Bender. L&PM Editores, 2010.

À venda na Palavraria – R$ 36,00

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Neste livro a realidade se coloca a serviço do fantástico e o cenário apresentado é completamente novo e, por que não, inusitado. O autor apresenta em seus contos um novo e curioso olhar sobre o Rio Grande. A temática da imigração europeia – sobretudo alemã – é grata pelo autor, já que reaviva suas memórias em São Leopoldo, interior do Rio Grande do Sul. A partir deste ponto, Bender constrói a vida dos homens e mulheres que povoaram a região.

Assim como Ítalo Calvino, Ivo Bender cria suas cidades invisíveis, conta aquilo que elas têm de mais singular para então usá-las como plano de fundo na ambientação de sua narrativa. Este detalhe é importante para entender contos como Campos de Santa Maria do Egito, Vale das Tílias, Sonora, Pedra Marcada, Brau Lopes, Espinheiros, Mercês, Aljofres e Corticeira. Todos estes relatos carregam nomes de cidades inventadas por Ivo Bender. Com estes nove contos – frutos da sua produção recente, com exceção de Campos de Santa Maria do Egito, escrito há mais de dez anos –, Bender tece um novo mapa para a geografia sulina e mostra que além de um grande dramaturgo é também um habilidoso narrador.

Ivo Bender, natural de São Leopoldo (RS), é autor de Queridíssimo canalha (1971), Quem roubou meu Anabela? (1972) e a Trilogia perversa (1988). Dramaturgo, professor aposentado do curso de Artes Dramáticas da UFRGS e é mestre e doutor em Teoria da Literatura pela PUCRS. Agraciado em 2002 com o Prêmio Açorianos de Literatura na categoria literatura dramática pela peça Mulheres Mix, este volume marca a estreia de um dos maiores dramaturgos brasileiros contemporâneos na escrita de relatos breves. Ivo já traduziu obras de Jean Racine, Emily Dickinson e Harold Pinter e encenou O Macaco e velha.

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20
mar
11

Palavraria indica: Crítica da razão criminosa, romance de Michael Gregorio

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Crítica da razão criminosa – um thriller, romance de Michael Gregorio. Planeta, 2010.

À venda na Palavraria – R$ 54,90

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ou venha até a loja: Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim

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Em seu mais famoso livro, Crítica da razão pura, Kant prova as limitações da razão humana. Mas será que há limites para a mente doentia de um serial killer? Neste thriller ambientado na Prússia da virada do século XVIII para o XIX, Michael Gregório faz a filosofia entrar na sua narrativa gótica de uma forma ao mesmo tempo precisa e surpreendente.

Michael Gregorio é o pseudónimo criado pela dupla Daniela De Gregorio e Michael G. Jacob, casados desde 1980. Vivem em Spoleto, uma pequena localidade da Úmbria, centro de Itália. Daniela é professora de Filosofia, e Michael, também professor, ensina Inglês e História da Fotografia. Crítica da Razão Criminosa é o seu primeiro romance.

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16
mar
11

Palavraria indica: Don Frutos, romance de Aldyr Garcia Schlee

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Don Frutos, romance de Aldyr Garcia Schlee. Editora ARdoTEmpo, 2010.

À venda na Palavraria – R$ 60,00

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Don Frutos é mais do que uma reinvenção dos últimos meses de vida do caudilho uruguaio Fructuoso Rivera. É o ponto final de um interesse de 45 anos.
Quando tive a ideia de fazer esse livro pela primeira vez, meu filho que hoje já fez 50 anos tinha apenas cinco – rememora o escritor.
A gênese do romance remonta à época em que Schlee, então um jovem professor de Relações Internacionais na Universidade Federal de Pelotas, começou a fazer uma pesquisa sobre as intervenções do imperialismo ibérico nas guerras de fronteira sul-americanas. No decorrer desse levantamento foi que Schlee topou com documentos comprovando uma história que já ouvira contada de boca a boca em sua cidade natal, Jaguarão: fora lá que o caudilho e político uruguaio José Fructuoso Rivera (1784 – 1854), primeiro presidente institucional do Uruguai, havia morrido. (NE: Na realidade, Rivera morreu no Uruguai, nas proximidades de Melo, a caminho de Montevidéu, depois de permancer praticamente um ano em Jaguarão, por razões de saúde e de estratégia política, conforme está narrado no livro Don Frutos).

Foi apenas no início dos anos 2000, com a ajuda de um pesquisador uruguaio, Amilcar Brum, que Schlee conseguiu se dedicar à pesquisa necessária para criar o romance – a obra está pronta desde 2007, mas suas mais de 500 páginas assustaram mais de uma editora à qual o livro foi submetido.

Uma das editoras me enviou um parecer dizendo que o livro era muito bom, mas que o custo-benefício não aconselhava a publicação – diz Schlee.

Aldyr Garcia Schlee (Jaguarão, 22/11/1934) é escritor, jornalista, tradutor, desenhista e professor universitário. Doutor em Ciências Humanas, publicou vários livros de contos e participou de antologias, de contos e de ensaios. Alguns livros seus foram primeiramente publicados no Uruguai pela editora Banda Oriental. Traduziu a importante obra Facundo, do escritor argentino Domingos Sarmiento, fez a edição crítica da obra do escritor pelotense João Simões Lopes Neto. Foi professor de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas – UFPel, por mais de trinta anos onde foi também pró-reitor de Extensão e Cultura. É torcedor do Brasil de Pelotas, clube que chegou a ser tema do conto “Empate”, publicado em “Contos de futebol”. Criou o uniforme verde e amarelo da seleção brasileira de futebol, mais conhecido como Camisa Canarinho. Recebeu duas vezes o prêmio da Bienal Nestlé de Literatura Brasileira e foi três vezes premiado com o Prêmio Açorianos. Atualmente vive em um sítio em Capão do Leão, município vizinho de Pelotas.

Obras publicadas

2009: Os limites do impossível – Contos gardelianos, Editora ARdoTEmpo
2000: Contos de Verdades, contos, Editora Mercado Aberto
1998: Linha Divisória, contos, Editora Melhoramentos
1997: Contos de Futebol, contos, Editora Mercado Aberto
1983: Contos de Sempre, contos, Editora Mercado Aberto
1991: El dia en que el papa fue a Melo, contos, Editora de la Banda Oriental (republicado em português como O Dia em que o Papa foi a Melo, Editora Mercado Aberto, 1999)
1984: Uma Terra Só, contos, Editora Melhoramentos

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