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03
mar
15

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 3, Lançamento do livro Os jovens e a rua, de Anelise Gregis Estivalet. Bate-papo e autógrafos.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

 

3, terça, 19h: Lançamento do livro Os jovens e a rua, de Anelise Gregis Estivalet. Debate: Os processos de exclusão e inclusão dos jovens nos dias atuais: uma discussão necessária, com a participação de Carlos A. Gadea Castro.

os jovens e a ruaPesquisar acerca de meninos/as que vivem nas ruas do Brasil não é uma tarefa fácil. Ao contrário, é uma proposta que trilha caminhos tortuosos e difíceis. Primeiro, porque pesquisamos sobre crianças e jovens que experimentam o abandono e a sobrevivência nas ruas. Segundo, porque uma criança ou um jovem é levado pelos contextos social e familiar a ter esse tipo de vida. Ir para a rua torna-se a última alternativa, constituindo, antes de tudo, um ato de coragem. A rua constitui-se em um espaço possível, uma estratégia de sobrevivência. Trazer à tona o discurso dos jovens em situação de rua em nossa sociedade, ou seja, dos sem-lugar, é, primeiramente, um ato libertador. Portanto, é uma forma de tentar libertar aqueles que frequentemente estão em uma situação de invisibilidade.

Anelise Gregis Estivalet é Cientista Social graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 2003. Licenciada em Ciências Sociais pela UFRGS em 2005. Mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense (2008). Doutoranda em Ciências Sociais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2014). É socióloga e atua principalmente nos seguintes temas: juventude, gênero, cidadania, violência e políticas públicas. Autora do livro Os jovens e a rua: trajetórias dos sem-lugar (Appris, 2014).

Carlos A. Gadea Castro possui Pós-doutorado pela Universidade de Miami e é Doutor em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina. Realizou estudos e pesquisas doutorais no Ibero-Amerikanischen Institutes Berlin – IAI na Alemanha e na Facultad de Ciencias Políticas y Sociales da Universidad Nacional Autónoma de México – UNAM. Possui Mestrado em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina. Recebeu o Prêmio SOBER 2000 (Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural) como melhor dissertação de mestrado em Sociologia e o Premio TEMAS de Ensayo 2001 (Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográficos, ICAIC, Havana, Cuba). Atualmente é Professor e Coordenador do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Atua principalmente nos temas: Teoria Social Contemporânea, Estudos Latino-americanos, Ações coletivas e Movimentos Sociais, Juventude e Cultura, Violência e Conflitos Urbanos e Estudos Étnico-Raciais.

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Palavraria - livros a

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02
mar
15

Programação de 2 a 7 de março de 2015

. ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

2, meu nome é vermelhosegunda, 19h: Clube de Leitura: Meu nome é vermelho, de Orhan Pamuk.

 

Meu nome é Vermelho alia narrativa policial, uma história de amor proibido e reflexões sobre as culturas do Ocidente e do Oriente. A trama se passa em Istambul, no fim do século XVI. Para comemorar o primeiro milênio da Hégira (a fuga de Maomé para Meca), o sultão encomenda um livro para demonstrar a riqueza do Império Otomano. Para provar a superioridade do mundo islâmico, porém, as imagens devem ser feitas com técnicas de perspectiva da Itália renascentista. As intenções secretas do sultão logo dão margem a especulações, desencadeando uma onda de intrigas, e um dos artistas que trabalhava no livro é assasinado. Ao mesmo tempo, desenrola-se o caso de amor entre o Negro, que voltara a Istambul após doze anos de ausência, e a bela Shekure. Construída por dezenove narradores – entre eles um cachorro, um cadáver e o pigmento cuja cor dá nome ao livro -, a história surpreende pela exuberância estilística, que reflete o encontro de duas culturas. orhan pamukOrhan Pamuk nasceu em 1952, em Istambul. Principal romancista turco da atualidade, já foi traduzido para mais de quarenta idiomas e ganhou o prêmio Nobel de literatura em 2006. Foi um dos primeiros turcos a falar abertamente sobre o massacre de armênios promovido pela Turquia no início do século XX.

. Palavraria - livros a 3, terça, 19h: Lançamento do livro Os jovens e a rua, de Anelise Gregis Estivalet. Bate-papo e autógrafos.

os jovens e a ruaPesquisar acerca de meninos/as que vivem nas ruas do Brasil não é uma tarefa fácil. Ao contrário, é uma proposta que trilha caminhos tortuosos e difíceis. Primeiro, porque pesquisamos sobre crianças e jovens que experimentam o abandono e a sobrevivência nas ruas. Segundo, porque uma criança ou um jovem é levado pelos contextos social e familiar a ter esse tipo de vida. Ir para a rua torna-se a última alternativa, constituindo, antes de tudo, um ato de coragem. A rua constitui-se em um espaço possível, uma estratégia de sobrevivência. Trazer à tona o discurso dos jovens em situação de rua em nossa sociedade, ou seja, dos sem-lugar, é, primeiramente, um ato libertador. Portanto, é uma forma de tentar libertar aqueles que frequentemente estão em uma situação de invisibilidade. Anelise Gregis Estivalet é Cientista Social graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 2003. Licenciada em Ciências Sociais pela UFRGS em 2005. Mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense (2008). Doutoranda em Ciências Sociais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2014). É socióloga e atua principalmente nos seguintes temas: juventude, gênero, cidadania, violência e políticas públicas. Autora do livro Os jovens e a rua: trajetórias dos sem-lugar (Appris, 2014).

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5, quinta, 19h: Lançamento do livro Algumas mulheres do mundo, de Chiquinha. (Mórula Editorial)

 

algumas mulheres 1.jpg Reunindo quase 200 cartuns “Algumas mulheres do mundo”, de Chiquinha, é um retrato bem-humorado do comportamento feminino. Com 192 páginas, o livro conta com prefácio da antropóloga Mirian Goldenberg, que descreve as mulheres de Chiquinha como “extremamente irreverentes e dramaticamente insatisfeitas” e que elas “ensinam que rir de si mesmas é fundamental para quebrar clichês, tabus e estereótipos”. Laerte Coutinho, que assina a quarta capa, lembra ainda que os desenhos de Chiquinha representam “nossa busca por equilíbrio entre o grotesco e o gracioso, o patético e o encantador, o terror do fracasso e a esperança de um empate honroso”. CHIQUINHAChiquinha: Gaúcha de Porto Alegre, Fabiane Bento Langona é autora de quadrinhos, cartunista, e jornalista. Publicou pela primeira vez em mídia impressa em 2005, na sessão “Abre Alas” do Jornal do Brasil e desde então não parou mais. Teve seus desenhos publicados nas revistas Mad, F. Humor, Eca Magazine, Ragú, Caros Amigos, Imprensa, Vip, Gloss, Bravo!, Mundo Estranho, na eslovena Stripburguer (onde representou o Brasil em edição comemorativa ao 13th City of Women International Festival of Contemporary Arts), entre outras. Publicou  em 2011 a história em quadrinhos Uma patada com carinho.

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7, sábado, 18h: Isabel Nogueira e convidados: vestígios violeta e story telling em homenagem ao dia da mulher. Participam: Gilberto Oliveira, Davi Covalesky, Luciano Zanatta, Gabriel Gottardo, Roberto Steyer. Histórias inéditas de monique revillion, em recriação ficcional sobre as compositoras interpretadas. Direção cênica de Luciana Eboli.

 

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22
ago
09

O sexto aniversário da Palavraria

Na manhã do dia 19 de agosto de 2003, os transeuntes da Vasco da Gama que vinham da Felipe Camarão em direção à Fernandes Vieira – e vice-versa – se surpreendiam com uma nova loja cuja vitrina anunciava livros aos passantes. Muitos paravam, espiavam pela vitrina ou pelo vidro da porta. Outros, um tanto mais curiosos, entravam e, com olhares entre interrogativos e exclamativos, enquanto satisfaziam sua curiosidade, iam logo experimentando o novo espaço que a eles se oferecia: inquiriam as estantes, escolhiam livros e os levavam para as mesas,  saboreavam o aroma penetrante do café, perguntavam aos atendentes. Assim, informalmente, a Palavraria – Livraria-Café abria suas portas para o público portoalegrense.

PALAVRARIA INAUGURAÇÃO_37Três dias e muito boca-a-boca depois, na noite do dia 22, mais de cem pessoas se reuniam no modesto espaço da livraria para a sua inauguração oficial. Ali estava, para apadrinhar e apresentar à cidade o espaço cultural da Palavraria, ninguém menos do que o sociólogo Emir Sader, que naquela noite lançava no Rio Grande do Sul seu livro A vingança da história. Naquela noite prometíamos para a cidade mais que uma livraria. Anunciávamos, então, uma nova cena cultural onde os escritores – especialmente aqueles que se aventuravam nas suas primeiras publicações, mas sem descuidar dos já estabelecidos – encontrariam um espaço privilegiado de onde ampliar o diálogo entre si e com o público leitor.

Hoje, milhares de cafés e centenas de eventos literários depois, registramos a passagem do sexto aniversário da Palavraria. Podemos dizer que o que prometíamos vem se cumprindo. O que de importante se faz na cultura literária de Porto Alegre têm passado pela Palavraria: foram seis anos de lançamentos de livros, de debates, de cursos, de oficinas, de leituras e performances que tiveram sempre no livro e no seu autor o centro das atenções. Uma boa centena de novos autores – muitos hoje já com lugar garantido nas letras gaúchas e brasileiras – lançaram aqui seus primeiros livros.

PEREIO001Grandes nomes da cultura brasileira e de outros países marcaram sua passagem pela cena cultural gaúcha com sua presença na Palavraria. Sobretudo, fizemos ao longo desses seis anos muitos amigos. Entre os tantos autores que nos emprestam seu prestígio, os parceiros que produzem eventos conosco e os clientes que nos mantém, orgulhamo-nos de ter com todos a mais fraterna das relações. Mais do que comercializar livros e cafés, temos fecundado amizades que, acreditamos, muito contribuem para fortalecer a cultura do Rio Grande.

Este registro emocionado que fazemos aqui signifique acima de tudo um agradecimento a todos que têm contribuído para que a Palavraria possa representar seu papel na cultura gaúcha. Comercializar livros não é o melhor dos negócios, sabem todos. E por isso importa-nos neste momento agradecer especialmente àqueles que, demonstrando sua confiança e preferência nos têm ajudado a manter a linha: aos autores, produtores culturais, fornecedores, clientes – sobretudo esses últimos – nossa sincera gratidão. E um convite a que nos continuem honrando com a preferência.

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A atual equipe da Palavraria: Carlos, Igor, Cíntia, Carla e Luiz Heron




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