Posts Tagged ‘Paulo Scott

17
maio
16

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 19, FestiPoa 2016

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b

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19, quinta, a partir das 18h30: FestiPoa 2016 na Palavraria

18h30: Mes19-5 eliane marques@mauricio oliveiraa 1 – Um teto todo nosso: as escritoras e os espaços literários, com Júlia Dantas, Cíntia Moscovich e Eliane Marques. Mediação: Priscila Pasko
– Leituras: Eliana Guedes. 

20h: Mesa 2 – Encontro com Paulo Scott e Elvira Vigna. Mediação: Moema Vilela

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Palavraria - livros a.

 

 

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13
ago
14

Aconteceu na Palavraria, nesta terça, 12, Lançamento do livro Mesmo sem dinheiro comprei um esqueite novo, poemas de Paulo Scott. Bate-papo do autor com Cristiane Cubas, Diego Grando e Pedro Gonzaga

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aconteceu

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12, terça, 19h: Lançamento do livro Mesmo sem dinheiro comprei um esqueite novo, poemas de Paulo Scott. Bate-papo do autor com Cristiane Cubas, Diego Grando e Pedro Gonzaga. (Cia das Letras)

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paulo scott 01paulo scott 02.

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Palavraria - livros c.

 

11
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Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 12, Lançamento do livro Mesmo sem dinheiro comprei um esqueite novo, poemas de Paulo Scott. Bate-papo do autor com Cristiane Cubas, Diego Grando e Pedro Gonzaga.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

12, terça, 19h: Lançamento do livro Mesmo sem dinheiro comprei um esqueite novo, poemas de Paulo Scott. Bate-papo do autor com Cristiane Cubas, Diego Grando e Pedro Gonzaga. (Cia das Letras)

Mesmo sem dinheiro_POA

Paulo Scott é um dos nomes mais originais da poesia brasileira nos dias atuais. Seus versos, burilados de uma forma que parece ter surgido com facilidade – um verdadeiro feito -, se aproximam da ficção ao apresentarem histórias e episódios sobre amores perdidos e recém-adquiridos, derrocadas da vida, a violência nas relações humanas, a busca pelo sublime no cotidiano e o dia a dia de um escritor no Brasil.
Nada mais atual, ainda mais para um poeta que também escreve romances. Tal como o chileno Roberto Bolaño, que atacava na prosa e na poesia, Scott deixa a energia da ficção ingressar nos seus versos. Assim, a força narrativa dos poemas permite que os leiamos como se fossem pequenos contos, e se espraia pelos temas tratados – em forma de busca do escritor por uma personalidade genuína e não apenas uma “encenação” para a mídia e as redes sociais -, únicos em nosso panorama. Isso, claro, sem dar as costas para a nossa melhor tradição literária.
Ou, como diz com grande pertinência o poeta e tradutor Paulo Henriques Britto: “Neste livro, Paulo Scott deixa bem claro ter plena consciência do que se exige de sua geração, surgida num momento em que, pela primeira vez, após bem mais de meio século, cada poeta tem de construir sua linguagem a partir de um legado diversificado e acachapante, sem as rotas de percurso alternativas que balizaram, para o bem e para o mal, aqueles que os antecederam”.

paulo scottPaulo Scott nasceu em Porto Alegre, em 1966, e mora no Rio de Janeiro desde 2008. É autor dos romances Voláteis (Objetiva), Habitante irreal (Alfaguara), livro ganhador do Prêmio Fundação Biblioteca Nacional 2012, concluído com o apoio da Bolsa Petrobras de Criação Literária 2010 e Ythaca Road (Cia das Letras); do volume de contos Ainda orangotangos (Bertrand Brasil), adaptado para o cinema por Gustavo Spolidoro no longa-metragem de mesmo título que venceu o 13o Festival de Cinema de Milão, e do livro de poemas A timidez do monstro (Objetiva).

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Palavraria - livros a.

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21
jul
14

Vem aí, em agosto, na Palavraria: Escrita e estrutura da novela e do romance – Curso/oficina com o escritor Paulo Scott. Inscrições abertas

Cursos 2014

 

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Escrita e estrutura da novela e do romance

Curso/oficina por Paulo Scott

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De 11 (segunda) a 15 (sexta) de agosto de 2014, das 10h30 às 12h30

Valor: R$ 350,00

O curso de desenvolverá em cinco encontros de três horas cada, abrangendo exposição de conceitos, apresentação de reflexões resultantes do processo criativo do autor e da sua experiência no processo de edição e publicação dos seus livros, atividades práticas, leitura crítica do material produzido pelos alunos – sempre considerando o cenário reflexo do que vem sendo denominada a nova literatura brasileira contemporânea.

Vagas limitadas

Informações e inscrições:
Palavraria Livros – Rua Vasco da Gama, 165, Bom Fim – Porto Alegre – RS
51 32684260

paulo scottPaulo Scott, escritor brasileiro, natural de Porto Alegre, atualmente morando no Rio de Janeiro. Seu livro de estreia foi “Histórias curtas para domesticar as paixões dos anjos e atenuar os sofrimentos dos monstros”, lançado em 2001, sob o pseudônimo de Elrodris. Em 2004, o autor foi um dos três finalistas do Prêmio Açorianos de Literatura com o livro de contos “Ainda orangotangos”, publicado em 2003, adaptado posteriormente para o cinema pelo gaúcho Gustavo Spolidoro, longa-metragem vencedor do 13º Festival de Cinema de Milão. Em 2005, publicou o romance “Voláteis”, livro com o qual ganhou o prêmio Autor Revelação do Ano de 2005 – Prêmio Câmara Rio-Grandense do Livro / Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Em 2006, publicou os livros de poesia “A timidez do monstro” e “Senhor escuridão”. Em 2010, foi contemplado com a Bolsa Petrobrás de Criação Literária para conclusão do romance “Habitante irreal”, lançado no final de 2011 (livro vencedor do Prêmio da Fundação Biblioteca Nacional 2012). Em 2013, lançou o romance “Ithaca Road”, que faz parte do Projeto Amores Expressos, realizado pela produtora RT Features e pela editora Companhia das Letras, projeto que o levou a Sydney, na Austrália, em janeiro de 2008.

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Palavraria - livros a.

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21
jun
13

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 25, lançamento do livro Ithaca road, romance de Paulo Scott

program sem

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25, terça, 19h: Lançamento do livro Ithaca road, romance de Paulo Scott (Editora Cia das Letras).

ithaca road capaChamada às pressas pelo irmão mais velho para tomar o seu lugar na condução do Paddington Sour, um bar-restaurante situado numa das mais badaladas ruas de Sydney, Narelle chega da Irlanda depois de anos de ausência, sendo imediatamente absorvida por uma realidade familiar e desafiadora.
Para essa neozelandesa mestiça de maori com europeu, o retorno inusitado à cidade forçará um inevitável acerto de contas com o passado. A começar pelo irmão, que parece ter fugido do país para evitar as consequências de um complicado processo de falência. Enquanto cruza o tortuoso mundo dos burocratas e advogados, Narelle tenta acalmar os ânimos de funcionários e fornecedores do bar-restaurante, de modo a evitar que o seu funcionamento seja interrompido.

Seu namorado, um jornalista investigativo idealista, está no Brasil cobrindo uma história de crimes relacionados à extração de minério de ferro. Conforme procura dar conta de um impasse no relacionamento cada vez mais à distância, Narelle também precisa negociar com antigos afetos que ressurgem, como até então nunca havia ocorrido.

É nesse cenário conturbado que ela vai conhecer Anna, uma garota misteriosa que passa os dias desenhando no parque. Narelle sofre de psoríase, e a aspereza e a sensibilidade extrema de sua pele parecem por vezes reproduzir sua relação com o mundo. Nesse encontro inesperado com a menina que parece nunca sair de seu próprio mundo, a protagonista descobrirá uma nova mediação entre si e tudo que deixou para trás quando resolveu abandonar uma vida regular na Austrália. A partir da relação tênue e frágil desses dois personagens, Paulo Scott, uma das vozes mais vigorosas e originais da atual ficção brasileira, constrói uma delicada história de amor e companheirismo, de escolhas definitivas e coragem, e ainda assim tão imprevisível e verdadeira quanto qualquer paixão.

paulo scottPaulo Scott nasceu em Porto Alegre, em 1966, e mora no Rio de Janeiro desde 2008. É autor dos romances Voláteis (Objetiva) e Habitante irreal (Alfaguara), livro ganhador do Prêmio Fundação Biblioteca Nacional 2012, concluído com o apoio da Bolsa Petrobras de Criação Literária 2010; do volume de contos Ainda orangotangos (Bertrand Brasil), adaptado para o cinema por Gustavo Spolidoro no longa-metragem de mesmo título que venceu o 13o Festival de Cinema de Milão, e do livro de poemas A timidez do monstro (Objetiva).

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26
fev
12

A crônica de Ademir Furtado: Literatura real

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Literatura real, por Ademir Furtado

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As relações entre literatura e realidade são tão antigas quanto a arte de narrar. Para uma corrente dos estudos literários influenciada pela poética clássica, o objeto privilegiado da literatura é a realidade. A literatura, portanto, seria uma imitação do mundo real. Depois, com o desenvolvimento dos estudos sobre a linguagem, o conceito de real foi questionado e denunciado como mera representação que depende do ponto de vista, uma construção retórica com muita influência da subjetividade. Entretanto, a desconfiança do status de real não destruiu de maneira definitiva alguns elementos fundamentais da arte literária, entre eles o personagem. E a menos que se trate de alguma experimentação bizarra, o personagem será sempre um ser humano.  O problema é que um ser humano não vive sozinho no planeta. Ele precisa de interação com outros da mesma espécie, o que resulta na existência de conflitos, outro elemento que nem as experiências mais extravagantes da literatura moderna conseguiram abolir. Acrescente-se que os conflitos se estabelecem porque as pessoas precisam agir para se manterem vivas. Então, existe um objeto que pode ser definido, sem nenhuma hesitação, como real: as ações humanas. Motivos e significações de uma atitude podem ser questionados, mas não há como duvidar do caráter real de uma ação ocorrida num determinado local e num momento do tempo. Já é um começo.

E aqui retornamos ao princípio de tudo. Aristóteles, na Poética, afirma que as ações humanas são o objeto privilegiado da narrativa, pois é pela ação, e não pelo caráter, que o indivíduo determina sua boa ou má sorte. Ora, uma ação humana sempre produz uma conseqüência, que gera um acontecimento, que vira história.

Tantas divagações com pretensão de filosofia surgiram com a leitura do livro Habitante irreal, de Paulo Scott. Obra publicada no final de 2011, já teve resenha no Caderno Cultura da Zero Hora, na revista Bravo, e foi matéria de capa do jornal Rascunho, só para citar os que eu li. Essa grande divulgação na imprensa já demonstrou o valor da obra e ressaltou suas principais características, o que me isenta de discorrer sobre detalhes da narrativa. Minha intenção é apenas assinalar um aspecto que, na minha opinião, constitui um dos maiores méritos do livro – não o único, com certeza.  O fato de abordar a história recente do Brasil. Não sei porquê, –  e isso é algo que merece uma investigação mais profunda, –  a literatura brasileira, e principalmente a do Rio Grande do Sul, não se ocupa muito da história atual do Brasil. Com a ressalva de que eu posso estar desatualizado, um caso raro nos últimos anos aqui nos pampas é o romance Quem faz gemer a terra, de Charles Kiefer, que a partir de um episódio policial ocorrido em Porto Alegre, mostrou sua visão do Movimento dos Sem Terra. No mais das vezes, a história só aparece na literatura como um passado distante, sem nenhuma ligação com o presente, um recorte isolado numa linha de tempo, esterilizado por convenções literárias, um passado sobre o qual é muito fácil se posicionar, pois já teve sua dimensão definida e consolidada pelo mundo acadêmico.

Nesse contexto, o livro de Paulo Scott aparece como uma provocação. Se é verdade que a arte re-apresenta a realidade, quantos brasileiros desiludidos com antigas utopias não encontram no Paulo-personagem o eco da própria decepção? E quantos não verão em Donato uma cópia da geração de jovens contemporâneos carentes de representação legal, abandonados por lideranças políticas de outrora, hoje tão ocupadas nas disputas de cargos e poder.

Há quem diga que a literatura possui um conhecimento próprio, que só ela consegue transmitir. E aqui voltamos mais uma vez a Aristóteles quando ele afirma que “nós contemplamos com prazer as imagens mais exatas daquelas mesmas coisas que olhamos com repugnância”. Talvez a realidade atual seja por demais complexa, cruel e cansativa para ser enfrentada sem temores. Por isso, a importância de escritores que, como alternativa ao mero entretenimento livresco, ousam abordar as trajetórias humanas assim como elas ocorrem na vida das pessoas reais do presente. A literatura assim é mais viva, mais real.

Ademir Furtado é autor do romance Se eu olhar para trás (Dublinense, 2011). Escreve no blog http://prosaredo.blogspot.com

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11
jul
11

Vai rolar na Palavraria, nesta terça, 12

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12, terça, 19h: Lançamento do livro Geração zero zero, antologia de contos organizada por Nelson de Oliveira (Editora Língua Geral)

O melhor da ficção brasileira do século 21

Dez anos após a publicação do primeiro volume de narrativas da Geração 90, que marcou época e provocou exaltados debates na ocasião de seu lançamento, Nelson de Oliveira volta à carga como organizador de uma nova seleta de contos, desta vez de autores revelados na primeira década do século 21.

Ao contrário da maior parte das antologias, que via de regra reúnem textos já consagrados pelo tempo, a seleção aqui realizada apresenta uma proposta diferente: não a de reunir os melhores contos, mas sim os melhores autores. Mesmo propósito, aliás, das antologias da Geração 90, em que se deram a conhecer mais amplamente ou firmaram reputação autores como Marçal Aquino, Marcelino Freire, Luiz Ruffato, Rubens Figueiredo, André Sant’Anna e Joca Reiners Terron, entre outros.

Para chegar à seleção final dos autores aqui reunidos, Nelson de Oliveira passou três anos imerso em pesquisas. Do contingente inicial de cento e cinquenta ficcionistas examinados, chegou, após sucessivas triagens, aos vinte e um que o leitor aqui encontra.

As narrativas deste Geração Zero Zero — todas inéditas, à exceção das crônicas

de Lourenço Mutarelli, publicadas em seu blogue — devem funcionar como um

aperitivo, um estimulante, um chamado à aventura. Mas para conhecer melhor os seus autores, para perceber a real e fascinante dimensão de sua prosa, será preciso que o leitor siga em frente e mergulhe nos livros que eles publicaram.

É justamente isso que pretendemos: oferecer aos leitores uma porta aberta para o que de melhor vem sendo feito na literatura brasileira deste início de século.

Para textos de que eles possivelmente irão gostar, mas ainda não sabem que existem. Boa literatura, em diversidade e profusão.

 

Contos inéditos de Flávio Viegas Amoreira, Marcelo Benvenutti, João Filho, Whisner Fraga, Andréa del Fuego, Daniel Galera, Marne Lúcio Guedes, Maria Alzira Brum Lemos, Ana Paula Maia, Tony Monti, Lourenço Mutarelli, Santiago Nazarian, José Rezende Jr., Sidney Rocha, Carola Saavedra, Paulo Sandrini, Walther Moreira Santos, Carlos Henrique Schroeder, Paulo Scott, Veronica Stigger e Lima Trindade.

 

SOBRE O ORGANIZADOR

Nelson de Oliveira nasceu em 1966, em Guaíra (SP). Escritor e doutor em Letras pela USP, publicou mais de vinte livros, entre eles Poeira: demônios e maldições (romance, 2009), A oficina do escritor (ensaios, 2008), Ódio sustenido (contos, 2007), A maldição do macho (romance, 2002, publicado também em Portugal) e O filho do Crucificado (contos, 2001, também lançado no México). Em 2001 organizou a antologia Geração 90: manuscritos de computador e, em 2003, Geração 90: os transgressores, com os melhores prosadores brasileiros surgidos no final do século 20. Dos prêmios que recebeu destacam-se o da Fundação Biblioteca Nacional (2007), duas vezes o da Associação Paulista de Críticos de Arte (2001 e 2003), o da Fundação Cultural da Bahia (1996) e o Casa de las Américas, também duas vezes (1995 e 2011).




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