Posts Tagged ‘programação da palavraria

25
fev
15

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 25, Lançamento do livro Iracundo, de Marcelo Damaso.

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

25, quarta, 19h: Lançamento do livro Iracundo, de Marcelo Damaso.

Romance de formação, “Iracundo” retrata fielmente o vazio e o salto no escuro de jovens que saem da faculdade e entre a internet (onde encontram respostas às suas indagações e a realidade de empregos mal pagos), monotonia e falta de melhores horizontes, resolvem cair fora. A aventura, o easy rider, tudo é novidade, excitação, ser dono do próprio nariz, até a grana minguar. O que virá depois?

Tenho uma camisa onde está escrito “Inquieto”. Cabe muito bem em Marcelo Damaso, jornalista, produtor cultural, integrante de banda de rock. Nunca está satisfeito. É preciso provar de um tudo. Pedra rolante que não cria limo. Vai à frente como aquele flautista. Atrás, vamos todos nós, os inquietos. Tão fácil ter aquele emprego garantido, balada no finde, brejas à rodo, ficantes. Mário (personagem central de Iracundo) quer mais, muito mais. E vamos com ele, em “Iracundo”, convivendo, torcendo, argumentando em seu “on the road”, querendo sempre mais. A aventura de viver de verdade, pra valer, sentir o vento no rosto, descabelando, yeah! Nós os inquietos. Já queremos mais. (Edyr Augusto Proença)

Marcelo Damaso - FOTO DE ANA CLARA MATOSMarcelo Damaso é jornalista e produtor cultural. Foi editor de cadernos de cultura, polícia e esportes na grande imprensa de Belém. É um dos donos da Se Rasgum Produções, que realiza o Festival Se Rasgum desde 2006. Editou a revista bilíngue Seleta – a música da Amazônia e criou o blog cartasuruguaias.com.br em 2008, quando passou alguns meses em Montevidéu escrevendo Iracundo, seu primeiro romance. Damaso nasceu em 1978 e mora em Belém do Pará.

 

 

 

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21
dez
14

Vai rolar na Palavraria, nesta segunda, 22, Lançamento do livro Do moço do anel às coisas do azeite: um estudo sobre as práticas terapêuticas no candomblé, de Marieta Reis.

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22, segunda, 19h: Lançamento do livro Do moço do anel às coisas do azeite: um estudo sobre as práticas terapêuticas no candomblé, de Marieta Reis.

marietaO livro “Do moço do anel às coisas do azeite: um estudo sobre as práticas terapêuticas no candomblé”, de autoria da socióloga e mestre em Saúde Coletiva, Marieta Reis, que será lançado pela Editora Kawo-Kabiyesile, é fruto do seu trabalho de campo dentro do Terreiro Ilê Axé Odé Yeyê Ibomin, iniciado no ano de 2010 e finalizado em 2012, que traz um diálogo sobre alguns elementos associados às práticas terapêuticas no Candomblé.

Com o uso da expressão “Do moço do anel às coisas do azeite”, Marieta Reis buscou fazer alusão às práticas Marieta Reisterapêuticas adotadas tanto pela medicina convencional, representada pela figura do moço do anel (o médico), quanto pela medicina alternativa, simbolizada pelo azeite (substância utilizada em vários rituais dentro do candomblé), no intuito de referenciar o debate que há em sua obra acerca das concepções sobre corpo e saúde disseminadas em nossa sociedade que, muitas vezes, valorizam a medicina convencional e negam o poder de cura da medicina alternativa. Junto com isso, a discussão acaba tocando na diferença entre a visão de corpo e saúde no candomblé e na medicina convencional.

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15
dez
14

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 18, Lançamento dos livros Crimes da fronteira – A criminalidade na fronteira meridional do Brasil, de Mariana Flores da Cunha Thompson Flores e O horizonte da província – A república Rio-Grandense e os caudilhos do rio da Prata, de Cesar Augusto Barcellos Guazzelli

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18, quinta, 19h: Lançamento dos livros Crimes da fronteira – A criminalidade na fronteira meridional do Brasil, de Mariana Flores da Cunha Thompson Flores e O horizonte da província – A república Rio-Grandense e os caudilhos do rio da Prata, de Cesar Augusto Barcellos Guazzelli

Capa Thompson crimes

Mariana Flores da Cunha Thompson Flores é doutora em História. Atualmente leciona na Universidade Federal de Pelotas, no Instituto de Ciências Humanas – Departamento de História e Antropologia. Tem trabalhos publicados em diversas revistas e publicações do Brasil e do exterior.

Capa Guazzelli o horizonteCesar Augusto Barcellos Guazzelli é professor de História da UFRGS. Dedica-se as áreas de História da América Latina, Teoria e Metodologia, História e Literatura e História Social do Futebol. Foi orientador da primeira tese no Rio Grande do Sul sobre História e Futebol, e desde 2005 ministra a disciplina de História Social do Futebol na UFRGS. Também tem se dedicado a trabalhos relacionados a área Cinema-História. Publicou mais de 14 livros e 31 artigos em periódicos especializados.

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11
dez
14

Vai rolar na Palavraria, neste sábado, 13, Lançamento do livro O menino das palavras, de Anna Claudia Ramos. Bate-papo da autora com Ana Paula Cecato e Denise Schmitz

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13, sábado, 16h: Lançamento do livro O menino das palavras, de Anna Claudia Ramos (Editora Galpãozinho). Bate-papo da autora com Ana Paula Cecato e Denise Schmitz

o menino das palavras

 

O menino das palavras conta a história de Aldo, um menino animado que falava sem parar, o tempo todo. Esse comportamento trazia problemas a Aldo na escola e ele vivia ganhando broncas. Como resposta às reclamações que recebia, dizia que a culpa era das palavras mesmo: elas ‘saíam’ da sua boca quando a abria! Um dia Aldo conhece Maria, uma menina muito diferente de todas as crianças que ele conhecia. Uma menina especial que vai deixar a vida de Aldo muito diferente! Ele começará a falar de uma maneira nova. Leia o livro e descubra como será!

anna-claudia-ramosAnna Claudia Ramos nasceu em 28/06/1966 no Rio de Janeiro, onde mora até hoje. Graduada em Letras pela PUC/Rio e mestre em Ciência da Literatura pela UFRJ. Estreou na literatura em 1992 com o livro juvenil Pra onde vão os dias que passam? (ilustrações de Rui de Oliveira e 4ª capa de Ana Maria Machado). Esse livro foi finalista do Prêmio Autor Revelação FNLIJ/1992 e traduzido na Bulgária; no momento está sem editora. Seus livros são selecionados para o Acervo Básico da FNLIJ e para o Catálogo da Feira de Bolonha. Já recebeu o selo Altamente Recomendável, da FNLIJ, e o Prêmio Adolfo Aizem, da UBE. É uma das sócias do Atelier Vila das Artes, uma empresa de consultoria e produção editorial. Atualmente está de presidente da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEI-LIJ). É uma das curadoras e a mediadora do programa Leitura em Debate: a LIJ, da Biblioteca Nacional. Foi coordenadora de biblioteca escolar e professora de LIJ por muitos anos. Viaja pelo Brasil afora ministrando palestras e oficinas sobre sua experiência com leitura e como escritora e especialista em LIJ.

 

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10
dez
14

Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 12, Pocket de lançamento do CD Café Frio, com Killy Freitas.

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12, sexta, 19h: Pocket de lançamento do CD Café Frio, com Killy Freitas.

CafeFrioCapa

Antônio Skármeta e Killy Freitas se conheceram em 2012, quando o escritor foi patrono da Feira do Livro de Santa Cruz do Sul – cidade onde vive o músico. A afinidade entre o chileno – considerado um dos principais escritores contemporâneos, autor do clássico “O Carteiro e o Poeta” (1985) – e o gaúcho foi imediata. “Eu toquei violão e mostrei minhas músicas. Aí ele me deu uma letra que tinha escrito, mas que ainda não havia sido musicada”. Na mesma noite, Killy compôs a música e, no outro dia pela manhã, gravou em estúdio. Logo à tarde já entregou o CD para Skármeta. “Ele ficou impressionado com a minha determinação e achou a música linda,” conta Killy.

Foi assim que nasceu “Samba de los muertos”, a música que seria o início de um projeto que resultou em um álbum – Café Frio. Por dois anos, eles se corresponderam, trocaram poesias, referências e melodias que originaram o disco, composto por treze canções, todas com letras de Skármeta, musicadas por Killy – que assina também a produção independente e os arranjos do trabalho. As gravações foram feitas de setembro de 2012 a junho de 2014 em Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Montevideo, Santiago e Inglaterra.

“O projeto é o resultado daquele encontro”, define Killy. Com sotaque sulista e portenho, Café Frio tem influências que vão da milonga, passando por chamamé, guarânia até samba, bolero, bossa nova e jazz fusion. “A palavra que me vem em mente quando vejo o CD é amor. Porque todas as letras do Skármeta têm uma temática muito em cima do amor. E eu acho que ele gostou e se identificou com a minha maneira de fazer música, com melodias melancólicas. Uma vez, no Chile, Skármeta comentou: ‘Por isso que deu certo! As minhas letras também são melancólicas. Eu sou melancólico!’”

O trabalho conta com participações dos cantores Victor Hugo e Bianca Obino (indicada ao Prêmio Açorianos de Música 2013 nas categorias Instrumentista MPB e Revelação), acordeonista Renato Muller, o saxofonista Pedrinho Figueiredo, o guitarrista Ricardo Vogt (da banda de Esperanza Spalding), entre outros. A arte da capa do CD foi criada especialmente para o projeto, pelo artista plástico paulista Newton Mesquita, a pedido de Skármeta.

 

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09
dez
14

Vai rolar na Palavraria, nesta quinta, 11, Sarau de contos – poesias – músicas, com o Grupo Literário Bocas cruas, formado por Angela Gerst Ferreira, Claudia Lemos, Isabelle Fontrin, Laura Schneider, Luiza Silva e Maria Cristina Petrucci Sole e convidados.

ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

11, quinta, 19h: Sarau de contos – poesias – músicas, com o Grupo Literário Bocas cruas, formado por Angela Gerst Ferreira, Claudia Lemos, Isabelle Fontrin, Laura Schneider, Luiza Silva e Maria Cristina Petrucci Sole e convidados.

bocas cruas

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07
dez
14

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 10, Lançamento do livro Assistência social e seus usuários – Entre a rebeldia e o consumo, de Marta Borba Silva

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10, quarta, 19h: Lançamento do livro Assistência social e seus usuários – Entre a rebeldia e o consumo,  de Marta Borba Silva (Editora Cortez)

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Estamos diante de um livro instigante e mobilizador, escrito com paixão pela justiça, que nos coloca frente ao usuário da Assistência Social e nos leva a levantar novas questões , tratando-se de leitura obrigatória para todos que buscam conhecer um pouco melhor a realidade das classes subalternas em relação com a Assistência Social. Como livro, interessa a todos que defendem que cabe ao Estado garantir a vida com dignidade à população, cujo direito mais universal é o da sobrevivência. Leitura imprescindível para os que buscam enfrentar e minimizar as injustiças do tempo presente pela mediação de políticas públicas.

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