Posts Tagged ‘Registros especiais



12
dez
11

Lançamento do selo Formiga Records em Porto Alegre com show musical

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Formigueiro – Lançamento do selo Formiga Records

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Após o pré lançamento ocorrido no Rio de Janeiro em novembro deste ano, o selo independente Formiga Records lança seu trabalho dia 20 de dezembro no Cult Pub, em Porto Alegre.

Formado pelos músicos Rodrigo Panassolo, Gisele De Santi, Ana Lonardi, Edu Martins e pelo proprietário do estúdio Transcedental, Leo Bracht, o selo estréia em 2012 com o lançamento dos CDs solos dos quatro artistas fundadores.

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Em Porto Alegre o show de Lançamento contará com a presença dos quatro músicos fundadores do selo, e com as participações especiais de Luiz Mauro Filho (piano Rhodes), Tuti (percussão) e Marquinhos Fê (bateria).

O repertório será composto por sambas e outras canções próprias, além de algumas releituras. Após o show, a festa continua com o comando do DJ Mause, que trará versões Remix e outras faces divertidas do som produzido neste formigueiro.

Inovando o mercado, o ingresso para o evento é composto pela aquisição de um “CD convite”, mais a doação de 1kg de alimento não perecível ou de um brinquedo. O “CD convite” contem uma faixa inédita composta em conjunto pelos Formigas e estará a venda na “Palavraria – livraria e café” a partir do dia 12/12.

E como onde há Formigueiro há açúcar, o evento recebe apoio do Armazém Cupcake que oferecerá delícias para o público na hora do show.

Lançamentos previstos para 2012:

Edu Martins – Paulista, o baixista, compositor e produtor trabalhou com artistas como Marina Lima, Pedro Mariano, João Marcello Boscoli, George Benson e Dave Liebmam.

Gisele De Santi, cantora e compositora gaúcha, foi vencedora do Prêmio Açorianos 2010 nas categorias intérprete de mpb e revelação.

Ana Lonardi – cantora e compositora gaúcha, fez shows de jazz e mpb com Paulo Dorfman e protagonizou o longa-metragem “Nervos de Aço”, com canções de Lupicinio Rodrigues.

Rodrigo Panassolo – compositor, violonista e cantor gaúcho.  Faz parte do grupo de música e sapateado Groovin`Tap e foi protagonista do espetáculo Ópera do Malandro, em Porto Alegre.

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Serviço
O que? Formigueiro – lançamento do selo Formiga Records
Quando? 20 de dezembro – terça-feira
Que horas? 21h
Onde? Cult Pub (Rua Comendador Caminha, 348)
Quanto? R$ 10 + 1 kg de alimento não perecível ou 1 brinquedo = 1 ingresso/cd com faixa inédita

Venda antecipada na Palavraria – Livraria e café
Rua Vasco Gama, 165  Porto Alegre
3268-4260 – das 11h às 21h de segunda a sábado

Apoio: Armazém Cupcake, Palavraria e GrafiServ

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21
jun
11

Miguel Nicolelis no Fronteiras do Pensamento, nesta segunda, 27

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Na próxima segunda-feira, 27 de junho, às 19h, Miguel Nicolelis, autor do livro Muito além do nosso eu, estará no Fronteiras do Pensamento, para apresentação do livro e sessão de autógrafos. A Palavraria Livros & Cafés estará presente.

LOCAL: SALÃO DE ATOS DA UFRGS – Sala II
Av. Paulo Gama, 110 – Campus Central da UFRGS
Vagas limitadas. Inscrições gratuitas pelo
telefone (51) 3019.2326 ou e-mail
convite@fronteirasdopensamento.com.br


Muito Além do nosso eu-
A nova neurociência que une cérebro e máquinas e como ela pode mudar nossas vidas. Cia das Letras.

COMPRE ANTECIPADAMENTE SEU EXEMPLAR NA PALAVRARIA
Rua Vasco da Gama, 165 – Bom Fim Telefone 3268 4260

Imagine um mundo onde as pessoas usam computador, dirigem seus carros e se comunicam entre si através do pensamento. Um mundo em que os paraplégicos podem voltar a andar e em que os males de Parkinson e Alzheimer são controlados. Parece cenário de ficção científica, mas tudo isso pode se tornar realidade. A humanidade está prestes a cruzar mais uma fronteira do conhecimento em direção à compreensão do imenso poder do cérebro, um conhecimento que poderá ser aplicado com grande proveito nas áreas de saúde e tecnologia. Em Muito além do nosso eu, o premiado e internacionalmente reconhecido neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis revela suas ideias revolucionárias sobre essa nova tecnologia. Ele nos explica como o cérebro cria o pensamento e a noção que o ser humano tem de si mesmo (o seu self) – e como isso pode ser incrementado com o auxílio de máquinas.

Este é o primeiro livro, destinado a um público leigo, a descrever com pormenores os enormes passos que a ciência vem dando para a criação das interfaces cérebro-máquina.
Nicolelis mostra como a tecnologia será capaz de transformar a sociedade humana e moldar uma nova “indústria do cérebro”, um empreendimento global com potencial de geração de trilhões de dólares. Essas interfaces, também chamadas ICMs, poderão um dia devolver a mobilidade a pacientes com paralisia grave, graças ao uso de “exoesqueletos” membranosos, que serão vestidos como uma roupa.

As descobertas de Nicolelis e sua equipe oferecem também um caminho para a cura de distúrbios neurológicos como a doença de Parkinson e o mal de Alzheimer, sem contar as fascinantes perspectivas de comunicação tátil a longa distância e de exploração do fundo do mar e do espaço. Muito além do nosso eu fala de um futuro tecnológico em que as visões catastrofistas dão lugar ao otimismo e à esperança. Essa é uma das maiores aventuras da ciência contemporânea, e Nicolelis nos proporciona uma compreensão profunda e iluminadora desse admirável mundo novo.

Miguel Nicolelis nasceu em São Paulo, em março de 1961. Formou-se em medicina (1984) e doutorou-se (1988) pela Universidade de São Paulo. Em 1989, determinado a desvendar as leis fisiológicas que regem a interação entre grandes populações de neurônios, mudou-se para os Estados Unidos. Desde 1994 está à frente de um grande laboratório na Universidade Duke, o Duke’s Center for Neuroengineering, base física das avançadas experiências com implantes de microeletrodos neurais em macacos que o tornaram conhecido no mundo todo. É também professor de neurociência na mesma universidade. Suas pesquisas foram publicadas na Nature, na Science e em inúmeras outras revistas científicas. A Scientific American o elegeu um dos vinte cientistas mais influentes do mundo. Membro das Academias de Ciências do Brasil e da França e da Pontifícia Academia das Ciências em Roma, é também fundador e Diretor Científico do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra, entidade dedicada ao fomento da pesquisa científica de ponta e ao desenvolvimento educacional e socioeconômico do Rio Grande do Norte e da região nordeste do Brasil.

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10
jun
11

Recado de São Paulo, por Lorena Martins

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queridos amigos


é frustrante, ou melhor, EXTRAVAGANTE, mas tive de cancelar o lançamento do meu livro por conta do vulcão chileno – não consegui sair de são paulo, desde ontem não há voos.
eis uma anedota para toda vida!
já fechei com a palavraria uma nova data: 15 de julho, sexta-feira. se o puyehue me der uma trégua, irei para porto beber aquela champa (que, graças à minha querida amiga angel, já estava gelada) com vocês.

é rir pra não chorar. marçal disse que se colocasse essa história num roteiro, ninguém acreditaria.
a vida real é imbatível.

obrigada pelo carinho
e até julho!

beijos
lorena

p.s 1: o livro já está disponível na palavraria 🙂
p.s 2: já comecei a ouvir coisas como: houve uma interupção de planos??
10
maio
11

A pandorga que entortou o vento, por Reginaldo Pujol Filho

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A pandorga que entortou o vento
por Reginaldo Pujol Filho

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Liz Calder de cavanhaque? Rogério Pereira dos pampas? A FestiPoa Literária, cuja quarta edição termina amanhã e que já foi responsável por trazer à Capital Laerte, Marcelino Freire e Nelson de Oliveira em eventos com entrada franca, é fruto da mente e do esforço dele

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Comparar é um bom jeito de explicar alguma coisa. Fernando Ramos, criador da Festa Literária de Porto Alegre poderia ser o Marcelino Freire do Bom Fim.

Não, tem uma diferença.

– Não escrevo, não tenho necessidade, seria forçado – diz Fernando.

Quem sabe Liz Calder de cavanhaque? Também não. Criadora da Flip, Calder foi editora na Inglaterra, vem do mundo dos livros. Fernando, 36 anos, trabalha no TRT “desde os 19, hoje no administrativo” e, a não ser que enveredasse pelo mercado editorial na adolescência – mas nessa época queria ser jogador, “era fanático, pensava na linguagem do futebol –, não é Liz Calder. Que tal Rogério Pereira dos pampas, já que, como o editor do Rascunho, há 11 anos Fernando faz um jornal literário, o Vaia? Mas Fernando não é jornalista. É formado em História, começou o Vaia de brincadeira e só seguiu porque a turma que iniciou o projeto saiu fora. Fernando não tem similar, difícil descrever. Tanto que Fabrício Carpinejar, perguntado “quem é Fernando Ramos?”, optou pela poesia “Uma pandorga que entortou o vento”.

Pandorga ou não, ele mesmo não sabe se dizer muito bem. Pergunte se é o Dono do Vaia, pai do jornal que já trouxe poesia, conto, entrevista de centenas de autores ilustres como Ferreira Gullar, ou gente sem livro publicado. “É, mas se o Vaia acabasse, não sei se faria diferença”, dirá. Cheio de indefinições, o perfil do sujeito que há quatro anos realiza a FestiPoa Literária virou investigação: quem diachos é Fernando Ramos? Quem tira dinheiro do bolso pra distribuir literatura na forma de jornais e eventos, sem receber tostão ou holofote por isso? Marcelino Freire acha que “é um teimoso, obstinado, apaixonado”. Pode ser, apaixonado por livros, embora diga que “não sou o clássico leitor, que lê desde pequeno”. Não? Como, se aos 10 anos gostou de Drummond em um jogral? Ou, adolescente, de mal com o mundo, leu um livro inteiro numa tarde?

– Foi genial, pensei “isso é interessante de fazer nos momentos ruins, de indignação, recolhimento”.

Fernando é um baita leitor. Depois do primeiro livro que “não lembro o título, não era Coleção Vagalume… era policial” e da série Para Gostar de Ler, não parou. Se entrega a João Gilberto Noll com o mesmo carinho com que lê menos famosos como o radicado no Espírito Santo, Reinaldo Menezes. A devoção à leitura – que poderia explicar – explica menos ainda a gana de estar na rua, fazendo festas literárias e saraus. Com emprego público fixo, “todos que trabalham comigo têm carro, apartamento, casa na praia”, poderia investir numa boa biblioteca e no fim do dia, pés pra cima, ler livros como Vi uma Foto de Anna Akhmátova, pro qual anda sem tempo, “leio uma página, duas, paro… a leitura tá paradassa”.

Vai demorar pra adquirir casa na praia. Ano a ano investe o imóvel na realização da FestiPoa e no jornal.

– No Vaia vai pouco, mas ano passado foram uns R$ 2 mil no evento. Este ano vai isso de novo.

Isso que a FestiPoa foi premiada no Fato Literário 2010, deixando o orçamento da festa um pouco menos simbólico em 2011. Porque se alguém pensa que ele se remunerou com os R$ 10 mil do prêmio, saibam que “Ih, já foi tudo na festa, pena não ter mais, traria mais gente”. Acreditem nele, palavra de Ricardo Silvestrin, diretor do IEL, “topa todas e não pede nada. Não quer aplauso, créditos. E realiza”.

Topa todas por quê? Editor e escritor, Rodrigo Rosp diz que “não faz por mim, por você, muito menos por ele. Faz por ela: a literatura”. Talvez sim, talvez não. Acompanhando o Fernando, a impressão é de que não tem porquês objetivos. Beira a hipongagem e chega a dizer “Se tiver envolvido com algo, é o movimento, tá valendo”. E o que é o movimento, Fernando?

– Estar fazendo qualquer coisa. Tô com uma gurizada agora na Casa de Cultura Mario Quintana (Coletivo Cabaré do Verbo). Se eu contribuir, tá bom.

– Fernando é um dos caras mais insistentes que conheço. Nos conquista com seus projetos, é conquistado por outros tantos. Mente e ouvidos abertos – diz a sócia da livraria Palavraria, Carla Osório.

O escritor Paulo Scott diz que Fernando “tem muito a ensinar à maioria dos velhos e novos escritores gaúchos; generoso, inteligente, sem esnobismo”. Foi assim e empurrado pelo tal movimento que ele criou e fez a primeira edição da FestiPoa em menos de três meses. Mas, na verdade, o que poderia receber o clichê agitador cultural (embora a calma e a fala mansa do Fernando não combinem nada com agito) parece se aproximar mesmo do que o próprio Fernando nega ser:

– Grande escritor, autor – afirma o poeta Everton Behenck. – Escreve em voz alta capítulos da nossa literatura.

E a comparação com um escritor, artista vai além. O espírito com que se dedica aos projetos equipara-se à forma como muitos artistas se entregam à arte. Questionado sobre quantas horas por dia tem trabalhado na FestiPoa, Fernando para e pensa “Horas? Por dia? Sei lá, o dia inteiro”. É fato. Durante este nosso bate-papo, teve ideias para a edição atual e as próximas. Como o escritor que, obcecado por um tema, relaciona a ele todas as experiências; ou um músico que acha a melodia que buscava em uma frase no meio de uma conversa. Da mesma forma, Fernando vive também o prazer e a dor do processo criativo.

– Prazer é beber uma cerveja, se divertir. Aqui não tem prazer como fim. Às vezes é muito chato – comenta o trabalho com a FestiPoa e o Vaia.

Mas, verdadeiro artista, desapegado de fins, segue fazendo, independentemente de promessas de satisfação.

Fernando lembra é Manoel de Barros, sua poética da inutilidade, das ignorãças. Não quer grandiosidades, resultados, posteridade. Faz por fazer e “não pra marcar. Melhorando um pouco a Vasco da Gama, a quadra da Palavraria, tá bom. O mundo tá sempre mudando, como vou ter pretensão de fazer a diferença?”, e aproxima-se mais de Barros por meio de outro poeta, “mas ainda vale a sabedoria do João Cabral: entre fazer o inútil e não fazer, faz o inútil. Não fazer é mais inútil”.

Sabedoria do poeta e do Fernando, “um Bombril” na opinião do escritor Lima Trindade. Talvez seja, fazedor de mil e uma inutilidades. Que fazem, sim, a diferença.

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Publicado no Caderno de Cultura do jornal ZH, em 07/05/2011

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Reginaldo Pujol Filho nasceu em março de 1980 em Porto Alegre e trabalha como redator publicitário. Lançou Azar do personagem (Não Editora / 2007), organizou a antologia Desacordo Ortográfico (Não Editora / 2009 – Livro do Dia / 2010) e tem contos publicados em antologias, revistas, jornais, sites e no YouTube (vídeo Querido U). Escreve com alguma regularidade no blogue Por causa dos elefantes.

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06
maio
11

Palavraria é premiada pelo portal Artistas Gaúchos

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A Palavraria foi distinguida com o prêmio destaque de Instituição Parceira do Artista, concedido pelo portal artistasgauchos.com.br.

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A premiação foi realizada durante comemoração da FestiPoa Literária 2011, no último domingo, dia 1º, no Pé Palito Bar.

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A Direção da Palavraria registra aqui seu agradecimento ao portal e aos artistas que nos honraram com seu voto.

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25
mar
11

Rocartê convida

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Dia 15 de Abril, a ROCARTÊ, acompanhada por mais duas bandas de Porto Alegre (Benjamin & Casamadre), fechará um ônibus para invadir o Popcult em Novo Hamburgo. Para explicar a jornada e motivar as pessoas a saírem da capital para assistir a três shows de rock na clássica festa FUNHOUSE, a ROCARTÊ preparou um vídeo secreto em seu Q.G.

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18
jun
10

Morre José Saramago

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Morreu nesta sexta-feira (18) em sua residência em Lanzarote, Ilhas Canárias, na Espanha, o festejado e –  também – polêmico, escritor português José Saramago, aos 87 anos. Único escritor de língua portuguesa a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura (1988), Saramago morreu às 12h30 (horário local, 7h30 em Brasília) em consequência de uma múltipla falha orgânica, após prolongada doença.

Abaixo, um pequeno exemplo do caráter polêmico do escritor, falando sobre Deus em sabatina da Folha de São Paulo.

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