Posts Tagged ‘Ricardo Silvestrin

03
ago
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Aconteceu na Palavraria, nesta sexta, 01, O mel do melhor de Wally Salomão, com Ricardo Silvestrin, Diego Petrarca, Ricardo Pavao Pereira e Thiago Pirajira. Promoção da Festipoa Revisitada/Jornal Vaia.

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Aconteceu nesta sexta, 01, O mel do melhor de Wally Salomão, bate-papo e leituras de poemas de Wally, com os poetas e músicos Ricardo Silvestrin, Diego Petrarca, Ricardo Pavao Pereira e Thiago Pirajira. Promoção da Festipoa Revisitada/Jornal Vaia.

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Palavraria - livros c.

 

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Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 01, O mel do melhor de Wally Salomão, bate-papo e leituras de poemas de Wally, com os poetas e músicos Ricardo Silvestrin, Diego Petrarca, Ricardo Pavao Pereira e Thiago Pirajira. Promoção da Festipoa Revisitada/Jornal Vaia.

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ESTA SEMANA NA PALAVRARIA b.

 

01, sexta, 19h30: O mel do melhor de Wally Salomão, bate-papo e leituras de poemas de Wally, com os poetas e músicos Ricardo Silvestrin, Diego Petrarca, Ricardo Pavao Pereira e Thiago Pirajira. Promoção da Festipoa Revisitada/Jornal Vaia.

MINISTÉRIO DA CULTURA / SECRETÁRIO / WALY SALOMÃO

Waly Dias Salomão (Jequié, 3 de setembro de 1943 – Rio de Janeiro, 5 de maio de 2003) foi um poeta brasileiro. Era filho de sírio com uma sertaneja, formou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia em 1967, mas nunca exerceu a profissão. Cursou a Escola de Teatro da mesma universidade (1963-1964) e estudou inglês na Columbia University, Nova York (1974-1975). Na década de 1960 participou do movimento tropicalista, Foi também uma figura importante da contracultura no Brasil, nos anos 1970. Atuou em diversas áreas da cultura brasileira. Seu primeiro livro foi Me segura qu’eu vou dar um troço, de 1972. Em 1997, ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro de poesia Algaravias. Seu último livro foi Pescados Vivos, publicado em 2004, após sua morte.

Foi letrista de canções de sucesso, como Vapor Barato, em parceria com Jards Macalé. Amigo do poeta Torquato Neto, editou seu único livro, Os Últimos Dias de Paupéria, lançado postumamente. Suas canções foram intérpretadas por Maria Bethânia, Caetano Veloso, Adriana Calcanhotto, Gal Costa e O Rappa, entre outros.

Nos anos 1990, Waly Salomão dirigiu dois discos da cantora carioca Cássia Eller: Veneno AntiMonotonia (1997) e Veneno Vivo (1998).

Trabalhou no Ministério da Cultura, como Secretário Nacional do Livro, na gestão de Gilberto Gil, no início de seu mandato. Uma de suas propostas era a inclusão de um livro na cesta básica dos brasileiros.

Em 2003 atuou como personagem principal no filme Gregório de Mattos, sob a direção de Ana Carolina. O filme narra a vida do poeta Gregório de Mattos, na Bahia do século XVII. Com sua obra, o poeta anuncia o perfil tenso e dividido do povo brasileiro e satiriza os poderosos da época, que passam a combatê-lo até transformar sua vida em um verdadeiro inferno.

 

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Palavraria - livros a.

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04
jul
13

Aconteceu na Palavraria, sexta passada, 28, o Sarau Centenário de Celso Gutfreind e Ricardo Silvestrin

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Aconteceu na Palavraria, sexta passada, 28, o Sarau Centenário de Celso Gutfreind e Ricardo Silvestrin – Leituras e comentários dos livros Em defesa de certa desordem, de Celso Gutfreind e Metal, de Ricardo Silvestrin. Fotos do evento.

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Palavraria - livros c.

 

26
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Vai rolar na Palavraria, nesta sexta, 28, Sarau do Centenário de Celso Gutfreind e Ricardo Silvestrin

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28, sexta, 19h: Sarau do Centenário de Celso Gutfreind e Ricardo Silvestrin – Leituras e comentários dos livros Em defesa de certa desordem, de Celso Gutfreind e Metal, de Ricardo Silvestrin. (Editora Artes e Ofícios)

Ricardo Silvestrin sobre Em defesa de certa desordem, de Celso Gutfreind:
“Experimente ler um dos livros do Celso, a começar por esse novo, e vai ver que ele está falando com você, de você e, às vezes, vai achar que é você mesmo quem está falando. Os poemas do Celso têm esse poder de ir fundo no humano, nas motivações, nas escolhas, nos encontros e desencontros, na vida e na morte”

Celso Gutfreind sobre Metal, de Ricardo Silvestrin:
“Metal é ótimo. Sei que é (…) posso não ter aprendido o tempo de um arroz, o equilíbrio de um feijão, mas sei e sinto quando a poesia expressa. É subjetivo, relativo, mas modéstia à parte percebo quando um sujeito perde a modéstia de mortal por um instante e se arvora em tentar uma arte para sempre. E o faz a seu próprio modo como o Silvestrin neste Metal que ninguém neste mundo poderia escrever no lugar dele. ”

ZH, 20/05/2013

 

Os dois livros, recentemente lançados,  fazem parte da nova coleção de poesia da editora Artes e Ofícios. Após o sarau, haverá sessão de autógrafos. Como os dois autores estão com 50 anos, o evento faz parte das comemorações do Centenário de Celso Gutfreind e Ricardo Silvestrin.

CELSO GUTFREIND 03Celso Gutfreind nasceu em Porto Alegre, em 1963. Tem vários livros publicados, entre poesias, infantis e ensaios. Participou de várias antologias no Brasil e no exterior (Argentina, Luxemburgo, Canadá) e recebeu importantes premiações como o Prêmio Nacional de Poesia Mario Quintana (1985) e os prêmios Açorianos e Henrique Bertaso para melhor livro de poemas publicado no RS em 1993. Como médico, Celso realizou especialização em Medicina Geral Comunitária e, posteriormente, em Psiquiatria e Psiquiatria Infantil. Fez doutorado e pós-doutorado em Paris, nessa área, tendo como tema de pesquisa a utilização terapêutica do conto. Atualmente, é professor de psiquiatria infantil na faculdade de Medicina e no mestrado de saúde coletiva da Universidade Luterana do Brasil e da Fundação Universitária Mário Martins. Pela Artes e Ofícios publicou o livro Grilos, finalista do Prêmio AGES Livro do Ano 2006; e A almofada que não dava tchau, finalista do Prêmio Açorianos de Literatura 2007 e vencedor do Prêmio AGES Livro do Ano 2007.

SILVESTRIN 01Ricardo Silvestrin nasceu em Porto Alegre em 1963. É formado em Letras pela UFRGS e ganhou por cinco vezes o Premio Açorianos de Literatura. É autor  de Advogado do diabo, Ex-Peri-Mental, O menos vendido, Palavra mágica, Quase eu, Bashô um santo em mim e Viagem dos olhos (poemas); Play (contos) e O videogame do rei (romance). Tem sete títulos de poesia na área da literatura infantil, entre os quais Pequenas observações sobre a vida em outros planetas e É tudo invenção. Uma de suas obras representou o Brasil na 41th Bologna Book Fair. É também ensaísta e é um dos articulistas do livro 4xBrasil, publicado pela Artes e Ofícios. Atua, ainda, no grupo musical Os poETs.

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29
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Programação da semana de 29 de agosto a 03 de setembro

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31, quarta, 18h: Lançamento do livro Trabalho e utopia na modernidade, de Suzana Albornoz (Editora Movimento).

Na era da indústria, a vida, a ciência e a moral giraram em torno do trabalho. Ao mesmo tempo, foi constante a utopia de uma sociedade que pudesse viver mais do que trabalho. O desenvolvimento da técnica nos tempos modernos, embora feito com sofrimento e exploração, acompanhou-se de rica elaboração de projetos de um mundo melhor, mais organizado, mais feliz, e ao desenvolver-se o maquinismo e a automação, de fato cresceu a possibilidade de dispensar o esforço físico, de tal modo que hoje, com o nível tecnológico alcançado pela humanidade, a jornada de trabalho de seis horas situa-se na vizinhança do real.

No entanto, continua irrealizado o sonho do trabalho prazeroso, como o do artista apaixonado por sua arte; e continua vivo o sonho com aquela realidade onde o esforço pela sobrevivência se conserve dentro de limite digno, quando os homens encontram mais tempo para o repouso, a reflexão, o movimento, o lazer, a criação, o pensamento, a convivência, a descoberta, a liberdade, enfim, tudo o que é humano e transcende a produção material.

Sendo assim, importa não esquecer as sugestões contidas nas obras dos escritores de utopias, tão presentes nos tempos modernos.

Em direção dos sonhos de reforma social, a viagem deste livro começa pela Utopia de Thomas More, na Inglaterra do século XVI; passa pela Cidade do Sol de Tommaso Campanella, na Itália do século XVII; continua pela visita às sugestões encontradas nas Considerações sobre o governo da Polônia, de Jean-Jacques Rousseau, na Europa iluminista do século XVIII; detém-se, a seguir, em O novo mundo industrial e societário de Charles Fourier, e vai terminar com o manifesto O direito à preguiça, de Paul Lafargue – esses dois últimos, na França do século XIX. Escolhidos entre os clássicos das utopias modernas, More, Campanella, Rousseau, Fourier, Lafargue, cada um em seu contexto e com suas características especiais – estes, mais políticos, aqueles, mais filosóficos, todos alvos de controvérsia –, esses cinco autores são alguns poucos nomes escolhidos como exemplos, mas são autores exemplares, entre os melhores sonhadores de novas realidades. Espera-se que a leitura de suas páginas polêmicas reavive a capacidade de imaginação, necessária para a inovação e o aperfeiçoamento das sociedades concretas.

 

01, quinta, 18h30: Lançamento do livro Fotojornalismo e Legalidade, de Cláudio Fachel.

O livro ‘Fotojornalismo e Legalidade (1961): Última Hora’, de Claudio Fachel, trata da importância da fotografia na cobertura da Campanha da Legalidade. O autor situa os fotógrafos rio-grandenses responsáveis pelo registro da Legalidade, especialmente os profissionais que atuam no jornal Última Hora e na assessoria de Imprensa do Palácio Piratini. Os fatos ocorridos entre os dias 25 de agosto e 13 de setembro de 1961 são apresentados no livro por intermédio das capas, fotografias, manchetes e páginas principais de Última Hora.

 

03, sábado, 11h: Lançamento do livro Bric da Redenção – domingos, arte, cultura e chimarrão, de Taís Gomes

 

 

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03, sábado, 19h: Pocket musical com o duo Alexandre Starosta (violino) e Davi Moreira (violão) – música instrumental clássica e popular.

Alexandre Starosta | Iniciou os estudos de violino aos quatro anos de idade, pelo método Suzuki. Na sequência, participou do Projeto Prelúdio, da UFRGS. Foi aluno de Fredi Gerling e Marcello Guerchfeld, e se graduou como bacharel em Violino, pelo Instituto de Artes da UFRGS, em 2001. Tem se apresentado em recitais em Porto Alegre e no interior do RS, com repertório para violino e piano. Mais recentemente, passou a tocar em duo com o violonista Davi Moreira, com repertório erudito e popular para esta formação. Atua profissionalmente nos primeiros violinos da Orquestra de Câmara Theatro São Pedro, em Porto Alegre, apresentando-se como solista eventualmente. É violinista efetivo também da Orquestra Filarmônica da PUCRS. Desde 2009, é professor de violino no Projeto “TIM Música nas Escolas”, e também leciona na Escola Piá-Piano, na Capital.

Davi Moreira| É Bacharel em Violão pela UFRGS, sob orientação de Daniel Wolff. Participou de cursos de Extensão Universitária com Helio Delmiro, Guinga, Abel Carlevaro (Uruguai), entre outros. Fez workshop com Paulo Belinati. Tem se apresentado juntamente com o violinista Alexandre Starosta no restaurante Flor de Maçã, no Santander Cultural, no Theatro São Pedro e no Centro Cultural Norte-Americano, em Porto Alegre. Como solista, se apresentou no Museu Joaquim José Felizardo, na Capital. Tem participado de festivais em várias cidades do Rio Grande do Sul, e de gravações com músicos e grupos, como acompanhador, arranjador e compositor. É professor de violão (erudito e popular) e guitarra elétrica na Escola Tio Zequinha e em aulas particulares.

Uma amostra do som de Alexandre e Davi: Primavera portenha, de Astor Piazzola

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23
ago
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Programação da semana de 22 a 27 de agosto

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27, sábado, 18h30: Atividades promovidas pela Associação Jovem Leitor

Bate-papo sobre Iniciativas públicas e privadas de incentivo à leitura, com a participação de Ricardo Silvestrin (Diretor do Instituto Estadual do Livro), vereadora Fernanda Melchionna (Representante da Frente Parlamentar de Incentivo à Leitura), Profa. Neiva Gomes (UNIRITTER – Experiências de leitura: projetos de extensão universitária), e mediação de Charles Kiefer.

♦ Lançamento do projeto da AJL: Arca Mágica – o livro à procura do autor

♦ Canja Musical, com as sopranos Clarice Bourscheid, Candice Mascarello e Luciana Kiefer, acompanhadas pelo pianista Rodolfo Wulfhorst.

Promoção: Associação Jovem Leitor
Presidente Honorário
: Charles Kiefer
Presidente da AJL: Ayalla Aguiar
Coordenadoras do evento: Cleonice Bourscheid e Ayalla Aguiar

O objetivo da Associação Jovem Leitor é incentivar a leitura, em qualquer idade.
Jovem é todo leitor que vivencia, no encontro com os livros, um caminho para compreender melhor o mundo e a si mesmo, descobrindo uma beleza que torna sua vida mais rica e mais interessante.


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05
dez
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Aconteceu na Palavraria: Qual é a do Issa, com os poetas Ricardo Silvestrin, Alexandre Brito e Marcos Celso Huffel Viola

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O escritor Ricardo Silvestrin voltou ontem a comandar na Palavraria o Qual é? a do Kobaiashy Issa, escritor e poeta japonês enquadrado da vez. Seus parceiros no bate-papo foram Alexandre Brito e Marcos Celso Huffel Viola. Registro especial para a presença de alunos do curso de poesia da Casa Amarela. Fotos do evento.

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03
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Vai rolar na Palavraria, 04/12: Qual é a do Issa, com os poetas Ricardo Silvestrin, Alexandre Brito e Marco Celso Huffel Viola

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04, sábado, 18h: Qual é a do Kobayashi Issa? Bate-papo sobre o mestre japonês dos haikais, com Ricardo Silvestrin, Alexandre Brito e Marco Celso Huffel Viola. Promoção do Jornal Vaia.


Ricardo Silvestrin lançou 13 livros. Os mais recentes são “O videogame do rei”, romance, “O Menos Vendido”, poesia, “Play”, contos, “Transpoemas”, infantil de poesia. É também músico da banda os poETs. É colunista do jornal Zero Hora. Apresenta na rádio Ipanema FM o programa Transmissão de Pensamento. Recebeu por 5 vezes o prêmio Açorianos de Literatura.

Alexandre Brito é poeta, músico, letrista, produtor cultural, editor da ameop — ame o poema editora. Idealizou e coordenou como editor a Coleção de poesia Petit-Poa para a Coordenação do Livro e Literatura da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, quando foi publicado Zeros. Tem poemas publicados em diversas antologias e revistas especializadas. Integrou a Banda Os Três Poetas com Ricardo Silvestrin e Ricardo Portugal.  Integra a banda os poETs com os poetas/músicos Ronald Augusto e Ricardo Silvestrin, desenvolvendo trabalho de letrista e compositor.

O poeta gaúcho Marco Celso Huffell Viola começou a imprimir e a expor seus poemas em 1969, iniciando o que a crítica denominou, mais tarde, de geração mimeógrafo. É um dos idealizadores e executores do evento literário Porto Poesia, que este ano ganhou entre nós sua quarta edição. Publicou os livros Icosaedro, O feiticeiro e a taça, O mistérios da vida, O livro negro dos bardos e seu mais recente, Poemas para ler em voz alta”, Porto Alegre: Office, 2004.  Edita os blogs Marco Celso Huffel Viola e Marco Celso Viola.

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19
abr
10

Aconteceu na palavraria: qual é a do benedetti?

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Sábado, 17, Ricardo Silvestrin, Mirna Spritzer e Dilan Camargo nos proporcionaram uma descontraída e ao mesmo tempo emocionante viagem literária ao Uruguai do escritor Mario Benedetti. Muita leitura de poema bom, muita leitura boa de poesia. Mais um grande momento dessa programação inventada pelo Silvestrin e produzida pelo Fernando Ramos – o Qual é?. Valeu, pessoal, foi muito legal de novo.

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11
abr
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Programação de 12 a 17 de abril

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12 a 17 de abril

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13, terça, 19h: Relançamento da coleção de Ficção de Polpa (Não Editora), com o debate O público e a crítica da ficção de gênero, com Carlos André Moreira e Samir Machado, mediação de Antônio Xerxenesky. Sessão de autógrafos com os autores.

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14, quarta, 19h: Conversas sobre a Idade Média: Lançamento do V Seminário de Estudos Medievais – Imagens de Joana D´Arc: Idade Média, Cultura e Representações, com a palestra Imagens de Joana D´Arc, com Cybele Crossetti de Almeida.
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O V Seminário de Estudos Medievais – Imagens de Joana d’Arc: Idade Média, Cultura e Representações terá três eixos temáticos: Joana d’Arc: a personagem histórica e o período em que viveu e suas representações posteriores, nas quais Joana e a Idade Média serão analisadas sob a perspectiva da História, da Literatura e do Cinema. Este Seminário tem como objetivos destacar a personagem histórica e suas várias representações e contribuir com debates que problematizem o uso do Cinema e da Literatura em pesquisa histórica, além de abrir espaço para a divulgação das pesquisas nestas áreas. O evento se realizará entre 12 e 16 de Julho, no prédio da Faculdade de Economia da UFRGS e contará com conferências, mesas redondas, apresentações de trabalhos e um ciclo de cinema voltado para a temática Joana d’Arc, totalizando 40h de atividades.

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http://www.gtestudosmedievais.ufrgs.br/v_encontro.htm

Cybele Crossetti de Almeida. Graduada com licenciatura e mestrado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e com doutorado em História pela Universität Bielefeld, Alemanha (2008), atualmente é professora adjunta da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de História, com ênfase em Idade Média Ocidental, atuando principalmente nos seguintes temas: história política e econômica, relações de poder, elites urbanas e grupos sociais, cultura e sociedade.

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15, quinta, 19h: Debate sobre o livro Curação – A arte de bem cuidar-se, de Denise Aerts e Christiane Ganzo, com as autoras.

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As irmãs Christiane Ganzo e Denise Aerts são responsáveis pela criação do Espaço Terapêutico Bororó25. Christiane Ganzo é psico-analista há 25 anos. Denise é médica há 27 anos e tem experiência acadêmica como educadora e pesquisadora, e também como terapeuta familiar. São autoras do livro A vida como ela é.

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16, sexta, 19h: Lançamento do livro Geração beat (L&PM), de Claudio Willer, com palestra do autor: Geração beat: misticismo e gnose

Geração Beat: Movimento literário, vanguarda artística com ramificações na música e na fotografia, a geração beat foi um sopro de ar fresco na cultura norte-americana dos anos 50. Manifestou-se por meio de um grupo de jovens escritores que extrapolaram a arte e a vida transformando-as numa explosão criativa, embalada pelo êxtase das drogas, em busca de experiências transcendentais. O companheirismo de Jack Kerouac, Allen Ginsberg, Willian Burroughs, Neal Cassady, Gregory Corso, Lawrence Ferlinghetti, Carl Solomon, entre muitos outros, deu origem a uma das mais originais manifestações culturais de meados do século XX, que até hoje surpreende e fascina leitores de todo o mundo.

Este o tema de partida da palestra de Claudio Willer na Palavraria. Após a palestra, o autor estará autografando seu mais recente livro – Geração beat – editado pela LP&M.

Claudio Jorge Willer, paulista, é poeta, ensaísta, crítico e tradutor. Graduado em Psicologia e Ciências Sociais e Políticas, doutor em Letras. Como poeta, Willer distingue-se pelo caráter transgressivo de sua obra, ligada ao surrealismo e à geração beat. Como crítico e ensaísta, escreve no Jornal da Tarde, Jornal do Brasil (caderno Idéias), revista Isto É, Folha de São Paulo, revista Cult, Correio Braziliense e em publicações da imprensa alternativa e independente como jornal Versus, revista Singular e Plural, jornal O Escritor da UBE, Linguagem Viva, Muito Mais e Página Central. Seus trabalhos estão incluídos em antologias e coletâneas, no Brasil e em outros países. Ocupou cargos públicos em administração cultural e presidiu por vários mandatos a União Brasileira de Escritores. Co-edita, com Floriano Martins, a revista eletrônica Agulha. Ministrou inúmeras palestras, cursos e oficinas literárias.

Promoção:
Programa de Pós-Graduação em Educação – UFRGS
DIF – Artistagens, Fabulações, Invenções
BOP – Bando de Orientação de Pesquisa
Editora L&PM

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17, sábado, 18h30: Qual é a do Benedetti?, com Ricardo Silvestrin,  Mirna Spritzer e Dilan Camargo. Criação e apresentação de Ricardo Silvestrin, o projeto Qual é? discute de maneira informal a obra do escritor selecionado.

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Mario Benedetti, poeta, escritor e ensaísta uruguaio falecido em maio do ano passado. Integrou a Geração de 45, a qual pertencem também Idea Vilariño e Juan Carlos Onetti, entre outros. Considerado um dos principais autores uruguaios, iniciou a carreira literária em 1949 e ficou famoso em 1956, ao publicar “Poemas de Oficina”, uma de suas obras mais conhecidas. Benedetti escreveu mais de 80 livros de poesia, romances, contos e ensaios, assim como roteiros para cinema.

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Ricardo Silvestrin lançou 13 livros. Os mais recentes são “O videogame do rei”, romance,  “O Menos Vendido”, poesia, “Play”, contos, “Transpoemas”, infantil de poesia. É também músico da banda os poETs. É colunista do jornal Zero Hora. Apresenta na rádio Ipanema FM o programa Transmissão de Pensamento. Recebeu por 5 vezes o prêmio Açorianos de Literatura.

Mirna Spritzer é atriz graduada pelo Departamento de Arte Dramática/ Ufrgs em 1982. Doutora em Educação pela UFRGS em 2005. Professora e pesquisadora no Departamento de Arte Dramática e Mestrado em Artes Cênicas da UFRGS. Atriz, diretora e radialista atuante no panorama cultural do Rio Grande do Sul. Entre seus trabalhos destacam-se Mahagonny e A Aurora da minha vida, no teatro e O Bochecha e Os Anchietanos na TV. Desenvolve pesquisa sobre radioteatro. Tem se apresentado como leitora em vários lançamentos de obras da literatura, como A Caverna de e com José Saramago, e livros de Moacyr Scliar e Luiz Antonio de Assis Brasil, entre outros. É autora dos livros A Formação do ator, um diálogo de ações, pela Editora Mediação e Bem Lembrado, histórias do Radioteatro em Porto Alegre, pela Editora AGE.

Dilan Camargo é autor de 18 livros nas áreas da poesia e teatro e  também letrista com várias canções gravadas e premiadas em festivais. É mestre em Ciência Política. Com seu último livro BrinCRiar, lançado pela Editora Projeto, de Porto Alegre, ganhou o Troféu Açorianos como melhor livro de literatura Infantil. Foi membro e presidente do Conselho Estadual de Cultura. Fundador, ex-presidente, ex-secretário-geral, e sócio da Associação Gaúcha de Escritores, sócio da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil.  O escritor ainda apresenta um programa de entrevistas com escritores – AUTORES&LIVROS – na TV Assembleia Legislativa, canal 16 da NET.

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