Posts Tagged ‘Rodrigo Rosp

18
nov
14

Aconteceu na Palavraria, nesta segunda, 17, “Fingidores”: você se deixa enganar? – com Rodrigo Rosp e Heloisa Tonetto. Conversas Afinadas na Palavraria. Promoção do IEPP

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17, segunda, 19h: “Fingidores”: você se deixa enganar? – com Rodrigo Rosp e Heloisa Tonetto. Conversas Afinadas na Palavraria. Promoção do IEPP

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Palavraria - livros c.

 

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10
nov
14

Aconteceu na Palavraria, neste sábado, 8, O editor intruso – Rodrigo Rosp entrevista Charles Kiefer & Sessão de autógrafos do romance inédito de Charles Kiefer, Dia de matar Porco. Feira Além da Feira 2014.

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8, sábado, 19h30: O editor intruso – Rodrigo Rosp entrevista Charles Kiefer & Sessão de autógrafos do romance inédito de Charles Kiefer, “Dia de matar Porco” (Editora Dublinense). Feira Além da Feira 2014.

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Palavraria - livros c.

 

11
nov
13

Aconteceu na Palavraria, nesta segunda, 11, Feira Além da Feira – Publicar ou autopublicar?, com Laís Chaffe, Rodrigo Rosp e Roberto Schmitt-Prym. Mediação de Robertson Frizero.

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Aconteceu na Palavraria, nesta segunda, 11, Feira Além da Feira – Publicar ou autopublicar?, com Laís Chaffe, Rodrigo Rosp e Roberto Schmitt-Prym. Mediação de Robertson Frizero. Fotos.

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Palavraria - livros c.

 

09
nov
13

Vai rolar na Palavraria, nesta segunda, 11, das 19 às 21h: Feira Além da Feira – Publicar ou autopublicar?, com Laís Chaffe, Rodrigo Rosp e Roberto Schmitt-Prym. Mediação de Robertson Frizero.

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11, segunda, das 19 às 21h: Feira Além da Feira – Publicar ou autopublicar?, com Laís Chaffe, Rodrigo Rosp e Roberto Schmitt-Prym. Mediação de Robertson Frizero.

LAÍS CHAFFE 02Laís Chaffe é jornalista, cineasta, produtora cultural e escritora. Roteirizou e produziu os filmes Canto de cicatriz (2005) e o curta Colapso (2004); dirigiu (com Gustavo Brandau) e roteirizou o curta-metragem Identidade (2002) e o curta Um minuto de silêncio. Publicou os livros Carne e trigo (poemas, Castelinho Edições, 2012), Medusa (poemas infantis, Casa Verde, 2011), Minicontos e muito menos (Casa Verde, Série Lilliput, 2009) e Não é difícil compreender os ETs (contos, AGE, 2002, 112p). Idealizou e está à frente do projeto Cidade Poema e da editora Casa Verde. Atualmente, é diretora do Instituto Estadual do Livro (IEL). http://chaffe.com.br/

rodrigo rosp 01Rodrigo Rosp nasceu no Rio de Janeiro em 1975. Em 1980, naturalizou-se gaúcho. Ainda no colégio, iniciou rituais de escrita, vício que jamais conseguiu abandonar. Nas salas de aula da UFRGS, fez graduação em publicidade e propaganda e pós-graduação em estudos lingüísticos do texto. Ainda, cursou MBA em marketing na ESPM. Publicou [l1] os livros de contos A virgem que não conhecia Picasso (2007) e Fingidores – comédia em nove cenas (2013) . É um dos sócios fundadores da Não Editora.

Roberto Schmitt-PrymROBERTO SCHMITT-PRYM nasceu em 1956 em Panambi, RS. Estudou com Charles Kiefer e Assis Brasil. Participou das antologias Contos de Oficina 35, brevíssimos! e 101 que contam. Traduziu a obra Giacomo Joyce de James Joyce. Publicou, pela Editora Bestiário, o livro Contos vertiginosos. Como fotógrafo, realizou sua primeira exposição individual no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, em 1990. Desde então fez mais de vinte exposições individuais em museus e em instituições no Brasil e no exterior, exposições coletivas e recebeu uma dezena de prêmios em diversos países. Entre outras atuações, destacam-se os cargos de diretor da As-sociação Riograndense de Artes Plásticas Chico Lisboa, diretor da Bienal do Mercosul, conselheiro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e diretor do Museu Julio de Castilhos.

robertson frizeroRobertson Frizero é escritor, tradutor, revisor e professor de idiomas. Mestre em Teoria da Literatura, Especialista em Ensino e Aprendizagem de Línguas Estrangeiras. Tem aperfeiçoamento em Administração de Sistemas e Bacharelado em Ciências Navais. Gestor Cultural da Editora 8INVERSO de 2009 a 2011. Seu livro de estreia na ficção, Por que Elvis não latiu?, foi premiado pela revista CRESCER e indicado ao Prêmio Açorianos de Literatura 2011 na categoria Literatura Infantil.

feira além da feira 2013

Feira Além da Feira é um evento paralelo à Feira do Livro de Porto Alegre, com diversas atrações gratuitas reunindo grandes nomes da literatura no Rio Grande do Sul – debates, oficinas, saraus, cursos e outros – em algumas das mais simpáticas livrarias de Porto Alegre. A organização do evento é de Gabriela Silva & Breviário Cursos (curadoria), Jeferson Tenório, Eduardo Cabeda, Robertson Frizero, Carla Osorio e Fernando Ramos. Parcerias e apoios: Palavraria Livros & CafésLivraria BamboletrasSapere Aude LivrosPetit Dalí,Vereda LiteráriaCasa de Cultura Mário Quintana,  Jornal Vaia e Festipoa Literária! Veja aqui a programação completa, locais e endereços.

Os eventos do Feira Além da Feira 2013 são gratuitos. Para as oficinas e cursos, pede-se inscrição prévia pelo site da Breviário, na seção INSCRIÇÕES, e a taxa de R$ 5,00 (cinco reais) recolhida no local para a emissão de certificados. As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas.

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12
jul
13

Aconteceu na Palavraria, nesta quarta, 10, bate-papo de Gustavo de Melo Czekster, Reginaldo Pujol Filho e Rodrigo Rosp

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Aconteceu nesta quarta, 10,  bate-papo dos escritores Gustavo de Melo Czekster, Reginaldo Pujol Filho e Rodrigo Rosp, conversando sobre o livro Fingidores: Comédia em Nove Cenas, de Rosp, com mediação de Lu Thomé. Fotos do evento.

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Palavraria - livros c.

 

05
jul
13

Vai rolar na Palavraria, nesta quarta, 10, Bate-papo dos escritores Gustavo de Melo Czekster, Reginaldo Pujol Filho e Rodrigo Rosp, conversando sobre o livro Fingidores

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10, quarta, 19h: Bate-papo dos escritores Gustavo de Melo Czekster, Reginaldo Pujol Filho e Rodrigo Rosp, conversando sobre o livro Fingidores: Comédia em Nove Cenas, de Rosp. Mediação de Lu Thomé.

fingidores

Fingidores é um divertido livro de contos de humor que transita entre dramaturgia, conto, novela e até crônica. Caio, um cara neurótico, sabotado pelas próprias inseguranças, um cara com um jeito bem particular de ver as coisas e que adora uma boa polêmica, vai fazer você refletir. Talvez refletir tanto que você nunca mais precise de um polimento. O que sabemos é que todos nós precisamos de polimento, seja no protocolo dos cerimoniais ou para se comportar como as mulheres esperam. Caio não é polido. No afã de posar como o dono da verdade, algumas lhe escapam pelas mãos. Caio, como todo bom ser humano, é um belo representante — preste atenção!, representante — dos fingidores.

rodrigo rosp 01Rodrigo Rosp é escritor e editor. Nasceu no Rio mas já mora há anos em Porto Alegre. Coordena a Editora Dublinense, que trabalha com duas marcas: DublinenseNão Editora. É autor dos livros de contos A virgem que não conhecia Picasso (Não Editora) e Fora do lugar (Não Editora).

gustavo czeksterGustavo Melo Czekster nasceu em Porto Alegre, em 1976. É advogado e mestre em literatura comparada pela UFRGS. Publicou pela Editora Dublinense o livro de contos O homem despedaçado.

REGINALDO PUJOL F 02

Reginaldo Pujol Filho, escritor portoalegrense, é um dos primeiros autores da Não Editora. Tem dois livros de contos publicados, Azar do Personagem e Quero ser Reginaldo Pujol Filho e é o organizador da antologia Desacordo ortográfico. Publicou contos em antologias como 101 Que Contam e Histórias de Quinta (organizadas por Charles Kiefer), 24 Letras Por Segundo (org. Rodrigo Rosp), no Janelas (projeto de cartazes literários dele com o amigo e poeta Everton Behenck) e no youtube. Mantem o blog Por causa dos elefantes.

LU THOMÉLu Thomé é jornalista e coordena projetos de assessoria de imprensa no Estúdio de Conteúdo, atendendo autores e editoras como Não Editora e Dublinense. Participou das antologias Ficção de Polpa – Volumes 1, 2 e 3 (Não Editora).

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15
abr
12

Cartas à Palavraria, por Reginaldo Pujol Filho: I work for café, pão de queijo e cerveja

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I work for café, pão de queijo e cerveja, por Reginaldo Pujol Filho

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Carla,

Andei por Paris. E voltei de lá com uma ideia. E pra te explicar, vamos dar uma voltinha pela Palavraria? Assim, quando a gente entra na livraria, além de dar oi pro Carlos, pode caminhar reto uns 10 passos e aí chega na escada. Daí a gente pega e sobe a escada, esses degraus que tantas vezes fiz de arquibancada, tantas vezes subi pras aulas do Kiefer, bom, tá. Degraus subidos, no segundo andar, 3 opções: a sala grande, onde são/eram as aulas do Charles; a salinha do computador de onde de vez em quando vocês ouviam as leituras das aulas (pensa que eu não sei?); e, mais no fundo desse mini-corredor, aquela outra sala, menos utilizada, mas que tem até um banheiro. É isso, né? Pois era aí que eu queria chegar. Nessa sala. É que pensei assim: quando eu e a Jajá voltarmos pra Porto Alegre, onde é que a gente vai dormir? Daí tive a ideia: Carla, e se a gente fizesse um quarto com banheiro ali? Pronto, posso passar um tempo na Palavraria, por que não?  Tem pão de queijo, café, cerveja e os livros. Feito o carreto. Durante o dia, até dá-se uma força na livraria; quando não tiver movimento, posso escrever, ler um pouco. Não parece uma boa ideia?

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Em Paris é. A Shakespeare and Company que eu (e mais um bilhão de pessoas) fui visitar, além dos personagens míticos que faziam de lá ponto de encontro, tem essa história de até hoje albergar uns escritores. Dá espaço e livro pra eles escreverem, eles trabalham um tempo na livraria e a loja continua sendo uma das tantas atrações turísticas da cidade luz. Talvez hoje ela viva mais até de ser ponto turístico do que de ser livraria, difícil saber. Mas, apesar de ter que pedir licença pras pessoas (tirando fotos, mais do que lendo) pra andar lá dentro, não tem como negar que, mesmo com o verniz do turismo, por baixo dele ainda tem aura. Falo isso, porque dá pra pensar se é possível ainda hoje uma livraria construir essa fortaleza moral, ter tanto significado quanto os livros lá dentro, atrair gente do mundo inteiro pra conhecer o espaço ou pra fazer dela casa, escritório e inspiração. Pois torço pra que sim, sabe? A Shakespeare and Company é daquelas coisas que faz lembrar da importância da livraria como templo de escritores e leitores e de todo mundo que se relaciona com o livro e a literatura. É necessário que isso exista e que surja mais – embora o movimento nos dias de hoje seja justamente o contrário. Mais do que lugares pra encontrar livros, que as livrarias sejam o mundo, a pista de pouso, do mundo dos livros. É importante ter esse lugar pra encontrar o lançamento, o autor preferido, mas também os amigos, os conhecidos e os desconhecidos.  Digamos assim: eu não vou marcar um encontro com o Pena e o Rosp na Amazon. Não tem como. É preciso esses endereços onde a gente possa jogar um pouco de utopia fora. Afinal, mesmo os ideias e as manifestações e os movimentos nascidos na internet nos últimos tempos, no final das contas, precisam de gente tudo junto reunida pra acontecer de fato. E a livraria (digo livraria, não supermercado de livros) é essa praça, essa frente de palácio de governo, onde podem – e devem se reunir – todos esses que acreditam nessa utopia que é a literatura.

E claro que eu não sou o Hemingway nem o Sartre, mas também, vamos combinar, o nosso Monumento ao Expedicionário não é o Arco do Triufo e o Parcão não é bem o Jardim de Luxemburgo. Portanto, Carla, se quiser ajudar a montar esse quartinho aí, quem sabe? Eu trabalho por pão de queijo, café e cerveja.

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Reginaldo Pujol Filho, escritor portoalegrense, é um dos primeiros autores da Não Editora. Tem dois livros de contos publicados, Azar do Personagem e Quero ser Reginaldo Pujol Filho e é o organizador da antologia Desacordo ortográfico. Publicou contos em antologias como 101 Que Contam e Histórias de Quinta (organizadas por Charles Kiefer), 24 Letras Por Segundo (org. Rodrigo Rosp), no Janelas (projeto de cartazes literários dele com o amigo e poeta Everton Behenck) e no youtube. Mantem o blog Por causa dos elefantes.




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